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Aula 00

500 Questões de Administração Financeira e Orçamentária - Banca FCC

Professor: Sérgio Mendes

09262143907 - gabriel alves


500 Questões Comentadas da FCC
Administração Financeira e Orçamentária
Prof. Sérgio Mendes Aula 00

QUESTÕES COMENTADAS – PARTE I

APRESENTAÇÃO E CRONOGRAMA
PREPARE-SE COM QUESTÕES COMENTADAS DE CONCURSOS
ANTERIORES! PRATIQUE BASTANTE E REALIZE O SEU SONHO DE SE
TORNAR UM SERVIDOR PÚBLICO E CONTRIBUIR PARA UM BRASIL
MELHOR!

Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais


(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a
legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.
Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e prejudicam os
professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe
adquirindo os cursos honestamente através do site Estratégia Concursos ;-)
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Observação sobre a impressão das aulas: para quem prefere estudar por
material impresso, sugiro que imprima nosso curso em preto e branco. Não
prejudica em nada o seu estudo e economiza bastante tinta colorida.

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500 Questões Comentadas da FCC
Administração Financeira e Orçamentária
Prof. Sérgio Mendes Aula 00

Olá amigos! Como é bom estar aqui!

É com enorme satisfação que iniciamos este Curso de 500 Questões


Comentadas da FCC de Administração Financeira e Orçamentária para
concursos públicos!

Novos desafios! Uma espetacular equipe de professores!


Tudo voltado para a sua almejada aprovação!

Eu, Sérgio Mendes, começo este curso e cada vez mais motivado em
transmitir conhecimentos a estudantes das mais diversas regiões deste país!
Sei que muitas vezes as aulas virtuais são as únicas formas de acesso ao
ensino de excelência que o aluno dispõe. Outros optam por este tão efetivo
método de ensino porque conhecem a capacidade do material elaborado pelos
Professores do Estratégia. Porém, mais importante ainda que um professor
motivado são estudantes motivados! O aluno é sempre o centro do processo e
é ele capaz de fazer a diferença. A razão de ser da existência do professor é o
aluno.

Voltando à aula demonstrativa, esta tem o intuito de apresentar ao estudante


como será a metodologia de nosso curso, bem como o conhecimento do perfil
do professor. Já adianto que gosto de elaborar as aulas buscando sempre a
aproximação com o aluno, para que você que está lendo consiga imaginar que
o professor está próximo, falando com você.

Vou começar com minha breve apresentação: sou concursado Analista


Legislativo da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF; porém licenciado a
partir de 2017 para exercer o mandato de vereador em um município de Minas
Gerais. Fui Técnico Legislativo do Senado Federal, na área de Processo
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Legislativo, atuando no acompanhamento dos trabalhos da Comissão Mista de


Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional. Fui Analista
de Planejamento e Orçamento do Ministério do Planejamento, Orçamento e
Gestão, lotado na Secretaria de Orçamento Federal (SOF), bem como instrutor
da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e das Semanas de
Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas da Escola
de Administração Fazendária (ESAF). Especializei-me em Planejamento e
Orçamento pela ENAP e sou pós-graduado em Orçamento Público pelo Instituto
Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União (ISC/TCU). Fiz meu primeiro
concurso público nacional aos 17 anos, ingressando na Escola Preparatória de
Cadetes do Exército (EsPCEx) e me graduei pela Academia Militar das Agulhas
Negras (AMAN), concluindo meu bacharelado em Ciências Militares com ênfase
em Intendência (Logística e Administração). Sou servidor público desde 2001 e

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professor das disciplinas Administração Financeira e Orçamentária


(AFO)/Orçamento Público e Direito Financeiro.

Fui aprovado e nomeado em grandes concursos das principais bancas


examinadoras: ESAF (Ministério do Planejamento - 2008), FGV (Senado
Federal - 2012) e CESPE (Câmara dos Deputados - 2012).

Mas também fui reprovado em outros grandes concursos, como ESAF (CGU –
2008), FGV (ICMS/RJ – 2008) e FCC (Câmara dos Deputados – 2007).

É essa ampla experiência em concursos que quero trazer para você.

O Professor Vinícius Nascimento será o responsável pelo nosso fórum de


dúvidas. Nosso objetivo é fazer um acompanhamento ainda mais próximo do
aluno. Enquanto me dedicarei às videoaulas e as aulas escritas, o fato de
termos um professor qualificado apenas para o fórum faz com que tenhamos a
possibilidade de haver um acompanhamento permanente, com respostas
elaboradas com rapidez e qualidade, o que é bem mais difícil quando o mesmo
professor atua em todas as frentes.

Passo a palavra ao Prof. Vinícius:

Meus amigos concurseiros de todo o Brasil, é com muito orgulho e satisfação


que faço minha apresentação!

Meu nome é Vinícius Nascimento, sou natural de Brasília/DF, mas atualmente


estou residindo na linda e quente capital de Roraima (para quem não conhece,
a cidade é planejada, com boa qualidade de vida e de uma riqueza cultural
ímpar, sem falar na possibilidade de curtir férias no Caribe, fazer a excursão
para o Monte Roraima, cachoeiras, trilhas e etc.).

Sou servidor da Polícia Federal, formado em Gestão Pública pela Universidade


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do Sul de Santa Catarina, pós-graduando em Contabilidade Pública e


Planejamento e Orçamento Público, e graduando em Ciências Contábeis pela
Universidade Federal de Roraima.

Fui aprovado nos concursos da CAESB (2005), Escola de Sargento das Armas –
Exército Brasileiro (Turma de 2006/2007), Tribunal Regional do Trabalho 11ª
Região – 54º lugar (2012), Ministério Público da União (2013) – 37º lugar,
Tribunal de Justiça de Roraima, Universidade Federal de Roraima (2014) – 35º
lugar Polícia Federal – 5º lugar (2014), Instituto Federal de Roraima – 1º lugar
(2016) e Universidade Federal de Roraima – 1º Lugar. Fui militar do Exército
por quase 8 anos, quando então fui nomeado para a UFRR e dois meses depois
para a Polícia Federal, em 2016 fui nomeado para Gestor do IFRR, porém optei

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por não assumir o cargo e passei para Contador da Universidade Federal de


Roraima, mas não assumi, pois ainda estou finalizando a graduação.

Minha experiência como docente iniciou em 2012 em diversos cursos


preparatórios aqui na cidade de Boa Vista, alguns destes preparatórios
presentes em todo o país.

Foi com muito orgulho que aceitei a difícil, porém nobre missão de trabalhar
junto com o Prof. Sérgio Mendes nessa disciplina. Teremos um contato mais
próximo no fórum de dúvidas, o qual todos os dias estarei presente, auxiliando
vocês nessa disciplina que cada vez mais vem fazendo parte dos editais de
concurso público, respondendo suas perguntas em ATÉ 48 HORAS. É isso,
espero vocês no nosso fórum!!!

Veja um comentário de um aluno após a finalização de um recente curso do


Estratégia Concursos:

Para saber mais um pouco sobre minha trajetória no mundo dos concursos,
deixo o link da entrevista que concedi para o Estratégia Concursos logo abaixo.
Lá você vai poder conhecer um pouco mais sobre mim ;)

http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/depoimento/entrevista-vinicius-
nascimento-aprovado-em-1o-lugar-no-concurso-para-gestor-publico-do-
instituto-federal-de-roraima/

É com você prof. Sérgio Mendes!


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Pessoal, valorize o trabalho do professor. Se você


comprou no site do Estratégia Concursos, agradeço a sua lealdade comigo e
nem precisa ler o restante do parágrafo. Se você não comprou, sei que sabe
que a pirataria é crime, mas quero focar é na sua consciência e não no medo.
Será que vale a pena para quem almeja ser servidor público já começar
errado? Quando alguém compra de um pirata ou de uma rateio (não existe
rateio legal, o pirata compra um curso e vende para centenas de pessoas,
auferindo um lucro exorbitante, e o próximo crime vai ser lavagem de dinheiro
e ocultação de bens, não ache que ele é um bonzinho que está lhe ajudando,
porque ele não está), o professor nada recebe (muitos professores chegam a
desistir de ministrar aulas nesse formato, pois por mais vocacionado que seja,

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tem que valer a pena muitas vezes abdicar de um maior convívio familiar); o
Estratégia nada recebe (nesse caso nem falo dos sócios, que como quaisquer
empresários honestos e dedicados merecem ser remunerados, mas sim falo
das famílias de todos os colaboradores diretos ou indiretos que dependem da
empresa); a população nada recebe, já que o Estratégia é uma empresa
formalizada que paga uma alta carga tributária (e se você está com raiva do
Estado por causa do crime de corrupção, não se rebaixe cometendo outro
crime, bem como se lembre que são esses tributos que garantem o pagamento
dos servidores e os investimentos necessários em saúde, educação e para o
desenvolvimento do país); e, finalmente, caso não tenha ficado sensibilizado,
pode ser que o comprador nada receba, pois o pirata pode pegar o dinheiro e
não entregar nada ou entregar materiais incompletos faltando vários PDFs e
sem videoaulas (ou com videoaulas incompletas). De qualquer forma, ainda dá
tempo de adquirir o curso no site do Estratégia Concursos e entrar para o time
que realmente quer um país melhor, como eu.

É para você, que comprou o curso dentro da lei, que farei tudo que
estiver a meu alcance para que só dependa de você a almejada
aprovação! Quero que você tenha a mesma satisfação dos alunos dos
demais cursos que ministrei até hoje, como por exemplo1:

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1
A diferença entre o total de avaliações que aparece no canto superior esquerdo e o número de avaliações dentro da
pesquisa ocorre porque o aluno não é obrigado a responder a todas as perguntas (aliás, nem a avaliação é obrigatória).

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Administração Financeira e Orçamentária
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Buscando ser o mais completo e objetivo possível, serão 11 aulas (0 a 10),


desenvolvidas da seguinte forma:

AULA CONTEÚDO
Aula 0
Apresentação e algumas das questões que serão abordadas
50 questões durante o curso.

Aula 1 O orçamento público no Brasil. Plano plurianual. Diretrizes


orçamentárias. Orçamento anual. Outros planos e programas. A
50 questões
LOA na Lei 4320/1964.
Aula 2
Ciclo orçamentário. Processo orçamentário. Sistema e processo de
50 questões orçamentação. O Ciclo na Lei 4320/1964.
Aula 3
Princípios orçamentários. Princípios na Lei 4320/1964.
50 questões
Aula 4
Mais questões relacionadas aos temas das três aulas anteriores.
50 questões
Aula 5
Créditos ordinários e adicionais. Alterações orçamentárias.
50 questões Créditos na Lei 4320/1964.
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Aula 6
Receita pública. Conceito e classificações. Fontes.
50 questões
Aula 7
Mais questões relacionadas aos temas das duas aulas anteriores.
50 questões
Aula 8
Despesa pública. Conceito e classificações. Classificações na Lei
50 questões 4320/1964.

Classificações orçamentárias. Estrutura programática. O papel do


Aula 9 Estado e a atuação do governo nas finanças públicas. Formas e
50 questões dimensões da intervenção da administração na economia.
Funções do orçamento público. Orçamento público. Conceito
Técnicas orçamentárias. Lei 10.180/2001. Sistemas de

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Informações. SIAFI.
Aula 10
Estágios da Receita e da Despesa. Estágios na Lei 4320/1964
50 questões

Como motivação lei esta pequena crônica cujo autor eu desconheço: A mamãe
e seu filhote camelo estavam à toa, quando de repente o bebê camelo
perguntou:
__ Mãe, mãe, posso lhe perguntar algumas coisas?
__ Claro! O que está incomodando o meu filhote?
__ Por que os camelos têm corcova?
__ Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas
para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem
água!
__ Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
__ Filho, certamente elas são assim para nos permitir caminhar no deserto.
Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que
qualquer um!
__ Tá... Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles
atrapalham minha visão.
__ Meu filho, esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para
os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia
e pelo vento do deserto!
__ Ahhh! – concordou o camelinho.
__ Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as
pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus
olhos do deserto.
__ Isso mesmo, meu filho!
__ Então... o que estamos fazendo nesse tal de zoológico?

MORAL DA HISTÓRIA
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Não adianta você ter tudo se não está no lugar certo.

Conheça meus outros cursos atualmente no site!


Acesse:
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Mas antes, vamos compreender o que nossa matéria estuda?

O estudo de Administração Financeira e Orçamentária (AFO)/Orçamento


Público está relacionado ao estudo do Direito Financeiro.

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O Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que disciplina a atividade


financeira do estado. Assim, abrange a receita pública (obtenção de recursos),
o crédito público (criação de recursos), o orçamento público (gestão de
recursos) e a despesa pública (dispêndio de recursos).

No estudo dos ramos do Direito, o Direito Financeiro pertence ao Direito


Público, sendo um ramo cientificamente autônomo em relação aos demais
ramos. A própria Constituição Federal assegura tal autonomia:
“Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre:
I – direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico;
II – orçamento;
(...).”

O estudo de AFO engloba o Direito Financeiro com um enfoque administrativo.


