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PROJETO SOLIDARIEDADE

“UM OLHAR SOBRE A REALIDADE DOS REFUGIADOS VENEZUELANOS”

“Se temos de esperar,


que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade”.
Cora Coralina
1 -IDENTIFICAÇÃO:
Projeto solidariedade: um olhar sobre a realidade dos refugiados venezuelanos.

2 - ESCOLA MUNICIPAL DE ENNSNO FUNDAENTAL JOAQUIM CAETANO CORREA


Coordenadores:
Silas Rodrigues Reis e alunos do 7º ano D;
3 - Duração do projeto:
3º e 4º bimestres.

4 – Relevância Pedagógica: Interdisciplinaridade nas áreas de: Português, Redação e Expressão,


Matemática, Arte, Ciências, História, Geografia, Religião, Estudos Amazônicos, Educação Física, Inglês.
5 - COLABORADORES:
Gestão, professores, alunos e profissionais da educação da Escola Joaquim Caetano Correa;
6 - CONTATO:
Celular: (093) 99207 - 1154
Email:Silasrreis@outlook.com ou jcc.1@outlook.com

ITAITUBA – PA
2018
1. INTRODUÇÃO

Educar, palavra de apenas seis letras que traz consigo um amplo leque de responsabilidades para os
pais e educadores. Qual será a parte essencial da nossa missão, capaz de nos transformar em pessoas
melhores, mais capazes, dignas de herdar o mundo e transformá-lo num lugar melhor, mais justo e mais
fraterno? A educação é uma chave que abre a possibilidade de transformar o homem consciente de seus atos,
que ensina por meio de exemplos, respeita o outro, elegendo o bem como base de nossas ações.
De acordo com o pedagogo Paulo Freire (1996, p. 165) "Educação não transforma o mundo. Educação
muda pessoas. Pessoas transformam o mundo". Nesse sentido, a educação desponta como o principal
mecanismo capaz de mudar a realidade social de qualquer nação. Portanto, para que tenhamos, no futuro,
jovens inquietos, que sejam mais solidários, que não aceitem tudo dos sistemas sem questioná-lo, que não se
acomodem é necessário a escola, através da educação, despertar a sensibilidade e a empatia dos jovens
estudantes para as dificuldades enfrentadas por expressivos setores sociais, diante de uma realidade de
exclusão, desigualdade, marginalização e injustiças sociais.
O mundo, no século XXI atravessa uma crise instabilidade econômica, política e social, em que
perseguições, desemprego e fome levam os cidadãos a migrarem para outros países em buscar de uma vida
digna melhor condição econômica. O Brasil tem sido destino de muito desses migrantes econômicos, mais
conhecidos como “refugiados”, os quais chegam em solo brasileiro e ficam à mercê da sorte e da
solidariedade da população. Refugiados, de acordo com o Estatuto dos Refugiados de 1951, são pessoas que
deixam suas famílias, sua pátria por temor de perseguições devido à sua raça, religião, nacionalidade,
associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por
causa dos ditos temores, não pode ou não querem regressar ao mesmo.
A solidariedade é fator pessoal e coletivo, por ver nesta forma de relacionamento um caminho de
transformação cultural indispensável das sociedades fragmentadas, agressivas e massificadas. Sendo a
solidariedade um dos princípios básicos da democracia, assegurada pela Constituição Brasileira em seus
artigos 4º e 5º e pela Lei nº 9.474, que firma o Estatuto do Refugiado, definindo mecanismos, implementando
dando outas providências para essa parcela social, faz-se necessária a cooperação entre todos, conforme a
CF do Brasil (1988).
Acredita-se ainda que este projeto contribuirá para a formação de sujeitos conscientes do seu papel
de cidadão e de sua função social de formadores de opinião, difundindo a solidariedade e a cidadania em
todos os seguimentos da sociedade. Objetiva-se ainda, despertar nos alunos e demais profissionais da
educação a multiplicação da corrente solidaria, para além dos muros da escola, fomentando o altruísmo como
uma prática contínua. Por meio dele, os estudantes da Escola Joaquim Caetano Correa conhecerão a dura
realidade dos refugiados Venezuelanos, através de aulas, vídeos e palestras com refugiados, motivando-se a
