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Aula 00 (Demonstrativa)

AFO e Lei de Responsabilidade Fiscal p/ Concursos Tribunais Contas - Regular 2017


(Nível Superior)

Professor: Sérgio Mendes

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AFO e LRF p/ Tribunais de Contas - Nível Superior
Curso Regular - Com Videoaulas
Teoria e Questões Comentadas
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AULA 0 – PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO NA


CONSTITUIÇÃO FEDERAL: PPA, LDO E LOA

APRESENTAÇÃO E CRONOGRAMA
PREPARE-SE COM ANTECEDÊNCIA!
REALIZE O SEU SONHO DE SE TORNAR UM SERVIDOR PÚBLICO DE UM
TRIBUNAL DE CONTAS E CONTRIBUIR PARA UM BRASIL MELHOR!

Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais


(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a
legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.
Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e prejudicam os
professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe
00000000000

adquirindo os cursos honestamente através do site Estratégia Concursos ;-)

Observação importante II: todo o conteúdo do edital estará de forma


completa nos arquivos de textos escritos, como sempre ocorreu em todos os
meus cursos no Estratégia Concursos. A ideia das videoaulas é possibilitar um
melhor aprendizado para aqueles estudantes que têm mais facilidade em
aprender com os vídeos e/ou querem ter mais uma opção para o aprendizado.

Observação sobre a impressão das aulas: para quem prefere estudar por
material impresso, uma opção é imprimir nosso curso em preto e branco. Isso
poderá atrapalhar um pouco a leitura de alguns esquemas que possuem mais
cores, mas economiza bastante tinta colorida.

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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO E CRONOGRAMA ................................................................. 1

1. PLANO PLURIANUAL NA CF/1988 ........................................................23

1.1. Entendendo o Conceito ................................................................... 23

1.2. Planos e Programas Nacionais, Regionais e Setoriais ................................ 28

2. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS NA CF/1988 .....................................29

2.1. Entendendo o Conceito ................................................................... 29

2.2. Art. 169, § 1º, da CF/1988 ............................................................... 31

3. LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL NA CF/1988 ................................................35

3.1. Entendendo o Conceito ................................................................... 35

3.2. O Orçamento Fiscal ....................................................................... 37

3.3. O Orçamento de Investimento das Estatais............................................ 37

3.4. O Orçamento da Seguridade Social ..................................................... 39

3.5. Breves Considerações sobre a LOA na Lei 4320/1964 ................................ 42

..................................................................................44

QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES – DIVERSAS BANCAS ..............................47

LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA .............................................67


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GABARITO ............................................................................................77

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Olá amigos! Como é bom estar aqui!

É com enorme satisfação que iniciamos este Curso Regular de


Administração Financeira e Orçamentária e Lei de Responsabilidade
Fiscal para Tribunais de Contas – Nível Superior – Com videoaulas -
Teoria e Questões Comentadas.

Novos desafios! Uma espetacular equipe de professores!


Tudo voltado para a sua almejada aprovação!

E já começo falando do nosso curso:


• Conteúdo atualizadíssimo de Administração Financeira e Orçamentária/
Orçamento Público/Lei de Responsabilidade Fiscal;
• Teoria aliada a muita prática por meio de questões comentadas;
• Fórum de dúvidas;
• Resumos (mementos) ao final de cada aula;
• Curso abrangente, voltado para as principais bancas organizadoras de
concursos, o que possibilitará a você resolver questões de qualquer outra
Banca organizadora cujo conteúdo seja abrangido por este curso.
• Resumos (mementos) ao final de cada aula;
• Há o meu blog www.portaldoorcamento.com.br;
• Ainda há a minha página www.facebook.com/sergiomendesafo. Curta a
minha página que você terá acesso gratuito a postagens diárias com
dicas, tópicos esquematizados e questões comentadas.

Respondo três perguntas comuns:


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Aluno A: Eu ainda não sei nada da matéria. Este curso também é para
iniciantes?

Aluno B: Eu já estudei a matéria. Este curso é também para quem já


tem algum conhecimento na disciplina?

Aluno C: Eu já sei tudo. Este curso é também para quem já é fera na


matéria?

O curso é válido para todos aqueles que querem realmente acertar as questões
de prova de Administração Financeira e Orçamentária e Orçamento Público.
A ideia é, partindo do alicerce, dos conhecimentos básicos, aprofundar em
cada tópico buscando esgotar cada assunto proposto para este curso.

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Se você tem o perfil do aluno “A” (iniciante na matéria) terá totais condições
de aprender desde o começo, com alicerce, e chegar ao final do curso em alto
nível.
Se você tem o perfil do aluno “B” (médio na matéria), terá a oportunidade de
adquirir uma base sólida, preenchendo todas as lacunas de conhecimento;
Se você tem o perfil do aluno “C” (avançado na matéria), terá a chance de
revisar todo o conteúdo e de se atualizar com o que há de mais recente na
matéria e nas provas de concursos.

Com esse enfoque eu, Sérgio Mendes, começo este curso e cada vez mais
motivado em transmitir conhecimentos a estudantes das mais diversas regiões
deste país! Sei que muitas vezes as aulas virtuais são as únicas formas de
acesso ao ensino de excelência que o aluno dispõe. Outros optam por este tão
efetivo método de ensino porque conhecem a capacidade do material
elaborado pelos Professores do Estratégia. Porém, mais importante ainda que
um professor motivado são estudantes motivados! O aluno é sempre o centro
do processo e é ele capaz de fazer a diferença. A razão de ser da existência do
professor é o aluno.

Voltando à aula demonstrativa, esta tem o intuito de apresentar ao estudante


como será a metodologia de nosso curso, bem como o conhecimento do perfil
do professor. Já adianto que gosto de elaborar as aulas buscando sempre a
aproximação com o aluno, para que você que está lendo consiga imaginar que
o professor está próximo, falando com você.

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Vou começar com minha breve apresentação:

No que tange aos concursos públicos e carreira profissional no serviço público,


sou concursado Analista Legislativo da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF;
porém licenciado desde o início 2017 para exercer o mandato de vereador em
um município de Minas Gerais. Fui Técnico Legislativo do Senado Federal, na
área de Processo Legislativo, atuando no acompanhamento dos trabalhos da
Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso
Nacional. Fui Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão, lotado na Secretaria de Orçamento
Federal (SOF), bem como instrutor da Escola Nacional de Administração
Pública (ENAP) e das Semanas de Administração Orçamentária, Financeira e de
Contratações Públicas da Escola de Administração Fazendária (ESAF). Também
integrei o Exército Brasileiro por oito anos como Oficial de carreira, após ser
aprovado no meu primeiro concurso público nacional aos 17 anos, ingressando
na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). Sirvo ao Estado
Brasileiro desde 2001, como militar (2001-2009) e como servidor público
(2009 em diante).

No que tange a cursos, escolaridade e publicações, especializei-me em


Planejamento e Orçamento pela ENAP e sou Pós-Graduado em Orçamento
Público pelo Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União
(ISC/TCU). Tenho três graduações: sou Bacharel em Administração e
Tecnólogo em Gestão Financeira pela UNISUL, bem como Bacharel em Ciências
Militares (ênfase em Intendência, que une Logística a Administração no âmbito
militar) pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Sou autor de um
livro de Administração Financeira e Orçamentária que já está na 6ª edição e
professor das disciplinas Administração Financeira e Orçamentária
(AFO)/Orçamento Público e Direito Financeiro.

Fui aprovado e nomeado em grandes concursos das principais bancas


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examinadoras: ESAF (Ministério do Planejamento - 2008), FGV (Senado


Federal - 2012) e CESPE (Câmara dos Deputados - 2012).

Mas também fui reprovado em outros grandes concursos, como ESAF (CGU –
2008), FGV (ICMS/RJ – 2008) e FCC (Câmara dos Deputados – 2007).

É essa ampla experiência em concursos que quero trazer para você.

Estude com o curso de um dos autores adotados pelas principais bancas


examinadoras! Veja a prova discursiva da ANTT sobre o tema Estágios da
Receita Pública.

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O Professor Vinícius Nascimento será o responsável pelo nosso fórum de


dúvidas. Nosso objetivo é fazer um acompanhamento ainda mais próximo do
aluno. Enquanto me dedicarei às videoaulas e as aulas escritas, o fato de
termos um professor qualificado apenas para o fórum faz com que tenhamos a
possibilidade de haver um acompanhamento permanente, com respostas
elaboradas com rapidez e qualidade, o que é bem mais difícil quando o mesmo
professor atua em todas as frentes.

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Passo a palavra ao Prof. Vinícius:

Meus amigos concurseiros de todo o Brasil, é com muito orgulho e satisfação


que faço minha apresentação!

Meu nome é Vinícius Nascimento, sou natural de Brasília/DF, mas atualmente


estou residindo na linda e quente capital de Roraima (para quem não conhece,
a cidade é planejada, com boa qualidade de vida e de uma riqueza cultural
ímpar, sem falar na possibilidade de curtir férias no Caribe, fazer a excursão
para o Monte Roraima, cachoeiras, trilhas e etc.).

Sou servidor da Polícia Federal, formado em Gestão Pública pela Universidade


do Sul de Santa Catarina, pós-graduando em Contabilidade Pública e
Planejamento e Orçamento Público, e graduando em Ciências Contábeis pela
Universidade Federal de Roraima.

Fui aprovado nos seguintes concursos:

- CAESB (2005);
- Escola de Sargento das Armas – Exército Brasileiro (Turma de 2006/2007);
- Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (2012 – Técnico Judiciário -
Área Administrativa - 54º lugar);
- Ministério Público da União (2013 – Técnico Administrativo - 37º lugar);
- Tribunal de Justiça de Roraima (Técnico Judiciário - Área Administrativa);
- Universidade Federal de Roraima (2014 – Assistente em Administração - 37º
lugar);
- Polícia Federal (2014 – Agente Administrativo - 5º lugar);
- Instituto Federal de Roraima (2016 – Gestor - 1º lugar); e
- Universidade Federal de Roraima (2016 - Contador - 1º lugar).

Fui militar do Exército por quase 8 anos, quando então fui nomeado para a
UFRR (Assistente em Administração) e dois meses depois para a Polícia Federal
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(Agente Administrativo). Além disso, fui nomeado para Gestor do Instituto


Federal de Roraima, porém optei por não assumir, e para Contador da
Universidade Federal de Roraima, mas não assumi, pois estou finalizando
minha graduação.

Minha experiência como docente iniciou em 2012 em diversos cursos


preparatórios aqui na cidade de Boa Vista, alguns destes preparatórios
presentes em todo o país.

Foi com muito orgulho que aceitei a difícil, porém nobre missão de trabalhar
junto com o Prof. Sérgio Mendes nessa disciplina. Teremos um contato mais
próximo no fórum de dúvidas, o qual todos os dias estarei presente, auxiliando

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vocês nessa disciplina que cada vez mais vem fazendo parte dos editais de
concurso público. É isso, espero vocês no nosso fórum!!!

Veja um comentário de um aluno após a finalização de um recente curso do


Estratégia Concursos:

É com você prof. Sérgio Mendes!

Vou explicar como será a divisão de cada uma de nossas aulas:

Apresentação do tema (de 1 a 3 páginas): em cada aula teremos a página


inicial, com o título da aula e com o sumário. A seguir, apresentarei algumas
palavras de motivação (quem não gosta, basta pular) e citarei o que será
estudado na aula. Nesta aula demonstrativa a apresentação é maior, pois é
uma apresentação completa do curso.

Corpo da aula (até 40 páginas, mas a maioria das aulas não chega a 30
páginas exclusivas de conteúdo): será a parte principal de cada aula, em
que abordarei todo o conteúdo previsto para aquela aula, de forma completa e
objetiva, conforme o sumário. Será apresentada a teoria seguida de algumas
questões de Bancas variadas de concursos, porém no formato Certo ou Errado,
visando apenas à fixação do conteúdo. Os conteúdos mais importantes serão
destacados por meio de mensagens e corujinhas, as quais servem para alertar
o aluno de uma forma mais descontraída, aliando o bom humor do desenho
com a seriedade do que vai ser destacado.

Resumo do Professor (em geral são menos de 5 páginas, mas em


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assuntos mais cobrados e aulas maiores pode chegar a 8 páginas):


também chamado de memento, será o resumo da aula, de forma a facilitar o
estudo e a futura revisão do aluno.

Complemento do aluno (uma página): quadro para o aluno complementar


o resumo do professor, de forma a ter alguma personalização, caso julgue
necessário.

Questões Comentadas de Concursos Anteriores (o número de páginas


dependerá muito do assunto e da Banca examinadora): serão
apresentadas questões de concursos anteriores, com os respectivos
comentários e respostas, sempre que possível com foco na Banca examinadora
do concurso ou em Bancas com estilos semelhantes (quando for um assunto

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pouco cobrado em provas ou uma Banca com poucas provas aplicadas da


matéria).
Dependendo da Banca e do assunto, poderemos ter muitas questões. Assim, a
cada aula, as questões serão numeradas e organizadas das mais recentes para
as mais antigas, bem como divididas por assunto sempre que necessário a um
melhor aprendizado. O ideal é que você resolva (ou ao menos leia) todas as
questões e todos os comentários, mas caso seu tempo seja insuficiente até a
prova, com essa forma de organização você poderá resolver (ou ler) apenas as
mais recentes, controlando o seu tempo.

Lista de Questões de Concursos Anteriores (o número de páginas


dependerá do número de questões comentadas): serão apresentadas as
mesmas questões de concursos anteriores, sem os respectivos comentários e
respostas, a fim de possibilitar ao aluno tentar resolvê-las sem ler os
comentários. Para saber se acertou ou errou, poderá consultar o gabarito ao
final. A lista também poderá ser utilizada para revisão.

Gabarito (de 1 a 2 páginas, dependendo do número de questões): lista


final, apenas relacionando o número da questão ao gabarito.