Dessa forma, pode-se definir a Administração Financeira e Orçamentária como
a disciplina que estuda a atividade financeira do estado e sua aplicação na
Administração Pública, bem como os atos que potencialmente poderão afetar o
patrimônio do Estado. O estudo de AFO visa assegurar a execução das funções
do Estado, contribuindo para aprimorar o planejamento, a organização, a
direção, o controle e a tomada de decisões dos gestores públicos em cada uma
dessas fases.

Por ter sido Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do


Planejamento e no Senado Federal ter atuado no acompanhamento dos
trabalhos da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do
Congresso Nacional, tentarei aliar a teoria a exemplos práticos, para facilitar a
compreensão do conteúdo. Mas saiba que de alguma forma todos nós já temos
uma noção intuitiva do que seja orçamento, chave de nossa matéria. Por
exemplo, sua renda familiar mensal (receita) deve ser igual ou superior aos
seus gastos no mesmo período (despesas). Caso isso não ocorra, você terá
que financiar seus gastos de outra forma, normalmente por meio de
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empréstimos (operações de crédito), vendendo algum bem (alienação de bens)


ou utilizando suas possíveis economias (reservas).

A diferença é que o Orçamento Público segue diversas regras,


consubstanciadas na legislação que rege nossa matéria. Ao contrário da
administração de uma família, o gestor público não é o dono do que ele
administra, que pertence ao povo. Logo, apesar de existir uma parcela de
discricionariedade, ele fica limitado a seguir princípios e regras gerais para
elaborar instrumentos de planejamento e orçamento, realizar receitas e
executar despesas públicas, gerar endividamento, pagar pessoal, realizar
transferências etc.

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Alguns conceitos de Orçamento público:

Segundo Aliomar Baleeiro, o orçamento público é o ato pelo qual o Poder


Executivo prevê e o Poder Legislativo autoriza, por certo período de tempo, a
execução das despesas destinadas ao funcionamento dos serviços públicos e
outros fins adotados pela política econômica ou geral do País, assim como a
arrecadação das receitas já criadas em lei.

Consoante Giacomoni, de acordo com o modelo de integração entre


planejamento e orçamento, o orçamento anual constitui-se em instrumento, de
curto prazo, que operacionaliza os programas setoriais e regionais de médio
prazo, os quais, por sua vez, cumprem o marco fixado pelos planos nacionais
em que estão definidos os grandes objetivos e metas, os projetos estratégicos
e as políticas básicas.

De acordo com Abrúcio e Loureiro, “o orçamento é um instrumento


fundamental de governo, seu principal documento de políticas públicas.
Através dele os governantes selecionam prioridades, decidindo como gastar os
recursos extraídos da sociedade e como distribuí-los entre diferentes grupos
sociais, conforme seu peso ou força política. Portanto, nas decisões
orçamentárias os problemas centrais de uma ordem democrática como
representação e accountability estão presentes. (...) A Constituição de 1988
trouxe inegável avanço na estrutura institucional que organiza o processo
orçamentário brasileiro. Ela não só introduziu o processo de planejamento no
ciclo orçamentário, medida tecnicamente importante, mas, sobretudo, reforçou
o Poder Legislativo”.

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Este é um dos volumes do Projeto de Lei


Orçamentária Anual, fotografado por mim
no momento em que foi recebido no
Congresso Nacional.

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Agora vamos estudar a matéria desta nossa aula inaugural!

Nesta aula estudaremos os instrumentos de planejamento e orçamento da


Constituição Federal. O Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) são as leis que
regulam o planejamento e o orçamento dos entes públicos federal, estaduais e
municipais. No âmbito de cada ente, essas leis constituem etapas distintas,
porém integradas, de forma que permitam um planejamento estrutural das
ações governamentais.

Na seção denominada “Dos Orçamentos” na Constituição Federal de 1988


(CF/1988) vemos essa integração, por meio da definição dos instrumentos de
planejamento PPA, LDO e LOA, os quais são de iniciativa do Poder Executivo.

Segundo o art. 165 da CF/1988:


“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I – o plano plurianual;
II – as diretrizes orçamentárias;
III – os orçamentos anuais”.

A Constituição Federal de 1988 recuperou a figura do planejamento na


Administração Pública brasileira, com a integração entre plano e orçamento por
meio da criação do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias. O
PPA, assim como a LDO, é uma inovação da CF/1988. Antes do PPA e da
CF/1988, existiam outros precários instrumentos de planejamento, como o
Orçamento Plurianual de Investimentos (OPI), com três anos de duração, o
qual não se confunde com o PPA, que possui quatro anos de duração.

O PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal


que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas
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da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas


decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

A LDO surgiu almejando ser o elo entre o planejamento mais próximo do


estratégico (PPA) e o planejamento operacional (LOA). Sua relevância reside
no fato de ter conseguido diminuir a distância entre o plano e as LOAs, as
quais dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes dos planejamentos
existentes antes da CF/1988.

A LOA é um instrumento que expressa a alocação de recursos públicos, sendo


operacionalizada por meio de diversas ações. É o orçamento propriamente
dito.

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Este curso é de questões comentadas da FCC, de forma direta e objetiva. Para


quem quer aprender a teoria e não possui base na matéria, recomendo
os seguintes cursos do Estratégia Concursos:

I) Curso Regular de Administração Financeira e Orçamentária e Orçamento


Público:

https://www.estrategiaconcursos.com.br/curso/administracao-financeira-e-
orcamentaria-para-concursos-com-videoaulas-curso-regular/?pr=3000

Ou ainda o curso específico para o seu concurso. Acesse em:

https://www.estrategiaconcursos.com.br/cursosPorProfessor/sergio-mendes-
3000/

Se já estudou a matéria e quer praticar bastante, está no lugar certo!

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QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES - FCC

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

1) (FCC - Analista Judiciário – Judiciária – TRT/14ª – 2016) De


acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é INCORRETO
afirmar:
(A) Compreende as metas e prioridades da Administração pública.
(B) Orienta a elaboração do Plano Plurianual − PPA e da Lei
Orçamentária Anual − LOA.
(C) Dispõe sobre alterações na legislação tributária.
(D) Compreende as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente.
(E) Estabelece as políticas para as agências financeiras oficiais de
fomento.

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

O plano plurianual é anterior a LDO. É o PPA que orienta a LDO e não o


contrário.
Resposta: Letra B

2) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Em


relação à Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é corretor afirmar:
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a) Compreende todas as receitas e despesas para o período de um ano,


sendo considerada instrumento de planejamento operacional.
b) Consolida, qualifica e dimensiona a programação de governo para
os quatro anos subsequentes.
c) Estabelece metas e prioridades, na programação de governo, para o
ano subsequente.
d) É o documento básico para o exercício da atividade financeira e
integra os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimentos.
e) Sua vigência é de quatro anos e tem a função de orientar a
elaboração dos demais planos e programas de governo.

a) Errada. A LOA compreende todas as receitas e despesas para o período de


um ano, sendo considerada instrumento de planejamento operacional.

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b) Errada. O PPA consolida, qualifica e dimensiona a programação de governo


para os quatro anos subsequentes.

c) Correta. A LDO estabelece metas e prioridades, na programação de


governo, para o ano subsequente.

d) Errada. A LOA é o documento básico para o exercício da atividade


financeira e a integra os orçamentos fiscal, da seguridade social e de
investimentos.

e) Errada. O PPA tem sua vigência é de quatro anos e tem a função de


orientar a elaboração dos demais planos e programas de governo.

Resposta: Letra C

3) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016)


Segundo a Constituição Federal, um dos instrumentos de planejamento
é o Plano Plurianual − PPA. No âmbito da União o Plano Plurianual
a) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá
vigência de dois anos, iniciando-se no primeiro e terceiro ano de
mandato do chefe do Poder Executivo.
b) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá
vigência de quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do
chefe do Poder Executivo.
c) será apreciado, apenas, pela Câmara dos Deputados, com vigência
de quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do chefe do
Poder Executivo.
d) o encaminhamento do projeto de lei do PPA ao Legislativo é de
iniciativa exclusiva do Ministro do Planejamento, orçamento e gestão,
com vigência de quatro anos.
e) terá vigência de quatro anos, iniciando-se no primeiro ano do
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mandato do chefe do Poder Executivo.

O PPA será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá


vigência de quatro anos, iniciando-se no segundo ano de mandato do chefe
do Poder Executivo. A iniciativa é do Poder Executivo.
Resposta: Letra B

4) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Na


Lei Orçamentária Anual do Estado do Rio de Pedras, para o exercício
de 2016, consta dotação orçamentária para investimento no valor de
R$ 23.500.000. Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF, a lei
orçamentária não consignará dotação para investimento com duração
superior a um exercício financeiro que NÃO

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(A) esteja previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou em lei que


autorize a sua inclusão.
(B) seja compatível com a previsão da arrecadação das receitas que os
atenderá.
(C) esteja previsto no anexo de metas fiscais.
(D) seja compatível com as metas de arrecadação e com as prioridades
da administração.
(E) esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua
inclusão.

Podemos responder também pela Constituição Federal: Nenhum investimento


cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem
prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob
pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da CF/1988).
Resposta: Letra E

5) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) As


metas da Administração pública para as despesas relativas aos
programas de duração continuada e as disposições sobre alterações na
legislação tributária são, respectivamente, conteúdos atinentes
(A) ao Plano Plurianual e à Lei Orçamentária Anual.
(B) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e ao Plano Plurianual.
(C) ao Plano Plurianual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei Orçamentária Anual.
(E) à Lei Orçamentária Anual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da


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administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício


financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

Resposta: Letra C

6) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO –


2015) De acordo com a Constituição Federal, a atribuição para
I. estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas
da administração pública federal para as despesas de capital e outras

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delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração


continuada, bem como
II. fixar as metas e prioridades da administração pública federal,
incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, orientar a elaboração da lei orçamentária anual, dispor
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento
São, respectivamente, da
(A) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(B) I. Lei que estabelece Orçamento Anual e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(C) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.
(E) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).
A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da
administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício
financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento (art. 165, § 2º, da
CF/1988).

Resposta: Letra C
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7) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Acerca


do processo de Planejamento-Orçamento, consubstanciado nos
instrumentos: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei
Orçamentária Anual, considere:
I. O Plano Plurianual, no âmbito estadual, é lei de iniciativa da
Secretaria de Planejamento e Orçamento.
II. A Lei Orçamentária Anual deverá conter todas as receitas e
despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, entre outros, orientará a
elaboração da Lei Orçamentária Anual, disporá sobre as alterações na
legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.

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IV. Na lei do Plano Plurianual, incluem-se as autorizações para


abertura de créditos adicionais das despesas de capital e outras delas
decorrentes.
V. Os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento nas
empresas estatais, no âmbito municipal, são de iniciativa da Câmara
Municipal.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II, e V.
(B) II, III e V.
(C) I, III e IV.
(D) I e IV.
(E) II e III.

I) Errado. O Plano Plurianual, no âmbito de qualquer ente, é lei de iniciativa do


Poder Executivo. Geralmente, em cada ente, há uma Secretaria com a
atribuição de elaborar os instrumentos de planejamento e orçamento, mas não
se pode afirmar que a iniciativa seria de tal Secretaria. A iniciativa é sempre do
Poder Executivo.

II) Correto. A Lei Orçamentária Anual deverá conter todas as receitas e


despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público.

III) Correto. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e


prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital
para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei
orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento (art. 165, § 2º, da CF/1988).

IV) Errado. A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma


regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal
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para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos


programas de duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988). Não há
previsão de autorização para abertura de créditos adicionais no PPA

V) Errado. A iniciativa da LOA (composta pelos orçamentos fiscal, da


seguridade social e de investimento nas empresas estatais) no âmbito de
qualquer ente é do Poder Executivo.

Logo, está correto o que se afirma apenas em II e III.

Resposta: Letra E

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8) (FCC – Analista – Contabilidade – CNMP - 2015) Anualmente,


cada ente da federação envia ao respectivo Poder Legislativo, projeto
de lei orçamentária anual. Nos termos da Constituição Federal, entre
outros, compõe a lei orçamentária anual:
(A) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades
e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem
como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
(B) o orçamento fiscal da administração direta da União, seus fundos e
órgãos, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) os planos e programas nacionais, regionais e setoriais elaborados
em consonância com o plano plurianual e a lei de diretrizes
orçamentárias.
(D) o orçamento de investimento das empresas estatais
independentes em que a União, direta ou indiretamente, participe do
capital social.
(E) a programação financeira e o cronograma de execução mensal de
desembolso da administração direta e indireta, e dos fundos e
fundações instituídas e mantidas pelo poder público.

a) Correta. A LOA compreenderá o orçamento da seguridade social,


abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração
direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo
Poder Público (art. 165 § 5º III, da C.F/1988).

b) Errada. O orçamento fiscal referente aos Poderes da União seus fundos,


órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público (art. 165 § 5º I, da C.F/1988).

c) Errada. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais serão


elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo
Congresso Nacional (art. 165 § 4º, da C.F/ 1988). Não será em consonância
com a LDO. 09262143907

d) Errada. O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta


ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto
(art.165 II, da C.F/1988).

e) Errada. O cronograma de execução mensal de desembolso não compõe a


LOA e a referência que se faz a ele não está no texto constitucional e sim
na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Resposta: Letra A

9) (FCC – Analista Previdenciário – Administrativa – MANAUSPREV -


2015) Após ser eleito, determinado governante autorizou a realização

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de despesa com investimento cuja execução será de vinte meses.


