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Você já se perguntou por que algumas pessoas conseguem estudar e


memorizar qualquer conteúdo e outras não?

E por que alguns conseguem se concentrar com muito mais facilidade do que
outros?

Inclusive, você já percebeu que mesmo de forma inconsciente, em algum


momento você já conseguiu se concentrar com um alto nível de foco?

A verdade é que ter uma melhor memória e se concentrar com mais facilidade
não é questão de dom ou sorte.

Sim, existem momentos específicos que conseguimos atingir uma


concentração maior de forma inconsciente, mas na grande maioria das vezes
não sabemos como fazer isso de forma consciente.

Mas é evidente que não podemos contar com a sorte se vamos ou não se
concentrar para realizar uma tarefa importante. Por isso, saber atingir um alto
grau de concentração quando desejar (de forma consciente) é o que vai
garantir que você retenha e memoriza muito mais informação sempre que
precisar.

Então se hoje você se sente com uma péssima memória ou não consegue se
concentrar quando mais precisa, fique tranquilo.
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Vou apresentar para você o processo exato para você utilizar sempre que
precisar memorizar e se concentrar.

Neste livro você vai ter acesso a várias ferramentas para utilizar sempre que
desejar ativar uma hiperconcentração e também uma hipermemória.

Aceita este convite?

Então vamos lá…

Sucesso na leitura e grande abraço,


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Existe um erro que é cometido pela grande maioria das pessoas que não
conseguem memorizar e se concentrar de forma eficiente. Um erro “simples”
que pode estar te atrapalhando, porém ao ser identificado garantirá um salto
significativo no seu aprendizado.

Que erro é este?

Entender é diferente de Aprender

Você pode estar pensando: Mas qual a diferença entre eu saber ou não isso,
como isso mudará minha forma de aprender e como reterei mais informação?

A minha resposta: Toda diferença! Depois que “destravei” esta chave em


meu cérebro, comecei a aprender melhor. Hoje sou capaz de armazenar
muito mais conhecimento.

Para exemplificar, preciso te contar uma breve história.

Certa vez, estava no aeroclube de minha cidade, conversando com um


amigo que é piloto e entramos juntos na cabine de um avião de pequeno
porte. Durante nossa conversa, ele me explicou a função de cada elemento
do painel da aeronave.

Depois de quase uma hora de conversa, além de ficar encantado com a


máquina, entendi muito bem as explicações de meu amigo. Arriscaria dizer
que conseguiria até levantar voo naquele dia.

Mas ai está a questão: Eu entendi muito bem tudo que ele disse.
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Mas será que aprendi?

Com toda certeza, não aprendi. E esta sutil diferença é que faz a maioria
das pessoas se frustrarem quando estão lendo ou estudando.

Ao recebermos uma instrução, seja pela leitura, conversando, participando


de uma aula, ou reunião, entendemos muito bem a informação dada.

Com isso, temos a sensação de que nunca mais vamos nos esquecer o que
foi ensinado e que não precisamos mais reforçar aquele tema.

Confesso que naquele dia, me senti um verdadeiro piloto, até porque, aquela
informação estava muito “fresca” em minha memória, tudo fazia sentido,
estava tudo tão “vivo” em mim.

Mas com o passar do tempo: dias, semanas ou meses, o que você acha que
aconteceu?

Se eu tivesse que explicar 1% do que conversei, provavelmente não saberia


lhe dizer. Eu lembro que tive a conversa! Mas praticamente não me lembro
do conteúdo.

Aqui está a diferença principal: Eu entendi muito bem, mas não aprendi.

E por que não aprendi?

Porque fiquei somente na esfera do entendimento (memória de curto prazo) e


não trabalhei aquela informação, para se tornar conhecimento, ou melhor,
aprendizado (memória de longo prazo).

Mas como toda regra, existem exceções.

Isto não se aplica a um caso específico, não é o nosso objetivo, mas é


importante que você saiba.
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Quando um acontecimento, uma vivência ou uma simples conversa, gerar


uma forte carga emocional, positiva ou negativa, nosso cérebro tende a
processar essa informação para a memória de longo prazo.

