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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80


4 - NIRE

15300007232

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

Rodovia Augusto Montenegro, Km 8,5 s/nº Coqueiro


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

66820-010 Belém PA
6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

0091 3216-1234 - -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

0091 3216-1241 - -
15 - E-MAIL

mauro.chaves@redenergia.com

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

CARMEM CAMPOS PEREIRA


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

Av Paulista, nº 2439 - 12º andar Cerqueira Cesar


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

01311-936 São Paulo SP


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

011 3066-2021 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

011 3060-9562 - -
16 - E-MAIL

carmem.pereira@redenergia.com

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2010 31/12/2010 1 01/01/2010 31/03/2010 4 01/10/2009 31/12/2009


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

BDO AUDITORES INDEPENDENTES 00210-0


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

LUIZ CARLOS DE CARVALHO 089.488.808-02

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 31/03/2010 31/12/2009 31/03/2009


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 59.397 59.397 59.397
2 - Preferenciais 4.454 4.454 4.454
3 - Total 63.851 63.851 63.851
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 0 0 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1120 - Energia Elétrica


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Não Apresentado
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 AGO 29/04/2010 Dividendo 31/12/2010 ON 0,2775516340


02 AGO 29/04/2010 Dividendo 31/12/2010 PNA 0,4876346260
03 AGO 29/04/2010 Dividendo 31/12/2010 PNB 0,8127243720
04 AGO 29/04/2010 Dividendo 31/12/2010 PNC 0,2940891980

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

14/05/2010

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2010 4 - 31/12/2009

1 Ativo Total 4.034.856 4.108.947


1.01 Ativo Circulante 953.601 1.021.443
1.01.01 Disponibilidades 173.443 195.389
1.01.01.01 Numerário disponível 54.131 93.992
1.01.01.02 Aplicações no mercado aberto 119.312 101.397
1.01.02 Créditos 607.958 583.531
1.01.02.01 Clientes 505.471 491.444
1.01.02.01.01 Consumidores 558.374 540.879
1.01.02.01.02 ( - ) Provisão p/ créditos liq. duvidosa (52.903) (49.435)
1.01.02.02 Créditos Diversos 102.487 92.087
1.01.02.02.01 Rendas a receber 5.959 5.119
1.01.02.02.02 Impostos e contrib.sociais a compensar 92.183 83.141
1.01.02.02.03 Impostos e contrib.sociais diferidos 829 980
1.01.02.02.04 Títulos a receber 3.516 2.847
1.01.03 Estoques 8.820 13.573
1.01.04 Outros 163.380 228.950
1.01.04.01 Serviços em curso 52.730 53.839
1.01.04.02 Aquisição de combustível p/ conta CCC 8.025 72.454
1.01.04.03 Redução de receita - baixa renda 35.602 21.927
1.01.04.04 Ativo regulatório 27.823 40.205
1.01.04.05 Outros 39.200 40.525
1.02 Ativo Não Circulante 3.081.255 3.087.504
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 1.414.384 1.384.540
1.02.01.01 Créditos Diversos 192.149 185.051
1.02.01.01.01 Consumidores 34.374 32.883
1.02.01.01.02 Depósitos judiciais 33.397 32.319
1.02.01.01.03 Impostos e contrib.sociais a compensar 85.967 82.460
1.02.01.01.04 Impostos e contrib.sociais diferidos 38.411 37.389
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 633.926 622.309
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 633.926 622.309
1.02.01.03 Outros 588.309 577.180
1.02.01.03.01 Cauções e depósitos vinculados 16.930 15.145
1.02.01.03.02 Ativo regulatório 56.792 47.267
1.02.01.03.03 Sub-rogação da CCC 473.617 473.617
1.02.01.03.04 Titulos a receber 38.823 38.823
1.02.01.03.20 Outros 2.147 2.328
1.02.02 Ativo Permanente 1.666.871 1.702.964
1.02.02.01 Investimentos 25.871 25.918
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -31/03/2010 4 -31/12/2009

1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0


1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 25.871 25.918
1.02.02.02 Imobilizado 1.617.673 1.657.227
1.02.02.03 Intangível 23.327 19.819
1.02.02.04 Diferido 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2010 4 - 31/12/2009