Nestas condições, de acordo com a Constituição Federal, o
investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro
(A) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual,
ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade.
(B) só poderá ser iniciado com prévia autorização na lei de
responsabilidade fiscal e comprovação da existência de recursos
financeiros para arcar com os pagamentos.
(C) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão na lei de diretrizes
orçamentárias, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime
de responsabilidade.
(D) não é exigida a inclusão na lei de diretrizes orçamentárias, se
comprovada à necessidade de sua realização.
(E) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Anexo de Metas de
Investimentos, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime
de improbidade administrativa.

Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá


ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a
inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (art. 167, § 1º, da CF/1988).

Resposta: Letra A

10) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB


- 2015) O instrumento de planejamento pelo qual devem ser previstos
os objetivos, diretrizes e metas da Administração pública para as
despesas relativas aos programas de duração continuada é o
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) Lei Orçamentária Anual.
(D) Plano Diretor. 09262143907

(E) Anexo de Riscos Fiscais.

A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

Resposta: Letra A

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ELABORAÇÃO, DISCUSSÃO E EXECUÇÃO

11) (FCC - Analista Judiciário – Administrativa – TRF/3 – 2016)


Quanto ao processo de elaboração, discussão, votação e aprovação da
proposta orçamentária, a Constituição Federal estabelece que
a) em qualquer momento o Presidente da República pode enviar
mensagem ao Congresso Nacional para propor modificações no projeto
da lei orçamentária anual.
b) o projeto de lei relativo ao orçamento anual será apreciado pela
Câmara dos Deputados, cabendo ao Senado apenas o
acompanhamento do atendimento aos limites constitucionais.
c) uma das fontes de recursos admitida para emendas ao projeto de lei
do orçamento anual é a anulação de despesa que incida sobre
dotações de pessoal e encargos.
d) no caso de emendas ao projeto da lei do orçamento anual, somente
são admitidas as indicações de recursos advindos de anulação de
despesa.
e) as emendas ao projeto da lei do orçamento anual serão
apresentadas ao Presidente da República, responsável por sua
apreciação.

a) Errada. O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso


Nacional para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da
CF/1988 (PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a
votação, na comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

b) Errada. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes


orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão
apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do
regimento comum.

c) Errada. Uma das fontes de recursos admitida para emendas ao projeto de


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lei do orçamento anual é a anulação de despesa, desde que não incida sobre
dotações de pessoal e encargos, entre outros.

d) Correta. No caso de emendas ao projeto da lei do orçamento anual,


somente são admitidas as indicações de recursos advindos de anulação de
despesa, respeitadas as ressalvas constitucionais.

e) Errada. As emendas ao projeto da lei do orçamento anual serão


apresentadas na Comissão Mista que emitirá seu parecer, e apreciadas, na
forma regimental, pelo Plenário das duas casas do Congresso Nacional.

Resposta: Letra D

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12) (FCC - Analista Judiciário – Oficial de Justiça – TRT/14ª – 2016)


Em relação à iniciativa e aos prazos de tramitação do projeto da Lei de
Diretrizes Orçamentárias - LDO na esfera federal, a iniciativa é
(A) do Poder Executivo e deve ser encaminhado ao Poder Legislativo
até o dia 15 de abril de cada ano.
(B) do Poder Legislativo e deve ser aprovado até o dia 15 de abril de
cada ano.
(C) compartilhada entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo e deve
ser votado até o dia 31 de agosto de cada ano.
(D) do Poder Executivo e deve ser aprovado até o dia 30 de novembro
de cada ano.
(E) do Poder Legislativo e deve ser devolvido para sanção até o dia 31
de agosto de cada ano.

A iniciativa do projeto da LDO é do Poder Executivo, deve ser encaminhado ao


Poder Legislativo até oito meses e meio antes do encerramento do exercício
financeiro (até 15 de abril) e devolvido para a sanção até o encerramento do
primeiro período da sessão legislativa.
Resposta: Letra A

13) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/3 – 2016) A


Constituição Federal de 1988, no que é pertinente ao orçamento
público, estabelece que
a) o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos
anuais devem ser elaborados mediante lei de iniciativa dos Poderes
Executivo e Legislativo.
b) o relatório resumido da execução orçamentária será publicado pelo
respectivo Poder trinta dias após o encerramento do bimestre.
c) normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e
indireta devem ser feitas mediante lei complementar.
d) emendas ao projeto de lei do orçamento anual devem ser
apreciadas pela Câmara dos Deputados, cabendo ao Senado sua
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homologação.
e) emendas ao projeto de lei do orçamento anual que indiquem
recursos provenientes de anulação de despesa que incida sobre o
serviço da dívida podem ser aprovadas desde que compatíveis com o
plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

a) Errada. O plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos


anuais devem ser elaborados mediante lei de iniciativa do Poder Executivo.

b) Errada. O relatório resumido da execução orçamentária será publicado pelo


Poder Executivo trinta dias após o encerramento do bimestre.

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c) Correta. Cabe à lei complementar estabelecer normas de gestão financeira e


patrimonial da administração direta e indireta bem como condições para a
instituição e funcionamento de fundos (art. 165, § 9º, II, da CF/1988).

d) Errada. Emendas ao projeto de lei do orçamento anual devem ser


apreciadas pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do
regimento comum.

e) Errada. Emendas ao projeto de lei do orçamento anual que indiquem


recursos provenientes de anulação de despesa que incida sobre o serviço da
dívida não podem ser aprovadas, ainda que compatíveis com o plano
plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

Resposta: Letra C

14) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/3 – 2016) De


acordo com a Constituição Federal de 1988, em relação às emendas ao
projeto de lei do orçamento anual que indiquem recursos provenientes
de anulação de despesa, considere:
I. Dotação para pessoal e seus encargos.
II. Transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios
ou Distrito Federal.
III. Dotação para construção de fóruns.
IV. Dotação para aquisição de computadores pelo Poder Judiciário.
Entre outros requisitos, as emendas somente podem ser aprovadas se
a anulação da despesa incidir sobre o que consta
APENAS em
(A) III e IV.
(B) I e II.
(C) I e III.
(D) II, III e IV.
(E) I, II e IV. 09262143907

I e II) Errados. As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos


projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso indiquem os
recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de
despesa, excluídas as que incidam sobre: dotações para pessoal e seus
encargos; serviço da dívida; transferências tributárias constitucionais para
Estados, Municípios e Distrito Federal.

III e IV) Corretos. Não há restrição de emendas para construção de fóruns ou


aquisição de computadores pelo Poder Judiciário.

Entre outros requisitos, as emendas somente podem ser aprovadas se a


anulação da despesa incidir sobre o que consta apenas em III e IV.

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Resposta: Letra A

15) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB


- 2015) Considere as seguintes hipóteses:
I. Alterar dotação solicitada para despesa de custeio com proposta
inexata.
II. Conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja
aprovado pelos órgãos competentes.
III. Conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço
que não esteja anteriormente criado.
IV. Conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados
em resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e
subvenções.
Dessas hipóteses, pode ser objeto de emenda ao projeto da lei do
orçamento o que consta APENAS em
(A) II.
(B) I.
(C) III e IV.
(D) I e II.
(E) III.

Segundo o art. 33 da Lei 4.320/1964, não se admitirão emendas ao projeto de


lei de orçamento que visem:
 Alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando
provada, nesse ponto a inexatidão da proposta (item I).
 Conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado
pelos órgãos competentes (item II).
 Conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não
esteja anteriormente criado (item III).
 Conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados em
resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e subvenções
(item IV). 09262143907

Logo, dessas hipóteses, pode ser objeto de emenda ao projeto da lei do


orçamento o que consta apenas em I.

Resposta: Letra B

16) (FCC – Analista – Gestão Pública - CNMP-2015) A teor do que a


Constituição da República estabelece em matéria orçamentária, o
Ministério Público:
I) elaborará sua proposta orçamentária dentro de prazo e limites
estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias, sob pena de o Poder
Executivo considerar, para fins de consolidação da proposta

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orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente,


ajustados de acordo com os limites referidos.
II. poderá, observados os limites de despesa de pessoal estabelecidos
em lei complementar, propor ao Poder Executivo a criação e extinção
de seus cargos e serviços auxiliares, provendo-os por concurso público
de provas ou de provas e títulos, a política remuneratória e os planos
de carreira.
III. não poderá, durante a execução orçamentária do exercício,
realizar despesas que extrapolem os limites estabelecidos na Lei de
Diretrizes Orçamentárias, exceto mediante a abertura de créditos
suplementares ou especiais, sujeitos a prévia autorização legislativa e
indicação dos recursos correspondentes.
IV. receberá os recursos correspondentes às dotações orçamentárias,
compreendidos os créditos suplementares e especiais, até o dia 20 de
cada mês, em duodécimos, na forma estipulada na lei complementar
que estabelece normas de gestão financeira e patrimonial da
Administração direta e indireta.
Está correto o que consta APENAS em
(A) II e III.
(B) I e III.
(C) I, II e III.
(D) II e IV.
(E) I, III e IV.

I) Correta. O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro


dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. Se o Ministério
Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo
estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará,
para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores
aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites
estipulados (art. 127, § 3º e 4º, da C.F/1980).
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II) Errada. Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e


administrativa, podendo, observado o disposto no art. 169, propor ao Poder
Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares,
provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos, a política
remuneratória e os planos de carreira; a lei disporá sobre sua organização e
funcionamento (art. 127, § 2º, da CF/1988).

III) Correta. Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver


a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os
limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, exceto se previamente
autorizadas, mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais (art.
127, § 6º, da C.F/ 1988).

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IV) Correta. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias,


compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados aos órgãos
dos Poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria
Pública, ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês, em duodécimos, na
forma da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º da C.F/1988 (art.
168, C.F/1988).

Resposta: Letra E

17) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) O


orçamento é uma das principais peças de planejamento de políticas
públicas. A sequência das etapas para a elaboração e execução do
orçamento é denominada
(A) contabilidade orçamentária.
(B) ciclo orçamentário.
(C) desenvolvimento orçamentário.
(D) orçamento programa.
(E) técnica orçamentária.

A sequência das etapas para a elaboração, discussão, execução e controle do


orçamento é denominada ciclo orçamentário.

Resposta: Letra B

18) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Controle Externo -


TCM/GO – 2015) De acordo com a Constituição Federal, em matéria
orçamentária, cabe à lei complementar,
a) estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da
Administração direta e indireta, bem como condições para a instituição
e funcionamento de fundos e estabelecer o Plano Plurianual.
b) dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a
elaboração e a organização do Plano Plurianual, da lei de diretrizes
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orçamentárias e da lei orçamentária anual.


c) de iniciativa do Poder Executivo ou Legislativo, estabelecer o Plano
Plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.
d) de iniciativa do Poder Legislativo, estabelecer o Plano Plurianual.
e) de iniciativa do Poder Legislativo, estabelecer o Plano Plurianual e
as diretrizes orçamentárias.

a) Errada. Cabe à lei complementar estabelecer normas de gestão financeira e


patrimonial da Administração direta e indireta, bem como condições para a
instituição e funcionamento de fundos. Entretanto, lei ordinária estabelecerá
o Plano Plurianual (art. 165, § 9º, II, da CF/1988).

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b) Correta. Cabe à lei complementar dispor sobre o exercício financeiro, a


vigência, os prazos, a elaboração e a organização do Plano Plurianual, da lei de
diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual (art. 165, § 9º, I, da
CF/1988).

c) d) e e) Erradas. Cabe à lei ordinária de iniciativa do Poder Executivo


estabelecer o Plano Plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos
anuais.

Resposta: Letra B

19) (FCC – Analista Judiciário – Contadoria - TRF/3 – 2014) Durante


os trabalhos de revisão do planejamento orçamentário do TRF da 3a
Região para 2014, o analista judiciário da especialidade contadoria
percebeu que não havia agrupamento de serviços subordinados ao
mesmo órgão ou repartição consignados em dotação própria. Em razão
desse fato, determinou que o estudo fosse refeito de forma a respeitar
esse agrupamento evidenciando
(A) os programas orçamentários.
(B) os elementos orçamentários.
(C) as unidades orçamentárias.
(D) os grupos orçamentários.
(E) as funções orçamentárias.

De acordo com o art. 14 da Lei 4.320/1964, constitui unidade orçamentária


o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que
serão consignadas dotações próprias.

Resposta: Letra C

20) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRT/2 – São Paulo –


2014) Após o envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual da União
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pelo Poder Executivo para discussão e votação pelo Poder Legislativo,


a inclusão de uma obra, compatível com o Plano Plurianual e com a Lei
de Diretrizes Orçamentárias, no Projeto de Lei Orçamentária Anual
poderá ocorrer por meio
a) do envio de mensagem pelo Presidente da República ao Congresso
Nacional para propor modificações no Projeto de Lei enquanto não
iniciada a votação, na Comissão Mista, da parte cuja alteração é
proposta.
b) de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário
para a execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com
pessoal e seus encargos.