O dia do nascimento de seu filho é um exemplo de carga emocional positiva.


Aconteceu uma única vez, mas é muito provável que você se lembre dos
detalhes daquele dia por muito tempo.

O exemplo oposto, com a carga emocional negativa, é um trauma sofrido


durante um assalto no qual você esteve presente. Provavelmente, você se
lembrará daquele fato por mais tempo do que gostaria.

Ambos os exemplos, firmaram uma memória de longo prazo, uma


experiência, devido ao forte impacto emocional (positivo ou negativo).

Ok, mas como aprendemos então?

Quando conseguimos transferir a informação da memória de curto prazo


(zona do entendimento) para a memória do longo prazo (zona do
aprendizado).

E essa transferência só pode ser feita se você estiver concentrado na


aquisição da informação (curto prazo) e se utilizar as técnicas corretas de
memorização (longo prazo).

Resumindo

O objetivo deste livro é de você aumentar sua concentração para poder


potencializar este processo de transferência para a memória de longo prazo
e garantir um poder extraordinário de memorização.

Vamos nessa!
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Acabamos de falar sobre como transferir uma informação da memória de


curto prazo (entendimento) para a memória de longo prazo (aprendizado).

Mas existe um processo que deve ser realizado nessa transferência para que
realmente seja feito em sua melhor forma.

Chamo este processo de MÉTODO A2R, ele consiste em:

 Aquisição

 Retenção

 Recordação

As três etapas exigem concentração e memorização, mas em cada uma


temos um objetivo diferente. O processo é o que garanta os resultados.

1) Aquisição

É o momento que você recebe a informação pela primeira vez. Seja você
participando de uma aula, palestra, ou lendo um livro/material pela primeira
vez.

Nesta etapa temos dois objetivos principais:

 Ter concentração para captar o máximo da informação que está sendo


transmitida;

 Conseguir organizar essas informações de uma forma que facilite o


processo da segunda e terceira etapa. Aqui deve utilizar ferramentas
específicas que permitem anotar de forma eficiente.
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2) Retenção

Nesta fase é onde ocorre a maior parte do processo e dispende mais energia
da sua parte. O objetivo é que você estude o material criado na fase da
Aquisição e comece a migrar a informação (memória de curto prazo) em
aprendizado (memória de longo prazo).

3) Recordação

Aplicando de forma eficiente as duas fases iniciais, elas irão garantir que
você consiga recordar sempre que precisar do conteúdo que estudou.

Não é nenhuma mágica, apenas o método se utiliza de técnicas específicas


para “falar a mesma língua do cérebro” e com isso garantir que você insira o
que deseja memorizar em sua memória de longo prazo.

Meu objetivo aqui é dar um panorama geral do método A2R para você.
Existem diversas ferramentas para garantir que você passe pelas 3 fases e
conquiste o resultado desejado.

Mas tudo está intimamente ligado em ter uma hiperconcentração e um


hiperaprendizado.

Confira na próxima página um exemplo visual do método A2R.


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Estar focado e concentrado no momento que recebe a informação pela


primeira vez é de fundamental importância para dar sequência no processo
de aprendizado e levar a informação para a memória de longo prazo, e
assim, torná-la conhecimento e consequentemente aprendizado.

Parece óbvio, mas a grande queixa que ouço de quem tem dificuldade no
aprendizado é a dificuldade de se concentrar na leitura, pesquisa, aulas, etc.

Mas antes de continuarmos, precisamos quebrar um grande mito:

Não existe falta de foco ou concentração!

Isso mesmo, partindo do principio que uma pessoa é saudável e não possui
nenhum problema de saúde que possa dificultar seu aprendizado, a falta de
concentração não existe!

Vamos ver na prática:

Um aluno em sala de aula ouvia a explicação do professor a respeito de


determinado assunto, se dispersou e passou a prestar atenção no barulho de
um relógio próximo a ele. O professor falou durante dez minutos, mas o
aluno não se lembrou de uma palavra sequer.

Neste caso, podemos dizer que o aluno não tem foco?

Não podemos!