2 Passivo Total 4.034.856 4.108.947


2.01 Passivo Circulante 1.189.920 1.157.176
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 491.780 424.655
2.01.02 Debêntures 0 0
2.01.03 Fornecedores 179.115 219.379
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 224.011 199.643
2.01.04.01 Impostos, Contrib.Sociais e Parcelamento 201.909 178.259
2.01.04.02 Impostos e Contrib. Sociais Diferidos 22.102 21.384
2.01.05 Dividendos a Pagar 87.188 99.388
2.01.06 Provisões 10.003 8.936
2.01.06.01 Obrigações estimadas 10.003 8.936
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 197.823 205.175
2.01.08.01 Folha de pagamento 3.737 3.065
2.01.08.02 Taxa de iluminação pública 18.612 14.115
2.01.08.03 Taxas regulamentares 8.754 15.048
2.01.08.04 Obrigações progr.eficiência energética 33.241 32.836
2.01.08.05 Indenizações trabalhistas 77.663 76.624
2.01.08.06 Passivo regulatório 6.368 10.724
2.01.08.07 Benefício pós-emprego 4.711 4.569
2.01.08.08 Outros 44.737 48.194
2.02 Passivo Não Circulante 1.682.017 1.794.082
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.682.017 1.794.082
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 717.458 735.341
2.02.01.02 Debêntures 0 0
2.02.01.03 Provisões 26.035 26.344
2.02.01.03.01 Provisão para passivos contingentes 10.020 10.329
2.02.01.03.02 Plano de aposentadoria e pensão 16.015 16.015
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 72.184 94.256
2.02.01.04.01 Empresas relacionadas 72.184 94.256
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 866.340 938.141
2.02.01.06.01 Impostos, contrib.sociais e parcelamento 304.286 315.452
2.02.01.06.02 Impostos e contrib. sociais diferidos 12.103 8.123
2.02.01.06.03 Encargos tribut. s/res de reavaliação 180.040 188.781
2.02.01.06.04 Subvenção ICMS - CCC 0 0
2.02.01.06.05 Indenizações trabalhistas 148.338 157.285
2.02.01.06.06 Obrigações progr. eficiência energética 24.886 22.977
2.02.01.06.07 Passivo regulatório 14.408 10.830
2.02.01.06.08 Benefício pós-emprego 830 1.612
2.02.01.06.09 Operações de swap 131.345 185.913

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -31/03/2010 4 -31/12/2009

2.02.01.06.20 Outros 50.104 47.168


2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 1.162.919 1.157.689
2.05.01 Capital Social Realizado 518.932 518.932
2.05.02 Reservas de Capital 36.914 36.914
2.05.03 Reservas de Reavaliação 408.257 425.226
2.05.03.01 Ativos Próprios 408.257 425.226
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 176.617 176.617
2.05.04.01 Legal 19.471 19.471
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 157.146 157.146
2.05.04.07.01 Reserva de investimentos 157.146 157.146
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 22.199 0
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 534.729 534.729 471.825 471.825
3.02 Deduções da Receita Bruta (178.657) (178.657) (165.301) (165.301)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 356.072 356.072 306.524 306.524
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (305.256) (305.256) (256.208) (256.208)
3.05 Resultado Bruto 50.816 50.816 50.316 50.316
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (50.655) (50.655) (146.404) (146.404)
3.06.01 Com Vendas (26.771) (26.771) (21.081) (21.081)
3.06.02 Gerais e Administrativas (25.832) (25.832) (27.530) (27.530)
3.06.03 Financeiras 3.077 3.077 (96.093) (96.093)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 118.059 118.059 44.932 44.932
3.06.03.02 Despesas Financeiras (114.982) (114.982) (141.025) (141.025)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (1.129) (1.129) (1.700) (1.700)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 161 161 (96.088) (96.088)
3.08 Resultado Não Operacional 175 175 (8.972) (8.972)
3.08.01 Receitas 175 175 129 129
3.08.02 Despesas 0 0 (9.101) (9.101)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 336 336 (105.060) (105.060)
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (20) (20) 0 0
3.11 IR Diferido 4.914 4.914 33.631 33.631
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 5.230 5.230 (71.429) (71.429)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 63.851 63.851 63.851 63.851


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,08191 0,08191
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) (1,11868) (1,11868)

19/05/2010 16:44:26 Pág: 9


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais (29.626) (29.626) (8.611) (8.611)

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 17.670 17.670 20.321 20.321