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c) de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário


para a execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com
serviço da dívida.
d) de Emenda proposta pelo Poder Executivo, cujo recurso necessário
para a execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com
aquisição de imóveis.
e) de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário
para execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com
transferências tributárias constitucionais para municípios.

a) Correta. A inclusão de uma obra no PLOA poderá ocorrer por meio do envio
de mensagem pelo Presidente da República ao Congresso Nacional para propor
modificações no Projeto de Lei enquanto não iniciada a votação, na Comissão
Mista, da parte cuja alteração é proposta.

b) c) e e) Erradas. A inclusão de uma obra no PLOA poderá ocorrer por meio


de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário para a
execução da obra não seja decorrente de anulação de despesa com pessoal e
seus encargos, com serviço da dívida e com transferências tributárias
constitucionais para estados e municípios.

d) Errada. A inclusão de uma obra no PLOA poderá ocorrer por meio de


Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário para a
execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com aquisição de
imóveis.

Resposta: Letra A

21) (FCC – Analista – Todos os Cargos – Assembleia Legislativa/PE –


2014) Ao disciplinar os projetos de leis orçamentárias, a Constituição
da República estabelece, relativamente ao poder de emenda
parlamentar, que 09262143907

a) as emendas serão apresentadas perante Comissão mista


permanente, que sobre elas emitirá parecer, e apreciadas, na forma
regimental, pelo Plenário das duas Casas do Congresso Nacional.
b) não poderá haver emendas ao projeto de lei do orçamento anual
que indiquem como recursos necessários os provenientes de anulação
de despesa.
c) não poderão ser aprovadas emendas ao projeto de lei de diretrizes
orçamentárias.
d) o Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso
Nacional para propor modificação nos projetos enquanto não iniciada a
votação, na Câmara dos Deputados, da parte cuja alteração é
proposta.

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e) as emendas ao projeto de lei do plano plurianual não poderão ser


aprovadas quando incompatíveis com a lei de diretrizes orçamentárias.

a) Correta. Quanto às emendas, serão apresentadas na Comissão Mista que


emitirá seu parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo Plenário das duas
casas do Congresso Nacional.

b) Errada. As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos


que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso sejam compatíveis com
o PPA e a LDO; indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os
provenientes de anulação de despesa (excluídas as que incidam sobre
dotações para pessoal e seus encargos; serviço da dívida; transferências
tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito Federal) ou sejam
relacionadas com a correção de erros ou omissões; ou com os dispositivos do
texto do projeto de lei.

c) Errada. As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não


poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual.

d) Errada. O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso


Nacional para propor modificação nos projetos a que se refere o art. 166 da
CF/1988 (PPA, LDO, LOA e crédito adicionais) enquanto não iniciada a votação,
na comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.

e) Errada. As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não


poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual.

Resposta: Letra A

22) (FCC – Consultor Legislativo – Tributário, Financeiro e Cidadania


– Assembleia Legislativa/PE – 2014) A proposta orçamentária é
matéria relevante dentre as disposições constantes da lei do
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orçamento. De acordo com a Lei Federal nº 4.320/1964, essa


proposta, que será encaminhada ao Poder Legislativo pelo Poder
Executivo, nos prazos previstos pela legislação, terá dentre seus
componentes,
a) uma mensagem, que conterá estimativas de receita e despesa do
ano a que se refere a proposta e do ano imediatamente anterior.
b) necessariamente, um Projeto de Lei de Orçamento, exposição
circunstanciada da situação econômico-financeira, documentada com
demonstração da dívida fundada e flutuante, saldos de créditos
especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros exigíveis.
c) a Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por
dotações globais, em termos de metas visadas, decompostas em
estimativa do custo das obras a realizar e dos serviços a prestar,

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acompanhadas de justificação econômica, financeira, social e


administrativa.
d) tabelas explicativas, com a exposição e justificação da política
econômico-financeira do governo e justificação da receita e despesa,
particularmente no que diz respeito ao orçamento de capital.
e) a justificativa política econômica-financeira da proposta, na qual
devem ser apresentadas as razões políticas da proposta orçamentária,
com o objetivo de dar consistência aos aspectos econômicos e
financeiros da proposta.

Questão bastante difícil, baseada no conteúdo da proposta orçamentária


previsto no art. 22 da Lei 4320/1964.

a) Errada. A proposta orçamentária será composta por tabelas explicativas,


que conterá estimativas de receita e despesa do ano a que se refere a
proposta e do ano imediatamente anterior, entre outras informações.

b) d) e e) Erradas. A proposta orçamentária será composta de mensagem, a


qual conterá exposição circunstanciada da situação econômico-financeira,
documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante, saldos de
créditos especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros exigíveis;
exposição e justificação da política econômica-financeira do Governo;
justificação da receita e despesa, particularmente no tocante ao orçamento de
capital.

c) Correta. A proposta orçamentária será composta Especificação dos


programas especiais de trabalho custeados por dotações globais, em termos de
metas visadas, decompostas em estimativa do custo das obras a realizar e dos
serviços a prestar, acompanhadas de justificação econômica, financeira, social
e administrativa.

Resposta: Letra C 09262143907

23) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade - TRT/16 - Maranhão –


2014) Entendendo o ciclo orçamentário como a sequência das etapas
desenvolvidas pelo processo orçamentário, com relação ao projeto de
lei orçamentária, nos termos da Constituição Federal, no âmbito da
União, é correto afirmar que
a) será elaborado pelo Poder Legislativo e apreciado até quatro meses
antes do encerramento do exercício financeiro e remetido ao Executivo
para sanção até o encerramento da sessão legislativa.
b) será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do
exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da
sessão legislativa.

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c) será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do


exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento do
primeiro período da sessão legislativa.
d) estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e
metas da Administração pública federal para as despesas de capital e
outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração
continuada.
e) os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do
projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas
correspondentes poderão ser utilizados, para atender somente as
despesas imprevisíveis e urgentes.

a) Errada. O PLOA será elaborado pelo Poder Executivo e enviado até quatro
meses antes do encerramento do exercício financeiro e remetido ao Executivo
para sanção até o encerramento da sessão legislativa.

b) Correta. O PLOA será encaminhado até quatro meses antes do


encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o
encerramento da sessão legislativa.

c) Errada. O PLDO será encaminhado até oito meses e meio antes do


encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o
encerramento do primeiro período da sessão legislativa.

d) Errada. O plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as


diretrizes, objetivos e metas da Administração pública federal para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de
duração continuada.

e) Errada. Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do


projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes
poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou
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suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

Resposta: Letra B

24) (FCC – Analista – Administração –DPE/RS - 2013) De acordo com


a Lei Federal nº 4.320/64, o agrupamento de serviços subordinados ao
mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações
próprias, constitui:
(A) um órgão orçamentário.
(B) uma unidade orçamentária.
(C) um programa de trabalho do governo.
(D) uma unidade administrativa.
(E) uma categoria de despesas orçamentárias.

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De acordo com o art. 14 da Lei 4.320/1964, constitui unidade orçamentária


o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que
serão consignadas dotações próprias.
Resposta: Letra B

25) (FCC – Técnico em Contabilidade – FHEMIG - 2013) A existência


de dotação própria de órgão ou repartição, da gestão pública, que
apresente agrupamento de serviços, por definição legal especifica a
existência de:
(A) um centro de responsabilidade.
(B) uma unidade administrativa.
(C) uma unidade orçamentária.
(D) uma rubrica orçamentária.
(E) uma operação especial.

De acordo com o art. 14 da Lei 4.320/1964, constitui unidade orçamentária


o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que
serão consignadas dotações próprias.

Resposta: Letra C

AVALIAÇÃO E CONTROLE

26) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/3 – 2016) Nos


termos definidos pela Constituição Federal de 1988, o Poder Judiciário
Federal, que inclui o TRF da 3ª Região, está submetido a uma
fiscalização contábil, financeira e orçamentária. Se, nesse contexto,
um determinado ato de despesa for impugnado pelo controle externo,
sua execução poderá ser sustada
(A) pela Câmara dos Deputados, que comunicará a decisão ao Senado.
(B) pela Câmara dos Deputados, que comunicará a decisão ao
09262143907

Presidente da República.
(C) pelo Tribunal de Contas da União, que comunicará a decisão ao
Presidente da República.
(D) pelo Tribunal de Contas da União, que comunicará a decisão à
Câmara dos Deputados e ao Senado.
(E) pelo Senado, que comunicará a decisão ao Presidente da
República.

O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio


do Tribunal de Contas da União, ao qual compete sustar, se não atendido, a
execução do ato impugnado, comunicando a decisão à Câmara dos Deputados
e ao Senado Federal (art. 71, X, da CF/1988).
Resposta: Letra D

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27) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB


- 2015) Nos termos da Constituição Federal de 1988, a fiscalização
externa da execução dos orçamentos, inclusive do Ministério Público,
deve ser feita pelo Poder Legislativo com o auxílio
(A) do Poder Executivo.
(B) do Poder Judiciário.
(C) do Conselho Nacional de Justiça.
(D) dos Tribunais de Contas.
(E) da Procuradoria Geral do Estado.

O controle externo, a cargo do Poder Legislativo, será exercido com o auxílio


do Tribunal de Contas.
Resposta: Letra D

28) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/MG - 2015) O


controle da execução orçamentária compreenderá, entre outros, a
legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a
realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e
obrigações. Assim, a verificação da legalidade dos atos de execução
orçamentária, segundo a Lei Federal nº 4.320/1964, será
(A) de ofício ou por solicitação de autoridade competente.
(B) prévia, concomitante e subsequente.
(C) por iniciativa do Tribunal de Contas, mediante autorização do
Poder Legislativo.
(D) de ofício para apurar denúncia formulada pelo Ministério Público.
(E) por iniciativa do Poder Legislativo ou Comissão de Inquérito para
apurar denúncia.

A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia,


concomitante e subsequente (art. 77 da Lei 4320/1964).
Resposta: Letra B 09262143907

29) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/MG - 2015)


Apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional,
segundo a Constituição Federal, é uma das finalidades (A) da auditoria
interna.
(B) do Tribunal de Contas.
(C) da auditoria externa.
(D) do Ministério Público.
(E) do sistema do controle interno.

Segundo o art. 74 da CF/1988, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário


manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade
de:

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“I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a


execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;
II– comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e
entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado;
III – exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como
dos direitos e haveres da União;
IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional”.

Resposta: Letra E

30) (FCC – Analista – Contabilidade - CNMP-2015) A fiscalização


contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União
e das entidades da Administração direta e indireta, quanto à
legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e
renúncia de receitas, de acordo com a Constituição Federal será
exercida
I. pelo Congresso Nacional, mediante controle externo.
II. pela Controladoria Geral da União, mediante auditorias internas.
III. pelo sistema de controle interno de cada Poder.
IV. pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara,
mediante controle externo.
V. pelo Tribunal de Contas da União, mediante auditorias externas.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II e V.
(B) I, II e V.
(C) III e IV.
(D) I e III.
(E) I, III e IV.

A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da


09262143907

União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade,


legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas,
será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e
pelo sistema de controle interno de cada Poder (art. 70 da CF/1988).

Logo, está correto o que se afirma apenas em I e III.

Resposta: Letra D

31) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO –


2015) O controle da execução do orçamento, de acordo com a Lei nº
4.320/1964, compreenderá,

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a) apenas, a análise da legalidade dos atos de que resultem a


arrecadação da receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a
extinção de direitos e obrigações, sendo que a verificação da
legalidade dos atos de execução orçamentária será sempre
subsequente à prática do ato.
b) entre outros procedimentos legais, a análise do cumprimento do
programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de
realização de obras e prestação de serviços e será exercido,
internamente, de modo preferencial e privativo, pelo Poder Legislativo.
c) unicamente, o exame da fidelidade funcional dos agentes da
administração, responsáveis por bens e valores públicos, podendo
haver, a qualquer tempo, como forma de controle externo,
levantamento, prestação ou tomada de contas de todos os
responsáveis por bens ou valores públicos.
d) entre outros procedimentos legais, a análise do cumprimento do
programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de
realização de obras e prestação de serviços, e será exercido,
internamente, pelo Poder Executivo.
e) exclusivamente, o exame da fidelidade funcional dos agentes da
administração, responsáveis por bens e valores públicos, podendo
haver, a qualquer tempo, como forma de controle interno,
levantamento, prestação ou tomada de contas do principal responsável
legal por bens ou valores públicos.

a) Errada. O controle da execução orçamentária compreenderá, entre outros,


a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização
da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações. Ainda, a
verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia,
concomitante e subsequente.

b) Errada. O controle da execução orçamentária compreenderá, entre outros, a


análise do cumprimento do programa de trabalho expresso em termos
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monetários e em termos de realização de obras e prestação de serviços.