Seu foco naquele momento estava voltado para o barulho do relógio e não
para as explicações do professor. Ele não conseguiu se controlar, perdendo
a autonomia para direcionar seu foco.
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É uma sutil diferença, mas mostra que nosso objetivo passa a ser o
direcionamento do foco e da concentração, pois essa capacidade é
inerente aos seres humanos.

E como definimos nosso foco e concentração?

Basicamente eliminando os dois tipos de distrações que impedem de


mantermos o foco no objetivo que queremos. Vamos falar exatamente de
cada uma delas.
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A sua memorização será sempre proporcional à sua capacidade de


“falar” a mesma língua que seu cérebro.

Venho utilizando a expressão “falar a mesma língua que o cérebro”, pois ela
representa muito bem o que precisamos fazer para obter um resultado
significativo em nosso aprendizado.

Infelizmente, muita gente perde o bem mais precioso que é o tempo,


tentando aprender da forma errada.

Falamos que a repetição é a mãe do aprendizado. Mas para realmente ter


resultado, precisa ser feita da forma correta.

E que forma é esta?

Estudos mostram que nosso cérebro organiza o conhecimento e a memória


de longo prazo, basicamente, por três fatores. São eles:

 Associações

 Palavras-chave

 Imagens-chave

Então, se não estruturarmos e revisarmos o conteúdo que queremos


aprender, a chance de não conseguirmos armazenar a informação na
memória de longo prazo é grande.

Quando utilizamos a expressão “falar a mesma língua que nosso cérebro” é


no sentido de utilizar os elementos de associações, palavras e imagens-
chave, pois é assim que nosso cérebro trabalha e organiza nossas memórias
e aprendizados.

Vejamos um exemplo...
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Você já deve ter ouvido aquela frase: “Entendeu ou quer que eu desenhe?”.

Na maioria das vezes, quem ouve essa frase fica até bravo, pois em nossa
cultura ela tende a ser pejorativa. Mas se levarmos em consideração
exatamente a forma de nosso cérebro processar uma informação, a resposta
deveria ser sempre “sim”.

Isso mesmo, pois nosso cérebro entende muito bem informações visuais.
Veja o exemplo de como aprendemos a falar o nome de objetos e pessoas,
nossos pais apontavam ou mostravam algo e pronunciavam o nome
correspondente. E aprendemos a falar, não é?

E é exatamente dessa forma que nosso cérebro aprende, por meio da


associação de uma palavra-chave e a imagem-chave correspondente.

Portanto, ao utilizarmos estes três recursos, associação, imagem-chave e


palavra-chave, estamos “falando a mesma língua que nosso cérebro”.

Uma ferramenta muito poderosa que se utiliza destes recursos, é o Mapa


Mental, vamos falar mais detalhes sobre ela no decorrer das ferramentas.
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Agora que entendemos como nosso cérebro aprende e como ele atua
quando não conseguimos nos concentrar onde desejamos, vamos abordar
de forma práticas, o passo a passo, para você aplicar em seu dia a dia e
garantir uma hiperconcentração e memorização.

Importante ressaltar, tudo que estamos vendo e vamos ver são técnicas
comprovadas e utilizadas em todo o mundo, não há mágica ou milagre, o que
existe são métodos, que se aplicados da forma correta, permitirá que você
obtenha excelentes resultados.

Então vamos lá!


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Estar focado e concentrado no momento que recebe a informação pela


primeira vez é a primeira etapa do processo de aprendizado, se ela não for
realizada da forma correta, provavelmente irá comprometer todo o restante
do processo.

E como vimos anteriormente, não existe “falta de concentração”. O que existe


são ladrões da sua concentração, levando você a focar naquilo que não é o
seu objetivo no momento.

Lembre-se no exemplo do aluno prestando atenção no barulho do relógio na


sala de aula.

Por isso, apresento para você os dois tipos de distrações que temos.
Inclusive, eles são frutos de uma pesquisa apresentada por Daniel Goleman
no livro Foco, o qual recomendo a leitura.

1) DISTRAÇÃO EXTERNA

É toda distração causada pelo ambiente, tudo aquilo que pode “raptar” seu
foco e concentração sem que você se dê conta.

