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Pensar com Tipos

ESPAÇOS E PONTUAÇÃO

Escritores ou clientes em geral fornecem manuscritos apóstrofos de cabeça para baixo (d'alva em vez de d'alva);
que empregam hifens incorretos ou espaços os designers precisam estar atentos e aprender a usar as
teclas corretas.
sobrando ou faltando. As regras que seguem
são especificamente pertinentes para designers. RETICENCIAS compõem-se de três pontos, que podem ser
grafados sem espaços entre si, espacejados ou com espaços
ESPAÇOS SIMPLES SÃO criados com a barra de espaço. Use
simples. Reticências entre parênteses indicam um trecho
apenas um espaço entre sentenças ou depois de vírgulas,
omitido de um texto ou (...) uma quebra temporal.
dois-pontos e ponto e vírgulas. Uma das primeiras
A maioria das fontes inclui um caractere de reticências,
providências tomadas na composição de originais é
que normalmente são espacejadas com mais proximidade.
eliminar os espaços duplos. A barra de espaço não deve ser
portanto utilizada para criar recuos ou posicionar texto na
linha. Para isso, é melhor usar marcas tabulares. O código
ATALHOS PARA MAC OS ÁS combinações de teclas abaixo
HTML recusa-se a reconhecer qualquer espaço duplo.
são usadas rotineiramente em programas de processamento
ESPAÇOS ENE São mais largos que os espaços simples de texto, editoração e ilustração. Algumas fontes não possuem
e podem ser usados para criar distâncias mais enfáticas uma gama completa de caracteres especiais.
entre elementos de uma linha, tal como a separação de
um subtítulo de um texto subsequente, ou entre elementos
IRAÇOS teclas
numa única linha de um cabeçalho.
— traços eme shift-option-hifen
TRAÇOS EME exprimem quebras gramaticais fortes. Um
-— traços ene option-hifen
traço eme tem a largura de um eme no respectivo corpo.
- hífen comum (hífen)
Nos originais, eles podem ser representados por hifens
duplos (--), mas devem ser substituídos depois. - hifen discricionário comand-hiten
PONTUAÇÃO tecias
TRAÇOS ENE servem primariamente para conectar números
(I-10), mas podem separar sentenças. Um ene tem a aspa simples abert. option]
metade da largura de um eme. É raro encontrá-los nos * aspas simples fecho shift-option-)
originais; é o designer quem deve providenciá-los. aspas de abertura option-|
HIFENS conectam palavras e frases compostas e quebram - aspas de fecho shift-option-|
palavras em finais de linha. Os programas de composição reticências option-;
quebram as palavras automaticamente. Desligue QUTROS SINAIS tecias
a hifenização automática ao trabalhar com textos
( ) espaço ene option-barra de espaço
desalinhados e centralizados; em vez disso, use hifens
discricionários, se não houver outra alternativa. t adaga option-t
t+ adaga dupla shift-option-7
HIFENS DISCRICIONÁRIOS, inseridos manualmente para
(CO) sinal de copyright option-g
quebrar linhas, aparecem só quando for preciso (se o texto
refluir ao ser reeditado, eles desaparecem). Hifens teimosos (R) sinal de registro option-r
normalmente aparecem no meio de uma linha se o € símbolo do euro shift-option-2
tipógrafo usar hifens “duros” ao invés de discricionários. f ligatura fi shift-option-s
ASPAS possuem formas “abertas” e “fechadas”, ao contrário fl ligatura À shift-option-6
das plicas, que são retas. Uma aspa de fecho simples ê acento agudo option-e + e
também serve de apóstrofo (“estrela d'alva”). As plicas é acento grave option- +e
devem ser usadas apenas para indicar polegadas, pés, A crase option- +a
minutos e segundos (5'2"). Se usadas incorretamente, são
a tl option-n + a
chamadas de “aspas burras”. Os sistemas operacionais e
os programas de editoração normalmente incluem “smart U acento grave option- +u
quotes” [ou “aspas Inteligentes”), mas os textos de e-mails, C cedilha option-c
processadores de palavras e clientes podem estar repletos u trema ou diérese option-u + u
de plicas. Alguns programas com smart quotes produzem

206 | PENSAR COM TIPOS


IGNORAR AS REGRAS DE PONTUAÇÃO LEVA À HUMILHAÇÃO E AO DESESPERO

Essas interrupções — esses comentários sarcásticos -- estão me enlouquecendo.