Entretanto, ao órgão incumbido da elaboração da proposta orçamentária
ou a outro indicado na legislação, caberá o referido controle. Logo, tal
controle não é privativo do Legislativo.

c) e e) Erradas. Além da prestação ou tomada de contas anual, quando


instituída em lei, ou por fim de gestão, poderá haver, a qualquer tempo,
levantamento, prestação ou tomada de contas de todos os responsáveis por
bens ou valores públicos. Entretanto, a fidelidade funcional dos agentes da
administração, responsáveis por bens e valores públicos, não é o único item
do controle da execução orçamentária.

d) Correta. Segundo a Lei 4.320/1964:

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“Art. 75. O controle da execução orçamentária compreenderá:


I – a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a
realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
II – a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por
bens e valores públicos;
III – o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários
e em termos de realização de obras e prestação de serviços.
O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle a que se refere o art. 75
[legalidade (I), fidelidade funcional (II) e cumprimento do programa de
trabalho (III)], sem prejuízo das atribuições do Tribunal de Contas ou órgão
equivalente.

Resposta: Letra D

32) (FCC – Analista – Controle Interno - CNMP-2015) Servidores


responsáveis pelo setor de controle interno de determinado órgão da
Administração direta federal identificam irregularidades na execução
financeira de contrato de prestação de serviços, ainda em vigor,
celebrado em decorrência de processo licitatório e contratação
considerados oportunamente regulares pelos órgãos de controle
externo. Nessa hipótese, à luz da disciplina constitucional da matéria,
os servidores responsáveis pelo controle interno
(A) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades ao Tribunal de Contas da União, cabendo ao Congresso
Nacional determinar a suspensão da execução contratual e solicitar, de
imediato, ao Executivo as medidas cabíveis.
(B) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades ao Tribunal de Contas da União, ao qual compete
determinar, de imediato, a suspensão da execução contratual e
solicitar ao Executivo a adoção das medidas cabíveis.
(C) estarão dispensados de dar ciência das irregularidades ao Tribunal
de Contas da União, em virtude de processo licitatório e contrato já
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terem sido analisados e considerados regulares pelo órgão de controle


externo, cuja jurisdição sobre a contratação assim se encerrou.
(D) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades aos dirigentes do órgão para que estes, comuniquem o
Tribunal de Contas da União, ao qual compete requerer ao Poder
Judiciário a suspensão da execução contratual e solicitar, de imediato,
ao Executivo as medidas cabíveis.
(E) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades aos dirigentes do órgão para que estes, comuniquem o
Tribunal de Contas da União, ao qual compete determinar, de imediato,
a suspensão da execução contratual e solicitar ao Executivo a adoção
das medidas cabíveis.

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Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer


irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da
União, sob pena de responsabilidade solidária.
No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo
Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as
medidas cabíveis. No entanto, se o Congresso Nacional ou o Poder Executivo,
no prazo de 90 dias, não efetivar as medidas cabíveis, o TCU decidirá a
respeito.

Resposta: Letra A

33) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Controle Externo -


TCM/GO – 2015) A Constituição Federal estabeleceu um elenco de
competências ao controle externo que abrange a sustação de
contratos. Nos termos do que dispõem tais normas constitucionais, o
ato de sustação de contrato
(A) será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará
ao Poder Executivo as medidas cabíveis.
(B) é de competência do Tribunal de Contas, desde que esteja
previamente autorizado pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado
Federal.
(C) será adotado diretamente pelo Tribunal de Contas, comunicando a
decisão à Câmara dos Deputados.
(D) será efetivado pelo Congresso Nacional ou pelo Poder Executivo no
prazo de 180 dias ou então exaure-se-á a competência.
(E) será adotado diretamente pelo Tribunal de Contas, comunicando a
decisão ao Senado Federal.

No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo


Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as
medidas cabíveis. No entanto, se o Congresso Nacional ou o Poder Executivo,
no prazo de 90 dias, não efetivar as medidas cabíveis, o Tribunal decidirá a
09262143907

respeito.

Resposta: Letra A

34) (FCC - Auditor Fiscal - ICMS/RJ – 2014) Na Administração


pública, a Constituição Federal adotou dois sistemas de controle, o
interno e o externo. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário
manterão, de forma integrada, sistema de controle interno que tem,
dentre outras, a finalidade de
(A) representar ao poder competente sobre irregularidades ou abusos
apurados, a partir da realização de auditoria nos órgãos públicos.

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(B) denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Ministério


Público, quando constatadas nas transações realizadas por entidades
da Administração pública.
(C) comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos
e entidades da Administração, bem como da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado.
(D) apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão
de pessoal, a qualquer título, na Administração direta e indireta,
incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
(E) prestar as informações solicitadas pelo Poder Legislativo, sobre a
fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e
patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas.

Na alternativa “C”, segundo o art. 74 da CF/1988, os Poderes Legislativo,


Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle
interno com a finalidade de:
“I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a
execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;
II– comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e
entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado;
III – exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como
dos direitos e haveres da União;
IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional”.

As demais alternativas estão relacionadas às atribuições do controle externo.

Resposta: Letra C

35) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRT/16 - Maranhão


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– 2014) Nos termos estabelecidos pela Constituição federal NÃO é


atribuição constitucional do Tribunal de Contas da União
(A) julgar as contas as contas dos administradores e demais
responsáveis por recursos públicos.
(B) julgar as contas do Presidente da República.
(C) sustar, se não atendido, a execução de ato impugnado,
comunicando à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.
(D) apreciar, em regra, para fins de registro, a legalidade dos atos de
admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta.
(E) fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo
capital social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos
do tratado consultivo.

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Na alternativa “B”, compete ao TCU apreciar (e não julgar) as contas


prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio.
Entretanto, é da competência exclusiva do Congresso Nacional julgar
anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os
relatórios sobre a execução dos planos de governo. Para os demais
administradores e responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos compete
ao TCU o julgamento das contas.

As demais alternativas estão corretas.

Resposta: Letra B

CRÉDITOS ADICIONAIS

36) (FCC - Analista Judiciário – Administrativa – TRF/3 – 2016) A Lei


nº 4.320/1964 determina que os créditos adicionais terão vigência
adstrita ao exercício financeiro em que forem abertos. Essa regra é
absoluta em relação
(A) aos créditos adicionais especial e extraordinário.
(B) ao crédito adicional especial, apenas.
(C) ao crédito adicional suplementar, apenas.
(D) ao crédito adicional extraordinário, apenas.
(E) aos créditos adicionais especial e suplementar.

Os créditos adicionais terão vigência adstrita ao exercício financeiro em que


forem abertos. É uma regra absoluta apenas para os créditos adicionais
suplementares.
Os créditos adicionais especiais e extraordinários não poderão ter vigência
além do exercício em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for
promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, casos em que,
reabertos nos limites dos seus saldos, poderão viger até o término do exercício
financeiro subsequente. 09262143907

Resposta: Letra C

37) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016)


Determinado ente público pretende abrir crédito adicional para
reforçar o saldo da dotação orçamentária destinada a aquisição de
computadores. Segundo a Lei Federal nº 4.320/1964, o crédito
adicional a ser aberto é classificado como
(A) especial.
(B) suplementar.
(C) extraordinário.
(D) extraorçamentário.
(E) capital.

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Os créditos adicionais suplementares são os destinados a reforço de dotação


orçamentária.
Resposta: Letra B

38) (FCC - Analista Judiciário – Administrativa – TRE/SE– 2016)


Durante a execução do orçamento da União referente ao exercício de
2015, foi verificado que não houve dotação suficiente para
determinada despesa. Para tanto, foi aberto crédito adicional e
utilizado como fonte de recurso o saldo positivo das diferenças
acumuladas mês a mês, entre a arrecadação prevista e a realizada,
considerando-se, ainda, a tendência do exercício. O crédito adicional
adequado ao caso e a fonte de recurso utilizada são, respectivamente,
(A) suplementar e excesso de arrecadação.
(B) especial e excesso de arrecadação.
(C) suplementar e superávit financeiro.
(D) especial e produto de operação de crédito.
(E) suplementar e produto de operação de crédito.

Os créditos adicionais suplementares são os destinados a reforço de dotação


orçamentária.
A fonte excesso de arrecadação corresponde ao saldo positivo das diferenças
acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada,
considerando-se, ainda, a tendência do exercício.
Resposta: Letra A

39) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/PR - 2015) A


reabertura de créditos especiais no exercício subsequente, cujo ato de
autorização foi promulgado nos 4 últimos meses do exercício, é uma
exceção ao Princípio orçamentário da
(A) unidade.
(B) tempestividade.
(C) anualidade. 09262143907

(D) universalidade.
(E) competência.

Os créditos adicionais especiais e extraordinários autorizados nos últimos


quatro meses do exercício podem ser reabertos no exercício seguinte pelos
seus saldos, se necessário, e, neste caso, viger até o término desse exercício
financeiro.
Por esse motivo, alguns autores consideram que se trata de exceções ao
princípio orçamentário da anualidade.
Resposta: Letra C

40) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/MG - 2015)


Durante a execução do orçamento houve a necessidade de aquisição

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de 500 litros de água, além do que estava previsto originalmente. A


solução para esse problema é a abertura de crédito adicional
(A) suplementar, que depende da existência de recursos disponíveis
para ocorrer a despesa.
(B) suplementar, que independe da existência de recursos disponíveis
para ocorrer a despesa.
(C) especial, que depende da existência de recursos disponíveis para
ocorrer a despesa.
(D) especial, que independe da existência de recursos disponíveis para
ocorrer a despesa.
(E) extraordinário, que depende da existência de recursos disponíveis
para ocorrer a despesa.

Os créditos suplementares são os destinados a reforço de dotação


orçamentária. Terão vigência limitada ao exercício em que forem autorizados e
sua abertura depende da existência de recursos disponíveis e de exposição que
a justifique.
Resposta: Letra A

41) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB


- 2015) Um Analista do Ministério Público do Estado da Paraíba, ao
analisar os balanços contábeis do governo estadual, verificou saldo
positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação
prevista e realizada, considerando-se ainda, a tendência do exercício.
Nos termos da Lei n° 4.320/1964, esse saldo positivo é denominado
(A) variação positiva.
(B) variação patrimonial positiva.
(C) excesso de arrecadação.
(D) superávit financeiro.
(E) superávit de recursos.

Excesso de arrecadação é o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a


09262143907

mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a


tendência do exercício.
Resposta: Letra C

42) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Até


mesmo um planejamento bem feito pode necessitar de alterações em
razão de fatos supervenientes. Assim, as autorizações de despesas não
computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento são
denominadas
(A) reforço técnico-contábil.
(B) despesas emergenciais.
(C) débitos contingentes.
(D) créditos adicionais.

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(E) dotações não estimadas.

São créditos adicionais as autorizações de despesa não computadas ou


insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento (art. 40 da Lei 4.320/1964).
Resposta: Letra D

43) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) No mês


de março de 2015, o Secretário da Fazenda do Estado do Cerrado do
Norte solicitou ao setor de contabilidade que procedesse a reserva de
recursos orçamentários, no valor de R$ 60.000,00, destinados à
aquisição de vinte computadores para o departamento de rendas
mobiliárias.
O contador chefe manifestou-se, informando que na lei orçamentária
para o exercício de 2015 não consta dotação orçamentária específica
para a aquisição de computadores. Assim, deve o Poder Executivo, nos
termos da Lei Federal nº 4.320/1964, abrir um crédito adicional
(A) especial.
(B) extraorçamentário.
(C) suplementar.
(D) ordinário.
(E) extraoficial.

Os créditos especiais são destinados a despesas para as quais não haja


dotação orçamentária específica.
Resposta: Letra A

44) (FCC – Analista – Gestão Pública – CNMP - 2015) O Município de


Águas Escassas decretou estado de calamidade pública, em novembro
de 2014, por causa da estiagem que atingia a região, sendo necessária
a abertura de crédito adicional para a realização de despesa
imprevisível na Lei Orçamentária Anual, com obras para o
enfrentamento dos efeitos da estiagem. Neste caso, de acordo com a
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Lei no 4.320/64, o Poder Executivo deveria abrir crédito adicional:


(A) especial, desde que houvesse superávit financeiro do exercício
anterior.
(B) extraordinário, após autorização do Poder Legislativo
(C) especial, desde que houvesse excesso de arrecadação
(D) suplementar, desde que houvesse anulação de despesa corrente.
(E) extraordinário, podendo ser reaberto no limite do seu saldo no
exercício de 2015.

a) c) e d) Erradas. No caso de calamidade pública deve ocorrer a abertura de


crédito extraordinário para atender a despesas imprevisíveis e urgentes.

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b) Errada. No caso de calamidade pública deve ocorrer a abertura de crédito


extraordinário para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. Entretanto,
não há autorização legislativa prévia.

e) Correta. Os créditos especiais e extraordinários (como no caso em tela)


terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato
de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício (na
questão, foi em novembro), caso em que, reabertos nos limites de seus saldos,
serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente. Assim,
o Poder Executivo deveria abrir crédito adicional extraordinário, podendo ser
reaberto no limite do seu saldo no exercício de 2015.

Resposta: Letra E

45) (FCC – Analista – Controle Interno - CNMP-2015) É permitido


incluir na Lei Orçamentária Anual − LOA autorização para o Poder
Executivo abrir créditos
(A) especiais e extraordinários.
(B) adicionais.
(C) suplementares e especiais.
(D) extraordinários.
(E) suplementares.