Saindo da aula escrita, ainda teremos:

Videoaulas: todas as aulas escritas serão acompanhadas das respectivas


videoaulas, apesar do conteúdo completo já constar da parte escrita. Se
permanecer com dúvidas após a leitura ou está cansado demais para ler sem
dormir, parta para as videoaulas.

Fórum de dúvidas: o Prof. Vinícius Nascimento responderá o fórum de


dúvidas. O fórum demanda muito tempo do professor e o aluno merece ter
uma resposta paciente, rápida e de qualidade. Enquanto eu me dedico a tudo
que você leu até agora (veja que já é muita coisa!), o Prof. Vinícius, também
grande conhecedor da matéria e de concursos, ficará responsável pelo fórum.
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Pessoal, o objetivo do nosso curso é que ele seja suficientemente completo


para a sua aprovação.

Teoria Completa + Questões Comentadas + Resumos + Videoaulas + Fórum de Dúvidas

Eu acredito no que faço e na metodologia dos cursos que elaboro, mas a


certeza que estamos no caminho certo aparece quando recebo avaliações de
cursos como a que se segue:

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Alguns alunos podem achar o curso caro, mas este curso substitui:
_ um livro teórico (ou mais, pois muitas vezes há tantos conteúdos misturados
que são necessários vários livros e você ainda corre o risco de estudar algo a
mais e perder tempo ou algo a menos e não cobrir o edital);
_ uma assinatura de um site de questões (e ainda teria o trabalho de procurar
e organizar as questões, além de nem sempre possuir todas as questões
comentadas);
_ um pacote de videoaulas (um bom curso de videoaulas sozinho costuma ser
mais caro que o nosso curso) ou um pacote de aulas presenciais (este então é
caríssimo, e ainda podemos somar os gastos acessórios com transporte e
alimentação fora de casa, sem contar o tempo perdido).

Sendo muito otimista e calculando pra baixo, você gastaria um mínimo de


R$500,00 só para estudar nossa matéria e ter o mesmo efeito do nosso curso,
e ainda há todos os contras que apresentei, como a necessidade de você
organizar o material e a perda de tempo.

A ideia do nosso curso é suprir tudo acima. E vamos conseguir, pois eu


vou organizar tudo para você e lhe entregar “mastigado”, basta fazer a
sua parte e estudar.
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Pessoal, valorize o trabalho do professor. Se você


comprou no site do Estratégia Concursos, agradeço a sua lealdade comigo e
nem precisa ler o restante do parágrafo. Se você não comprou, sei que sabe
que a pirataria é crime, mas quero focar é na sua consciência e não no medo.
Será que vale a pena para quem almeja ser servidor público já começar
errado? Quando alguém compra de um pirata ou de uma rateio (não existe
rateio legal, o pirata compra um curso e vende para centenas de pessoas,
auferindo um lucro exorbitante, e o próximo crime vai ser lavagem de dinheiro
e ocultação de bens, não ache que ele é um bonzinho que está lhe ajudando,
porque ele não está), o professor nada recebe (muitos professores chegam a
desistir de ministrar aulas nesse formato, pois por mais vocacionado que seja,

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tem que valer a pena muitas vezes abdicar de um maior convívio familiar); o
Estratégia nada recebe (nesse caso nem falo dos sócios, que como quaisquer
empresários honestos e dedicados merecem ser remunerados, mas sim falo
das famílias de todos os colaboradores diretos ou indiretos que dependem da
empresa); a população nada recebe, já que o Estratégia é uma empresa
formalizada que paga uma alta carga tributária (e se você está com raiva do
Estado por causa do crime de corrupção, não se rebaixe cometendo outro
crime, bem como se lembre que são esses tributos que garantem o pagamento
dos servidores e os investimentos necessários em saúde, educação e para o
desenvolvimento do país); e, finalmente, caso não tenha ficado sensibilizado,
pode ser que o comprador nada receba, pois o pirata pode pegar o dinheiro e
não entregar nada ou entregar materiais incompletos faltando vários PDFs e
sem videoaulas (ou com videoaulas incompletas). De qualquer forma, ainda dá
tempo de adquirir o curso no site do Estratégia Concursos e entrar para o time
que realmente quer um país melhor, como eu.☺

É para você, que comprou o curso dentro da lei, que farei tudo que
estiver a meu alcance para que só dependa de você a almejada
aprovação! Quero que você tenha a mesma satisfação dos alunos dos
demais cursos que ministrei até hoje, como por exemplo1:

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A diferença entre o total de avaliações que aparece no canto superior esquerdo e o número de avaliações dentro da
pesquisa ocorre porque o aluno não é obrigado a responder a todas as perguntas (aliás, nem a avaliação é obrigatória).

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Minha proposta é facilitar o seu trabalho e reunir tudo em um único curso. Não
exigirá nenhum conhecimento prévio, ou seja, se você nunca estudou ou está
iniciando seus estudos em nossa matéria fique tranquilo, pois nosso curso
atenderá perfeitamente a suas necessidades. Se você já estudou os temas, o
curso também será adequado para você, pois terá a oportunidade de revisar e
aprofundar na teoria, bem como praticar com uma grande quantidade de
exercícios comentados.

Se você nunca estudou a matéria (ou se já estudou, mas por algum motivo
não aprendeu de forma satisfatória) saiba que são os temas menos
complicados dos editais. Muita gente acha que são necessários cálculos
complexos ou lançamentos contábeis complicados, mas não há nada disso. As
poucas vezes em que houver números, as somas são simples e vão exigir é
que você tenha conhecimento dos conceitos envolvidos. Quanto aos
lançamentos contábeis, não são estudados na nossa matéria e sim em
Contabilidade Pública “pura”.

Antigamente eu aceitava você falar que alguns pontos da matéria eram um


pouquinho chatos (rsrs), mas hoje não! Nossa matéria está na mídia e
Orçamento é o assunto do momento, percorrendo os noticiários, com assuntos
como lei orçamentária anual, lei de diretrizes orçamentárias, lei de
responsabilidade fiscal, metas fiscais, créditos adicionais, vinculação de
receitas, julgamento de contas, despesas públicas, renúncias de receitas,
decreto de contingenciamento, corte de despesas, pedaladas fiscais, etc. Claro
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que só iremos estudar o que está no edital!

Veja alguns comentários sobre o aprendizado após os cursos:

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Ah, pessoal, também recebo sugestões e críticas (ainda bem que em menor
número), mas o tratamento daquelas pertinentes é rápido, já que
imediatamente procedo às melhorias. Assim, este curso já é oriundo de
oportunidades de melhorias resultantes de críticas anteriores. Por exemplo,
percebi que já não conseguia ser tão atencioso no fórum e, assim, fiz uma
parceria com um professor altamente qualificado somente para cuidar do
fórum. Logo, já não faz sentido eu colocar aqui uma crítica sobre respostas do
fórum, pois ela foi solucionada.

E quanto ao seu concurso? Quer estar bem preparado para concursos públicos?

Buscando ser o mais completo e objetivo possível, serão 18 aulas (0 a 17),


desenvolvidas da seguinte forma:

AULA CONTEÚDO

3 O orçamento público no Brasil. 3.1 Sistema de planejamento


Aula 0
e de orçamento federal. 3.2 Plano plurianual. 3.3 Diretrizes
PDF + videoaula orçamentárias. 3.4 Orçamento anual. 3.5 Outros planos e
programas. A LOA na Lei 4320/1964.

Aula 1 2.4 Ciclo orçamentário. 2.5 Processo orçamentário. 3.6


Sistema e processo de orçamentação. O Ciclo na Lei
PDF + videoaula
4320/1964.
Aula 2
2.3 Princípios orçamentários. Princípios na Lei 4320/1964.
PDF + videoaula
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Aula 3
9 Créditos ordinários e adicionais. 4.4 Alterações
PDF + videoaula orçamentárias. Créditos na Lei 4320/1964.

1 O papel do Estado e a atuação do governo nas finanças


Aula 4 públicas. 1.1 Formas e dimensões da intervenção da
administração na economia. 1.2 Funções do orçamento
PDF + videoaula
público. 2 Orçamento público. 2.1 Conceito 2.2 Técnicas
orçamentárias.
Aula 5
5 Receita pública. 5.1 Conceito e classificações. 5.3 Fontes.
PDF + videoaula
Aula 5 – Parte II
5.4 Dívida ativa. Dívida ativa na Lei 4320/1964.
PDF + videoaula

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Aula 6
6 Despesa pública. 6.1 Conceito e classificações. Classificações
PDF + videoaula na Lei 4320/1964.
Aula 7
3.7 Classificações orçamentárias. 3.8 Estrutura programática.
PDF + videoaula
Aula 8
Estágios da Receita e da Despesa. Estágios na Lei 4320/1964.
PDF + videoaula
Aula 9
Restos a pagar. Despesas de exercícios anteriores. Suprimento
PDF + videoaula de fundos.
Aula 10
Programação e execução orçamentária e financeira.
PDF + videoaula
Aula 11
PPA 2016-2019
PDF + videoaula
Aula 12
LRF Parte I: Introdução à LRF; Efeitos no Planejamento e no
PDF + videoaula Orçamento: PPA, LDO e LOA.

Aula 13 LRF Parte II: Geração de Despesa; Despesa Obrigatória de


Caráter Continuado. Receita Corrente Líquida; Despesas com
PDF + videoaula
Pessoal.

LRF Parte III: Execução Orçamentária e Cumprimento de


Aula 14 Metas; Receita Pública; Transparência e Fiscalização;
Relatórios; Escrituração, Consolidação e Prestação das Contas;
PDF + videoaula
Gestão Patrimonial; Transferências Voluntárias e Destinação de
Recursos Públicos para o Setor Privado.

Aula 15 LRF Parte IV: Dívida Pública; Operações de Créditos;


Vedações; Banco Central do Brasil; Garantia e Contragarantia;
PDF + videoaula
Regra de Ouro; Restos a Pagar na LRF.
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Aula 16
Sistemas de Informações
PDF + videoaula
Aula 16 - Parte II
Conta Única
PDF + videoaula
Aula 17
Lei 10.180/2001
PDF + videoaula

Pergunta frequente do aluno: são muitas aulas, será que vai dar
tempo?

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É só impressão de que a nossa matéria é muito maior que as demais. Cada


professor tem uma maneira de dividir o conteúdo de forma a torná-lo mais
didático. Isso vai variar de acordo com a matéria a ser estudada e com o estilo
do professor. Eu gosto de dividir o conteúdo em várias aulas, porém mais
curtas. Perceba que na nossa divisão de aulas, a média de conteúdo teórico é
de apenas 30 páginas por aula. Se eu optasse por fazer aulas de 60 páginas de
teoria (ou seja, juntando duas aulas em uma), teríamos a metade do número
de aulas, mas a mesma quantidade de páginas. Entretanto, considero que fica
mais cansativo para o aluno e prefiro que o você se assuste com uma
quantidade grande de aulas, mas que o estudo flua com mais facilidade.

Outra pergunta frequente: são muitas questões comentadas, será que


terei tempo de resolver todas?

Aqui realmente o número de questões pode ser grande, pois não economizo no
número de questões comentadas. Se em alguma aula houver poucas questões,
é porque realmente o assunto não é tão cobrado pela Banca examinadora. Não
posso garantir que conseguirá resolver todas em tempo hábil, pois dependerá
do seu tempo diário de estudo e da sua facilidade de assimilação do conteúdo.
Entretanto, como já mencionei na explicação da divisão das aulas, as questões
são numeradas e organizadas das mais recentes para as mais antigas, bem
como divididas por assunto sempre que necessário a um melhor aprendizado.
O ideal é que você resolva ou ao menos leia todas as questões e todos os
comentários (para quem tem bastante tempo ou está estudando para o médio
ou longo prazo), mas caso seu tempo seja reduzido até a prova, com essa
forma de organização você pode resolver ou ler apenas as mais recentes,
controlando o seu tempo.

As aulas serão focadas nos assuntos mais exigidos quando o assunto é


Orçamento Público/Lei de Responsabilidade Fiscal e tenho certeza que com
esforço e dedicação alcançará seu objetivo. Mesmo assim, gostaria de dar uma
recomendação: estude com afinco nossas aulas que nossa matéria está caindo
00000000000

de forma impressionante nos concursos. Não será uma matéria que você
aproveitará só para essa batalha, pois lhe habilitará para novos voos caso opte
por outros horizontes que podem ser tão interessantes em diversos concursos
pelo Brasil.

Agora eu que pergunto? Em que degrau você está?

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Não tenho dúvidas que se está lendo esta aula, está no mínimo no degrau
“Como eu faço” ou no “Eu vou tentar fazer”. Repare que já é a metade da
escada! E talvez já seja a metade mais difícil!

Como motivação, separei algumas frases:

"A transformação pessoal requer substituição de velhos hábitos por novos."


(W.A Peterson)

"A única coisa que se coloca entre um homem e o que ele quer na vida é
normalmente meramente a vontade de tentar e a fé para acreditar que aquilo
é possível”. (Richard M. Devos)

"Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre
suas frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o
00000000000

que você tentou e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer."
(Papa João XXIII)

"Duas coisas que aprendi são que você é tão poderoso e forte quanto você se
permite ser, e que a parte mais difícil de qualquer empreendimento é dar o
primeiro passo, tomar a primeira decisão." (Robyn Davidson)

"Entusiasmo é a inspiração de qualquer coisa importante. Sem ele, nenhum


homem deve ser temido; e com ele, nenhum homem deve ser desprezado."
(Christian Nevell Bovee)

"Grandes resultados requerem grandes ambições." (Heráclito)

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Mais motivação para aprender com quem vive o orçamento público? Veja esta
foto de uma agitada Sessão Conjunta do Congresso Nacional. Estou em pé na
frente da bandeira do Brasil, ao lado da Mesa do Congresso Nacional. Em
breve você entenderá que as votações dos projetos dos instrumentos de
planejamento e orçamento ocorrem no plenário do Congresso Nacional.

Fonte: site da Câmara dos Deputados

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Acesse:
http://www.estrategiaconcursos.com.br/cursosPorProfessor/sergio-mendes-3000/

Mas antes, vamos compreender o que nossa matéria estuda?

