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Introdução à

Antropologia
Prof. Marcos Antônio Beal
A antropologia e o sentido da vida

“A Antropologia visa ao conhecimento completo do homem, o que torna suas


expectativas muito mais abrangentes. Dessa forma, uma conceituação mais
ampla a define como a ciência que estuda o homem, suas produções e seu
comportamento. O seu interesse está no homem como um todo - ser biológico
e ser cultural -, preocupando-se em revelar os fatos da natureza e da cultura.
Tenta compreender a existência humana em todos os seus aspectos, no espaço
e no tempo, partindo do princípio da estrutura biopsíquica. Busca, também, a
compreensão das manifestações culturais, do comportamento e da vida social.
(...) “A Antropologia tem uma dimensão biológica, enquanto antropologia física;
uma dimensão sociocultural, enquanto antropologia social e/ou antropologia
cultural; e uma dimensão filosófica, enquanto antropologia filosófica, ou seja,
quando se empenha em responder à indagação: ‘o que [quem] é o homem’?
(MARCONI & PRESOTTO, 1986, p. 21-22).
1 Do “Bios” à “cultura”
1.1 A evolução do “bios” humano

 a) As eras, os períodos geológicos e o


surgimento da humanidade (folha)
b) Fases do desenvolvimento humano
1.2 A Cultura

 A) “Cultura” um conceito antropológico


 Cultura como klüivert (anglo s.) ou cólere (latim): conhecimentos, crenças, valores,
normas, símbolos e práticas;

 B) Culturas humanas ancestrais


 (Folha)

 C) Cultura como humanização: o trabalho e a linguagem simbólica


 Ação instintiva, inteligência concreta e trabalho (práxis):
 Linguagem simbólica e pensamento;
 Vídeo: A Eva Real (03:00 a 31:50 - A "Eva Real" até o inicio da viagem, a 80 mil anos)

2 O “bios” humano
1.2 A Cultura

 D) cultura, civilização e modernidade:


 Tipos de cultura: Popular, Erudita, De massa e Contracultura.
 Posições frente às diferenças culturais: Etnocentrismo, relativismo e
multiculturalismo
Exercício

 Em uma folha separada, monte sua árvore genealógica (até


onde conseguir lembrar), com as seguintes informações:
 A) Nome e sobrenome dos parentes
 B) Local onde moraram;

 Em seguida, cruze sua árvore com a de seus colegas em busca


de aproximações.
2 As interpretações do
humano a partir de
duas questões
fundamentais
Elementos de antropologia filosófica
Introdução

 Quem é o ser humano? Para que existe? Existe uma natureza humana
universal?
 A resposta varia de acordo com a época política, cultural e econômica: em cada
época a humanidade faz uma imagem singular de si mesma;
 É importante entender como, por sua vez, as concepções de homem influenciam outras teorias. A ação política, a
ação pedagógica, a ação moral, entre outras, assumem características diferentes conforme tenham por pressuposto
uma ou outra concepção de homem.
 É possível admitir que existe uma natureza humana universal, idêntica na sua essência em todos os tempos e
lugares, explicando-se as diferenças como simples acidentes ou desvios a serem corrigidos?
 O homem é o que a tradição cultural quer que ele seja e também a constante tentativa de ruptura da tradição.
 A resposta a estas perguntas condiciona nossa relação com nossos
semelhantes;

 Rever a sequencia com base no texto do Battista Mondin (Curso de Filosofia-


Vol.3)
2.1 A questão da Felicidade
(Série: Filosofia, um guia para a felicidade)

 A) Sócrates e a coerência;
 B) Platão, Aristóteles e a concepção metafísica*;
 C) Um dilema fundamental: Aristóteles e Epicuro**
 D) Sêneca e a Raiva
 E) Montaigne e a auto-estima;
 F) Descartes e a concepção naturalista***;
 G) Materialismo histórico-dialético (Marx );
 H) Schoepnhauer e o amor;
 I) Nietzsche, o sofrimento e a autodeterminação.
 J) Existencialismo**** (Sören Kierkegaard, Jean Paul Sartre e Martin Heidegger);
 Marcuse: Eros e civilização
 Psicanálise (Freud);
 Individualismo e narcisimo:Lipovetsky
2.2 A questão da morte

 Introdução: Experiências-limite: alguém já passou por alguma?

 2.2.1 A morte na mitologia grega: os filhos de Nyx*:


 Thanathos, (Mors ou Leto para os romanos), era o deus grego da morte não
violenta; Era irmão gêmeo do deus do sono, Hipnos** e, como este, tinha
um toque suave. Já suas irmãs, as Queres, eram as deusas da morte
violenta ou do destino cruel. Ambos serviam à Hades trazendo-lhe súditos.
A serviço de Hades estavam as serviçais Erínias (ou Fúrias, para os
romanos): Tisífone (Castigo), Megera (Rancor) e Alecto (cólera implacável).

 2.2.2 BBC (Como a arte fez o mundo): Morrer e Voltar.


2.2 A questão da morte

 2.2.3 Os filósofos e a morte (início):

 A) Platão e a morte de Sócrates;

 B) O pensamento cristão e a ideia do “Eterno Retorno”;

 C) Idealismo e Materialismo histórico:


 Não há nada depois da vida e a morte (e a vida) do indivíduo faz sentido
na medida em que ajuda a realização da humanidade, embora em
sentidos diferentes;
2.2 A questão da morte

 2.2.3 Os filósofos e a morte (fim):

 D) De Nietzsche ao existencialismo (BBC: Humano, demasiado Humano):


 Nietzsche: O impulso da vida é buscar a autenticidade da autodeterminação.
 O existencialismo se propõe examinar o sentido do ser (do existir), negando
haver uma essência universal.
 Heidegger: e o “ser-no-mundo” (Dasein);*
 Sartre: A morte é a “nadificação” dos nossos projetos (a náusea). Assim, a
vida é a liberdade radical de construir-se como um projeto.
 Hannah Arendt e a banalidade do mal.**
2.2 A questão da morte

 É legitimo “deixar” ou “fazer” morrer? A questão da eutanásia.


2.1 Concepção Metafísica: os
modelos e ideais
2.2 Concepção naturalista: a
fragmentação do ser humano
2.3 Concepção histórico-social: em busca
da unidade e da complexidade de
interpretação
3 O “Homem” e o
mundo contemporâneo