O crédito suplementar é a única espécie de crédito que é exceção ao princípio


orçamentário da exclusividade, o qual determina que a lei orçamentária anual
não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa,
não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos
suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que por
antecipação de receita, nos termos da lei.

Resposta: Letra E
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46) (FCC – Analista – Controle Interno - CNMP-2015) O saldo positivo


das diferenças acumuladas mês a mês, entre a receita prevista e a
realizada, considerando-se ainda a tendência do exercício, denomina-
se
(A) Economia Orçamentária.
(B) Superávit Orçamentário.
(C) Superávit Financeiro.
(D) Excesso de Arrecadação.
(E) Superávit Primário.

Excesso de arrecadação é o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a


mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a
tendência do exercício (art. 43, § 3º, da Lei 4320/1964).

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Resposta: Letra D

47) (FCC – Técnico Judiciário – Contabilidade – TRT/MG - 2015)


Pretende o Poder Executivo abrir um crédito adicional na dotação
orçamentária destinada à aquisição de medicamentos para os
hospitais públicos. Nos termos da Lei Federal nº 4.320/1964,
consideram-se, entre outros, recursos disponíveis para fins de
abertura de créditos suplementares e especiais:
I. o produto de operações de crédito por antecipação da receita
orçamentária.
II. superávit orçamentário apurado no exercício.
III. os provenientes de excesso de arrecadação.
IV. a reserva legal.
V. o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício
anterior.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e II.
(B) II, III e V.
(C) III e V.
(D) I e IV.
(E) I, IV e V.

I) Errado. O produto das operações de crédito autorizadas, em forma que


juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las, constitui fonte de
recursos para fins de abertura de créditos adicionais. No entanto, as operações
de crédito por antecipação de receita orçamentária são receitas
extraorçamentárias destinadas a atender insuficiência de caixa e não podem
ser utilizadas para fins de abertura de créditos adicionais.

II) Errado. O superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício


anterior é fonte de recurso para a abertura de créditos adicionais.
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III) Correto. Os recursos provenientes de excesso de arrecadação são fontes


de recursos para a abertura de créditos adicionais.

IV) Errado. A reserva de contingência é fonte de recurso para a abertura de


créditos adicionais.

V) Correto. O superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício


anterior é fonte de recurso para a abertura de créditos adicionais.

Logo, está correto o que se afirma apenas em III e V.


Resposta: Letra C

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48) (FCC – Auditor Conselheiro Substituto –TCM/GO – 2015) Os


créditos suplementares e especiais podem ser financiados por
a) superávit orçamentário do exercício pretérito, recursos
provenientes da anulação de outras dotações, operações de crédito.
b) superávit financeiro do ano anterior, recursos decorrentes de
gastos rejeitados pelo Legislativo, receitas arrecadadas em excesso no
atual exercício.
c) saldo orçamentário, superávit econômico do ano anterior,
transposições, remanejamentos e transferências.
d) superávit financeiro apurado no Balanço Patrimonial do ano
anterior, superávit constatado na Demonstração das Variações
Patrimoniais, excesso de arrecadação no exercício corrente.
e) Ativo Real Líquido do ano anterior, operações de crédito, recursos
de anulação de créditos orçamentários.

a) Errada. São fontes de recursos: superávit financeiro do exercício pretérito,


recursos provenientes da anulação de outras dotações, operações de crédito.

b) Correta. São fontes de recursos: superávit financeiro do ano anterior,


recursos decorrentes de gastos rejeitados pelo Legislativo, receitas
arrecadadas em excesso no atual exercício.

c) Errada. Nenhuma dessas são fontes de recursos: saldo orçamentário,


superávit econômico do ano anterior, transposições, remanejamentos e
transferências.

d) Errada. São fontes de recursos: superávit financeiro apurado no Balanço


Patrimonial do ano anterior e excesso de arrecadação no exercício corrente.
Entretanto, não há fontes de recursos na Demonstração das Variações
Patrimoniais.

e) Errada. São fontes de recursos: superávit financeiro apurado no


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Balanço Patrimonial do ano anterior, operações de crédito, recursos de


anulação de créditos orçamentários.

Resposta: Letra B

49) (FCC – Analista – Contabilidade - CNMP-2015) Considere as


seguintes transações realizadas por determinada entidade do setor
público, no mês de março de 2015, a classificação da receita por
categoria econômica e a classificação dos créditos adicionais:

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O valor do crédito adicional especial foi, em reais, de


(A) 430,00.
(B) 230,00.
(C) 300,00.
(D) 360,00.
(E) 260,00.

Os créditos adicionais especiais são os destinados a despesas para as quais


não haja dotação orçamentária específica.
Valor na questão R$ 230,00.

Resposta: Letra B

50) (FCC – Analista Previdenciário – Administrativa – MANAUSPREV -


2015) O saldo da dotação orçamentária, em 31 de março de 2015, para
aquisição de material de consumo, de determinado ente da federação
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era de R$ 2.500,00. Pretende o governante fazer uma aquisição deste


material, no valor de R$ 40.000,00. Para tanto deve abrir um crédito
adicional classificado como
(A) suplementar.
(B) extraorçamentário.
(C) especial.
(D) suprimento de recursos.
(E) extraordinário.

Os créditos adicionais suplementares são destinados ao reforço de dotação


orçamentária. Assim, no caso em tela, se a dotação foi insuficiente, deve-se
abrir um crédito adicional classificado como suplementar.

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Resposta: Letra A

E aqui terminamos nossa aula demonstrativa.

Segue a lista de questões comentadas e os seus respectivos gabaritos.

Na próxima aula iniciaremos, de fato, nosso curso de questões comentadas da


FCC. Espero você lá!

Enquanto isso o Prof. Vinícius Nascimento estará a sua disposição no fórum de


dúvidas!

Forte abraço!

Sérgio Mendes

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LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

1) (FCC - Analista Judiciário – Judiciária – TRT/14ª – 2016) De acordo com


a Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é INCORRETO afirmar:
(A) Compreende as metas e prioridades da Administração pública.
(B) Orienta a elaboração do Plano Plurianual − PPA e da Lei Orçamentária
Anual − LOA.
(C) Dispõe sobre alterações na legislação tributária.
(D) Compreende as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente.
(E) Estabelece as políticas para as agências financeiras oficiais de fomento.

2) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Em relação


à Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO, é corretor afirmar:
a) Compreende todas as receitas e despesas para o período de um ano, sendo
considerada instrumento de planejamento operacional.
b) Consolida, qualifica e dimensiona a programação de governo para os quatro
anos subsequentes.
c) Estabelece metas e prioridades, na programação de governo, para o ano
subsequente.
d) É o documento básico para o exercício da atividade financeira e integra os
orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimentos.
e) Sua vigência é de quatro anos e tem a função de orientar a elaboração dos
demais planos e programas de governo.

3) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Segundo a


Constituição Federal, um dos instrumentos de planejamento é o Plano
Plurianual − PPA. No âmbito da União o Plano Plurianual
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a) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá vigência de


dois anos, iniciando-se no primeiro e terceiro ano de mandato do chefe do
Poder Executivo.
b) será apreciado pelas duas Casas do Congresso Nacional e terá vigência de
quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do chefe do Poder
Executivo.
c) será apreciado, apenas, pela Câmara dos Deputados, com vigência de
quatro anos, iniciando-se, no segundo ano de mandato do chefe do Poder
Executivo.
d) o encaminhamento do projeto de lei do PPA ao Legislativo é de iniciativa
exclusiva do Ministro do Planejamento, orçamento e gestão, com vigência de
quatro anos.

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e) terá vigência de quatro anos, iniciando-se no primeiro ano do mandato do


chefe do Poder Executivo.

4) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016) Na Lei


Orçamentária Anual do Estado do Rio de Pedras, para o exercício de 2016,
consta dotação orçamentária para investimento no valor de R$ 23.500.000.
Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF, a lei orçamentária não
consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício
financeiro que NÃO
(A) esteja previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias ou em lei que autorize a
sua inclusão.
(B) seja compatível com a previsão da arrecadação das receitas que os
atenderá.
(C) esteja previsto no anexo de metas fiscais.
(D) seja compatível com as metas de arrecadação e com as prioridades da
administração.
(E) esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.

5) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) As metas da


Administração pública para as despesas relativas aos programas de duração
continuada e as disposições sobre alterações na legislação tributária são,
respectivamente, conteúdos atinentes
(A) ao Plano Plurianual e à Lei Orçamentária Anual.
(B) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e ao Plano Plurianual.
(C) ao Plano Plurianual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei Orçamentária Anual.
(E) à Lei Orçamentária Anual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.

6) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO – 2015) De


acordo com a Constituição Federal, a atribuição para
I. estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
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decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada, bem


como
II. fixar as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as
despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientar a
elaboração da lei orçamentária anual, dispor sobre as alterações na legislação
tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais
de fomento
São, respectivamente, da
(A) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(B) I. Lei que estabelece Orçamento Anual e da
II. Lei que institui o Plano Plurianual.
(C) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da

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II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.


(D) I. Lei de Diretrizes Orçamentárias e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.
(E) I. Lei que institui o Plano Plurianual e da
II. Lei que estabelece Orçamento Anual.

7) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Acerca do


processo de Planejamento-Orçamento, consubstanciado nos instrumentos:
Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual,
considere:
I. O Plano Plurianual, no âmbito estadual, é lei de iniciativa da Secretaria de
Planejamento e Orçamento.
II. A Lei Orçamentária Anual deverá conter todas as receitas e despesas de
todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas
pelo Poder Público.
III. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, entre outros, orientará a elaboração da
Lei Orçamentária Anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento.
IV. Na lei do Plano Plurianual, incluem-se as autorizações para abertura de
créditos adicionais das despesas de capital e outras delas decorrentes.
V. Os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento nas empresas
estatais, no âmbito municipal, são de iniciativa da Câmara Municipal.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II, e V.
(B) II, III e V.
(C) I, III e IV.
(D) I e IV.
(E) II e III.

8) (FCC – Analista – Contabilidade – CNMP - 2015) Anualmente, cada ente


da federação envia ao respectivo Poder Legislativo, projeto de lei orçamentária
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anual. Nos termos da Constituição Federal, entre outros, compõe a lei


orçamentária anual:
(A) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos
a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e
fundações instituídos e mantidos pelo poder público.
(B) o orçamento fiscal da administração direta da União, seus fundos e órgãos,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público.
(C) os planos e programas nacionais, regionais e setoriais elaborados em
consonância com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias.
(D) o orçamento de investimento das empresas estatais independentes em que
a União, direta ou indiretamente, participe do capital social.

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(E) a programação financeira e o cronograma de execução mensal de


desembolso da administração direta e indireta, e dos fundos e fundações
instituídas e mantidas pelo poder público.

9) (FCC – Analista Previdenciário – Administrativa – MANAUSPREV - 2015)


Após ser eleito, determinado governante autorizou a realização de despesa
com investimento cuja execução será de vinte meses. Nestas condições, de
acordo com a Constituição Federal, o investimento cuja execução ultrapasse
um exercício financeiro
(A) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei
que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
(B) só poderá ser iniciado com prévia autorização na lei de responsabilidade
fiscal e comprovação da existência de recursos financeiros para arcar com os
pagamentos.
(C) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão na lei de diretrizes
orçamentárias, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade.
(D) não é exigida a inclusão na lei de diretrizes orçamentárias, se comprovada
à necessidade de sua realização.
(E) não poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Anexo de Metas de
Investimentos, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
improbidade administrativa.

10) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB - 2015)


O instrumento de planejamento pelo qual devem ser previstos os objetivos,
diretrizes e metas da Administração pública para as despesas relativas aos
programas de duração continuada é o
(A) Plano Plurianual.
(B) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(C) Lei Orçamentária Anual.
(D) Plano Diretor.
(E) Anexo de Riscos Fiscais. 09262143907

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ELABORAÇÃO, DISCUSSÃO E EXECUÇÃO

11) (FCC - Analista Judiciário – Administrativa – TRF/3 – 2016) Quanto ao


processo de elaboração, discussão, votação e aprovação da proposta
orçamentária, a Constituição Federal estabelece que
a) em qualquer momento o Presidente da República pode enviar mensagem ao
Congresso Nacional para propor modificações no projeto da lei orçamentária
anual.
b) o projeto de lei relativo ao orçamento anual será apreciado pela Câmara dos
Deputados, cabendo ao Senado apenas o acompanhamento do atendimento
aos limites constitucionais.
c) uma das fontes de recursos admitida para emendas ao projeto de lei do
orçamento anual é a anulação de despesa que incida sobre dotações de
pessoal e encargos.
d) no caso de emendas ao projeto da lei do orçamento anual, somente são
admitidas as indicações de recursos advindos de anulação de despesa.
e) as emendas ao projeto da lei do orçamento anual serão apresentadas ao
Presidente da República, responsável por sua apreciação.