realizarem ações teóricas e práticas para minimizar o sofrimento e a necessidade dessa parcela social que se
encontra na cidade de Itaituba.
2. JUSTIFICATIVA:
Refletindo sobre o poema de Cora Coralina, tendo conhecimento da realidade social do nosso
município e embasando-se no trabalho desenvolvido da disciplina de Redação e Expressão, na turma do 7º
ano D, trabalhando o gênero textual: “texto de Campanha Comunitária”, que visa despertar a
solidariedade e o respeito pelo outro, além de trabalhar os conceitos do gênero em questão, verificou-se a
necessidade de desenvolver junto à comunidade escolar, um projeto que colocasse em prática a ação solidaria
e cidadania dos membros de nossa escola, objetivando trabalhar junto aos discentes e famílias, um tema
social relevante no momento. A proposta deste projeto é pautada na importância da convivência solidária e
da prática do altruísmo. Os estudos de sociologia apostam existir em nossa sociedade uma tendência muito
forte do individualismo, essa competição marcada pela luta de classes, reforça as desigualdades, fomentando
injustiças levando a uma verdadeira segregação.
Deste modo, sendo a escola um espaço importante de construção da democracia, onde se devem
orientar os alunos a discernirem sobre direitos e deveres, vivenciando os princípios democráticos. Ou seja, a
qualidade na educação é mais do que uma boa formação moral. De acordo com os PCNs (Parâmetros
Curriculares Nacionais), os temas transversais devem ser trabalhados em todas as disciplinas, constatando a
importância de trabalhar a solidariedade, dessa forma pretende-se levar os alunos a refletir para que tenham
condições de formular conceitos, ao invés de, apenas coletar informações sobre o tema.
Dessa forma, esse projeto é visto como meio de viabilizar a solidariedade e ação voluntária, levando
alunos, professores, pais e comunidade escolar a se sensibilizar com as condições do próximo. Nesse cenário
surge a crise política na Venezuela que vem provocando fuga em massa para o Brasil, de acordo com
entrevista veiculada jornal Domingo Fantástico, já são mais de 30 mil venezuelanos que fugiram de seu país
e procuram refúgio em Roraima e demais cidades do Brasil. Portanto, esse projeto propõe-se analisar a
situação social desses refugiados em nossa região e cidade, traçando algumas estratégias, tais como:
momentos de análise nas aulas do currículo escolar d escola JCC, discutindo-se de forma multidisciplinar
sobre as questões: Refugiados, Solidariedade, Cidadania e altruísmo. Durante o projeto será realizada uma
Campanha Comunitária de arrecadação de donativos (alimentos, roupas, calçados, brinquedos).
Ser solidário não significa apenas doar alguma coisa material, dar uma esmola ou participar de
campanhas. A solidariedade de forma geral perpassa pelas questões humanas e ser solidário pode ser apenas
uma atitude de boa vontade para com outras pessoas. É neste sentido, que surge a necessidade de trabalhar a
solidariedade na escola e sala de aula, sendo a escola um espaço importante de construção da democracia,
onde se devem orientar alunos a distinguirem direitos e deveres, vivenciando os princípios democráticos,
solidários e fraternos.
3. OBJETIVOS:
3.1 – OBJETIVO GERAL:
Despertar junto ao público escolar a consciência crítico-social dos alunos, pais, equipe técnica e de
apoio, os valores de solidariedade, cidadania e direitos, como sendo um processo contínuo, visando
posicionamentos de fraternidade e resgate da dignidade humana, possibilitando e valorizando uma ação
solidária e voluntária dos mesmos, junto a comunidades carentes mais próximas, nas quais os agentes do
processo possam perceber que não há recompensa maior nessas atividades do que o ato compartilhar a
alegria, mesmo que por alguns instantes, com pessoas que além de sentir fome, são abandonadas ou obrigadas
a abandonar seu país de origem. Além de reconhecer que são a nova força capaz de humanizar o mundo,
construindo um mundo mais justo e fraterno