O estudo de Administração Financeira e Orçamentária (AFO)/Orçamento


Público está relacionado ao estudo do Direito Financeiro.

O Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que disciplina a atividade


financeira do estado. Assim, abrange a receita pública (obtenção de recursos),
o crédito público (criação de recursos), o orçamento público (gestão de
recursos) e a despesa pública (dispêndio de recursos).

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No estudo dos ramos do Direito, o Direito Financeiro pertence ao Direito


Público, sendo um ramo cientificamente autônomo em relação aos demais
ramos. A própria Constituição Federal assegura tal autonomia:
“Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre:
I – direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico;
II – orçamento;
(...).”

O estudo de AFO engloba o Direito Financeiro com um enfoque administrativo.


Dessa forma, pode-se definir a Administração Financeira e Orçamentária como
a disciplina que estuda a atividade financeira do estado e sua aplicação na
Administração Pública, bem como os atos que potencialmente poderão afetar o
patrimônio do Estado. O estudo de AFO visa assegurar a execução das funções
do Estado, contribuindo para aprimorar o planejamento, a organização, a
direção, o controle e a tomada de decisões dos gestores públicos em cada uma
dessas fases.

Por ter sido Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do


Planejamento e no Senado Federal ter atuado no acompanhamento dos
trabalhos da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do
Congresso Nacional, tentarei aliar a teoria a exemplos práticos, para facilitar a
compreensão do conteúdo. Mas saiba que de alguma forma todos nós já temos
uma noção intuitiva do que seja orçamento, chave de nossa matéria. Por
exemplo, sua renda familiar mensal (receita) deve ser igual ou superior aos
seus gastos no mesmo período (despesas). Caso isso não ocorra, você terá
que financiar seus gastos de outra forma, normalmente por meio de
empréstimos (operações de crédito), vendendo algum bem (alienação de bens)
ou utilizando suas possíveis economias (reservas).

A diferença é que o Orçamento Público segue diversas regras,


consubstanciadas na legislação que rege nossa matéria. Ao contrário da
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administração de uma família, o gestor público não é o dono do que ele


administra, que pertence ao povo. Logo, apesar de existir uma parcela de
discricionariedade, ele fica limitado a seguir princípios e regras gerais para
elaborar instrumentos de planejamento e orçamento, realizar receitas e
executar despesas públicas, gerar endividamento, pagar pessoal, realizar
transferências etc.

Alguns conceitos de Orçamento público:

Segundo Aliomar Baleeiro, o orçamento público é o ato pelo qual o Poder


Executivo prevê e o Poder Legislativo autoriza, por certo período de tempo, a
execução das despesas destinadas ao funcionamento dos serviços públicos e

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outros fins adotados pela política econômica ou geral do País, assim como a
arrecadação das receitas já criadas em lei.

Consoante Giacomoni, de acordo com o modelo de integração entre


planejamento e orçamento, o orçamento anual constitui-se em instrumento, de
curto prazo, que operacionaliza os programas setoriais e regionais de médio
prazo, os quais, por sua vez, cumprem o marco fixado pelos planos nacionais
em que estão definidos os grandes objetivos e metas, os projetos estratégicos
e as políticas básicas.

De acordo com Abrúcio e Loureiro, “o orçamento é um instrumento


fundamental de governo, seu principal documento de políticas públicas.
Através dele os governantes selecionam prioridades, decidindo como gastar os
recursos extraídos da sociedade e como distribuí-los entre diferentes grupos
sociais, conforme seu peso ou força política. Portanto, nas decisões
orçamentárias os problemas centrais de uma ordem democrática como
representação e accountability estão presentes. (...) A Constituição de 1988
trouxe inegável avanço na estrutura institucional que organiza o processo
orçamentário brasileiro. Ela não só introduziu o processo de planejamento no
ciclo orçamentário, medida tecnicamente importante, mas, sobretudo, reforçou
o Poder Legislativo”.

00000000000

Este é um dos volumes do Projeto de Lei


Orçamentária Anual, fotografado por mim
no momento em que foi recebido no
Congresso Nacional.

Agora vamos estudar a matéria desta nossa aula inaugural!

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Nesta aula estudaremos os instrumentos de planejamento e orçamento da


Constituição Federal. O Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) são as leis que
regulam o planejamento e o orçamento dos entes públicos federal, estaduais e
municipais. No âmbito de cada ente, essas leis constituem etapas distintas,
porém integradas, de forma que permitam um planejamento estrutural das
ações governamentais.

Na seção denominada “Dos Orçamentos” na Constituição Federal de 1988


(CF/1988) vemos essa integração, por meio da definição dos instrumentos de
planejamento PPA, LDO e LOA, os quais são de iniciativa do Poder Executivo.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais”.

A Constituição Federal de 1988 recuperou a figura do planejamento na


Administração Pública brasileira, com a integração entre plano e orçamento por
meio da criação do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias. O
PPA, assim como a LDO, é uma inovação da CF/1988. Antes do PPA e da
CF/1988, existiam outros precários instrumentos de planejamento, como o
Orçamento Plurianual de Investimentos (OPI), com três anos de duração, o
qual não se confunde com o PPA, que possui quatro anos de duração.

Observe o esquema a seguir:

00000000000

O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal


que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas
da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. O PPA
possui duração de quatro anos e nesse período serão elaboradas uma LDO e

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uma LOA a cada ano, de forma que sejam consoantes, compatíveis e coerentes
com o PPA a que se referem.

A LDO surgiu almejando ser o elo entre o planejamento mais próximo do


estratégico (PPA) e o planejamento operacional (LOA). Sua relevância reside
no fato de ter conseguido diminuir a distância entre o plano e as LOAs, as
quais dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes dos planejamentos
existentes antes da CF/1988.

A LOA é um instrumento que expressa a alocação de recursos públicos, sendo


operacionalizada por meio de diversas ações. É o orçamento propriamente
dito.

De acordo com o art. 166 da CF/1988, os projetos de lei relativos ao plano


plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos
adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na
forma do regimento comum. Ou seja, devem ser analisados e votados pelo
Poder Legislativo.

(CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) As diretrizes


orçamentárias são estabelecidas por leis de iniciativa do Poder
Executivo.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais”.
00000000000

Resposta: Certa

(CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) O PPA e a LDO devem


ser aprovados pelo Poder Legislativo.

De acordo com o art. 166 da CF/1988, os projetos de lei relativos ao plano


plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos
adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma
do regimento comum. Ou seja, devem ser analisados e votados pelo Poder
Legislativo.
Resposta: Certa

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(ESAF – EPPGG – Ministério do Planejamento – 2013) A LOA, ao


identificar no PPA as ações que receberão prioridade no exercício
seguinte, torna-se o elo entre o PPA, que funciona como um plano de
médio prazo do governo.

A LDO, ao identificar no PPA as ações que receberão prioridade no exercício


seguinte, torna-se o elo entre o PPA, que funciona como um plano de médio
prazo do governo.
Resposta: Errada

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1. PLANO PLURIANUAL NA CF/1988

1.1. Entendendo o Conceito

O Plano Plurianual – PPA é o instrumento de planejamento do Governo Federal


que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Retrata,
em visão macro, as intenções do gestor público para um período de quatro
anos, podendo ser revisado, durante sua vigência, por meio de inclusão,
exclusão ou alteração de programas.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“§ 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma
regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada”.

00000000000

O PPA deve ser elaborado de forma regionalizada. Um grande desafio do


planejamento é promover, de maneira integrada, oportunidades de
investimentos que sejam definidas a partir das realidades regionais e locais,
levando a um desenvolvimento mais equilibrado entre as diversas regiões do
País. O desenvolvimento do Brasil tem sido territorialmente desigual. As
diversas regiões brasileiras não possuem as mesmas condições para fazer
frente às transformações socioeconômicas em curso, especialmente aquelas
associadas ao processo de inserção do País na economia mundial. Tais
mudanças são estruturais e demandam um amplo horizonte de tempo e

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perseverança para se concretizarem, motivo pelo qual devem ser tratadas na


perspectiva do planejamento de longo prazo. O papel do Plano Plurianual nesse
contexto é o de implementar o necessário elo entre o planejamento de longo
prazo e os orçamentos anuais. O planejamento de longo prazo encontra,
assim, nos sucessivos planos plurianuais (médio prazo), as condições para sua
materialização. Com isso, o planejamento constitui-se em instrumento de
coordenação e busca de sinergias entre as ações do Governo Federal e os
demais entes federados e entre a esfera pública e a iniciativa privada.

As diretrizes são normas gerais, amplas, estratégicas, que mostram o


caminho a ser seguido na gestão dos recursos pelos próximos quatros anos.

Os objetivos correspondem ao que será perseguido com maior ênfase pelo


Governo Federal no período do Plano para que, a longo prazo, a visão
estabelecida se concretize. O objetivo expressa o que deve ser feito, refletindo
as situações a serem alteradas pela implementação de um conjunto de
iniciativas, com desdobramento no território.

As metas são medidas do alcance do objetivo, podendo ser de natureza


quantitativa ou qualitativa, a depender das especificidades de cada caso.
Quando qualitativa, a meta também deverá ser passível de avaliação. Cada
objetivo deverá ter uma ou mais metas associadas.

As despesas de capital são aquelas que contribuem, diretamente, para a


formação ou aquisição de um bem de capital, como, por exemplo, a
pavimentação de uma rodovia. O termo “e outras delas decorrentes” se
relaciona às despesas correntes que esta mesma despesa de capital irá gerar
após sua realização, mas ainda dentro do período de vigência do plano
plurianual. Despesas correntes são as que não contribuem, diretamente, para
a formação ou aquisição de um bem de capital, como as despesas com
pessoal, encargos sociais, custeio, manutenção etc. Neste mesmo exemplo,
após a pavimentação da rodovia, ocorrerão diversos gastos com sua
00000000000

manutenção, ou seja, gastos decorrentes da despesa de capital pavimentação


da rodovia. Assim, tanto a pavimentação da rodovia (despesa de capital)
quanto o custeio com sua manutenção durante a vigência do Plano Plurianual
(despesa corrente relacionada à de capital) deverão estar previstos no referido
Plano.

O conceito de programas de duração continuada é o mais divergente na


CF/1988 quando falamos de Plano Plurianual. Retirando-se os programas
governamentais que tem prazo de conclusão, os quais são denominados de
investimentos, qualquer outra ação poderia ser considerada de duração
continuada. Na prática, há uma interpretação restritiva para que sejam
consideradas apenas ações finalísticas, ou seja, para que o PPA não perca sua
finalidade de instrumento de planejamento, não se obriga a presença de todos

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os programas de duração continuada, como aqueles relacionados às


atividades-meio da Administração Pública.

Quanto aos investimentos, determina o art. 167 da CF/1988:


“§ 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro
poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade”.

Atenção: investimento, na linguagem do dia a dia, refere-se normalmente a


uma aplicação ou aquisição que proporciona algum retorno financeiro.
Exemplo: ações na bolsa de valores. Na linguagem orçamentária,
portanto em todo o nosso conteúdo, é diferente: investimentos são
despesas com softwares e com o planejamento e a execução de obras,
inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização
destas últimas, e com a aquisição de instalações, equipamentos e material
permanente. Exemplo: construção de um prédio público.

Antes de falar de prazos, vamos entender a diferença entre legislatura,


sessão legislativa e período legislativo: a legislatura, segundo a CF/1988, é o
período de quatro anos. Cada legislatura possui quatro sessões legislativas,
que ocorrem anualmente de 2 de fevereiro a 22 de dezembro. Por sua vez,
cada sessão legislativa possui dois períodos legislativos, o primeiro de 2 de
fevereiro a 17 de julho e o segundo de 1º de agosto a 22 de dezembro. Em
suma: 00000000000

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Agora poderemos tratar dos prazos. Na esfera federal, os prazos para o ciclo
orçamentário estão no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias
(ADCT) e estarão em vigor enquanto não for editada a lei complementar
prevista na CF/1988, a qual deve versar sobre o tema.

Segundo o ADCT, a vigência do PPA é de quatro anos, iniciando-se no segundo


exercício financeiro do mandato do chefe do executivo e terminando no
primeiro exercício financeiro do mandato subsequente. Ele deve ser
encaminhado do Executivo ao Legislativo até quatro meses antes do
encerramento do primeiro exercício, ou seja, até 31 de agosto. A devolução ao
Executivo deve ser feita até o encerramento do segundo período da sessão
legislativa (22 de dezembro) do exercício em que foi encaminhado.

O PPA é elaborado no primeiro ano de governo e entra


em vigor no segundo ano. A partir daí, tem sua vigência
até o final do primeiro ano do mandato seguinte. A ideia
é manter a continuidade dos programas. Repare que um
O PPA não se confunde chefe do executivo (presidente, por exemplo) pode
com o mandato do chefe governar durante todo o seu primeiro PPA, desde que
do Executivo. seja reeleito. Porém, como vimos, será o mesmo
00000000000

governante em mandatos diferentes.

Em nosso estudo, a referência é a CF/1988, por isso sempre trataremos dos


instrumentos de planejamento e orçamento na esfera federal. No entanto,
assim como a União, cada estado, cada município e o Distrito Federal também
têm seus próprios PPAs, LDOs e LOAs. A iniciativa será sempre do Poder
Executivo de cada ente.

O programa é o instrumento de organização da ação governamental visando à


concretização dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores
estabelecidos no plano plurianual. No PPA federal 2016-2019 são divididos em
Programas Temáticos e de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado.

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(CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Sob pena


de ser considerado inválido, o decreto que estabelece o PPA não pode
deixar de especificar, de forma regionalizada, as metas e as
prioridades do governo para os quatro anos seguintes à sua
aprovação, relativamente às despesas de capital e outras delas
decorrentes, e também as despesas de duração continuada.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as
despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada (art. 165, §1º, da CF/1988). Assim, o PPA
deve ser instituído por lei e não pode ser estabelecido por decreto.
Resposta: Errada

(FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Os


orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento nas
empresas estatais, no âmbito municipal, são de iniciativa da Câmara
Municipal.