12) (FCC - Analista Judiciário – Oficial de Justiça – TRT/14ª – 2016) Em


relação à iniciativa e aos prazos de tramitação do projeto da Lei de Diretrizes
Orçamentárias - LDO na esfera federal, a iniciativa é
(A) do Poder Executivo e deve ser encaminhado ao Poder Legislativo até o dia
15 de abril de cada ano.
(B) do Poder Legislativo e deve ser aprovado até o dia 15 de abril de cada ano.
(C) compartilhada entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo e deve ser
votado até o dia 31 de agosto de cada ano.
(D) do Poder Executivo e deve ser aprovado até o dia 30 de novembro de cada
ano.
(E) do Poder Legislativo e deve ser devolvido para sanção até o dia 31 de
agosto de cada ano.
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13) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/3 – 2016) A Constituição


Federal de 1988, no que é pertinente ao orçamento público, estabelece que
a) o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais
devem ser elaborados mediante lei de iniciativa dos Poderes Executivo e
Legislativo.
b) o relatório resumido da execução orçamentária será publicado pelo
respectivo Poder trinta dias após o encerramento do bimestre.
c) normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e indireta
devem ser feitas mediante lei complementar.
d) emendas ao projeto de lei do orçamento anual devem ser apreciadas pela
Câmara dos Deputados, cabendo ao Senado sua homologação.
e) emendas ao projeto de lei do orçamento anual que indiquem recursos
provenientes de anulação de despesa que incida sobre o serviço da dívida

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podem ser aprovadas desde que compatíveis com o plano plurianual e com a
lei de diretrizes orçamentárias.

14) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/3 – 2016) De acordo com a


Constituição Federal de 1988, em relação às emendas ao projeto de lei do
orçamento anual que indiquem recursos provenientes de anulação de despesa,
considere:
I. Dotação para pessoal e seus encargos.
II. Transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios ou
Distrito Federal.
III. Dotação para construção de fóruns.
IV. Dotação para aquisição de computadores pelo Poder Judiciário.
Entre outros requisitos, as emendas somente podem ser aprovadas se a
anulação da despesa incidir sobre o que consta
APENAS em
(A) III e IV.
(B) I e II.
(C) I e III.
(D) II, III e IV.
(E) I, II e IV.

15) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB - 2015)


Considere as seguintes hipóteses:
I. Alterar dotação solicitada para despesa de custeio com proposta inexata.
II. Conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado
pelos órgãos competentes.
III. Conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não
esteja anteriormente criado.
IV. Conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados em
resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e subvenções.
Dessas hipóteses, pode ser objeto de emenda ao projeto da lei do orçamento o
que consta APENAS em 09262143907

(A) II.
(B) I.
(C) III e IV.
(D) I e II.
(E) III.

16) (FCC – Analista – Gestão Pública - CNMP-2015) A teor do que a


Constituição da República estabelece em matéria orçamentária, o Ministério
Público:
I) elaborará sua proposta orçamentária dentro de prazo e limites estabelecidos
na Lei de Diretrizes Orçamentárias, sob pena de o Poder Executivo considerar,
para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores

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aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites


referidos.
II. poderá, observados os limites de despesa de pessoal estabelecidos em lei
complementar, propor ao Poder Executivo a criação e extinção de seus cargos
e serviços auxiliares, provendo-os por concurso público de provas ou de provas
e títulos, a política remuneratória e os planos de carreira.
III. não poderá, durante a execução orçamentária do exercício, realizar
despesas que extrapolem os limites estabelecidos na Lei de Diretrizes
Orçamentárias, exceto mediante a abertura de créditos suplementares ou
especiais, sujeitos a prévia autorização legislativa e indicação dos recursos
correspondentes.
IV. receberá os recursos correspondentes às dotações orçamentárias,
compreendidos os créditos suplementares e especiais, até o dia 20 de cada
mês, em duodécimos, na forma estipulada na lei complementar que estabelece
normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e indireta.
Está correto o que consta APENAS em
(A) II e III.
(B) I e III.
(C) I, II e III.
(D) II e IV.
(E) I, III e IV.

17) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) O orçamento é


uma das principais peças de planejamento de políticas públicas. A sequência
das etapas para a elaboração e execução do orçamento é denominada
(A) contabilidade orçamentária.
(B) ciclo orçamentário.
(C) desenvolvimento orçamentário.
(D) orçamento programa.
(E) técnica orçamentária.

18) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Controle Externo -TCM/GO –


09262143907

2015) De acordo com a Constituição Federal, em matéria orçamentária, cabe à


lei complementar,
a) estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da Administração
direta e indireta, bem como condições para a instituição e funcionamento de
fundos e estabelecer o Plano Plurianual.
b) dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a
organização do Plano Plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei
orçamentária anual.
c) de iniciativa do Poder Executivo ou Legislativo, estabelecer o Plano
Plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.
d) de iniciativa do Poder Legislativo, estabelecer o Plano Plurianual.
e) de iniciativa do Poder Legislativo, estabelecer o Plano Plurianual e as
diretrizes orçamentárias.

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19) (FCC – Analista Judiciário – Contadoria - TRF/3 – 2014) Durante os


trabalhos de revisão do planejamento orçamentário do TRF da 3a Região para
2014, o analista judiciário da especialidade contadoria percebeu que não havia
agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição
consignados em dotação própria. Em razão desse fato, determinou que o
estudo fosse refeito de forma a respeitar esse agrupamento evidenciando
(A) os programas orçamentários.
(B) os elementos orçamentários.
(C) as unidades orçamentárias.
(D) os grupos orçamentários.
(E) as funções orçamentárias.

20) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRT/2 – São Paulo – 2014)


Após o envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual da União pelo Poder
Executivo para discussão e votação pelo Poder Legislativo, a inclusão de uma
obra, compatível com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes
Orçamentárias, no Projeto de Lei Orçamentária Anual poderá ocorrer por meio
a) do envio de mensagem pelo Presidente da República ao Congresso Nacional
para propor modificações no Projeto de Lei enquanto não iniciada a votação,
na Comissão Mista, da parte cuja alteração é proposta.
b) de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário para a
execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com pessoal e seus
encargos.
c) de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário para a
execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com serviço da
dívida.
d) de Emenda proposta pelo Poder Executivo, cujo recurso necessário para a
execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com aquisição de
imóveis.
e) de Emenda proposta pelo Poder Legislativo, cujo recurso necessário para
execução da obra seja decorrente de anulação de despesa com transferências
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tributárias constitucionais para municípios.

21) (FCC – Analista – Todos os Cargos – Assembleia Legislativa/PE – 2014)


Ao disciplinar os projetos de leis orçamentárias, a Constituição da República
estabelece, relativamente ao poder de emenda parlamentar, que
a) as emendas serão apresentadas perante Comissão mista permanente, que
sobre elas emitirá parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo Plenário
das duas Casas do Congresso Nacional.
b) não poderá haver emendas ao projeto de lei do orçamento anual que
indiquem como recursos necessários os provenientes de anulação de despesa.
c) não poderão ser aprovadas emendas ao projeto de lei de diretrizes
orçamentárias.

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d) o Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional


para propor modificação nos projetos enquanto não iniciada a votação, na
Câmara dos Deputados, da parte cuja alteração é proposta.
e) as emendas ao projeto de lei do plano plurianual não poderão ser aprovadas
quando incompatíveis com a lei de diretrizes orçamentárias.

22) (FCC – Consultor Legislativo – Tributário, Financeiro e Cidadania –


Assembleia Legislativa/PE – 2014) A proposta orçamentária é matéria
relevante dentre as disposições constantes da lei do orçamento. De acordo
com a Lei Federal nº 4.320/1964, essa proposta, que será encaminhada ao
Poder Legislativo pelo Poder Executivo, nos prazos previstos pela legislação,
terá dentre seus componentes,
a) uma mensagem, que conterá estimativas de receita e despesa do ano a que
se refere a proposta e do ano imediatamente anterior.
b) necessariamente, um Projeto de Lei de Orçamento, exposição
circunstanciada da situação econômico-financeira, documentada com
demonstração da dívida fundada e flutuante, saldos de créditos especiais,
restos a pagar e outros compromissos financeiros exigíveis.
c) a Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações
globais, em termos de metas visadas, decompostas em estimativa do custo
das obras a realizar e dos serviços a prestar, acompanhadas de justificação
econômica, financeira, social e administrativa.
d) tabelas explicativas, com a exposição e justificação da política econômico-
financeira do governo e justificação da receita e despesa, particularmente no
que diz respeito ao orçamento de capital.
e) a justificativa política econômica-financeira da proposta, na qual devem ser
apresentadas as razões políticas da proposta orçamentária, com o objetivo de
dar consistência aos aspectos econômicos e financeiros da proposta.

23) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade - TRT/16 - Maranhão – 2014)


Entendendo o ciclo orçamentário como a sequência das etapas desenvolvidas
pelo processo orçamentário, com relação ao projeto de lei orçamentária, nos
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termos da Constituição Federal, no âmbito da União, é correto afirmar que


a) será elaborado pelo Poder Legislativo e apreciado até quatro meses antes
do encerramento do exercício financeiro e remetido ao Executivo para sanção
até o encerramento da sessão legislativa.
b) será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do exercício
financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa.
c) será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do
exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento do primeiro
período da sessão legislativa.
d) estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da
Administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

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e) os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de


lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser
utilizados, para atender somente as despesas imprevisíveis e urgentes.

24) (FCC – Analista – Administração –DPE/RS - 2013) De acordo com a Lei


Federal nº 4.320/64, o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo
órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias, constitui:
(A) um órgão orçamentário.
(B) uma unidade orçamentária.
(C) um programa de trabalho do governo.
(D) uma unidade administrativa.
(E) uma categoria de despesas orçamentárias.

25) (FCC – Técnico em Contabilidade – FHEMIG - 2013) A existência de


dotação própria de órgão ou repartição, da gestão pública, que apresente
agrupamento de serviços, por definição legal especifica a existência de:
(A) um centro de responsabilidade.
(B) uma unidade administrativa.
(C) uma unidade orçamentária.
(D) uma rubrica orçamentária.
(E) uma operação especial.

AVALIAÇÃO E CONTROLE

26) (FCC - Analista Judiciário – Contadoria – TRF/3 – 2016) Nos termos


definidos pela Constituição Federal de 1988, o Poder Judiciário Federal, que
inclui o TRF da 3ª Região, está submetido a uma fiscalização contábil,
financeira e orçamentária. Se, nesse contexto, um determinado ato de despesa
for impugnado pelo controle externo, sua execução poderá ser sustada
(A) pela Câmara dos Deputados, que comunicará a decisão ao Senado.
(B) pela Câmara dos Deputados, que comunicará a decisão ao Presidente da
República. 09262143907

(C) pelo Tribunal de Contas da União, que comunicará a decisão ao Presidente


da República.
(D) pelo Tribunal de Contas da União, que comunicará a decisão à Câmara dos
Deputados e ao Senado.
(E) pelo Senado, que comunicará a decisão ao Presidente da República.

27) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB - 2015)


Nos termos da Constituição Federal de 1988, a fiscalização externa da
execução dos orçamentos, inclusive do Ministério Público, deve ser feita pelo
Poder Legislativo com o auxílio
(A) do Poder Executivo.
(B) do Poder Judiciário.
(C) do Conselho Nacional de Justiça.

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(D) dos Tribunais de Contas.


(E) da Procuradoria Geral do Estado.

28) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/MG - 2015) O controle


da execução orçamentária compreenderá, entre outros, a legalidade dos atos
de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o
nascimento ou a extinção de direitos e obrigações. Assim, a verificação da
legalidade dos atos de execução orçamentária, segundo a Lei Federal nº
4.320/1964, será
(A) de ofício ou por solicitação de autoridade competente.
(B) prévia, concomitante e subsequente.
(C) por iniciativa do Tribunal de Contas, mediante autorização do Poder
Legislativo.
(D) de ofício para apurar denúncia formulada pelo Ministério Público.
(E) por iniciativa do Poder Legislativo ou Comissão de Inquérito para apurar
denúncia.

29) (FCC – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/MG - 2015) Apoiar o


controle externo no exercício de sua missão institucional, segundo a
Constituição Federal, é uma das finalidades (A) da auditoria interna.
(B) do Tribunal de Contas.
(C) da auditoria externa.
(D) do Ministério Público.
(E) do sistema do controle interno.

30) (FCC – Analista – Contabilidade - CNMP-2015) A fiscalização contábil,


financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades
da Administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade,
economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, de acordo
com a Constituição Federal será exercida
I. pelo Congresso Nacional, mediante controle externo.
II. pela Controladoria Geral da União, mediante auditorias internas.
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III. pelo sistema de controle interno de cada Poder.


IV. pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, mediante
controle externo.
V. pelo Tribunal de Contas da União, mediante auditorias externas.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II e V.
(B) I, II e V.
(C) III e IV.
(D) I e III.
(E) I, III e IV.