3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS;


✓ Estimular a valorização do ser humano através de ações de solidariedade e cidadania;
✓ Refletir a respeito de solidariedade com o intuito de legitimá-la;
✓ Envolver a comunidade escolar em ações de valorização e respeito ao próximo;
✓ Refletir e analisar sobre o conceito de solidariedade, cidadania e cidadão refugiado;
✓ Arrecadar junto à comunidade escolar donativos (alimentos, roupas, brinquedos, utensílios e calçados)
para serem distribuídos a famílias de refugiados venezuelanos;
✓ Incentivar o altruísmo e a alteridade dos membros escolares para a situação dos refugiados locais.
✓ Adotar no cotidiano, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças sociais;
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA;
Guerra, fome e desastres ambientais são algumas das principais razões pelas quais 65 milhões de
pessoas deixaram os seus países de origem em 2016, de acordo com o relatório divulgado pelo Alto
Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Desses, 22,5 milhões fugiram de perseguições raciais,
políticas ou religiosas. Além da insegurança sobre o futuro e as barreiras linguísticas que essas famílias
enfrentam, ainda há o preconceito dos habitantes dos países em que se estabelecem, o que dificulta ainda
mais a adaptação. Mais de 9 mil foram abrigados pelo Brasil.

O Brasil decidiu aprovar sua própria lei sobre refúgio, que vige em consonância técnica e jurídica com
a Convenção de 1951. A aprovação da lei transmite regras mais claras e mais diretas aos órgãos da
administração pública. Mostrou-se eficaz para maior
envolvimento do Brasil com o tema do refúgio.

De acordo com relatório da ONU, mais de 1 milhão de venezuelanos já deixaram seu país, pois fogem da crise
humanitária vivida lá. Eles fogem da crise humanitária viva no país. Existe falta de abastecimento de alimentos, a
inflação cresce de forma descontrolada. A população não consegue alimentar sua família e nem ter acesso a
tratamentos médicos.
Roraima, um dos estados mais próximos para os nossos vizinhos, estima que 40 mil venezuelanos já
entraram na cidade de Boa Vista. Esse número equivale a 10% da população local, ou seja, um aumento
considerável na população, causando uma crise também no estado. Os abrigos já estão lotados e vários dos
imigrantes estão vivendo em situação de rua. O governo federal está tomando medidas para distribuir os
refugiados no território nacional e promover ações de assistência, mas são necessários reforços.
Refugiado é uma expressão usada frequentemente de forma generalizada, não havendo uma definição
clara entre pessoas que foram obrigadas a sair de seu país e daquelas que apenas se deslocaram dentro de sua
própria pátria, como conceituam Barbosa e Hora (2007, p.22):
O termo “refugiado” é utilizado com frequência pela imprensa, políticos e público em geral para
designar uma pessoa que foi obrigada a deixar o seu local de residência e pouca distinção se faz entre
as pessoas que tiveram de deixar o seu país ou se deslocaram no interior de sua própria pátria. Da
mesma forma, não se confere muito a atenção aos motivos que ensejaram a fuga, seja por perseguição
religiosa ou violência política, catástrofe ambiental ou pobreza. Independentemente da causa presume-
se primafacie que todos têm direito a ser designados por refugiados. (BARBOSA e HORA, 2007,
p.22)

A solidariedade, entretanto, precisa distinguir-se da bondade, que pode ser unilateral. Quando somos
solidários, de certa forma vamos além da bondade, porque participamos de um movimento social nascente,
que pode incluir duas ou mais pessoas.

Uma análise das obras existentes sobre o assunto revela um acentuado consenso de que o trabalho
voluntário contribui para a felicidade ao eliminar o tédio e dar objetivo à vida. Em média, os
voluntários têm duas vezes mais chances de se sentirem felizes consigo mesmos do que aqueles que
não se dedicam a nada. (Crist-Houran apud. Niven, 1996, p. 121)

Na solidariedade, percebe-se a beleza da partilha, da ação em conjunto e a percepção desta beleza em


si, suscita valores essenciais, como o amor, a paz, a liberdade, a evolução e harmonia. Quando somos
solidários, de certa forma vamos além da bondade, porque participamos de um movimento social nascente,
que pode incluir duas ou mais pessoas.
A necessidade não só de aprender a ser solidário, mas também a necessidade social de estimular o
aprendizado de outrem. Vasconcellos (2006) diz que “há que descobrir que sua afirmação não significa (...)
a negação do outro, mas que, ao contrário, a convivência com o outro o leva a potencializar-se e desenvolver-
se,” ou seja, a solidariedade, sendo um processo de libertação social, de autoconhecimento coletivo, não é
qualidade que se tem ou não, mas que se aprende e se ensina partindo das mais variadas condições sociais,
dos mais variados ambientes ou ecossistemas.
Nosso município é oriundo de região de garimpo, população indígena e ribeirinha, somando-se a
esses fatores a chegada dos refugiados venezuelanos a ela é comum encontrarmos indivíduos e famílias em
situação de vulnerabilidade social, muitos em condições de extrema pobreza, passando fome e necessidade
de vestuários, moradia, educação, saúde, dentre outras. Estas, de acordo com legislação brasileira são direitos
básicos de todo cidadão brasileiro ou pessoas na condição de estrangeiro/refugiado. O documento garante
que brasileiros e estrangeiros residentes no país, são assegurados a inviolabilidade do direito à vida, à
liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, conforme preconiza a Constituição Federal do Brasil
(1988, p, 12).