CRIMES Dois hifens em lugar de um traço eme.

Os traços exprimem quebras no fluxo de uma sentença. Nos processadores de texto, esses
traços podem ser indicados com dois hifens. Os traços eme, no entanto, são requeridos na
composição tipográfica, com ou sem espaços em volta, de acordo com o estilo e a lingua.

El Lissitzki viveu entre 1890-1941. Rodchenko viveu mais (1891-1956).


CRIME: híjen entre numerais.
Um traço ene conecta dois números. Ele significa “de...a”.
Nesse caso, nenhum espaço é utilizado ao redor dele.

Aletra até pode ser caixa-baixa, mas nunca caixa-baixa.


CRIMES: Traço ene em palavra com hífen.

Não use traços ene quando for o caso de usar o humilde hífen.

No princípio era... o verbo... A tipografia veio depois.


Um caractere de reticências é usado aqui em lugar de pontos separados.

Os pontos das reticências podem ser espacejados com espaços comuns ou com o aumento da
entreletra. A maioria das fontes inclui um caractere para elas, cujos pontos têm espaçamento
proporcional. [Em português, não se usa ponto final após as reticências.)

O filme tem “Então”, ela disse, é longa-metragem, não?


CRIME: Plicas usadas em lugar de aspas.
O propósito das plicas é indicar medidas tais como polegadas, pés,
minutos e segundos. Seu uso para indicar citações é uma praga comum
nas planícies tipográficas da América do Norte e do Sul.

“Não quero ser citado na justiça”, ele disse. “Quero apenas ser citado.
Ao contrário do que ocorre com as plicas, as aspas possuem caracteres
de abertura e de fecho. Aspas simples também servem de apóstrofos.
As plicas devem ser perseguidas e destruídas.

Não use dois espaços entre sentenças. Eles produzem um vazio feioso.
CRIME: Dois espaços entre sentenças.

Embora alguns escritores insistam em colocar dois espaços entre sentenças


(um hábito frequentemente contraído na escola), eles devem ser purgados
dos originais que vão para a composição tipográfica.

APÊNDICE | 207
EDITANDO ORIGINAIS NO PAPE

Escritores, editores e designers usam marcas para sinalizar mudanças tais

como supressões, substituição ou correçõeslfrases|e/de palavras você


|N inverter
a respeito de uma altefação, sublinhe-a com pontos. Para

suprimir um carfactere, risque-o com uma barra vertical e repita a barra


Gratoignorar
ara
na lateral, ao lado de um x. Para substituir ou inserir um caractere use a
correção

[14 inseriespaço
Inserir espaço
mesma técnica, acrescentando o cafactere correto ao lado da barra na lateral. [2

[am adicionar hífen


Se duas palavras ficarerdjuntas, insira a barra vertical e uma marca de espaçogf m f
ara unte dois parágrafos, conecte-os com uma linha e anote o sinal

[x rege remover hífen
correspondente na margem.

[== traço ene (-)


Para substituir um hífen por um traço eme / ou traço ene, dependendo

do gosto do designer í ao lado da barra na lateral anote dois ou três traços.


Se um original indicar travessões com hifens duplos -- assim CSpera-se
(4) demo
itálico
que o designer ou compositor converta-os sem ser avisado. Use um traço ene

(Reta) Ge e não um hífen para indicar trajetos, por exemplo: Belém-Brasília.