A iniciativa da LOA (composta pelos orçamentos fiscal, da seguridade social e


de investimento nas empresas estatais) no âmbito de qualquer ente é do
Poder Executivo.
Resposta: Errada

(ESAF – EPPGG – Ministério do Planejamento – 2013) Cabe à LDO


estabelecer as diretrizes, objetivos e metas de médio prazo da
administração pública.

Cabe ao PPA estabelecer as diretrizes, objetivos e metas de médio prazo da


00000000000

administração pública.
Resposta: Errada

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1.2. Planos e Programas Nacionais, Regionais e Setoriais

A Constituição Federal, em seu art. 165, determina que:


“§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta
Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional”.

O PPA é adotado como referência para os demais planos e programas


nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição Federal. A
regionalização prevista na CF/1988 considera, na formulação, na
apresentação, na implantação e na avaliação do Plano Plurianual, as diferenças
e desigualdades existentes no território brasileiro.

O significado de planos e programas nacionais, regionais e setoriais de


desenvolvimento não é o mesmo dos programas da estrutura programática,
(estudado em Classificações da Despesa Pública). Os programas nacionais,
regionais e setoriais muitas vezes têm duração superior ao PPA, porque são de
longo prazo, como o Plano Nacional de Educação (Lei 13.005/2014 – PNE
2014-2024), cuja duração é de 10 anos.

Tais planos e programas serão elaborados em


consonância com o PPA!

Em tese (ou seja, de acordo com a CF/1988 e com a sua prova), tais planos e
programas, ainda que de duração superior, devem ser elaborados em
consonância com o PPA, de duração inferior. Na prática (dito em outras
palavras, apenas para você entender como funciona e não ficar “cismado” com
isso), vale a lei que for sancionada primeiro, ou seja, no exemplo do PNE, ele
foi elaborado em consonância com o PPA 2012-2015 da época, mas, após
sancionado, passou a condicionar os PPAs seguintes, como o PPA 2016-2019.
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(CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Conforme


determinação da CF, o plano plurianual deve ser elaborado em
consonância com os planos e programas nacionais, regionais e
setoriais. A explicação para essa vinculação reside no fato de que tais
planos e programas apresentam maior duração e são mais específicos.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Resposta: Errada

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2. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS NA CF/1988

2.1. Entendendo o Conceito

A LDO também surgiu por meio da Constituição Federal de 1988, almejando


ser o elo entre o planejamento estratégico (Plano Plurianual) e o planejamento
operacional (Lei Orçamentária Anual). Sua relevância reside no fato de ter
conseguido diminuir a distância entre o plano estratégico e as LOAs, as quais
dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes dos planejamentos
estratégicos existentes antes da CF/1988.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades
da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento”.

00000000000

Vamos agora destrinchar ainda mais:

Definição das metas e prioridades da Administração Pública Federal: as


disposições que constarão da LOA devem ser comparadas com as metas e
prioridades da Administração Pública. Assim, pode-se verificar se as metas e
prioridades podem ser concretizadas a partir da alocação de recursos na LOA.

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Orientação à elaboração da lei orçamentária anual: reforça a ideia que a


LDO é um plano prévio à LOA, assim como o PPA é um plano prévio à LDO. É o
termo mais genérico, pois inclui também as metas e prioridades da
Administração Pública, as alterações na legislação tributária e a política de
aplicação das agências oficiais de fomento.

Disposição sobre as alterações na legislação tributária: os tributos têm


diversas funções. A mais conhecida é a função fiscal, aquela voltada para
arrecadação. No entanto, outra importante função é a reguladora, em que o
governo interfere diretamente na economia por meio dos tributos,
incentivando ou desestimulando comportamentos para alcançar os objetivos do
Estado. Assim, verifica-se a importância das alterações na legislação tributária
e se justifica sua presença na LDO, pois permite a elaboração da LOA com as
estimativas mais precisas dos recursos e, ainda, informa aos agentes
econômicos as possíveis modificações, a fim de que não ocorram mudanças
bruscas fora de suas expectativas. A CF/1988 determina que a lei de diretrizes
orçamentárias considere as alterações na legislação tributária, mas a LDO não
pode criar, aumentar, suprimir, diminuir ou autorizar tributos, o que deve ser
feito por outras leis. Também não existe regra determinando que tais leis
sejam aprovadas antes da LDO.

Estabelecimento da política de aplicação das agências financeiras


oficiais de fomento: objetiva o controle dos gastos das agências que
fomentam o desenvolvimento do País. Sua presença na LDO justifica-se pela
repercussão econômica que ocasionam. Exemplos: Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB), Caixa
Econômica Federal (CEF), Banco da Amazônia (BASA), Agência de Fomento do
Paraná (AFPR) e Agência de Fomento do Estado do Amazonas (AFEAM).

A LDO é anual no sentido de que a cada ano teremos uma LDO (LDO-2017,
LDO-2018, LDO-2019 etc). Todavia, a vigência (duração) da LDO extrapola o
exercício financeiro, uma vez que ela é aprovada até o encerramento do
00000000000

primeiro período legislativo e orienta a elaboração da LOA no segundo


semestre, bem como estabelece regras orçamentárias a serem executadas ao
longo do exercício financeiro subsequente. Por exemplo, a LDO elaborada
em 2017 terá vigência já em 2017 para que oriente a elaboração da LOA e
também durante todo o ano de 2018, quando ocorrerá a execução
orçamentária.

O prazo para encaminhamento da LDO ao Legislativo é de oito meses e meio


antes do encerramento do exercício financeiro (15 de abril) e a devolução ao
Executivo deve ser realizada até o encerramento do primeiro período da sessão
legislativa (17 de julho). A sessão legislativa não será interrompida sem a
aprovação da LDO.

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Além dos dispositivos referentes à lei de diretrizes orçamentárias previstos na


CF/1988, a Lei de Responsabilidade Fiscal aumentou o rol de funções da LDO.
Entre elas, está a obrigação de que o anexo de metas fiscais e o anexo de
riscos fiscais integrem a LDO. Tais dispositivos serão vistos em momento
oportuno, sempre que previstos em edital.

2.2. Art. 169, § 1º, da CF/1988

O parágrafo primeiro do art. 169 poderia ser estudado tanto dentro do estudo
da LDO, quanto dentro do estudo da LOA. Vamos estudá-lo aqui mesmo no
tópico da LDO:

Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites
estabelecidos em lei complementar.

A Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF decorre, dentre outros dispositivos


constitucionais, também do art. 169 da CF/1988, o qual dispõe que a despesa
com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios (ou seja, de todos os entes) não poderá exceder os limites
estabelecidos em lei complementar. Tal lei complementar é a própria LRF.
00000000000

Assim, todos os entes estão sujeitos aos limites de despesas com pessoal
previstos em lei complementar.

§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração,


a criação de cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de
carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer
título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só
poderão ser feitas:

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Tal parágrafo pode ser resumido da seguinte forma: “os aumentos de despesas
com pessoal, independentemente da forma ou do órgão, só poderão ser
feitos:”

I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às


projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes
orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de
economia mista.

O inciso I determina que para aumentar as despesas com pessoal deve haver
dotação na LOA suficiente para atender as despesas já existentes e ainda aos
novos acréscimos. Isso deve ser prévio, ou seja, antes de o aumento ser
efetivamente colocado em prática.

O inciso II determina que para aumentar as despesas com pessoal deve haver
autorização específica na LDO. Entretanto, para apenas esse inciso II, há
uma ressalva: as empresas públicas e as sociedades de economia mista não
exigem autorização específica na LDO para aumentar suas despesas com
pessoal.

00000000000

A ausência de dotação orçamentária prévia em


legislação específica não autoriza a declaração de
inconstitucionalidade da lei, impedindo tão somente
STF sobre o art. 169, § 1º, a sua aplicação naquele exercício financeiro.
da CF/1988

Explicando a decisão do STF, a lei que concede aumento (ou qualquer hipótese
do § 1º do art. 169 da CF/1988) subordinado à existência de dotação
orçamentária suficiente e de autorização específica na lei de diretrizes

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orçamentárias não está sujeita à aferição de constitucionalidade por meio de


controle abstrato. Mesmo que estivesse sujeita ao crivo do controle abstrato, a
inobservância das restrições constitucionais relativas à autorização
orçamentária não induziria à inconstitucionalidade da lei, impedindo apenas a
sua execução no exercício financeiro respectivo. Sei que parece que ficou
difícil, mas não é culpa da nossa matéria, são esses termos de Controle de
Constitucionalidade lá do Direito Constitucional (rsrs). Com um exemplo vai
ficar tudo mais claro: supondo que você seja servidor público. Caso uma lei
conceda um aumento a servidores da sua carreira, mas sem dotação suficiente
na LOA ou sem autorização na LDO (regras do art. 169), ela não será
declarada inconstitucional. A única restrição é que ela não poderá ser aplicada
naquele exercício financeiro, ou seja, seu aumento vai ficar para quando forem
cumpridas as regras. Caso no exercício seguinte exista dotação na LOA e
autorização na LDO, a lei que concedeu o seu aumento poderá ser aplicada.

(CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) De acordo


com a CF, alterações na legislação tributária da União devem ser
processadas em conformidade com princípios e determinações
contidos na LOA.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Errada

(CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) As


00000000000

propostas orçamentárias que visem a criação de cargos, empregos e


funções devem constar na LDO.

A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de


cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como
a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e
entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas (art. 169, § 1º, II, da
CF/1988):
(...)
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias,
ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.
Resposta: Certa

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(FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) A Lei de


Diretrizes Orçamentárias, entre outros, orientará a elaboração da Lei
Orçamentária Anual, disporá sobre as alterações na legislação
tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Certa

(CETRO – Administração e Planejamento – Fundação Cultural Palmares


– 2014) A Lei de Diretrizes Orçamentárias compreenderá as metas e
prioridades da Administração Pública federal, porém não incluindo as
despesas de capital para o exercício financeiro subsequente.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, §
2º, da CF/1988).
Resposta: Errada

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3. LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL NA CF/1988

3.1. Entendendo o Conceito

A Lei Orçamentária Anual é o instrumento pelo qual o Poder Público prevê a


arrecadação de receitas e fixa a realização de despesas para o período de um
ano. A LOA é o orçamento por excelência ou o orçamento propriamente dito.

Os recursos são escassos e as necessidades da sociedade são ilimitadas.


Logo, são necessárias escolhas no momento da elaboração dos instrumentos
de planejamento e orçamento e naturalmente alguns setores serão mais
beneficiados, de acordo com as ideias dominantes dos governantes daquele
momento. Entretanto, as despesas executadas pelos diversos órgãos públicos
não podem ser desviadas do que está autorizado na LOA, tampouco podem
conflitar com o interesse público. A CF/1988 veda o início de programas ou
projetos não incluídos na LOA. Ainda, proíbe a consignação de crédito com
finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.

A LOA deve conter apenas matérias atinentes à previsão das receitas e à


fixação das despesas, sendo liberadas, em caráter de exceção, as autorizações
para créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação
de receita orçamentária. Trata-se do princípio orçamentário constitucional da
exclusividade.

A finalidade da LOA é a concretização dos objetivos e metas estabelecidos no


PPA. É o cumprimento ano a ano das etapas do PPA, em consonância com o
que foi estabelecido na LDO. Portanto, orientada pelas diretrizes, objetivos e
metas do PPA, compreende as ações a serem executadas, seguindo as metas e
prioridades estabelecidas na LDO.

Ainda, o projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo


regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções,
00000000000

anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e


creditícia (art. 165, § 6º, da CF/1988).

Quanto aos prazos, a Lei Orçamentária Anual federal, conhecida ainda como
Orçamento Geral da União (OGU), também segue o ADCT. O projeto da Lei
Orçamentária anual deverá ser encaminhado ao Legislativo quatro meses antes
do término do exercício financeiro (31 de agosto), e devolvido ao executivo até
o encerramento da sessão legislativa (22 de dezembro) do exercício de sua
elaboração.

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A LOA conterá o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o


orçamento de investimento das empresas (ou investimentos das estatais)2:
“§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público;
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público”.

Tal tripartição orçamentária


(fiscal, seguridade social e
investimento das estatais)
ocorre apenas para uma melhor
organização da LOA, pois há Pela CF/1988, a LOA compreende o
uma integração, coordenação e orçamento fiscal, da seguridade social e de
consolidação entre eles. 00000000000
investimentos das estatais. Não existe mais
Veremos nos próximos tópicos o orçamento monetário, tampouco
cada um desses orçamentos. orçamentos paralelos.

2
Art. 165, § 5º, I a III, da CF/1988

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3.2. O Orçamento Fiscal

§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:


I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público;

Tal dispositivo demonstra o cuidado do constituinte ao dar a maior abrangência


possível ao orçamento fiscal, em contraposição a conjuntura de vários
orçamentos “descontrolados” existente antes da CF/1988.

Até a década de 1980, o que havia era um convívio simultâneo com três
orçamentos distintos: o orçamento fiscal, o orçamento monetário e o
orçamento das estatais. A primeira impressão é de que mudou pouca coisa,
mas mudou muita coisa! É que não ocorria nenhuma consolidação entre eles.

O orçamento fiscal era sempre equilibrado e era aprovado pelo Legislativo. O


orçamento monetário e o das empresas estatais eram deficitários, sem
controle e, além do mais, não eram votados. Como o déficit público e os
subsídios mais importantes estavam no orçamento monetário, o Legislativo
encontrava-se, praticamente, alijado das decisões mais relevantes em relação
à política fiscal e monetária do País. O orçamento monetário era elaborado
pelo Banco Central e aprovado pelo executivo por decreto, sem o Congresso.

