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Língua Portuguesa | Material de apoio

Professor Douglas Wisniewski

PRONOMES RELATIVOS

Os pronomes relativos são aqueles que retomam nomes ou pronomes já expressos anteriormente na oração,
iniciando também uma nova oração fazendo com que haja a reunião destas em uma frase.
O lugar onde ficamos era bonito.
Onde = pronome relativo que retoma o lugar
Lista de pronomes relativos variáveis

Masculino:
singular: o qual, cujo, quanto
plural: os quais, cujos, quantos

Feminino:
singular: a qual, cuja, quanta
plural: as quais, cujas, quantas

Lista de pronomes relativos invariáveis


que, quem, onde
Em alguns casos o verbo pede que o pronome relativo venha acompanhado de preposição:
Não é este o hotel a que eles se referem?
Nesse exemplo, o verbo referir pede a preposição a, pois quem se refere, refere-se a alguma coisa. O pronome
relativo que aparece depois desta preposição.

Pronome relativo que


Retoma uma palavra que se refere a uma coisa ou pessoa. É invariável e pode ser substituído por o/a qual, os/as
quais. Seu emprego se dá com ou sem preposição, mas no caso de seu emprego após a preposição, esta deve ser de
uma sílaba só (preposições a, com, de, por, etc).
É importante a presença de pessoas em que confiamos nesta reunião.
Em = preposição de 1 sílaba
Caso a preposição tenha mais de uma sílaba, o pronome que deve ser substituído por o/a qual, os/as quais.
A notícia segundo a qual ela havia viajado se espalhou rapidamente.

O pronome relativo que também pode retomar os demonstrativos o, a, os, as.


Entre as propostas, escolhi as que mais interessavam aos alunos.
Demonstrativo as = retoma "aquelas propostas"

Pronome relativo quem


Só será empregado quando o antecedente nomear uma pessoa ou um ser personificado. Pode ou não vir
acompanhada de preposição. Exemplos:
A cozinheira de quem falo é sua conterrânea. (com preposição)
Não foi ele quem nos machucou. (sem preposição)

Pronomes relativos cujo(s), cuja(s)


É empregado entre dois substantivos sem artigo, estabelecendo uma relação de posse entre eles.
Serão escolhidos os rapazes cujos nomes constem na lista.
Rapazes cujos nomes = nomes dos rapazes (posse)

Pronomes relativos onde, aonde


É empregado para indicar lugar. Seus usos são diferentes:
onde é o mesmo que em que;
aonde é o mesmo que a que.
Visitarei a casa onde morei.
Visitarei a casa em que morei.
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Conheço a cidade aonde você irá.


Conheço a cidade a que você irá.

Pronomes relativos quanto(s), quanta(s)


Esse pronome só será relativo se vier precedido pelos indefinidos tudo, tanta(s), tanto(s), todos, todas.
Nenhuma calça, de todas quantas levei, serviu nele.

LITERATURA BRASILEIRA - CRONOLOGIA

QUINHENTISMO

Grandes Navegações. Descobrimento do Brasil.


Literatura de Informação (A Carta de Caminha) e Literatura de Catequese (padre José de Anchieta).

BARROCO

Oposições , conflitos, dualidades (fé x razão, corpo x alma, pecado x virtude, vida x morte).
Cultismo (linguagem complexa, jogo de palavras, inversões, excesso de metáforas e de figuras de linguagem e
vocabulário complicado) e Conceptismo (jogo de ideias, raciocínio lógico).
Autores: Gregório de Matos (Boca do Inferno) e padre Antônio Vieira.

ARCADISMO

Equilíbrio e simplicidade. Predomínio da razão sobre a emoção


"Fugere urbem" (a cidade é um ambiente ruim), preferência pela natureza (ambiente bucólico e pastoril), "carpe
diem" (aproveitar o tempo).

ROMANTISMO

Indianismo: independência do Brasil, identidade nacional, patriotismo, nacionalismo. O índio e a natureza são
símbolos nacionais.
Ultrarromantismo: pessimismo profundo, depressão, saudosismo, individualismo, frustrações. Geração "Mal do
Século".
Condoreirismo: questão social. Castro Alves ("Poeta dos Escravos")

REALISMO

Mundo visto de maneira realista, tal como ele realmente é.


Crítica ao comportamento social da época (burguesia, clero, adultério)
Análise psicológica dos personagens
Machado de Assis (destaque).

NATURALISMO

O homem é um objeto de estudo.


Observação, experiência e descrição dos fatos.
Linguagem científica.
Raul Pompeia (autor de O Ateneu) e Aluísio de Azevedo (autor de O Cortiço e de O Mulato).

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PARNASIANISMO

Vocabulário rebuscado, busca pela perfeição poética.


"Arte pela arte".
Linguagem objetiva e descritiva.
Olavo Bilac.

SIMBOLISMO

Subjetivismo, mergulho no "eu", subconsciência, misticismo (cosmos e espiritualidade), explicação da realidade por
meio de símbolos (metáforas, imagens).

PRÉ-MODERNISMO

Transição entre o estilo literário conservador (século XIX) e o estilo literário moderno (século XX).
Oscilação entre esses dois estilos.

MODERNISMO

Início com a Semana de Arte Moderna.


1ª Geração (1922 - 1930):
linguagem coloquial e livre (poesia sem rimas nem métrica, totalmente livre e despreocupada com a gramática), com
temas inspirados no cotidiano das pessoas.
Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Manuel Bandeira.

2ª Geração (1930 - 1945):


prosa regionalista. A linguagem usada nos livros possui as características de suas regiões. Graciliano Ramos (autor de
Vidas Secas), Jorge Amado (autor de Capitães de Areia), Rachel de Queiroz (autora de O Quinze) e José Lins do Rego
(autor de Fogo Morto). Poetas: Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Vinícius de Moraes.

3º Geração (1945 - 1960):


Os romances urbanos, regionalistas e intimistas. Clarice Lispector (autora de Laços de Família), Guimarães Rosa
(autor de Grande Sertão Veredas), João Cabral de Melo Neto (autor de Morte e Vida Severina), Nelson Rodrigues (no
teatro).

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