Se eu te falar: Preste atenção no dedão de seu pé direito.

Pronto, o seu dedão do pé direito “raptou” seu foco neste momento.

Claro, este é um exemplo extremo, mas pense em algo que esteja à sua
volta que possa raptar seu foco, como por exemplo, um som que esteja vindo
da rua, ou o barulho do whatsapp em seu celular. Qualquer coisa externa a
você tirará sua atenção!
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Vejamos alguns exemplos práticos de distrações externas:

 Atender ao telefone;

 Receber mensagens no celular;

 Verificar Mensagens online (redes sociais);

 Responder e-mails;

 Alguém vir falar com você sem estar planejado;

 Estar em um ambiente barulhento (barulho de rua, cachorro, etc.);

 Prestar atenção nas pessoas que estão à sua volta, entre outras.

Você percebe que na grande maioria das vezes não se damos conta que
nosso foco/ concentração foi literalmente raptado pelas distrações externas?

Agora pense: Quantas vezes você estava concentrado em algo, mas alguém
começou a falar com você pronto, seu foco já estava direcionado para a
conversa com essa pessoa.

Cuidado, ladrões do tempo podem estar influenciando diretamente em seu


aprendizado e memorização.

2) DISTRAÇÃO INTERNA

Este tipo de distração é mais desafiante, pois ela está dentro de você.

Sabe qual é? Seus pensamentos!

Sim, nossos pensamentos são um dos principais motivos que nos leva à
distração, fazendo com que direcionemos nosso foco para outro lugar.

Você sabia que temos mais de 60.000 pensamentos por dia?


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Isso equivale a mais de 40 pensamentos por minuto!

Este número pode variar de pessoa para a pessoa. Embora não seja um
número exato, a ordem de grandeza é considerável. Se você prestar atenção
por alguns minutos em todos seus pensamentos comprovará que são muitos.

Do mais simples: “Vou andar pelo lado esquerdo ou direito da rua?” até os
mais complexos “Por que devo trabalhar todos os dias para ter uma boa
casa, um bom carro?”.

Citei esses dois exemplos, mas os pensamentos podem ser de diversas


formas:

 Positivos

 Negativos

 Produtivos

 Improdutivos

 Motivadores

 Desanimadores

Falar que podemos controlar 100% dos nossos pensamentos, é muita


prepotência. Mas é possível sim, saber trabalhar estes pensamentos de
forma que eles não nos atrapalhem quando precisamos nos concentrar em
tarefas específicas, que em nosso caso, é a leitura e o aprendizado.

Vamos ver mais adiante em detalhes como podemos trabalhar estes


pensamentos de forma racional e fazer com que eles não nos atrapalhem na
concentração e foco.

Um dado importante, as distrações internas representam 44% dos


momentos que em nos dispersamos. Neste caso, a responsabilidade está
em nossas mãos. Precisamos nos doutrinar de forma “interna” para não nos
distrairmos. Os outros 56% dos motivos de nossas distrações são externas.
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E o que acontece quando as distrações “roubam” nossa concentração e


foco?

Causa um efeito péssimo para os resultados, que é a: Procrastinação.

Procrastinar em bom português é: “empurrar com a barriga”. Sabe aquele


relatório, ou trabalho da faculdade que você deixou para fazer na última
hora? Então, isso é procrastinação.

Portanto, deixo duas ações práticas para você:

Ação #1

Identifique os ladrões de seu foco e concentração e comece a neutralizá-los


sempre que possível. Lembre-se: Só conseguimos medir aquilo que
gerenciamos.

Ação #2

Comece a observar o que faz você procrastinar aquilo que sabe que precisa
fazer. A procrastinação é um dos maiores males do século que vivemos.

Falando em procrastinação, vamos para o próximo passo, que irá ajudar


você a criar metas realmente atingíveis para potencializar ainda mais sua
concentração nos estudos.
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Você estuda “quando sobra um tempo”? Cuidado, você pode estar


comentando um dos principais erros e provavelmente não irá muito longe.