Atualmente, o orçamento fiscal deve contemplar as receitas e despesas do


Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e dos
Tribunais de Contas, incluindo seus fundos, órgãos e entidades da
administração direta e indireta (a qual já inclui as fundações públicas),
excetuando as receitas e despesas que estiverem no orçamento da seguridade
social e de investimento das estatais.

3.3. O Orçamento de Investimento das Estatais


00000000000

§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:


(...)
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

Tal preceito reforça que não há mais orçamentos paralelos e sem controle do
Legislativo. Após a CF/1988, o orçamento de investimento das estatais
também deve obrigatoriamente compor a lei orçamentária anual.

Importante notar que o dispositivo não trata de todas as despesas e sim


apenas dos investimentos (por isso que chamamos de orçamento de
investimentos das estatais). Assim, as despesas de custeio das empresas

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enquadradas nesse inciso estão dispensadas da LOA, já que tais empresas


necessitam de um mínimo de flexibilidade para que possam operar em
condições semelhantes às empresas da iniciativa privada.

Além disso, tal dispositivo não se refere a todas as estatais, mas apenas
aquelas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do
capital social com direito a voto, ou seja, refere-se apenas às empresas
controladas pela União.

Concluindo o tópico, a CF/1988 determina que os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional3.

O Orçamento da Seguridade Social não tem a função de reduzir


desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.

A interpretação da parte constitucional relacionada a esse


dispositivo do orçamento de investimento das estatais termina aqui e se
aparecer a literalidade na sua prova, pode considerar o item correto ou a
alternativa correta. Entretanto, há a possibilidade de extensão da interpretação
se considerarmos as LDOs de cada ano e a Lei de Responsabilidade Fiscal, as
quais trazem conceitos como o de empresas estatais dependentes e de não
dependentes. Nesse enfoque, apenas os investimentos das estatais não
dependentes estariam no orçamento de investimento e as estatais
00000000000

dependentes estariam apenas nos orçamentos fiscal e da seguridade social


(apesar de serem estatais também, essa “dependência” financeira, na prática,
as tornaria semelhantes a entidades da administração indireta, como as
autarquias). Isso foi apenas um “aperitivo”, pois tais conceitos não são
constitucionais:

✓ Estatais não dependentes Orçamento de investimento das estatais


✓ Estatais dependentes Orçamento fiscal e da seguridade social

3
Art. 165, § 7º, da CF/1988.

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3.4. O Orçamento da Seguridade Social

§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:


(...)
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

A Seguridade Social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa


dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos
relativos à saúde, à previdência e à assistência social.

Orçamento da Seguridade Social = saúde,


previdência e assistência social.

A Educação faz parte do Orçamento Fiscal!

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas


sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros
agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua
promoção, proteção e recuperação. Quanto à previdência social, fundada na
ideia de solidariedade social, deve ser organizada sob a forma de um regime
geral, sendo este de caráter contributivo e filiação obrigatória. Já a
assistência social apresenta característica de universalidade, visto que será
prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à
seguridade social.

Segundo o art. 195 da CF/1988, a proposta de orçamento da seguridade social


será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde,
previdência social e assistência social, tendo em vista as metas e prioridades
00000000000

estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área a


gestão de seus recursos.
No entanto, as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios
destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, não
integrando o orçamento da União.

O orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos ou


entidades vinculados à Seguridade Social, ou seja, vinculados aos
Ministérios correspondentes a essas áreas, independentemente da natureza da
despesa. Assim, ainda que alguma despesa desses órgãos não seja finalística
para a Seguridade Social, como por exemplo, o pagamento de um empréstimo
utilizado para a construção de um novo prédio do Ministério da Saúde, ela
comporá o orçamento da seguridade social, já que será considerada como um
meio para se atingir um fim relacionado à Seguridade Social.

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Por outro lado, o orçamento da seguridade social é aplicado a todos os órgãos


que possuem receitas e despesas públicas relacionadas à seguridade social
(previdência, assistência e saúde) e não apenas àqueles diretamente relacionados
à seguridade social, como os hospitais que atendem ao Sistema Único de Saúde
(SUS). Nesse caso, apenas as despesas típicas desses órgãos estarão no
orçamento da Seguridade Social. Por exemplo, o Ministério do Planejamento
possui despesas de assistência médica relativa aos seus servidores e essa
despesa faz parte do orçamento da seguridade social; as demais despesas não
relacionadas à seguridade social estarão no orçamento fiscal. Assim:

✓ Órgãos e entidades vinculados diretamente à Seguridade Social


independentemente da natureza da despesa, integram o orçamento da
seguridade social.

✓ Órgãos e entidades não vinculados diretamente à Seguridade Social


somente as despesas típicas da Seguridade Social integram o
orçamento da seguridade social.

Concluindo o tópico, a CF/1988 veda a utilização, sem autorização


legislativa específica, de recursos do orçamento fiscal e da seguridade social
para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas, fundações e fundos,
inclusive daqueles que compõem os próprios orçamentos previstos na LOA4.

Esquematizando:

00000000000

4
Art. 167, VIII, da CF/1988.

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(CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) O projeto


de LOA da União para o exercício seguinte deve ser enviado ao
Congresso Nacional até o final do exercício corrente.

O projeto da LOA deverá ser encaminhado ao Legislativo quatro meses antes


do término do exercício financeiro (31 de agosto), e devolvido ao
executivo até o encerramento da sessão legislativa (22 de dezembro) do
exercício de sua elaboração.
Resposta: Errada

(CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) A LDO compreende o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimentos das empresas com capital inicial pertencente à União.

A LOA (não é a LDO) compreende o orçamento fiscal, o orçamento da


seguridade social e o orçamento de investimentos das empresas em que a
União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com
direito a voto.
Resposta: Errada

(CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Ações e serviços


públicos de saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), são
financiados pelas três esferas da administração e integram uma rede
regionalizada e hierarquizada, razões pelas quais seus recursos e
aplicações estão englobados no orçamento da seguridade social, no
âmbito da União.

Segundo o art. 195 da CF/1988, a proposta de orçamento da seguridade social


será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde,
00000000000

previdência social e assistência social, tendo em vista as metas e prioridades


estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área a
gestão de seus recursos. No entanto, as receitas dos Estados, do Distrito
Federal e dos municípios destinadas à seguridade social constarão dos
respectivos orçamentos, não integrando o orçamento da União.
Resposta: Errada

(ESAF – EPPGG – Ministério do Planejamento – 2013) A LDO tem como


principais objetivos estimar a receita e fixar a programação das
despesas para o exercício financeiro.

A LOA tem como principais objetivos estimar a receita e fixar a programação


das despesas para o exercício financeiro.

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Resposta: Errada

(VUNESP – Auditor – DESENVOLVE SP – 2014) A Lei de Diretrizes


Orçamentárias (LDO) compreenderá o orçamento da seguridade social,
abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da
administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações
instituídos e mantidos pelo Poder Público.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) compreenderá o orçamento da seguridade


social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da
administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e
mantidos pelo Poder Público.
Resposta: Errada

3.5. Breves Considerações sobre a LOA na Lei 4320/1964

Há vários dispositivos sobre a LOA na Lei 4.320/1964. Aqui não vamos


aprofundar muito, pois quando cai em prova é apenas exigindo o
conhecimento da literalidade da Lei (além disso, não é um tema muito
cobrado em provas).

De acordo com o art. 2º, que explicita vários princípios orçamentários, a Lei do
Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa de forma a
evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do
Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e anualidade.

Deve integrar a LOA, obrigatoriamente, segundo os §§ 1º e 2º também do


art. 2º da referida Lei:
_ Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo;
00000000000

_ Quadro demonstrativo da receita e da despesa segundo as categorias


econômicas;
_ Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação;
_ Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração.

Acompanharão a Lei de Orçamento:


_ Quadros demonstrativos da receita e planos de aplicação dos fundos
especiais;
_ Quadros demonstrativos da despesa;
_ Quadro demonstrativo do programa anual de trabalho do Governo, em
termos de realização de obras e de prestação de serviços.

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De acordo com o art. 4º, a Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas


próprias dos órgãos do Governo e da administração centralizada, ou que, por
intermédio deles se devam realizar, observado o disposto no art. 2º.

(CESPE – Administrador – Polícia Federal – 2014) Os quadros que


contêm os planos de aplicação dos fundos especiais não integram a lei
orçamentária anual.

Acompanharão a Lei de Orçamento:


_ Quadros demonstrativos da receita e planos de aplicação dos fundos
especiais;
_ Quadros demonstrativos da despesa;
_ Quadro demonstrativo do programa anual de trabalho do Governo, em
termos de realização de obras e de prestação de serviços.
Os quadros mencionados devem apenas acompanhar a LOA, sem, no entanto,
integrá-la.
Resposta: Certa

Sugiro descansar alguns minutos antes de


partir para o resumo e para as questões
comentadas de concursos anteriores!

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Segue ao final de cada aula o “memento do concurseiro”. O memento é


apenas um lembrete/resumo dos principais pontos do conteúdo
abordado. Logo, é uma diretriz para o estudante, porém recomendo que você
o complemente de acordo com suas necessidades, por meio do
“Complemento do aluno” (logo após o memento) e não deixe de
constantemente consultar o conteúdo da aula. Não se prenda apenas ao
memento.

MEMENTO 0

PPA

Estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas (DOM) da


administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e
para as relativas aos programas de duração continuada.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser


iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão,
sob pena de crime de responsabilidade.

Assim como a LDO, é inovação da CF/1988.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição


serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso
Nacional.

LDO
00000000000

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das
agências financeiras oficiais de fomento.

A CF/1988 determina que a lei de diretrizes orçamentárias considere as alterações na


legislação tributária, mas a LDO não pode criar, aumentar, suprimir, diminuir ou
autorizar tributos, o que deve ser feito por outras leis. Também não existe regra
determinando que tais leis sejam aprovadas antes da LDO.

Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei
complementar.
§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de

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cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a


admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da
administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder
público, só poderão ser feitas:
I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções
de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as
empresas públicas e as sociedades de economia mista.

LOA

A lei orçamentária anual compreenderá:


I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e
entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo Poder Público;
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a
ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações
instituídos e mantidos pelo Poder Público.

Os orçamentos fiscais e de investimentos das estatais, compatibilizados com o plano


plurianual, terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais,
segundo critério populacional.

O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do


efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões,
subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.

É vedada a utilização, sem autorização legislativa específica, de recursos dos


orçamentos fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou cobrir déficit de
empresas, fundações e fundos, inclusive daqueles que compõem os próprios
orçamentos fiscal, de investimentos das estatais e da seguridade social.

A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos


00000000000

Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde,


à previdência e à assistência social.

✓ Órgãos e entidades vinculados diretamente à Seguridade Social


independentemente da natureza da despesa, integram o orçamento da
seguridade social.

✓ Órgãos e entidades não vinculados diretamente à Seguridade Social


somente as despesas típicas da Seguridade Social integram o orçamento da
seguridade social.

✓ Estatais não dependentes Orçamento de investimento das estatais


✓ Estatais dependentes Orçamento fiscal e da seguridade social

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QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES –


DIVERSAS BANCAS

Relembro que as questões estão em ordem decrescente do ano do concurso a


que se referem, ou seja, as mais recentes são as primeiras, mas dentro de
cada Banca. Assim, caso tenha pouco tempo para estudar as questões
comentadas, estude até onde for possível, começando pela Banca do seu
concurso ou, ainda, pelas mais recentes.

1) (FCC - Analista Judiciário – Judiciária – TRT/14ª – 2016) De


acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é INCORRETO
afirmar:
(A) Compreende as metas e prioridades da Administração pública.
(B) Orienta a elaboração do Plano Plurianual − PPA e da Lei
Orçamentária Anual − LOA.
(C) Dispõe sobre alterações na legislação tributária.
(D) Compreende as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente.
(E) Estabelece as políticas para as agências financeiras oficiais de
fomento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

O plano plurianual é anterior a LDO. É o PPA que orienta a LDO e não o


contrário. 00000000000

Resposta: Letra B

2) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Em


relação à Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é corretor afirmar:
a) Compreende todas as receitas e despesas para o período de um ano,
sendo considerada instrumento de planejamento operacional.
b) Consolida, qualifica e dimensiona a programação de governo para
os quatro anos subsequentes.
c) Estabelece metas e prioridades, na programação de governo, para o
ano subsequente.
d) É o documento básico para o exercício da atividade financeira e
integra os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimentos.

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e) Sua vigência é de quatro anos e tem a função de orientar a


elaboração dos demais planos e programas de governo.

a) Errada. A LOA compreende todas as receitas e despesas para o período de


um ano, sendo considerada instrumento de planejamento operacional.

b) Errada. O PPA consolida, qualifica e dimensiona a programação de governo


para os quatro anos subsequentes.

c) Correta. A LDO estabelece metas e prioridades, na programação de


governo, para o ano subsequente.

d) Errada. A LOA é o documento básico para o exercício da atividade


financeira e a integra os orçamentos fiscal, da seguridade social e de
investimentos.

e) Errada. O PPA tem sua vigência é de quatro anos e tem a função de


orientar a elaboração dos demais planos e programas de governo.

Resposta: Letra C

3) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016)


Segundo a Constituição Federal, um dos instrumentos de planejamento
é o Plano Plurianual − PPA. No âmbito da União o Plano Plurianual
a) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá
vigência de dois anos, iniciando-se no primeiro e terceiro ano de
mandato do chefe do Poder Executivo.
b) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá
vigência de quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do
chefe do Poder Executivo.
c) será apreciado, apenas, pela Câmara dos Deputados, com vigência
de quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do chefe do
00000000000

Poder Executivo.
d) o encaminhamento do projeto de lei do PPA ao Legislativo é de
iniciativa exclusiva do Ministro do Planejamento, orçamento e gestão,
com vigência de quatro anos.
e) terá vigência de quatro anos, iniciando-se no primeiro ano do
mandato do chefe do Poder Executivo.