4.01.01.01 Lucro/(Prejuízo) do exercício 5.230 5.230 (71.429) (71.429)

4.01.01.02 Provisão p/crédito liquidação duvidosa 3.468 3.468 1.727 1.727

4.01.01.03 Depreciação e amortização 30.646 30.646 28.037 28.037

4.01.01.04 Enc dívidas, juros, var monet e camb liq 2.639 2.639 35.557 35.557

4.01.01.05 Baixa do imobilizado 1.043 1.043 129 129

4.01.01.06 Tributos s/real. reserva reavaliação (8.742) (8.742) (4.164) (4.164)

4.01.01.07 Ativo/Passivo (líquido) regulatório (9.482) (9.482) (5.263) (5.263)

4.01.01.08 Créditos tributários diferidos (397) (397) (27.801) (27.801)

4.01.01.09 Parcelamentos de acordo judicial 0 0 60.000 60.000

4.01.01.10 Ajuste a Lei 11.638 (13.176) (13.176) 3.455 3.455

4.01.01.20 Outras 6.441 6.441 73 73

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (47.296) (47.296) (28.932) (28.932)

4.01.02.01 Consumidores. conc. e permissionários (17.013) (17.013) 19.057 19.057

4.01.02.02 Estoques 8.868 8.868 11.852 11.852

4.01.02.03 Serviços em curso (3.825) (3.825) (7.003) (7.003)

4.01.02.04 Rendas a receber (1.245) (1.245) (339) (339)

4.01.02.05 Cauções depósitos vinculados litígio 19 19 (966) (966)

4.01.02.06 Despesas antecip. e ativos regulatórios 17.063 17.063 10.756 10.756

4.01.02.07 Créditos compensáveis recolh. futuros (15.162) (15.162) (37.232) (37.232)

4.01.02.08 Aquisição combustível por conta da CCC 80.911 80.911 0 0

4.01.02.09 Outros créditos (14.348) (14.348) (32.217) (32.217)

4.01.02.10 Títulos val. mobiliários e devedores div (41.254) (41.254) (35) (35)

4.01.02.11 Fornecedores (36.063) (36.063) 34.572 34.572

4.01.02.12 Consumidores 366 366 1.166 1.166

4.01.02.13 Encargos emprestimo financiamento pagos (27.939) (27.939) (25.340) (25.340)

19/05/2010 16:44:34 Pág: 10


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/01/2010 a 31/03/2010 4 -01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/200901/01/20096a-31/03/2009


01/01/2009 a 31/03/200901/01/2009 a 31/03/2009

4.01.02.14 Folha pagamento provisão trabalhista 2.349 2.349 (540) (540)

4.01.02.15 Impostos, contr sociais e parcelamentos 8.562 8.562 20.201 20.201

4.01.02.16 Taxas regulamentares (4.324) (4.324) (6.612) (6.612)

4.01.02.17 Outros credores (6.439) (6.439) (17.625) (17.625)

4.01.02.18 Obrigações estimadas 5.099 5.099 719 719

4.01.02.19 Passivos regulatórios (4.427) (4.427) (457) (457)

4.01.02.20 Entidade prev priv e outras obrigações 1.506 1.506 1.111 1.111

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento 1.913 1.913 (82.185) (82.185)

4.02.01 No imobilizado (96.447) (96.447) (73.244) (73.244)

4.02.02 Acréscimo/(Decréscimo) obrig. especiais 98.360 98.360 (8.948) (8.948)

4.02.03 Alienação bens ativo permanente 0 0 7 7

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 5.767 5.767 15.697 15.697

4.03.01 Mútuos c/partes relacionadas - líquido (22.087) (22.087) 2.293 2.293

4.03.02 Novos empréstimos e financiamentos 153.015 153.015 143.097 143.097

4.03.03 Pagamentos empréstimos - principal (112.961) (112.961) (125.471) (125.471)

4.03.04 Juros s/cap próprio e dividendos pagos (12.200) (12.200) (4.222) (4.222)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes (21.946) (21.946) (75.099) (75.099)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 195.389 195.389 106.220 106.220

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 173.443 173.443 31.121 31.121

19/05/2010 16:44:34 Pág: 11


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 518.932 36.914 425.226 176.617 0 0 1.157.689

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 518.932 36.914 425.226 176.617 0 0 1.157.689