Além de fazer correções gramaticais, ortográficas e de melhorar a clareza


caixa-Daixa

to e caixa-aita
da prosa, os editores indicam estilos tipográficos tais como itálico (com um

sublinhado) e Megrito Jcom um círculo). Grcule as letras para transformá-las

em caixa-alta ou caixa-baixa, Adotando K margem a código correspondente,


eliminar sublinhado Para indicar versalete, sublinhe a palavra com dois traços.

fe) emo versalete Use entrelinhas duplas e margens generosas nos originais para abrir espaço

para comentários e correções. Alinhe o texto à esquerda, desalinhe à direita

e desligue a hifenização automática.

Não marque originais ou provas


com Post-lt. Eles podem cair,
bloquear o texto e dificultar
a feitura de fotocópias.

210 ; PENSAR COM TIPOS


EDITANDO ORIGINAIS NO COMP ADOR

Editar um arquivo eletrônico e permitir que o autor veja as correções é

chamado de preparação de texto. A faxina básica inclui a remoção de espaços

duplos e a transformação de plicas ("aspas burras”) em aspas e apóstrofos

(“aspas inteligentes”). O editor não precisa mostrar essas mudanças ao autor.

As mudanças na estrutura e na escrita do texto precisam ser

comunicadas ao autor. Uma convenção visual é necessária para mostrar o que

toi apagado e adicionado. As-patavras-s-seremrrentovidas normalmente são

riscadas, e as adicionadas ou substituídas podem ser sublinhadas, destacadas

ou coloridas. Uma linha na margem indica que uma mudança foi sugerida.

[Questões para o autor são inseridas em colchetes]. À

Sublinhar, ou riscar: a pontuação pode ser visualmente confuso; desse


modo, o editor ou preparador normalmente risca uma palavra inteira vo

frase; — ou frase — e adiciona o trecho correto. Para hifenizar palavras como

grardacimve guarda-chuva, risque-as e adicione a forma hifenizada. Ao

converter hifens em traços ene (1914-18) — ou trocar hifens duplos por

traços eme — o editor simplesmente os substitui. Estilos tipográficos tais

como itálico, negrito e vERSALETE também podem ser modificados


diretamente.

Embora a preparação de texto eletrônica seja maravilhosamente fluida

e direta, ela pode ser perigosa. O editor precisa remover escrupulosamente


todas as marcas do processo de edição antes de liberar o arquivo para a

composição. Alguns desastres em potencial incluem palavrassemseparação,

uma , faltante ou um comentário esquecido [Você ficou louco?).

A. Questões para o autor podem também vir em forma de notas de rodapé.


Identifiquem essas notas com letras, de modo que não se confundam com
as notas que pertencem ao texto.

APÊNDICE | 211
REVISÃO DE PROVAS

A REVISÃO ocorre depois que um original preparado foi composto. Novos errjos
podem aparecer a qualquer momento durante o manuseio de um documento
e antigos erroghão percebidos — podem saltar aos glhospno texto diagramado.
O revisor corrige erros ortográficos, gramaticais e factuais flagrantes, mas
evita alterar estilo e conteúdo. Nessa etapg as mudanças não são apenas
custosas: elas podem afetar o design da página e criar novos problemas.
Revisar é diferentefpreparar, mas pode ser que o editor tenha

fear
alguma coisa para fazer durante a revisão, junto com o autor ou
comlo cliente. Embora o désigneDou o faão devam atuar
revisores, eles precisam ainda assim inspecionar seu trabalho

Marque todas as correções na margem da prova, indicando a posição das mudanças


dentro do texto. Não escreva entre as linhas. Muitos sinais interlineares são usados
tanto na revisão quanto na preparação, mas os revisores usam um conjunto adicional
de marcadores nas margens.

(d OQ
Não obscureça pagado pdid
o que for riscado e apagado paraqque o Eomposito) possa
P
lê-lo.
Marque todas as mudanças em uma prova-mestra. Se várias cópias da prova
ircularem para aprovação, alguém (normalmente o editor) precisa responsabilizar-se
pela transferência das correções para a prova-mestra.