O PPA será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá


vigência de quatro anos, iniciando-se no segundo ano de mandato do chefe
do Poder Executivo. A iniciativa é do Poder Executivo.
Resposta: Letra B

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4) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Na


Lei Orçamentária Anual do Estado do Rio de Pedras, para o exercício
de 2016, consta dotação orçamentária para investimento no valor de
R$ 23.500.000. Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF, a lei
orçamentária não consignará dotação para investimento com duração
superior a um exercício financeiro que NÃO
(A) esteja previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou em lei que
autorize a sua inclusão.
(B) seja compatível com a previsão da arrecadação das receitas que os
atenderá.
(C) esteja previsto no anexo de metas fiscais.
(D) seja compatível com as metas de arrecadação e com as prioridades
da administração.
(E) esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua
inclusão.

Podemos responder também pela Constituição Federal: Nenhum investimento


cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem
prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob
pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Letra E

5) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) As


metas da Administração pública para as despesas relativas aos
programas de duração continuada e as disposições sobre alterações na
legislação tributária são, respectivamente, conteúdos atinentes
(A) ao Plano Plurianual e à Lei Orçamentária Anual.
(B) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e ao Plano Plurianual.
(C) ao Plano Plurianual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei Orçamentária Anual.
(E) à Lei Orçamentária Anual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.
00000000000

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

Resposta: Letra C

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6) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO –


2015) De acordo com a Constituição Federal, a atribuição para
I. estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas
da administração pública federal para as despesas de capital e outras
delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada, bem como
II. fixar as metas e prioridades da administração pública federal,
incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, orientar a elaboração da lei orçamentária anual, dispor
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento
São, respectivamente, da
(A) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(B) I. Lei que estabelece Orçamento Anual e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(C) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.
(E) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da
administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
00000000000

aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da


CF/1988).

Resposta: Letra C

7) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Acerca


do processo de Planejamento-Orçamento, consubstanciado nos
instrumentos: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei
Orçamentária Anual, considere:
I. O Plano Plurianual, no âmbito estadual, é lei de iniciativa da
Secretaria de Planejamento e Orçamento.

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II. A Lei Orçamentária Anual deverá conter todas as receitas e


despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, entre outros, orientará a
elaboração da Lei Orçamentária Anual, disporá sobre as alterações na
legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.
IV. Na lei do Plano Plurianual, incluem-se as autorizações para
abertura de créditos adicionais das despesas de capital e outras delas
decorrentes.
V. Os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento nas
empresas estatais, no âmbito municipal, são de iniciativa da Câmara
Municipal.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II, e V.
(B) II, III e V.
(C) I, III e IV.
(D) I e IV.
(E) II e III.

I) Errado. O Plano Plurianual, no âmbito de qualquer ente, é lei de iniciativa do


Poder Executivo. Geralmente, em cada ente, há uma Secretaria com a
atribuição de elaborar os instrumentos de planejamento e orçamento, mas não
se pode afirmar que a iniciativa seria de tal Secretaria. A iniciativa é sempre do
Poder Executivo.

II) Correto. A Lei Orçamentária Anual deverá conter todas as receitas e


despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público.

III) Correto. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
00000000000

para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei


orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento (art. 165, § 2º, da CF/1988).

IV) Errado. A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma


regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988). Não há
previsão de autorização para abertura de créditos adicionais no PPA

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V) Errado. A iniciativa da LOA (composta pelos orçamentos fiscal, da


seguridade social e de investimento nas empresas estatais) no âmbito de
qualquer ente é do Poder Executivo.

Logo, está correto o que se afirma apenas em II e III.

Resposta: Letra E

8) (FCC – Analista – Contabilidade – CNMP - 2015) Anualmente,


cada ente da federação envia ao respectivo Poder Legislativo, projeto
de lei orçamentária anual. Nos termos da Constituição Federal, entre
outros, compõe a lei orçamentária anual:
(A) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades
e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem
como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
(B) o orçamento fiscal da administração direta da União, seus fundos e
órgãos, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) os planos e programas nacionais, regionais e setoriais elaborados
em consonância com o plano plurianual e a lei de diretrizes
orçamentárias.
(D) o orçamento de investimento das empresas estatais
independentes em que a União, direta ou indiretamente, participe do
capital social.
(E) a programação financeira e o cronograma de execução mensal de
desembolso da administração direta e indireta, e dos fundos e
fundações instituídas e mantidas pelo poder público.

a) Correta. A LOA compreenderá o orçamento da seguridade social,


abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração
direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo
Poder Público (art. 165 § 5º III, da C.F/1988).
00000000000

b) Errada. O orçamento fiscal referente aos Poderes da União seus fundos,


órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público (art. 165 § 5º I, da C.F/1988).

c) Errada. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais serão


elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo
Congresso Nacional (art. 165 § 4º, da C.F/ 1988). Não será em consonância
com a LDO.

d) Errada. O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta


ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto
(art.165 II, da C.F/1988).

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e) Errada. O cronograma de execução mensal de desembolso não compõe a


LOA e a referência que se faz a ele não está no texto constitucional e sim
na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Resposta: Letra A

9) (FCC – Analista Previdenciário – Administrativa – MANAUSPREV -


2015) Após ser eleito, determinado governante autorizou a realização
de despesa com investimento cuja execução será de vinte meses.
Nestas condições, de acordo com a Constituição Federal, o
investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro
(A) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual,
ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade.
(B) só poderá ser iniciado com prévia autorização na lei de
responsabilidade fiscal e comprovação da existência de recursos
financeiros para arcar com os pagamentos.
(C) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão na lei de diretrizes
orçamentárias, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime
de responsabilidade.
(D) não é exigida a inclusão na lei de diretrizes orçamentárias, se
comprovada à necessidade de sua realização.
(E) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Anexo de Metas de
Investimentos, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime
de improbidade administrativa.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a
inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da CF/1988).

Resposta: Letra A
00000000000

10) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB


- 2015) O instrumento de planejamento pelo qual devem ser previstos
os objetivos, diretrizes e metas da Administração pública para as
despesas relativas aos programas de duração continuada é o
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) Lei Orçamentária Anual.
(D) Plano Diretor.
(E) Anexo de Riscos Fiscais.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas

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de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de


duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

Resposta: Letra A

11) (FCC – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/RS - 2015) De


acordo com o princípio orçamentário da universalidade, a Lei
Orçamentária Anual deve conter todas as receitas e despesas do
Estado, não alcançando, contudo, as
(A) receitas provenientes de operações de crédito.
(B) despesas e receitas operacionais das empresas estatais.
(C) despesas dos poderes judiciário e legislativo.
(D) despesas correntes.
(E) despesas decorrentes de projetos inseridos no Plano Plurianual.

O dispositivo constitucional não trata de todas as despesas e sim apenas dos


investimentos (por isso que chamamos de orçamento de investimentos das
estatais). Assim, as despesas de custeio e operacionais das empresas
enquadradas nesse inciso estão dispensadas da LOA (não integram a LOA), já
que tais empresas necessitam de um mínimo de flexibilidade para que possam
operar em condições semelhantes às empresas da iniciativa privada.
Resposta: Letra B

12) FGV – Oficial de Chancelaria – MRE – 2016) A Lei de Diretrizes


Orçamentárias (LDO) é um instrumento que auxilia no planejamento
orçamentário das entidades públicas brasileiras, a partir das
disposições constitucionais e legais. Considerando tais disposições, é
correto afirmar que a LDO deve:
(A) apresentar o orçamento fiscal para cada poder e órgão da
administração direta;
(B) apresentar o orçamento de investimento das empresas estatais;
(C) consignar dotação para investimentos com prazo superior a doze
00000000000

meses;
(D) dispor sobre as alterações na legislação tributária;
(E) ser elaborada no primeiro ano de mandato para vigência nos
demais anos.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, §
2º, da CF/1988).
Resposta: Letra D

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13) (ESAF – Especialista em Regulação – ANAC – 2016) A respeito da


Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), pode-se afirmar que:
I. Inclui as metas e as prioridades da administração pública federal, a
despesa de capital para o exercício financeiro subsequente, serve para
orientar a elaboração da lei orçamentária anual, dispõe sobre as
alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação
das agências financeiras oficiais de fomento.
II. As emendas destinadas à modificação do projeto de Lei de
Diretrizes Orçamentárias (LDO) só poderão ser aprovadas se forem
incompatíveis com o plano plurianual.
III. A elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias é de iniciativa do
Poder Legislativo.
IV. A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do
Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Assinale a opção correta.
a) Todas são verdadeiras.
b) A I é verdadeira, a II e III são falsas.
c) A I é falsa, a II e a III são verdadeiras.
d) Todas são falsas.
e) A I, a II e a IV são falsas e a III é verdadeira.

I) Verdadeira. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento (art. 165, § 2º, da CF/1988).

II) Falsa. As emendas destinadas à modificação do projeto de Lei de Diretrizes


Orçamentárias (LDO) não poderão ser aprovadas se forem incompatíveis com
o plano plurianual (art. 166, § 4º, da CF/1988).
00000000000

III) Falsa. A elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias é de iniciativa do


Poder Executivo (art. 165, II, da CF/1988).

IV) Verdadeira. A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do


Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (art. 57, § 2º, da CF/1988).

A I é verdadeira, a II e III são falsas, e a IV é verdadeira.


Somente uma das opções se encaixa em tal possibilidade.
Resposta: Letra B

14) (VUNESP – Agente Contábil e Financeiro – Câmara de


Jaboticabal/SP – 2015) Assinale a alternativa que preenche, correta e
respectivamente, as lacunas do enunciado. Conforme o Art. 165 da CF

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de 1988, o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias, bem como os


orçamentos anuais serão estabelecidos pelos poderes executivos. No
caso da lei de diretrizes orçamentárias, esta compreenderá as metas e
prioridades da administração pública, incluindo as
_________________ para o exercício financeiro
__________________ , orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política ________________ .
(A) receitas de capital … subsequente … de movimentação financeira
(B) receitas tributárias … corrente … monetária
(C) despesas mobiliárias … corrente … financeira, incluindo as de
direito creditório
(D) despesas correntes … incluindo os 4 anos de mandato …
econômica e social
(E) despesas de capital … subsequente … de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o
exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a
política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art.
165, § 2º, da CF/1988).

Gabarito: Letra E

15) (VUNESP – Agente Contábil e Financeiro – Câmara de


Jaboticabal/SP – 2015) Os tipos de orçamentos públicos iniciais, de
acordo com a Lei do orçamento, são
(A) receitas e despesas orçamentárias e extra orçamentárias, e os
planos plurianuais.
(B) o plano plurianual, plano orçamentário e extra orçamentário.
00000000000

(C) o plano de metas e diretrizes orçamentárias e a lei de diretrizes


plurianuais.
(D) o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos
anuais.
(E) as diretrizes de metas orçamentárias, o plano plurianual e o de
quatro anos.

Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão (art. 165 da CF/1988):


I - o plano plurianual;
II - as diretrizes orçamentárias;
III - os orçamentos anuais.

Resposta: Letra D

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16) (CONSULPLAN - Auxiliar Administrativo – Pref. de Duque de


Caxias/RJ – 2015) “O orçamento municipal deve manter pertinência
com a lei municipal que estabelece as diretrizes, os objetivos e as
metas do gasto público.” A lei referida no trecho denomina se:
A) Lei Orgânica
B) Plano Plurianual.
C) Lei de Responsabilidade Fiscal.
D) Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Letra B

17) (FUNCAB – Contador – Prefeitura de Araruama/RJ – 2015)


Marque a alternativa que apresenta o instrumento incumbido de
orientar a elaboração e a execução do Orçamento Público.
A) Plano Plurianual
B) Lei de Diretrizes Orçamentárias
C) Lei Orçamentária Anual
D) Orçamento Fiscal
E) Orçamento da Seguridade Social

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
00000000000

Resposta: letra B

18) (FUNCAB – Administrador – Conselho Regional de Farmácia/RO –


2015) Tem como finalidade a concretização dos objetivos e metas
estabelecidos no plano plurianual, em consonância com a lei de
diretrizes orçamentárias. A afirmação se refere à(aos):
A) execução orçamentária.
B) créditos adicionais.
C) lei orçamentária anual.
D) reserva de contingência.
E) dotação orçamentária.

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A finalidade da LOA é a concretização dos objetivos e metas estabelecidos no


PPA. É o cumprimento ano a ano das etapas do PPA, em consonância com o
que foi estabelecido na LDO.
Resposta: letra C

19) (FUNCAB – Agente Administrativo – Prefeitura de São Mateus/ES


– 2015) Em matéria orçamentária, de acordo com os dispositivos
constitucionais, quais orçamentos compreendidos na lei orçamentária
anual que, compatibilizados com o Plano plurianual e com base no
critério populacional, têm funções de reduzir as desigualdades inter-
regionais?
A) Fiscal e de investimento das empresas
B) Suplementar e especial
C) Extraordinário e setorial
D) Misto e regional
E) Executivo e da seguridade social

Os orçamentos fiscal e de investimentos das estatais, compatibilizados


com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir desigualdades
inter-regionais, segundo critério populacional (art. 165, § 7º, da CF/1988).
Resposta: Letra A

20) (FUNCAB – Auditor Público Interno – Prefeitura de Santa


Teresa/ES – 2015) Marque a alternativa que apresenta o instrumento
da Administração Pública, que evidencia o documento legal que
contém a previsão de receitas e a fixação de despesas a serem
realizadas no exercício financeiro.
A) Lei do Orçamento Anual – LOA
B) Plano Plurianual – PPA
C) Orçamento Fiscal – OF
D) Orçamento da Seguridade Social – OSS
E) Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO
00000000000

A LOA é o orçamento propriamente dito. Nesse instrumento orçamentário,


estão previstas as receitas para o exercício financeiro e fixada todas as
despesas as serem executadas.
Resposta: Letra A

21) (FUNCAB – Contador – Prefeitura de Araruama/RJ – 2015) A Lei


Orçamentária Anual LOA é um instrumento de planejamento que
operacionaliza no curto prazo os programas contidos no Plano
Plurianual – PPA. Identifique e marque a alternativa que apresenta um
conjunto correto de orçamentos que compõem a LOA.
A) Fiscal, Monetário e Seguridade Social

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B) Seguridade Social e Monetário


C) Financeiro, Monetário e Fiscal
D) Seguridade Social e de Investimentos das Estatais
E) Investimentos das Estatais e Financeiro

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais).
Resposta: Letra D

22) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) A LDO


compreende o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o
orçamento de investimentos das empresas com capital inicial
pertencente à União.

