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ALGUMAS ESTRATÉGIAS DE

ENSINO E APRENDIZAGEM

DO ENSINAR AO
APRENDER....
O QUANTO É
POSSÍVEL?
ENSINAR

 INSTRUIR, FAZER SABER, COMUNICAR,


ORIENTAR, DIRIGIR E POR AÍ VAI.

 NOTEM, VERBO CENTRADO NO PROFESSOR, OU


SEJA, NA SUA PESSOA, NAS SUAS QUALIDADES
E NAS SUAS HABILIDADES.

 VOCÊ AS TEM?
APRENDER

• BUSCAR INFORMAÇÕES, REVER A


EXPERIÊNCIA, ADQUIRIR HABILIDADES,
DESCOBRIR SIGNIFICADOS, MODIFICAR
ATITUDES E COMPORTAMENTOS.

• APRENDER ESTÁ CENTRADO, POIS, NO ALUNO,


NO APRENDIZ E EM SUAS HABILIDADES.

• QUE CONDIÇÕES TEM ELE DE, DE FATO,


APRENDER O QUE É ENSINADO?
APRENDER O QUE? PRA QUE?

• HÁ 4 TENDÊNCIAS BÁSICAS DE APRENDIZAGEM


• 1. Cognitivo = É o que almejamos e para o qual
fomos treinados. Informações para relação de
conceitos - exercer a profissão. O conhecimento dito
profissional.

• 2. Pessoa singular = desenvolvimento afetivo-social


– comunicação, valores e cultura – cada um é cada
um com suas idiossincrasias.
• 3. Relações Sociais – Privilegiam o conhecimento
que leve ao aumento das redes sociais e
relacionamentos humanos. Indivíduo, profissional
e comunidade em prol do desenvolvimento da
sociedade. O mundo e o momento histórico na vida
do sujeito.

• 4. Responsabilidade social – ou seja, ensinar e


fazer com o que o indivíduo aprenda para ser um
líder, transformador e ator no mundo.

• E AÍ, SENHOR PR0FESSOR? QUAL DOS NÍVEIS


DE FATO, ENSINAMOS???
PRINCÍPIOS COMUNS NA APRENDIZAGEM

• 1. Deve ser significativa = aquilo que dará


significado.
• 2. É pessoal = mudança de comportamento.
Ninguém aprende pelo outro...
• 3. É realística = Botemos os pés no chão. Ensinar o
que é possível ensinar.
• 4. Retorno imediato = O que está bom e o que está
ruim: Pressupõe uma boa AVALIAÇÃO.
• 5. Relacionamento Interpessoal = isso mesmo
pessoas, tem que ser companheiro...facilita.
PAPEL DO PROFESSOR

• Facilitador de aprendizagem

• Substituir “o que devo ensinar” – para – “o que desejo


que eles alcancem?”

• Ao invés de “como poderei demonstrar o que ensinei” –


para – “quais as expectativas que eles têm para o meu
curso” (QG, por exemplo).

• “Como ensinar toda a matéria?” para – “como envolvê-


los com o que tem e o que pretendem aprender?
ESTRATÉGIAS DE ENSINO

• SÃO IMPORTANTES?

• SERVEM PARA OS NOVOS E PARA OS MAIS VELHOS.

• QUEM DIZ QUE O CONTEÚDO BASTA (SABER DE


CONTEÚDO) OPTOU SOMENTE PELO ENSINO,
ESQUECENDO-SE DA APRENDIZAGEM.

• POR ISSO EXISTE O TERMO ENSINO-


APRENDIZAGEM
HÁ UM LEQUE DE 8 CATEGORIAS
TODAS VÃO PRESSUPOR AÇÃO

• CATEGORIA 1 – AQUECIMENTO E
DESBLOQUEIO

• Serve para a aproximação e prevê expectativas


• Apresentação simples
• Cruzada em duplas
• Complemento de frases
• Desenhos em grupos
• Brainstorm.
• CATEGORIA 2 – SITUAÇÕES SIMULADAS

• Objetiva aproximar o aluno de situações interessantes


e do próprio conteúdo.