Quantos livros você já comprou que se quer tirou da prateleira para ler algum
dia? Ou então, quantos links você deixou nos favoritos que acabou nunca
lendo.

Sem falar quando você precisa estudar algo e procrastina até o limite, e
claro, provavelmente não irá conseguir ter um resultado satisfatório, pois
como vimos, precisamos de algumas estruturas para garantir uma
concentração e memorização eficaz.

Nosso problema é como nos organizarmos para aproveitar ao máximo este


conhecimento que é oferecido.

Lembre-se: Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve.

Claro que aqui estamos focando no processo de aprendizado de forma


sistêmica e de resultados. Provavelmente para uma leitura de lazer, um
romance, por exemplo, você não precise estabelecer metas tão rígidas.

Definir metas é algo muito importante, pois cria um processo para você
realizar as tarefas necessárias para o aprendizado.

Sem metas, dificilmente você chegará longe.

Tendo metas claras e bem definidas, você vai conseguir se proteger das
distrações e também da procrastinação.
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Uma forma de criar metas é a metodologia SMART que pode ser aplicada no
processo de estudo, leitura e aprendizado.

SMART é o acrônimo para:

1. Específica (specific)

2. Mensurável (mensurable)

3. Alcançável (attainable)

4. Relevante (relevant)

5. Temporal (timely)

Vamos entender como funciona este processo detalhando cada etapa que o
compõe. E lembre-se, você pode utilizar a metodologia SMART para definir
suas metas, não só em seus estudos, mas para tudo em sua vida.

1) ESPECÍFICA

É comum definirmos metas de forma genérica, algo como “vou emagrecer”,


“vou estudar mais”.

Tudo bem, já é um começo, mas algo assim, de forma tão genérica, muito
provavelmente que não irá criar comprometimento para tornar essa ideia uma
realidade. Portanto, seja específico na definição de suas metas. Quanto mais
detalhadas e peculiares elas forem, mais facilmente seu nos cérebro
assimilará as informações.

Como Detalhar as Metas

 O que quero realizar?

 Quem está envolvido em sua meta?

 Onde ela será realizada (local)?


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 Quando será realizada?

 Como será realizada?

Ao utilizarmos um maior nível de detalhamento, especificidade, conseguimos


aumentar o foco de nossas metas.

Veja um exemplo:

Meta genérica: “Quero fazer uma pós-graduação”.

Meta específica: “Quero fazer uma pós-graduação em Gestão de Pessoas


na faculdade XYZ”.

2) MENSURÁVEL

Sempre quantifique suas metas, dê números.

Devemos criar formas para mensurar nossas metas. Estes critérios são
importantes para definirmos o sucesso e o quão próximo estamos de nossos
objetivos. A melhor forma de fazermos isso é quantificando, colocando
números. Desta forma, criamos ferramentas para o nosso cérebro avaliar os
resultados deste processo durante seu percurso.

Portanto, ao definir uma meta, responda sempre a pergunta: Quantos?

Meta genérica: Quero ler mais livros

(Quantos?)

Meta mensurável: Quero ler um livro a cada mês do próximo ano, lendo uma
hora todos os dias, a noite.
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Veja que tornando a meta específica e mensurável podemos visualizar


melhor onde queremos chegar além de podermos medir o tempo gasto
durante o percurso.

3) ALCANÇÁVEL

Devemos especificar, mensurar e tornar nossas metas atingíveis.

De nada adianta estabelecer metas impossíveis de serem realizadas, pois


assim, perdemos a motivação. Nesse caso, pode ocorrer um efeito contrário,
a meta torna-se um empecilho e uma fonte de desmotivação.

Um exemplo é definir uma meta de guardar 50 mil reais até o final do ano
(veja que é específica e mensurável), porém, para uma pessoa que ganhe
mil reais por mês é totalmente impossível de ser realizada.

Poderíamos sim, definir outra meta para aumentar o ganho, e posteriormente


partir para uma meta maior.

4) RELEVANTE

Agora a questão é motivação. As metas precisam ser relevantes para gerar


motivação e sentido quando estiverem sendo realizadas.