A LOA compreende o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o


orçamento de investimentos das empresas em que a União, direta ou
indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.
Resposta: Errada

23) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/8 – 2016) As


alterações na legislação tributária somente podem vigorar após serem
incluídas na lei de diretrizes orçamentárias.

A CF/1988 determina que a lei de diretrizes orçamentárias considere as


alterações na legislação tributária, mas a LDO não pode criar, aumentar,
suprimir, diminuir ou autorizar tributos, o que deve ser feito por outras leis.
Também não existe regra determinando que tais leis sejam aprovadas antes
da LDO, nem que só possam vigorar após serem incluídas na LDO.
Resposta: Errada

24) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRE/PI – 2016) O


00000000000

PPA deve estabelecer como uma de suas despesas os recursos de


operação e manutenção de investimentos em bens de capital.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Certa

25) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRE/PI – 2016) A


autorização para aumento de remuneração dos membros do Poder
Legislativo deve estar contida no PPA.

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A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de


cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como
a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e
entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas:
I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções
de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias,
ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.
Resposta: Errada

26) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) As diretrizes


orçamentárias são estabelecidas por leis de iniciativa do Poder
Executivo.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais”.

Resposta: Certa

27) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A lei


orçamentária anual é composta pelos orçamentos fiscal, de
investimento das empresas estatais e da seguridade social.

Integram a LOA os orçamentos fiscal, de investimento das empresas estatais e


da seguridade social.
Resposta: Certa

28) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A LOA


00000000000

prevê as despesas para o decurso do exercício financeiro e, após


aprovada, garante aos entes públicos que suas necessidades de
recursos financeiros serão plenamente atendidas.

Os recursos são escassos e as necessidades da sociedade são ilimitadas.


Logo, são necessárias escolhas no momento da elaboração dos instrumentos
de planejamento e orçamento e naturalmente alguns setores serão mais
beneficiados, de acordo com as ideias dominantes dos governantes daquele
momento. Logo, não é possível garantir aos entes públicos que suas
necessidades de recursos financeiros serão plenamente atendidas
Resposta: Errada

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29) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/8 – 2016)


Conforme a CF, os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às
diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais
deverão ser apreciados, na forma do regimento comum, pela Câmara
Federal e pelo Senado Federal.

De acordo com o art. 166 da CF/1988, os projetos de lei relativos ao plano


plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos
adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional (Câmara
dos Deputados e Senado Federal), na forma do regimento comum.
Resposta: Certa

30) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A lei


orçamentária anual é desvinculada do plano plurianual e da lei de
diretrizes orçamentárias.

No âmbito de cada ente, PPA, LDO e LOA constituem etapas distintas, porém
integradas, de forma que permitam um planejamento estrutural das ações
governamentais.
Resposta: Errada

31) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) O PPA e a LDO


devem ser aprovados pelo Poder Legislativo.

De acordo com o art. 166 da CF/1988, os projetos de lei relativos ao plano


plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos
adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma
do regimento comum. Ou seja, devem ser analisados e votados pelo Poder
Legislativo.
Resposta: Certa

32) (CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) Considere que


00000000000

determinado investimento não esteja previsto no PPA. Nesse caso,


quando da elaboração da LOA, não poderá ser consignada dotação
para o referido investimento.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro


poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que
autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da
CF/1988).
Assim, não podemos afirmar categoricamente que um investimento fora do
PPA não possa estar previsto na LOA, sem antes sabermos se ultrapassa ou
não um exercício financeiro.
Resposta: Errada

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33) (CESPE – Economista - DPU – 2016) A LDO é o instrumento legal


e normatizador que orienta a elaboração e execução do orçamento
anual e dispõe sobre o planejamento governamental de longo prazo.

A LOA orienta a elaboração e execução do orçamento anual, mas é de curto


prazo.
Resposta: Errada

34) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) As


propostas orçamentárias que visem a criação de cargos, empregos e
funções devem constar na LDO.

A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de


cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como
a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e
entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e
mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas:
I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções
de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes;
II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias,
ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.
Resposta: Certa

35) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) O


projeto de LOA da União para o exercício seguinte deve ser enviado ao
Congresso Nacional até o final do exercício corrente.

O projeto da Lei Orçamentária anual deverá ser encaminhado ao Legislativo


quatro meses antes do término do exercício financeiro (31 de agosto), e
devolvido ao executivo até o encerramento da sessão legislativa (22 de
dezembro) do exercício de sua elaboração.
Resposta: Errada 00000000000

36) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A lei de


diretrizes orçamentárias fundamenta e orienta a elaboração do plano
plurianual.

A lei de diretrizes orçamentárias fundamenta e orienta a elaboração da lei


orçamentária anual.
Resposta: Errada

37) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016)


Conforme dispositivo legal, a LOA compreende o orçamento de
investimento das estatais, limitado às empresas em que a União
detenha, de forma direta, a maioria do capital social.

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Conforme dispositivo constitucional, a LOA compreende o orçamento de


investimento das estatais, limitado às empresas em que a União detenha, de
forma direta ou indireta, a maioria do capital social com direito a voto.
Resposta: Errada

38) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) O


orçamento fiscal, é um instrumento da LDO que determina as metas e
prioridades para a administração pública.

O orçamento fiscal integra a LOA.


Resposta: Errada

39) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) De


acordo com a CF, alterações na legislação tributária da União devem
ser processadas em conformidade com princípios e determinações
contidos na LOA.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Errada

40) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Sob


pena de ser considerado inválido, o decreto que estabelece o PPA não
pode deixar de especificar, de forma regionalizada, as metas e as
prioridades do governo para os quatro anos seguintes à sua
aprovação, relativamente às despesas de capital e outras delas
decorrentes, e também as despesas de duração continuada.
00000000000

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as
despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada (art. 165, §1º, da CF/1988). Assim, o PPA
deve ser instituído por lei e não pode ser estabelecido por decreto.
Resposta: Errada

41) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Será


inconstitucional a lei de iniciativa da Câmara dos Deputados que
estabelecer as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro
subsequente.

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Segundo o art. 165, I a III, da Constituição Federal de 1988:


Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I– o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais.

Assim, será inconstitucional a lei de iniciativa de outro Poder que estabelecer


as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro subsequente.
Resposta: Certa

42) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Conforme


determinação da CF, o plano plurianual deve ser elaborado em
consonância com os planos e programas nacionais, regionais e
setoriais. A explicação para essa vinculação reside no fato de que tais
planos e programas apresentam maior duração e são mais específicos.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Resposta: Errada

43) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) A norma


legal que institui o orçamento público anual deve definir, de forma
regionalizada, as despesas para custear os investimentos em
programas de duração continuada.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Errada
00000000000

44) (CESPE – Analista – Finanças e Controle - MPU – 2015) De acordo


com a Constituição Federal, os planos e os programas nacionais,
regionais e setoriais devem ser elaborados em consonância com o
plano plurianual (PPA) e apreciados pelo Congresso Nacional. Devido à
sua relação com o PPA, os programas nacionais, regionais e setoriais
não podem ter duração superior a quatro anos.

Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta


Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e
apreciados pelo Congresso Nacional (art. 165, § 4º, da CF/1988).
Entretanto, os programas nacionais, regionais e setoriais muitas vezes têm
duração superior ao PPA, porque são de longo prazo, como o Plano Nacional
de Educação (10 anos).

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Resposta: Errada

45) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) A lei de


diretrizes orçamentárias, instrumento de planejamento da atividade
financeira para o exercício financeiro subsequente, objetiva dispor
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).
Resposta: Certa

46) (CESPE – Auditor – FUB - 2015) A lei orçamentária anual é


composta dos orçamentos: fiscal, seguridade social e investimento das
estatais.

Segundo o § 5º, I, II e III, do art. 165 da CF/1988, a LOA conterá o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimento das empresas (ou investimentos das estatais).
Resposta: Certa

47) (CESPE – Administrador – FUB - 2015) O processo orçamentário


brasileiro é direcionado principalmente por três leis distintas: o plano
plurianual com maior vigência, a lei de diretrizes orçamentárias em
conjunto com o anexo de metas e riscos fiscais e, por fim, a lei
orçamentária anual, na qual se incluem o orçamento fiscal, o de
seguridade social e o de investimentos das empresas.
00000000000

O processo orçamentário brasileiro é direcionado principalmente por três leis


distintas: PPA, LDO e LOA. O plano plurianual tem maior vigência, a qual é de
quatro anos; a lei de diretrizes orçamentárias em conjunto com o anexo de
metas e riscos fiscais conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal e,
por fim, a lei orçamentária anual, na qual se incluem o orçamento fiscal, o de
seguridade social e o de investimentos das empresas.
Resposta: Certa

48) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) A função de


reduzir desigualdades inter-regionais, atribuída aos orçamentos,
orienta a elaboração do orçamento da seguridade social no sentido de
destinar proporcionalmente maiores números e valores de benefícios
previdenciários para as regiões mais pobres do país.

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Segundo o § 7º do art. 165 da CF/1988, os orçamentos fiscais e de


investimentos das estatais, compatibilizados com o plano plurianual, terão
entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional. Assim, o orçamento da seguridade social não tem tal função.
Resposta: Errada

49) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Ações e


serviços públicos de saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde
(SUS), são financiados pelas três esferas da administração e integram
uma rede regionalizada e hierarquizada, razões pelas quais seus
recursos e aplicações estão englobados no orçamento da seguridade
social, no âmbito da União.

Segundo o art. 195 da CF/1988, a proposta de orçamento da seguridade social


será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde,
previdência social e assistência social, tendo em vista as metas e prioridades
estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área a
gestão de seus recursos.
No entanto, as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios
destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, não
integrando o orçamento da União.
Resposta: Errada

E aqui terminamos nossa aula demonstrativa.

Segue a lista de questões comentadas e os seus respectivos gabaritos.

Na próxima aula trataremos do Ciclo ou Processo Orçamentário. Espero você


lá!
00000000000

Enquanto isso o Prof. Vinícius Nascimento estará a sua disposição no fórum de


dúvidas!

Forte abraço!

Sérgio Mendes

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LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA

1) (FCC - Analista Judiciário – Judiciária – TRT/14ª – 2016) De acordo com


a Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é INCORRETO afirmar:
(A) Compreende as metas e prioridades da Administração pública.
(B) Orienta a elaboração do Plano Plurianual − PPA e da Lei Orçamentária
Anual − LOA.
(C) Dispõe sobre alterações na legislação tributária.
(D) Compreende as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente.
(E) Estabelece as políticas para as agências financeiras oficiais de fomento.

2) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Em relação


à Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é corretor afirmar:
a) Compreende todas as receitas e despesas para o período de um ano, sendo
considerada instrumento de planejamento operacional.
b) Consolida, qualifica e dimensiona a programação de governo para os quatro
anos subsequentes.
c) Estabelece metas e prioridades, na programação de governo, para o ano
subsequente.
d) É o documento básico para o exercício da atividade financeira e integra os
orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimentos.
e) Sua vigência é de quatro anos e tem a função de orientar a elaboração dos
demais planos e programas de governo.

3) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Segundo a


Constituição Federal, um dos instrumentos de planejamento é o Plano
Plurianual − PPA. No âmbito da União o Plano Plurianual
a) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá vigência de
00000000000

dois anos, iniciando-se no primeiro e terceiro ano de mandato do chefe do


Poder Executivo.
b) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá vigência de
quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do chefe do Poder
Executivo.
c) será apreciado, apenas, pela Câmara dos Deputados, com vigência de
quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do chefe do Poder
Executivo.
d) o encaminhamento do projeto de lei do PPA ao Legislativo é de iniciativa
exclusiva do Ministro do Planejamento, orçamento e gestão, com vigência de
quatro anos.
e) terá vigência de quatro anos, iniciando-se no primeiro ano do mandato do
chefe do Poder Executivo.

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4) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Na Lei


Orçamentária Anual do Estado do Rio de Pedras, para o exercício de 2016,
consta dotação orçamentária para investimento no valor de R$ 23.500.000.
Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF, a lei orçamentária não
consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício
financeiro que NÃO
(A) esteja previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou em lei que autorize a
sua inclusão.
(B) seja compatível com a previsão da arrecadação das receitas que os
atenderá.
(C) esteja previsto no anexo de metas fiscais.
(D) seja compatível com as metas de arrecadação e com as prioridades da
administração.
(E) esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.

5) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) As metas da


Administração pública para as despesas relativas aos programas de duração
continuada e as disposições sobre alterações na legislação tributária são,
respectivamente, conteúdos atinentes
(A) ao Plano Plurianual e à Lei Orçamentária Anual.
(B) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e ao Plano Plurianual.
(C) ao Plano Plurianual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei Orçamentária Anual.
(E) à Lei Orçamentária Anual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.

6) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO – 2015) De


acordo com a Constituição Federal, a atribuição para
I. estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada, bem
como
II. fixar as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as
00000000000

despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientar a


elaboração da lei orçamentária anual, dispor sobre as alterações na legislação
tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento
São, respectivamente, da
(A) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(B) I. Lei que estabelece Orçamento Anual e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(C) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

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(E) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da


II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

7) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Acerca do


processo de Planejamento-Orçamento, consubstanciado nos instrumentos:
Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual,
considere:
I. O Plano Plurianual, no âmbito estadual, é lei de iniciativa da Secretaria de
Planejamento e Orçamento.
II. A Lei Orçamentária Anual deverá conter todas as receitas e despesas de
todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas
pelo Poder Público.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, entre outros, orientará a elaboração da
Lei Orçamentária Anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.
IV. Na lei do Plano Plurianual, incluem-se as autorizações para abertura de
créditos adicionais das despesas de capital e outras delas decorrentes.
V. Os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento nas empresas
estatais, no âmbito municipal, são de iniciativa da Câmara Municipal.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II, e V.
(B) II, III e V.
(C) I, III e IV.
(D) I e IV.
(E) II e III.