Não forneça ao designer uma prova com comentários conflituosos ou indecisos.

TIPOS DE provas. Dependendo de como um projeto for organizado


e produzido, algumas ou todas as provas a seguir serão necessárias.
Provas de galé normalmente são fornecidas em projetos com extensão de livro. Elas
consistem de texto composto, mas não paginado, e não chegam a incluir ilustrações.

Provas de página são divididas por página e incluem ilustrações, fólios, títulos
correntes e outros detalhes.

rovas de revisão incluem as mudanças recomendadas pelo revisor e contribuições feitas


pelo designer ou pelo compositor.

Provas de impressão são geradas pelo impressor. Nesta fase, as mudanças tornam-se
ve cada ais caras, complexas e imprudentes. Em teoria, elas servem para eliminar
os erros do impressor — não os do design ou do estilo verbal. As provas de impressão
podem ser monocromáticas (como as heliográficas) ou coloridas (como as plotters).

1. O designer e o compositor podem ser a mesma pessoa. Nos estúdios de design,


ao contrário do que ocorre nas editoras, os designers geralmente responsabilizam-se
pela composição.

212 | PENSAR COM TIPOS


APRENDA À LINGUAGEM DOS EDITORES

MUDANÇA EDITORIAL MARCA NO LEXIO MARCA MUDANÇA EDITORIAL MARCA NO TEXTO MARCA
MARGINAL MARGINAL

suprimir caractere
GG d pras
unir parágrafos parágrafos
atá | q

suprimir palavra livro de tetarte


ou frase abrir parágrafo abrinfparágrafo / IT
manter inserir espaço
literafura inserifespaço
oq
Inserir texto ou reduzir espaço
GG Brasi|
caractere reduzir | espaço

inserir pontuação inverter


cinema / o”
inserir traço ene LNSerir recuo
RifSantos [—- ou defesa
| inserir recuo
|
Inserir aspas
tm
ele disse(não) suprimir recuo | suprimir recuo
ou defesa

caixa-alta
Gis JM) mover p/ próx. inha
mover p/ próx(inha

caixa-baixa
(3) sobrescrito

caixa-alta e baixa subscrito o


(minas gerai) / Cas)
versalete
por extenso

negrito paralelismo

claro duvida do revisor

tálico Pensar com tipos


/ problema de tradução

[ ed)
redondo

Marcas de revisão derivadas do The Chicago


venficar fonte errada Manual of Style e David Juny, About Face:
[OS fonte Reviving the Rules of Typography. As convenções
variam um pouco de fonte para fonte. [Aqui
abrir
as marcas foram adaptadas para o uso mais
recorrente nas editoras brasileiras.)
fechar

| Gechaz

APÊNDICE | 213
BONS CONSELHOS

Mais pensamento e menos design.

Muitos atos desesperados de design (incluindo degradês, sombreados e o uso gratuito de


transparências) são perpetrados na ausência de um conceito forte. Uma boa ideia
estrutura as decisões de design e guia o trabalho.

Fale mais, escreva menos.

Assim como os designers devem evitar preencher o espaço com efeitos visuais arbitrários, os
escritores devem lembrar-se de que ninguém gosta tanto de suas palavras quanto eles mesmos.

Gaste mais, compre menos.

As coisas baratas são baratas por causa do modo como são feitas, do material de que são feitas
e das qualidades de quem as faz. Compre produtos de melhor qualidade com menos frequência.

Que seus pensamentos sejam profundos e suas feridas, superficiais.

Use sempre lâminas afiadas. Embora o design gráfico não seja uma ocupação
terrivelmente perigosa, muitos acidentes ocomidos nas altas horas da noite envolvem
estiletes com lâminas cegas. Proteja suas impressões de banhos de sangue inúteis.

A densidade é o novo espaço em branco.