Estabeleça metas que tenham convergência com seu propósito de vida, pois
assim, ao conseguir realiza-las, terá um sentimento de realização e de dever
cumprido.

Sabe aquela meta de passar na faculdade de Direito? Se essa meta for


relevante para o seu pai, e não para você, provavelmente você não terá
motivação para realizá-la.
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Procure sempre um propósito em suas metas, elas precisam ser relevantes e


convergentes para seu propósito de vida.

5) TEMPORAL

Algo simples de ser realizados, mas muitos não fazem.

Números nos ajudam muito acompanhar a evolução e conquista do objetivo


da meta. Por isso, defina prazos de conclusão para a meta. Lembre-se
“algum dia” não existe e nunca irá chegar.

Quando estabelecemos o prazo (dias, meses, anos), conseguimos criar um


processo desde a primeira tarefa, até a última.

Meta genérica: Quero fazer três cursos.

Meta temporal: Quero fazer três cursos até o mês de outubro deste ano.

Para finalizar, estabeleça metas sempre que possível. São metas e objetivos
bem definidos que permitem evoluirmos constantemente, mesmo quando
surjam as adversidades.
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Você já se pegou dirigindo por um trajeto já conhecido e quando chegou no


destino sequer percebeu o percurso que você fez?

Ou então, acordou de manhã e pensou totalmente racionalmente para ir


tomar banho, escovar os dentes e tomar café da manhã?

Eventos assim acontecem, pois nosso cérebro está no “piloto automático”, ou


seja, na rotina.

Isso é bom por um lado, mas preocupante por outro.

Agora vamos falar de uma ferramenta muito poderosa que a Neuróbica.

Também conhecida como neurofitness, ela auxilia na realização de


exercícios para potencializar o cérebro e a atividade mental. Seu princípio é
oferecer exercícios que saiam da rotina, algo novo que nos tire da zona de
conforto e seja capaz de estimular nossos cinco principais sentidos.

A neuróbica também auxilia na inversão da ordem de alguns movimentos


comuns do dia a dia, alterando nossa percepção, sem modificar nossa rotina.

Tais exercícios estimulam a produção de nutrientes que ajudam no


desenvolvimento das células do cérebro, deixando-o mais fortalecido, criando
novas conexões neurais cérebro, antes inexistentes.

Muitos deles podem ser feitos em qualquer momento e lugar.


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Exercício #1

Cruze seus braços mas diferentemente. Se seu braço direito normalmente


fica por cima quando você cruza seus braços, mude-o e coloque seu braço
esquerdo por cima.

Exercício #2

Use sua outra mão quando você estiver usando o mouse do computador. Isto
implica trocar os botões direito e esquerdo.

Exercício #3

Quando você pega sua carteira ou bolsa, use sua outra mão para pegar o
dinheiro.

Exercício #4

Quando você chuta uma bola, use sua outra perna. Nós todos temos uma
perna dominante quando driblamos a bola – pare e use sua outra perna.

Exercício #5

Quando você tiver tempo, pare de escrever com sua outra mão. Escreva
algumas frases por mais ou menos 10 minutos.

Exercício #6

Quando for escovar seus dentes, troque e utilize a outra mão.

Exercício #7

Em um ambiente seguro, feche seus olhos e se movimente ao redor da casa


por 20 minutos. Faça tarefas como limpar a janela, vestir-se, ir ao banheiro,
etc.
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Você deve estar pensando: “Só isso?”

Sim. Muitas atividades do nosso dia-a-dia são feitas no “piloto automático”,


na nossa zona de conforto. Escovar os dentes, dirigir e tomar banho são
apenas alguns exemplos.

Quando mudamos a forma de fazer uma destas atividades, estimulamos


nosso cérebro a criar novas conexões neurais, saímos do piloto automático,
exigindo dele maior atenção em cada tarefa.

E qual o resultado da constância destes exercícios?

Uma melhor significativa na performance quando você precisar


memorizar e se concentrar.

Existem centenas de outros exercícios. Convido você a pesquisar mais sobre


este tema na internet, procure sempre praticar alguns deles.