8) (FCC – Analista – Contabilidade – CNMP - 2015) Anualmente, cada ente


da federação envia ao respectivo Poder Legislativo, projeto de lei orçamentária
anual. Nos termos da Constituição Federal, entre outros, compõe a lei
orçamentária anual:
(A) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
00000000000

a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e


fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
(B) o orçamento fiscal da administração direta da União, seus fundos e órgãos,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) os planos e programas nacionais, regionais e setoriais elaborados em
consonância com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias.
(D) o orçamento de investimento das empresas estatais independentes em que
a União, direta ou indiretamente, participe do capital social.
(E) a programação financeira e o cronograma de execução mensal de
desembolso da administração direta e indireta, e dos fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo poder público.

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9) (FCC – Analista Previdenciário – Administrativa – MANAUSPREV - 2015)


Após ser eleito, determinado governante autorizou a realização de despesa
com investimento cuja execução será de vinte meses. Nestas condições, de
acordo com a Constituição Federal, o investimento cuja execução ultrapasse
um exercício financeiro
(A) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei
que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
(B) só poderá ser iniciado com prévia autorização na lei de responsabilidade
fiscal e comprovação da existência de recursos financeiros para arcar com os
pagamentos.
(C) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão na lei de diretrizes
orçamentárias, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade.
(D) não é exigida a inclusão na lei de diretrizes orçamentárias, se comprovada
à necessidade de sua realização.
(E) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Anexo de Metas de
Investimentos, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
improbidade administrativa.

10) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB - 2015)


O instrumento de planejamento pelo qual devem ser previstos os objetivos,
diretrizes e metas da Administração pública para as despesas relativas aos
programas de duração continuada é o
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) Lei Orçamentária Anual.
(D) Plano Diretor.
(E) Anexo de Riscos Fiscais.

11) (FCC – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/RS - 2015) De acordo


com o princípio orçamentário da universalidade, a Lei Orçamentária Anual deve
conter todas as receitas e despesas do Estado, não alcançando, contudo, as
00000000000

(A) receitas provenientes de operações de crédito.


(B) despesas e receitas operacionais das empresas estatais.
(C) despesas dos poderes judiciário e legislativo.
(D) despesas correntes.
(E) despesas decorrentes de projetos inseridos no Plano Plurianual.

12) FGV – Oficial de Chancelaria – MRE – 2016) A Lei de Diretrizes


Orçamentárias (LDO) é um instrumento que auxilia no planejamento
orçamentário das entidades públicas brasileiras, a partir das disposições
constitucionais e legais. Considerando tais disposições, é correto afirmar que a
LDO deve:
(A) apresentar o orçamento fiscal para cada poder e órgão da administração
direta;

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(B) apresentar o orçamento de investimento das empresas estatais;


(C) consignar dotação para investimentos com prazo superior a doze meses;
(D) dispor sobre as alterações na legislação tributária;
(E) ser elaborada no primeiro ano de mandato para vigência nos demais anos.

13) (ESAF – Especialista em Regulação – ANAC – 2016) A respeito da Lei de


Diretrizes Orçamentárias (LDO), pode-se afirmar que:
I. Inclui as metas e as prioridades da administração pública federal, a despesa
de capital para o exercício financeiro subsequente, serve para orientar a
elaboração da lei orçamentária anual, dispõe sobre as alterações na legislação
tributária e estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento.
II. As emendas destinadas à modificação do projeto de Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) só poderão ser aprovadas se forem incompatíveis com o
plano plurianual.
III. A elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias é de iniciativa do Poder
Legislativo.
IV. A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do Projeto de
Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Assinale a opção correta.
a) Todas são verdadeiras.
b) A I é verdadeira, a II e III são falsas.
c) A I é falsa, a II e a III são verdadeiras.
d) Todas são falsas.
e) A I, a II e a IV são falsas e a III é verdadeira.

14) (VUNESP – Agente Contábil e Financeiro – Câmara de Jaboticabal/SP –


2015) Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as
lacunas do enunciado. Conforme o Art. 165 da CF de 1988, o plano plurianual,
as diretrizes orçamentárias, bem como os orçamentos anuais serão
estabelecidos pelos poderes executivos. No caso da lei de diretrizes
orçamentárias, esta compreenderá as metas e prioridades da administração
00000000000

pública, incluindo as _________________ para o exercício financeiro


__________________ , orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política
________________ .
(A) receitas de capital … subsequente … de movimentação financeira
(B) receitas tributárias … corrente … monetária
(C) despesas mobiliárias … corrente … financeira, incluindo as de direito
creditório
(D) despesas correntes … incluindo os 4 anos de mandato … econômica e
social
(E) despesas de capital … subsequente … de aplicação das agências financeiras
oficiais de fomento

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15) (VUNESP – Agente Contábil e Financeiro – Câmara de Jaboticabal/SP –


2015) Os tipos de orçamentos públicos iniciais, de acordo com a Lei do
orçamento, são
(A) receitas e despesas orçamentárias e extra orçamentárias, e os planos
plurianuais.
(B) o plano plurianual, plano orçamentário e extra orçamentário.
(C) o plano de metas e diretrizes orçamentárias e a lei de diretrizes
plurianuais.
(D) o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.
(E) as diretrizes de metas orçamentárias, o plano plurianual e o de quatro
anos.

16) (CONSULPLAN - Auxiliar Administrativo – Pref. de Duque de Caxias/RJ –


2015) “O orçamento municipal deve manter pertinência com a lei municipal
que estabelece as diretrizes, os objetivos e as metas do gasto público.” A lei
referida no trecho denomina se:
A) Lei Orgânica
B) Plano Plurianual.
C) Lei de Responsabilidade Fiscal.
D) Lei de Diretrizes Orçamentárias.

17) (FUNCAB – Contador – Prefeitura de Araruama/RJ – 2015) Marque a


alternativa que apresenta o instrumento incumbido de orientar a elaboração e
a execução do Orçamento Público.
A) Plano Plurianual
B) Lei de Diretrizes Orçamentárias
C) Lei Orçamentária Anual
D) Orçamento Fiscal
E) Orçamento da Seguridade Social

18) (FUNCAB – Administrador – Conselho Regional de Farmácia/RO – 2015)


Tem como finalidade a concretização dos objetivos e metas estabelecidos no
00000000000

plano plurianual, em consonância com a lei de diretrizes orçamentárias. A


afirmação se refere à(aos):
A) execução orçamentária.
B) créditos adicionais.
C) lei orçamentária anual.
D) reserva de contingência.
E) dotação orçamentária.

19) (FUNCAB – Agente Administrativo – Prefeitura de São Mateus/ES –


2015) Em matéria orçamentária, de acordo com os dispositivos constitucionais,
quais orçamentos compreendidos na lei orçamentária anual que,
compatibilizados com o Plano plurianual e com base no critério populacional,
têm funções de reduzir as desigualdades inter-regionais?

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A) Fiscal e de investimento das empresas


B) Suplementar e especial
C) Extraordinário e setorial
D) Misto e regional
E) Executivo e da seguridade social

20) (FUNCAB – Auditor Público Interno – Prefeitura de Santa Teresa/ES –


2015) Marque a alternativa que apresenta o instrumento da Administração
Pública, que evidencia o documento legal que contém a previsão de receitas e
a fixação de despesas a serem realizadas no exercício financeiro.
A) Lei do Orçamento Anual – LOA
B) Plano Plurianual – PPA
C) Orçamento Fiscal – OF
D) Orçamento da Seguridade Social – OSS
E) Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO

21) (FUNCAB – Contador – Prefeitura de Araruama/RJ – 2015) A Lei


Orçamentária Anual LOA é um instrumento de planejamento que
operacionaliza no curto prazo os programas contidos no Plano Plurianual – PPA.
Identifique e marque a alternativa que apresenta um conjunto correto de
orçamentos que compõem a LOA.
A) Fiscal, Monetário e Seguridade Social
B) Seguridade Social e Monetário
C) Financeiro, Monetário e Fiscal
D) Seguridade Social e de Investimentos das Estatais
E) Investimentos das Estatais e Financeiro

22) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) A LDO compreende o


orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de
investimentos das empresas com capital inicial pertencente à União.

23) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/8 – 2016) As


00000000000

alterações na legislação tributária somente podem vigorar após serem


incluídas na lei de diretrizes orçamentárias.

24) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRE/PI – 2016) O PPA


deve estabelecer como uma de suas despesas os recursos de operação e
manutenção de investimentos em bens de capital.

25) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRE/PI – 2016) A


autorização para aumento de remuneração dos membros do Poder Legislativo
deve estar contida no PPA.

26) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) As diretrizes


orçamentárias são estabelecidas por leis de iniciativa do Poder Executivo.

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27) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A lei


orçamentária anual é composta pelos orçamentos fiscal, de investimento das
empresas estatais e da seguridade social.

28) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A LOA prevê as


despesas para o decurso do exercício financeiro e, após aprovada, garante aos
entes públicos que suas necessidades de recursos financeiros serão
plenamente atendidas.

29) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/8 – 2016) Conforme


a CF, os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes
orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais deverão ser
apreciados, na forma do regimento comum, pela Câmara Federal e pelo
Senado Federal.

30) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A lei


orçamentária anual é desvinculada do plano plurianual e da lei de diretrizes
orçamentárias.

31) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) O PPA e a LDO devem ser
aprovados pelo Poder Legislativo.

32) (CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) Considere que


determinado investimento não esteja previsto no PPA. Nesse caso, quando da
elaboração da LOA, não poderá ser consignada dotação para o referido
investimento.

33) (CESPE – Economista - DPU – 2016) A LDO é o instrumento legal e


normatizador que orienta a elaboração e execução do orçamento anual e
dispõe sobre o planejamento governamental de longo prazo.
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34) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) As


propostas orçamentárias que visem a criação de cargos, empregos e funções
devem constar na LDO.

35) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) O projeto


de LOA da União para o exercício seguinte deve ser enviado ao Congresso
Nacional até o final do exercício corrente.

36) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) A lei de


diretrizes orçamentárias fundamenta e orienta a elaboração do plano
plurianual.

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37) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) Conforme


dispositivo legal, a LOA compreende o orçamento de investimento das estatais,
limitado às empresas em que a União detenha, de forma direta, a maioria do
capital social.

38) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) O orçamento


fiscal, é um instrumento da LDO que determina as metas e prioridades para a
administração pública.

39) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) De acordo


com a CF, alterações na legislação tributária da União devem ser processadas
em conformidade com princípios e determinações contidos na LOA.

40) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Sob pena


de ser considerado inválido, o decreto que estabelece o PPA não pode deixar
de especificar, de forma regionalizada, as metas e as prioridades do governo
para os quatro anos seguintes à sua aprovação, relativamente às despesas de
capital e outras delas decorrentes, e também as despesas de duração
continuada.

41) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Será


inconstitucional a lei de iniciativa da Câmara dos Deputados que estabelecer as
diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro subsequente.

42) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Conforme


determinação da CF, o plano plurianual deve ser elaborado em consonância
com os planos e programas nacionais, regionais e setoriais. A explicação para
essa vinculação reside no fato de que tais planos e programas apresentam
maior duração e são mais específicos.

43) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) A norma legal


que institui o orçamento público anual deve definir, de forma regionalizada, as
00000000000

despesas para custear os investimentos em programas de duração continuada.

44) (CESPE – Analista – Finanças e Controle - MPU – 2015) De acordo com a


Constituição Federal, os planos e os programas nacionais, regionais e setoriais
devem ser elaborados em consonância com o plano plurianual (PPA) e
apreciados pelo Congresso Nacional. Devido à sua relação com o PPA, os
programas nacionais, regionais e setoriais não podem ter duração superior a
quatro anos.

45) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) A lei de diretrizes


orçamentárias, instrumento de planejamento da atividade financeira para o
exercício financeiro subsequente, objetiva dispor sobre as alterações na

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legislação tributária e estabelecer a política de aplicação das agências


financeiras oficiais de fomento.

46) (CESPE – Auditor – FUB - 2015) A lei orçamentária anual é composta dos
orçamentos: fiscal, seguridade social e investimento das estatais.

47) (CESPE – Administrador – FUB - 2015) O processo orçamentário


brasileiro é direcionado principalmente por três leis distintas: o plano
plurianual com maior vigência, a lei de diretrizes orçamentárias em conjunto
com o anexo de metas e riscos fiscais e, por fim, a lei orçamentária anual, na
qual se incluem o orçamento fiscal, o de seguridade social e o de
investimentos das empresas.

48) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) A função de reduzir


desigualdades inter-regionais, atribuída aos orçamentos, orienta a elaboração
do orçamento da seguridade social no sentido de destinar proporcionalmente
maiores números e valores de benefícios previdenciários para as regiões mais
pobres do país.

49) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) Ações e serviços


públicos de saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), são
financiados pelas três esferas da administração e integram uma rede
regionalizada e hierarquizada, razões pelas quais seus recursos e aplicações
estão englobados no orçamento da seguridade social, no âmbito da União.

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GABARITO

1 B
2 C
3 B
4 E
5 C
6 C
7 E
8 A
9 A
10 A
11 B
12 D
13 B
14 E
15 D
16 B
17 B
18 C
19 A
20 A
21 D
22 E
23 E
24 C
25 E
26 C
27 C
28 E
29 C
30 E
31 C
32 E
33 E
34 C
00000000000

35 E
36 E
37 E
38 E
39 E
40 E
41 E
42 E
43 E
44 E
45 C
46 C
47 C
48 E
49 E

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