5. METODOLOGIA:

Este projeto será desenvolvido através de estudos, análises e debates acerca das questões que
envolvem tanto a cidadania quanto a solidariedade na disciplina de Redação e Expressão, assim como de
forma interdisciplinar. Concomitante com ações voluntárias, como doação de donativos, podendo se estender
a instituições públicas de atendimento social/educacional ou ONGs locais. Será feita a arrecadação na
comunidade escolar de alimentos, utensílios, roupas, brinquedos, calçados, sabendo da importância dos
mesmos para os necessitados. Serão ainda desenvolvidas de forma interdisciplinar socializações relativas ao
tema proposto, fomentando na clientela da Escola Joaquim Caetano Correa, ações que permeiam a elevação
da autoestima, de corrente solidária, ação voluntária, visando a melhoria da qualidade de vida e convívio
social de grupos sociais menos favorecidos.
As atividades serão desenvolvidas mensalmente, com início em setembro e término em dezembro,
sendo realizadas ações uma vez por mês. No primeiro mês, as atividades serão desenvolvidas com todos os
membros da escola, através de arrecadações, estudos, debates, levantamento in locus de famílias refugiada
e/ou necessitadas, que serão atendidos no mês subsequente.
A finalização do projeto ocorrerá no mês de dezembro, onde é de suma importância realizar junto a
gestão escolar, corpo docente, discente, pais e demais profissionais da educação, uma retrospectiva das
atividades realizadas, a fim de elencar os pontos positivos e negativos, ocorridos no percurso do projeto/ação,
bem como, a assimilação por parte dos envolvidos, sobre as questões referentes à cidadania e a solidariedade.
6. PÚBLICO ALVO:
O presente projeto destina-se a compartilhar e colaborar, dentro das possibilidades da comunidade
escolar, com indivíduos e famílias refugiadas ou famílias brasileiras carentes, que se encontram em situação
de necessidade momentânea e vulnerabilidade social, e quando possível, encaminhar o caso aos órgãos
municipais competentes como Assistência Social, Saúde, Educação ou ONGs locais.

7. RECURSOS:
Papel pardo, cartolinas, papel sulfite, cola branca, tesoura, cola quente, caixas de papelão, sacolas
plásticas, papel para presentes, fita adesiva, grampeador, máquina fotográfica, celular, projetor de mídia,
notebook, impressora, quadro-branco, pincel, entre outros.

8. CRONOGRAMA:
MÊS AÇÃO/ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
* Estudo do gênero textual “Campanha Comunitária”;
* Palestra com refugiado venezuelano;
* Estudo do tema interdisciplinar, paralelo aos assuntos da grade curricular;
Setembro * Estudos, debates e, levantamento de quais famílias e /ou instituições serão atendidos nos
meses subsequentes;
* Dia 28/29, entrega de donativos arrecadados no pátio da escola para as famílias carentes;
* Arrecadação mensal de donativos;
* Estudo do tema interdisciplinar, paralelo aos assuntos da grade curricular;
* Levantamento das famílias que serão atendidos no mês;
Outubro * Busca de parcerias no comercio local para o projeto;
* Dia 31 entrega de donativos arrecadados no pátio da escola para as famílias carentes;
* Arrecadação mensal de donativos;
* Estudo do tema interdisciplinar, paralelo aos assuntos da grade curricular;
Novembro * Levantamento das famílias que serão atendidos no mês;
* Busca de parcerias no comercio local para o projeto;
* Dia 30 entrega de donativos arrecadados no pátio da escola para as famílias carentes;
* Arrecadação mensal de donativos;
* Estudo do tema interdisciplinar, paralelo aos assuntos da grade curricular;
Dezembro * Levantamento das famílias que serão atendidos no mês;
* Dia 22 entrega de donativos arrecadados no pátio da escola para as famílias carentes e
encerramento do projeto no ano de 2018;

9. AVALIAÇÃO:
Depois de todo este trajeto, pretendemos avaliar o impacto que o mesmo teve nos nossos alunos, público-
alvo e na comunidade em geral, O qual ocorrerá por meio de debates, socializações e intervenções quando
necessário, entre os envolvidos na execução do projeto, bem como, por meio de questionários.
10. REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). Brasília, DF: Senado
Federal: Centro Gráfico, 1988. 10/11/12 p.
BARBOSA, Luciano Pestana; HORA, José Roberto Sagrado. A Polícia Federal e a proteção internacional
dos refugiados. TCC para conclusão do XX Curso Superior de Polícia (atualizada em 2007), Brasília, 2006;
CEREJA, William Roberto. MAGALHÃES, Teresa Cochar. Português Linguagens. 9.ed. reform. São
Paulo: Saraiva, 2
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 1ª ed. Coleção
Leitura. São Paulo, Paz e Terra, 1996. p.165.
https://novaescola.org.br/conteudo/5027/6-indicacoes-para-entender-a-realidade-dos-refugiados
ACNUR. O ACNUR no Brasil. Brasília: ACNUR, 2006;
NIVEN. Davi. Os 100 segredos das pessoas felizes. Trad. Maria Claudia Coelho. Sextante, Rio de Janeiro,
2001.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político-pedagógico
ao cotidiano da sala de aula. 6ª ed. São Paulo: Libertad Editora, 2006. p. 124.

“A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade


humana”. Franz Kafka