• Dramatização

• Jogos teatrais (Viola Spolin)

• Jogos de Empresa

• ESTUDO DE CASO: SIMPLES, PBL, ENTRE OUTROS


 CATEGORIA 3 – CONFRONTO REAL

 Estágios

 Visitas técnicas (roteirizadas)

 Excursões (roteirizadas)

 Prática, prática e prática.


 CATEGORIA 4 – PEQUENOS GRUPOS

 Colaboração e Cooperação

 PQ com uma só tarefa – mais simples


 PQ com diversas tarefas
 PQ com integração (Difícil, mas prazerosa)
 Grupos de Oposição (Os Júris Simulados).
 Grupos de perguntas
• CATEGORIA 5 – PREPARAÇÃO PRÉVIA

• Seminários (Professor ativo, sob o risco da


mesmice)
• Painel (Convidados)
• Simpósio (coordenadas).

• CATEGORIA 6 – PROFESSOR
• Aula expositiva (Não é vilã – experiências,
vivências, descobertas, novas teorias,
conhecimento atualizado!
• Debate
• Experimentos, Jogos, Demonstrações.
 CATEGORIA 7 – PESQUISA E PROJETO

 Elaboração de projetos a serem desenvolvidos em


um tema;

 Escrita e execução

 Relatório de atividades
• CATEGORIA 8 – LEITURA E ESCRITA

• Ler.

• Ler muito.

• Ler bastante.

• Pois falta muita leitura para TODOS NÓS.

• Pedir respostas escritas. Diferenciar opiniões.

• Tipos de Leitor e Leitura


AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

 Literatura é enorme. Como avaliar? De que forma?


Quando? Pra que?

 Vamos apenas sistematizar alguns pontos sobre


avaliação.

 Para termos uma visão de conjunto.

 Refletir a prática pedagógica


8 pontos sobre o conjunto da avaliação

 1. O processo de avaliação é parceiro e não inimigo


do processo de aprendizagem.
 Professor e aluno caminham juntos para um melhor
aprendizado por meio da avaliação, revendo os
rumos do processo.
 2. O processo de avaliação deve ser pensado,
repensado e coerente com os objetivos propostos
para aprendizagem.
 Clareza do que foi dado. Discutido e claro, cobrado
adequadamentel.
 5. O processo de avaliação não segrega.
 Esquecer os julgamentos prévios.
 Avaliar sem segregar e sem preconceito.

 6. O processo de avaliação avalia o professor.


 Como são minhas aulas?
 Como são minhas provas?

 7. Acreditamos no Contínuo e na Auto-Avaliação.


 3. A avaliação é um processo contínuo.
 Permite, a partir da continuidade da aprendizagem,
rever conceitos, avaliações, novos conceitos, novos
avaliações.
 O contrário do JULGAMENTO FINAL (Rep/Apr)
 4. A avaliação contínua permite a avaliação do
Ensino o que leva a Aprendizagem.
 Aluno e professor conjuntamente discutem e
rediscutem falhas e sucessos.
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO

 1. Prova discursiva.
 Mede conhecimentos restritos.
 Capacidade de escrita – concatenação de ideias.
 Máximo 6 questões.
 2 Fáceis, 2 médias, uma média-difícil, uma difícil.
 10 questões. 6 para escolher.
 Mesma proporção de escolha, ou restringir a escolha
às duas últimas categorias.
 2. Ensaio ou dissertação.
 Mede a lógica de escrita.
 Lógica mental e concatenação de ideias.
 Organização das ideias.
 Clareza de expressão e vocabulário
 Atitudes e preferências

 1 e 2 são limitadas pois medem momentos


específicos, subjetivos e perde-se o todo.
 3. Prova Oral.
 Problemática. Pois deve ser bem orientada. Subjetiva
demais. Problemática demais.

 4. Prova Objetiva.
 Recomendo V ou F, justificando as falsas.
 NÃO FAÇA:

 marlon@quimica.ufg.br

 Marlon Soares – Facebook, peixe pirata.