Nessa era de expansão extraurbana, comunidades estreitamente conectadas ganharam apelo


renovado. O mesmo ocorre com a página e a tela, onde texturas ricas em informação podem
funcionar melhor que a dispersão e o isolamento.

Ajuste o sapato, não o pé.

Ao invés de forçar o conteúdo em continentes rígidos, crie sistemas flexíveis e sensíveis


aos materiais que precisam acomodar.

Aumente um pouquinho. (Cortesia de Paula Scher)

Tipógrafos amadores usam tipos grandes demais. O padrão pré-dejfinido de 12 pontos


— que parece normal na tela — frequentemente fica grande demais na página. Designers
experientes, no entanto, usam tipos pequenos demais: aqui, uma Scala de 7,5 pontos.

PENSAR COM TIPOS


É mais fácil falar do que escutar.

Preste atenção aos seus clientes, usuários, leitores e amigos.


Seu design irá melhorar à medida que você escutar os outros.

O design é uma arte de situações.

Os designers respondem a necessidades, problemas e circunstâncias.


Os melhores trabalhos são produzidos em resposta a situações interessantes —
chentes de cabeça aberta, boas causas ou ótimos conteúdos.

Nenhum trabalho é pequeno demais.

Um designer gráfico pode mudar o mundo a cada cartão de visita — desde


que eles sejam os cartões de visita de pessoas realmente interessantes.

Uma interface chama a atenção para si mesma quando fracassa.

O design ajuda os sistemas do cotidiano a operar suavemente, permitindo que usuários e leitores
ignorem como as coisas são feitas. O design deve, em alguns casos, anunciar a si mesmo para
lançar luz sobre esses sistemas, expondo sua construção, identidade, personalidade e política.

A ideia é a máquina que produz a arte. (Cortesia de Sol Lewitt)

Um conceito poderoso pode orientar decisões a respeito das cores, do layout, da escolha de
tipos, do formato e tantos outros, prevenindo extravagâncias insensatas. (Por outro lado,
as extravagâncias insensatas às vezes produzem conceitos poderosos.)

Quem ceda madruga cedo trabalha.

Sua melhor hora para pensar pode ser logo de manhã cedo, tarde da noite e até mesmo —
em raras ocasiões — no horário das aulas ou do trabalho. Não importa se ela ocorrer no
chuveiro, na ginástica ou no metrô: use-a para produzir seus melhores pensamentos.

Construa o discurso.

O design é social. Ele vive na sociedade, cria a sociedade e precisa de sua própria sociedade
— uma comunidade de designers comprometidos com o progresso e o debate de nossas
esperanças e desejos comuns. Leia, escreva e fale a respeito dele sempre que puder.

Va em frente e reproduza.

APÊNDICE | 215
Título original: Thinking with Type: A Critical Guide for
Designers, Wniters, Editors q Students. 2º ediçao revista
e ampliada. Publicado originalmente por Princeton
Architectural Press em 2004

Fotografias: Dan Meyers

Tradução: André Stolarski


Revisão de texto: Solange Monaco
Design da capa: Toni Cabré/Editorial Gustavo Gili, SL

Qualquer forma de reprodução, distribuição, comuni-


cação pública ou transformação desta obra só pode ser
realizada com a autorização expressa de seus titulares,
salvo exceção prevista pela lei. Caso seja necessário
reproduzir algum trecho desta obra, seja por meio
de fotocópia, digitalização ou transcrição, entrar em
contato com a Editora.

A Editora não se pronuncia, expressa ou implicitamen-


te, a respeito da acuidade das informações contidas
neste livro e não assume qualquer responsabilidade
legal em caso de erros ou omissões.

O Princeton Architectural Press, 2004, 2010


O da tradução: André Stolarski
para a edição em português:
CO Editorial Gustavo Gili, SL, Barcelona, 2018

Impresso na Espanha
ISBN: 978-85-8452-106-7
Depósito legal: B 22574-2017

Editorial Gustavo Gili, SL


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