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 5.230 0 5.230

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (16.969) 0 16.969 0 0

5.13 Saldo Final 518.932 36.914 408.257 176.617 22.199 0 1.162.919

19/05/2010 16:44:39 Pág: 12


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 518.932 36.914 425.226 176.617 0 0 1.157.689

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 518.932 36.914 425.226 176.617 0 0 1.157.689

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 5.230 0 5.230

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (16.969) 0 16.969 0 0

5.13 Saldo Final 518.932 36.914 408.257 176.617 22.199 0 1.162.919

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01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA (Companhia ou CELPA) é uma sociedade por
ações de capital aberto, sob o controle acionário da empresa QMRA Participações S.A.,
que atua na distribuição e geração de energia elétrica na área de sua concessão legal
que abrange todo o Estado do Pará com 1.247.690 km2 (*), atendendo 1.683.560 (*)
consumidores em 143 (*) municípios; tendo suas atividades regulamentadas e
fiscalizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, vinculada ao Ministério
de Minas e Energia - MME.

(*) Informações não auditadas.

2. DAS CONCESSÕES

Conforme Contrato de Concessão de Distribuição de Energia Elétrica nº 182/98, assinado


em 28/7/1998, o prazo de concessão é de 30 anos, com vencimento em 28/7/2028,
renovável por igual período.

Além do contrato de distribuição acima mencionado, a Companhia possui Contrato de


Concessão de Geração nº 181/98 de 34 Usinas Termelétricas, sendo 11 próprias e 23
terceirizadas, para a exploração de geração de energia elétrica, pelo prazo de 30 (trinta)
anos, com vencimento em 28/7/2028, renovável por igual período, com as seguintes
características:

Capacidade Capacidade Data da Data de


instalada MW (*) utilizada MW (*) concessão vencimento
UTE

Concessão de 11 Usinas Termelétricas próprias e 23


terceirizadas, sendo as mais representativas com
capacidade instalada acima de 5 MW: Santana do
Araguaia, Breves, Portel, Alenquer, Jurutí, Monte Alegre e
Oriximiná. 99,04 64,79 28/7/1998 28/7/2028

O Contrato de concessão assinado com a União Federal contém cláusulas específicas


que garantem o direito à indenização do valor residual dos bens ao final da concessão.
Para tanto, os referidos bens são depreciados de acordo com as taxas determinadas pela
Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

A geração própria de energia elétrica da Companhia representa aproximadamente


6,55% (*), da energia distribuída, sendo a parcela remanescente fornecida
substancialmente pela ELETRONORTE, bem como energia proveniente de leilões de
energia efetuados pelo MME.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Para a prestação dos serviços, objeto das concessões acima mencionadas, a Companhia
possui um quadro próprio de 2.135 (*) funcionários, 2.038 (*) prestadores de serviços e
27 (*) estagiários, em 31/03/2010.

(*) Informações não auditadas.

3. ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS

As informações trimestrais (ITR) estão apresentadas em milhares de reais, exceto se


indicado de outra forma, e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária brasileira, os
Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis - CPC, as normas emitidas pela Comissão de Valores
Mobiliários - CVM e normas aplicáveis às concessionárias de serviço público de energia
elétrica, definidas pelo poder concedente, a Agência Nacional de Energia Elétrica -
ANEEL.

4. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS

Ajustes a valor presente: Os ativos e passivos de longo prazo, bem como, os de curto
prazo caso relevante, são ajustados a valor presente. Os principais efeitos apurados
estão relacionados com as rubricas “Consumidores”, “Impostos e Contribuições a
Compensar” e “Indenizações Trabalhistas”. Para o desconto a valor presente utilizou-se a
taxa do custo médio ponderado de capital (WACC) do setor elétrico, definida pela ANEEL,
para remunerar o capital das distribuidoras de energia elétrica.

Aplicações no mercado aberto e títulos e valores mobiliários: são registrados ao


valor de custo, acrescido dos respectivos rendimentos auferidos até a data das
demonstrações financeiras. A Companhia procedeu ao cálculo do valor justo em 2008 e
2009 das aplicações financeiras com base nas taxas de mercado nas respectivas datas,
apurando o valor de mercado aproximado ao valor contabilizado.

Consumidores: incluem o fornecimento de energia elétrica, faturado e a faturar a


consumidores finais, uso da rede, serviços prestados, acréscimos moratórios e a outras
concessionárias pelo suprimento de energia elétrica, conforme montantes disponibilizados
pela CCEE e saldos relacionados a ativos regulatórios de diversas naturezas, registrados
de acordo com o regime de competência.