Em sua maioria, são exercícios rápidos que podem ser inseridos facilmente
em nossas atividades diárias.

Entenda seu cérebro como um músculo, ele precisa de exercícios para


render o seu máximo.
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Não gosto muito da palavra “segredo”, mas realmente poucos sabem deste
ponto crucial para poder memorizar de forma eficiente.

Mesmo ele estando presente (desde o início) em nossas vidas, poucos lhe
dão a devida atenção e entendem a sua importância.

Este “segredo” é a repetição.

Você percebe que grande parte do nosso conhecimento é alcançado por


meio da repetição? Veja esses exemplos:

 Quando aprendeu a andar;

 Quando aprendeu a falar;

 Quando aprendeu a dirigir;

 Quando aprendeu um novo idioma;

 Quando aprendeu sua profissão;

 Quando aprendeu a cozinhar;

 Quando aprendeu a tocar um instrumento.

E muito mais…

Todos esses exemplos são de aprendizados que aconteceram conosco por


um simples motivo, pela repetição. Não subestime a “simplicidade” deste
processo, pois ele é extremamente poderoso.

Entenda repetição como capacidade de memorização.

Vejamos dois exemplos: Você não dominou o inglês logo que começou a
estudar, você não saiu dirigindo perfeitamente logo que sentou em um carro
pela primeira vez como motorista.
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E está tudo bem por isso, pois este processo é natural. Como vimos no
capítulo anterior, precisamos transformar tudo o que entendemos, e
julgarmos importante, em aprendizado, e é isso que fazemos com a
repetição.

A repetição é a principal chave para você aprender algo e reter o


conhecimento em sua memória de longo prazo.

Mas atenção:

Se você simplesmente repetir descontroladamente provavelmente não


colherá os resultados de forma tão eficaz como deseja.

Existem três fatores indispensáveis no processo de aprendizado e


memorização que irão garantir que você colha o máximo de resultados.

São eles:

1. Foco e Concentração

2. Falar a mesma língua que seu cérebro

3. Revisar (Repetir) da forma correta

A repetição irá assegurar que você aprenda de forma eficaz, mas para isso é
importante preparar o terreno adequadamente para garantir seu sucesso
aplicando todos os 3 fatores.
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Já entendemos que falar a mesma língua do cérebro e a repetição é um dos


pontos cruciais para um aprendizado e memorização de longo prazo.

Quero tratar com você agora de uma das melhores ferramentas que se utiliza
exatamente destes dois fatores para auxiliar no aprendizado.

São os Mapas Mentais

Você pode já ter ouvido falar de mapas mentais, mas infelizmente, vejo
muitas pessoas utilizarem de forma errada esta ferramenta e com isso, não
conseguindo colher resultados significativos.

Mas posso garantir, venho empregando há muitos anos e colhendo excelente


resultados. Recomendo que, se você ainda não a utiliza, comece a utilizar
imediatamente para aumentar seu poder de aprendizado e memorização.

Se tivesse que definir mapa mental em uma única frase, seria:

É o canivete suíço de nosso cérebro!

Podemos fazer essa afirmação, pois os mapas mentais utilizam o mesmo


formato que nosso cérebro utiliza para armazenar e organizar informação e
conhecimento em nossa memória de curto e longo prazo.

Este “formato” é o pensamento radiante, que são nossas conexões neurais.

Este é o motivo que podemos afirmar que os mapas mentais falam a mesma
língua que nosso cérebro!
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Poucos métodos e ferramentas tem este poder de ativar os dois hemisférios


de nosso cérebro, o esquerdo (lógico e racional) e o direito (criativo e
emocional).

Os Cinco Elementos de Um Mapa Mental

E isso é possível, devido aos cinco elementos utilizados na criação de mapas


mentais eficientes, que são:

1. Ideia central;
2. Palavras-chave;
3. Imagens-chave;
4. Cores;
5. Ramificações.

O grande diferencial dos mapas mentais é justamente este: utilizar


associações, imagens-chave e palavras-chave para nos ajudar-nos a criar
novas ideias e também acessar nossa memória de longo prazo.