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31) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Jurídica -TCM/GO – 2015) O


controle da execução do orçamento, de acordo com a Lei nº 4.320/1964,
compreenderá,
a) apenas, a análise da legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da
receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e
obrigações, sendo que a verificação da legalidade dos atos de execução
orçamentária será sempre subsequente à prática do ato.
b) entre outros procedimentos legais, a análise do cumprimento do programa
de trabalho expresso em termos monetários e em termos de realização de
obras e prestação de serviços e será exercido, internamente, de modo
preferencial e privativo, pelo Poder Legislativo.
c) unicamente, o exame da fidelidade funcional dos agentes da administração,
responsáveis por bens e valores públicos, podendo haver, a qualquer tempo,
como forma de controle externo, levantamento, prestação ou tomada de
contas de todos os responsáveis por bens ou valores públicos.
d) entre outros procedimentos legais, a análise do cumprimento do programa
de trabalho expresso em termos monetários e em termos de realização de
obras e prestação de serviços, e será exercido, internamente, pelo Poder
Executivo.
e) exclusivamente, o exame da fidelidade funcional dos agentes da
administração, responsáveis por bens e valores públicos, podendo haver, a
qualquer tempo, como forma de controle interno, levantamento, prestação ou
tomada de contas do principal responsável legal por bens ou valores públicos.

32) (FCC – Analista – Controle Interno - CNMP-2015) Servidores


responsáveis pelo setor de controle interno de determinado órgão da
Administração direta federal identificam irregularidades na execução financeira
de contrato de prestação de serviços, ainda em vigor, celebrado em
decorrência de processo licitatório e contratação considerados oportunamente
regulares pelos órgãos de controle externo. Nessa hipótese, à luz da disciplina
constitucional da matéria, os servidores responsáveis pelo controle interno
(A) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
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irregularidades ao Tribunal de Contas da União, cabendo ao Congresso


Nacional determinar a suspensão da execução contratual e solicitar, de
imediato, ao Executivo as medidas cabíveis.
(B) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades ao Tribunal de Contas da União, ao qual compete determinar,
de imediato, a suspensão da execução contratual e solicitar ao Executivo a
adoção das medidas cabíveis.
(C) estarão dispensados de dar ciência das irregularidades ao Tribunal de
Contas da União, em virtude de processo licitatório e contrato já terem sido
analisados e considerados regulares pelo órgão de controle externo, cuja
jurisdição sobre a contratação assim se encerrou.
(D) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades aos dirigentes do órgão para que estes, comuniquem o Tribunal

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de Contas da União, ao qual compete requerer ao Poder Judiciário a suspensão


da execução contratual e solicitar, de imediato, ao Executivo as medidas
cabíveis.
(E) deverão, sob pena de responsabilidade solidária, dar ciência das
irregularidades aos dirigentes do órgão para que estes, comuniquem o Tribunal
de Contas da União, ao qual compete determinar, de imediato, a suspensão da
execução contratual e solicitar ao Executivo a adoção das medidas cabíveis.

33) (FCC – Auditor de Controle Externo – Área Controle Externo -TCM/GO –


2015) A Constituição Federal estabeleceu um elenco de competências ao
controle externo que abrange a sustação de contratos. Nos termos do que
dispõem tais normas constitucionais, o ato de sustação de contrato
(A) será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará ao Poder
Executivo as medidas cabíveis.
(B) é de competência do Tribunal de Contas, desde que esteja previamente
autorizado pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal.
(C) será adotado diretamente pelo Tribunal de Contas, comunicando a decisão
à Câmara dos Deputados.
(D) será efetivado pelo Congresso Nacional ou pelo Poder Executivo no prazo
de 180 dias ou então exaure-se-á a competência.
(E) será adotado diretamente pelo Tribunal de Contas, comunicando a decisão
ao Senado Federal.

34) (FCC - Auditor Fiscal - ICMS/RJ – 2014) Na Administração pública, a


Constituição Federal adotou dois sistemas de controle, o interno e o externo.
Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada,
sistema de controle interno que tem, dentre outras, a finalidade de
(A) representar ao poder competente sobre irregularidades ou abusos
apurados, a partir da realização de auditoria nos órgãos públicos.
(B) denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Ministério Público,
quando constatadas nas transações realizadas por entidades da Administração
pública. 09262143907

(C) comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e


eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e
entidades da Administração, bem como da aplicação de recursos públicos por
entidades de direito privado.
(D) apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de
pessoal, a qualquer título, na Administração direta e indireta, incluídas as
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
(E) prestar as informações solicitadas pelo Poder Legislativo, sobre a
fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e
sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas.

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35) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa - TRT/16 - Maranhão – 2014)


Nos termos estabelecidos pela Constituição federal NÃO é atribuição
constitucional do Tribunal de Contas da União
(A) julgar as contas as contas dos administradores e demais responsáveis por
recursos públicos.
(B) julgar as contas do Presidente da República.
(C) sustar, se não atendido, a execução de ato impugnado, comunicando à
Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.
(D) apreciar, em regra, para fins de registro, a legalidade dos atos de
admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta.
(E) fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital
social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado
consultivo.

CRÉDITOS ADICIONAIS

36) (FCC - Analista Judiciário – Administrativa – TRF/3 – 2016) A Lei nº


4.320/1964 determina que os créditos adicionais terão vigência adstrita ao
exercício financeiro em que forem abertos. Essa regra é absoluta em relação
(A) aos créditos adicionais especial e extraordinário.
(B) ao crédito adicional especial, apenas.
(C) ao crédito adicional suplementar, apenas.
(D) ao crédito adicional extraordinário, apenas.
(E) aos créditos adicionais especial e suplementar.

37) (FCC - Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/14ª – 2016)


Determinado ente público pretende abrir crédito adicional para reforçar o saldo
da dotação orçamentária destinada a aquisição de computadores. Segundo a
Lei Federal nº 4.320/1964, o crédito adicional a ser aberto é classificado como
(A) especial.
(B) suplementar.
(C) extraordinário.
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(D) extraorçamentário.
(E) capital.

38) (FCC - Analista Judiciário – Administrativa – TRE/SE– 2016) Durante a


execução do orçamento da União referente ao exercício de 2015, foi verificado
que não houve dotação suficiente para determinada despesa. Para tanto, foi
aberto crédito adicional e utilizado como fonte de recurso o saldo positivo das
diferenças acumuladas mês a mês, entre a arrecadação prevista e a realizada,
considerando-se, ainda, a tendência do exercício. O crédito adicional adequado
ao caso e a fonte de recurso utilizada são, respectivamente,
(A) suplementar e excesso de arrecadação.
(B) especial e excesso de arrecadação.
(C) suplementar e superávit financeiro.

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(D) especial e produto de operação de crédito.


(E) suplementar e produto de operação de crédito.

39) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/PR - 2015) A


reabertura de créditos especiais no exercício subsequente, cujo ato de
autorização foi promulgado nos 4 últimos meses do exercício, é uma exceção
ao Princípio orçamentário da
(A) unidade.
(B) tempestividade.
(C) anualidade.
(D) universalidade.
(E) competência.

40) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/MG - 2015) Durante a


execução do orçamento houve a necessidade de aquisição de 500 litros de
água, além do que estava previsto originalmente. A solução para esse
problema é a abertura de crédito adicional
(A) suplementar, que depende da existência de recursos disponíveis para
ocorrer a despesa.
(B) suplementar, que independe da existência de recursos disponíveis para
ocorrer a despesa.
(C) especial, que depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a
despesa.
(D) especial, que independe da existência de recursos disponíveis para ocorrer
a despesa.
(E) extraordinário, que depende da existência de recursos disponíveis para
ocorrer a despesa.

41) (FCC – Analista Ministerial – Auditor de Contas Públicas – MP/PB - 2015)


Um Analista do Ministério Público do Estado da Paraíba, ao analisar os balanços
contábeis do governo estadual, verificou saldo positivo das diferenças
acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e realizada,
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considerando-se ainda, a tendência do exercício. Nos termos da Lei no


4.320/1964, esse saldo positivo é denominado
(A) variação positiva.
(B) variação patrimonial positiva.
(C) excesso de arrecadação.
(D) superávit financeiro.
(E) superávit de recursos.

42) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) Até mesmo um


planejamento bem feito pode necessitar de alterações em razão de fatos
supervenientes. Assim, as autorizações de despesas não computadas ou
insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento são denominadas
(A) reforço técnico-contábil.

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(B) despesas emergenciais.


(C) débitos contingentes.
(D) créditos adicionais.
(E) dotações não estimadas.

43) (FCC – Analista do Tesouro Estadual – SEFAZ/PI – 2015) No mês de


março de 2015, o Secretário da Fazenda do Estado do Cerrado do Norte
solicitou ao setor de contabilidade que procedesse a reserva de recursos
orçamentários, no valor de R$ 60.000,00, destinados à aquisição de vinte
computadores para o departamento de rendas mobiliárias.
O contador chefe manifestou-se, informando que na lei orçamentária para o
exercício de 2015 não consta dotação orçamentária específica para a aquisição
de computadores. Assim, deve o Poder Executivo, nos termos da Lei Federal nº
4.320/1964, abrir um crédito adicional
(A) especial.
(B) extraorçamentário.
(C) suplementar.
(D) ordinário.
(E) extraoficial.

44) (FCC – Analista – Gestão Pública – CNMP - 2015) O Município de Águas


Escassas decretou estado de calamidade pública, em novembro de 2014, por
causa da estiagem que atingia a região, sendo necessária a abertura de crédito
adicional para a realização de despesa imprevisível na Lei Orçamentária Anual,
com obras para o enfrentamento dos efeitos da estiagem. Neste caso, de
acordo com a Lei no 4.320/64, o Poder Executivo deveria abrir crédito
adicional:
(A) especial, desde que houvesse superávit financeiro do exercício anterior.
(B) extraordinário, após autorização do Poder Legislativo
(C) especial, desde que houvesse excesso de arrecadação
(D) suplementar, desde que houvesse anulação de despesa corrente.
(E) extraordinário, podendo ser reaberto no limite do seu saldo no exercício de
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2015.

45) (FCC – Analista – Controle Interno - CNMP-2015) É permitido incluir na


Lei Orçamentária Anual − LOA autorização para o Poder Executivo abrir
créditos
(A) especiais e extraordinários.
(B) adicionais.
(C) suplementares e especiais.
(D) extraordinários.
(E) suplementares.

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46) (FCC – Analista – Controle Interno - CNMP-2015) O saldo positivo das


diferenças acumuladas mês a mês, entre a receita prevista e a realizada,
considerando-se ainda a tendência do exercício, denomina-se
(A) Economia Orçamentária.
(B) Superávit Orçamentário.
(C) Superávit Financeiro.
(D) Excesso de Arrecadação.
(E) Superávit Primário.

47) (FCC – Técnico Judiciário – Contabilidade – TRT/MG - 2015) Pretende o


Poder Executivo abrir um crédito adicional na dotação orçamentária destinada
à aquisição de medicamentos para os hospitais públicos. Nos termos da Lei
Federal nº 4.320/1964, consideram-se, entre outros, recursos disponíveis para
fins de abertura de créditos suplementares e especiais:
I. o produto de operações de crédito por antecipação da receita orçamentária.
II. superávit orçamentário apurado no exercício.
III. os provenientes de excesso de arrecadação.
IV. a reserva legal.
V. o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e II.
(B) II, III e V.
(C) III e V.
(D) I e IV.
(E) I, IV e V.

48) (FCC – Auditor Conselheiro Substituto –TCM/GO – 2015) Os créditos


suplementares e especiais podem ser financiados por
a) superávit orçamentário do exercício pretérito, recursos provenientes da
anulação de outras dotações, operações de crédito.
b) superávit financeiro do ano anterior, recursos decorrentes de gastos
rejeitados pelo Legislativo, receitas arrecadadas em excesso no atual exercício.
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c) saldo orçamentário, superávit econômico do ano anterior, transposições,


remanejamentos e transferências.
d) superávit financeiro apurado no Balanço Patrimonial do ano anterior,
superávit constatado na Demonstração das Variações Patrimoniais, excesso de
arrecadação no exercício corrente.
e) Ativo Real Líquido do ano anterior, operações de crédito, recursos de
anulação de créditos orçamentários.

49) (FCC – Analista – Contabilidade - CNMP-2015) Considere as seguintes


transações realizadas por determinada entidade do setor público, no mês de
março de 2015, a classificação da receita por categoria econômica e a
classificação dos créditos adicionais:

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O valor do crédito adicional especial foi, em reais, de


(A) 430,00.
(B) 230,00.
(C) 300,00.
(D) 360,00.
(E) 260,00.

50) (FCC – Analista Previdenciário – Administrativa – MANAUSPREV - 2015)


O saldo da dotação orçamentária, em 31 de março de 2015, para aquisição de
material de consumo, de determinado ente da federação era de R$ 2.500,00.
Pretende o governante fazer uma aquisição deste material, no valor de R$
40.000,00. Para tanto deve abrir um crédito adicional classificado como
(A) suplementar.
(B) extraorçamentário.
(C) especial.
(D) suprimento de recursos.
(E) extraordinário. 09262143907

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GABARITO

1 B
2 C
3 B
4 E
5 C
6 C
7 E
8 A
9 A
10 A
11 D
12 A
13 C
14 A
15 B
16 E
17 B
18 B
19 C
20 A
21 A
22 C
23 B
24 B
25 C
26 D
27 D
28 B
29 E
30 D
31 D
32 A
33 A
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34 C
35 B
36 C
37 B
38 A
39 C
40 A
41 C
42 D
43 A
44 E
45 E
46 D
47 C
48 B

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49 B
50 A

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