Os mapas mentais vão permitir você:

 Aumentar sua memória e lembrar-se do é importante;

 Aprender 5x mais rápido e organizar seu conhecimento;

 Resumir um livro inteiro em uma única folha;

 Reter e Armazenar conteúdos importantes;

 Otimizar seu tempo e aumentar sua produtividade;

 Organizar definitivamente seus projetos e suas novas ideias.

E como você pode ver, não é nenhum milagre, é apenas um método que se
utiliza dos mesmos princípios que nosso cérebro; simples assim.
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Mapa Mental e Repetição

Imagine você estudar um material uma única vez, um livro de 300 páginas,
por exemplo, e depois conseguir revisar este conteúdo em poucos
minutos sempre que estudar?

Pois é, com o mapa mental você pode fazer esta “proeza”.

E isso só é possível por aplicar um método de revisão dos mapas mentais


criados a partir do conteúdo que deseja estudar.

O processo se torna muito mais eficiente.

Veja na próxima página alguns exemplos deste processo:


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Exemplos práticos de mapas mentais:


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Agora, se você quer ir além e aprender tudo sobre mapas mentais, o passo a
passo para criar mapas mentais eficientes e também como aplicar ele para
você aumentar sua memória e prender de forma mais eficiente...

Tenho algo especial para você!

Se você chegou até aqui é por que realmente está comprometido com sua
evolução pessoal, profissional e com seus estudos. Parabéns.

Por isso, apresento para você o meu curso online:

Mapa Mental Express 2.0

Já passaram mais de 1.585 alunos por este treinamento online onde ensino
tudo sobre mapas mentais e como você pode utilizar essa ferramenta para
aumentar o seu nível de aprendizado e a sua memória.

Praticamente tudo que vimos neste e-book pode ser aplicado em conjunto
com os mapas mentais.

Então se você deseja continuar esta jornada de aprendizado e evolução, e


com isso:

 Aumentar sua memória;

 Organizar seu conhecimento de forma eficiente;

 Resumir um livro de 264 páginas em uma única folha;

 Nunca mais se esquecer dos conteúdos que estuda.

Este é seu momento. Preparei uma condição especial e ainda vários


presentes especiais para você.
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Chegamos ao final...

Apresentei para você como funciona nosso processo de aprendizado e você


já deve saber porque muitas pessoas dizem “com pouco foco” ou “com pouca
memória”. Na verdade, isso não existe. O que falta é um método de fácil
aplicação que se utilize de ferramentas que permitam uma leitura produtiva.

O objetivo deste livro foi abrir uma janela para você e mostrar que
qualquer pessoa pode aprender melhor e de forma mais eficaz, basta apenas
um método.

Não teríamos tempo de explicar todos os detalhes de cada ferramenta que


podem te auxiliar em cada etapa do método e é por isso que tenho uma
oportunidade especial e única para você.

Mas agora não resta mais nada a dizer, está praticamente em suas mãos…

Tenho apenas uma pergunta: Qual caminho você quer seguir?

Se você leu até aqui acredito fortemente que você tem três caminhos:

Caminho Número 1 - Não fazer nada!

Bom, a decisão é sua. Você pode simplesmente pegar tudo que


conversamos aqui e esquecer, continuar tendo os mesmos resultados em
suas leituras e aprendizado.

Caminho Número 2 - Tentar aplicar tudo isso sozinho!

Esse caminho funciona, você vai conseguir chegar lá com ele, porém tenho
que advertir e informá-lo que você irá gastar muito tempo aplicando,
testando, errando, acertando… até conseguir aprender de forma eficaz.
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Caminho Número 3 - Deixar que eu pegue na sua mão e te leve para o


próximo nível!

Aplicar o passo a passo do método Mapa Mental Express e se inscrever no


meu treinamento completo de mapas mentais, que será o caminho mais
eficiente e rápido para você ter mais concentração, memorizar e aprender
de forma eficiente.

Um Curso Online direto ao ponto, entregando uma metodologia comprovada


que você poderá replicar em seus estudos e em sua vida.

Agora está em suas mãos!

Um grande abraço,
Filipe Iorio.