Provisão para créditos de liquidação duvidosa: constituída por montante considerado


suficiente pela Administração da Companhia para cobrir as possíveis perdas que possam
ocorrer na realização das contas a receber, cuja recuperação é considerada improvável.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Estoque (inclusive do ativo imobilizado): os materiais em estoque classificados no
ativo circulante (almoxarifado de manutenção e administrativos) e aqueles destinados a
investimento classificados no ativo não circulante – imobilizado (depósito de obra) estão
registrados ao custo médio de aquisição.

Ativos e passivos regulatórios: referem-se a valores realizáveis ou exigíveis, em


decorrência do contrato de concessão, que tem por objetivo, dentre outros, assegurar o
equilíbrio econômico-financeiro da concessão. No circulante encontram-se registrados os
valores já homologados e considerados na tarifa de energia elétrica pela ANEEL em
revisões ou reajustes tarifários, que serão amortizados conforme legislação em vigor,
corrigidos pela SELIC/BACEN ou IGP-M. No não circulante encontram-se registrados os
valores apurados a serem submetidos para posterior homologação da ANEEL na data da
próxima revisão ou reajuste tarifário. Os valores contabilizados são registrados tendo sua
contrapartida no resultado da Companhia.

Investimentos: O saldo remanescente refere-se a bens destinados a uso futuro, como


terrenos , edificações, obras civis, máquinas e equipamentos não incluídos no processo
de desverticalização da Companhia.

Intangível: inclui os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à
manutenção da entidade ou exercidos com tal finalidade, como softwares e servidões de
passagem. Estes ativos intangíveis serão amortizados somente caso sua vida útil possa
ser razoavelmente estimada, caso contrário serão considerados como de vida útil
indefinida, sendo assim sujeitos ao teste de recuperabilidade econômica no mínimo
anualmente.

Imobilizado: inclui os itens que se referem a bens corpóreos destinados à manutenção


das atividades da Companhia, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os
benefícios, os riscos e o controle dos bens. Está registrado ao custo de aquisição ou
construção, corrigido monetariamente até 31/12/1995 e reavaliado em agosto de 2001,
com revisão em maio de 2005, exceto para os grupos de automóveis, caminhões e
móveis e utensílios. A depreciação dos bens é calculada pelo método linear, às taxas
médias anuais de acordo com a Resolução Normativa da ANEEL nº 240 de 5/12/2006. Os
ativos imobilizados têm o seu valor testado, no mínimo, anualmente, caso haja
indicadores de perda de valor conforme requerido pela Deliberação CVM nº 527/2007.
Nos anos de 2008 e de 2009 o ativo imobilizado foi submetido a teste de
recuperabilidade.

Obrigações vinculadas à concessão do serviço público de energia elétrica:


representam os valores da União, dos Estados, dos Municípios e dos consumidores, bem
como as doações não condicionadas a qualquer retorno a favor do doador e as
subvenções destinadas a investimento no serviço público de energia elétrica na atividade
de distribuição, cuja quitação ocorrerá ao final da concessão. Essas obrigações estão
registradas em grupo específico no Passivo Não Circulante, e estão sendo apresentadas

19/05/2010 16:44:57 Pág: 16


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


como dedução do Ativo Imobilizado, dadas suas características de aporte financeiro com
fins específicos de financiamentos para obras.

Arrendamento mercantil: os arrendamentos mercantis são segregados entre os


operacionais e os financeiros. Quando o arrendamento é classificado como financeiro, ou
seja, seus riscos e benefícios são transferidos, este é reconhecido como um ativo da
Companhia e mensurado inicialmente pelo seu valor justo ou pelo valor presente dos
pagamentos mínimos, entre eles o menor, e depreciados normalmente. O passivo
subjacente é amortizado utilizando a taxa efetiva de juros.

Redução do valor recuperável dos ativos: Os ativos imobilizados da Companhia são


avaliados anualmente com o objetivo de identificar possíveis evidências, eventos ou
alterações que indiquem a possibilidade de valor não recuperável. Em havendo perdas,
as mesmas são reconhecidas pela diferença entre o valor contábil e o recuperável.

Reserva de reavaliação: é realizada em proporção à depreciação e alienação dos ativos


imobilizados reavaliados, sendo transferida para a conta de lucros acumulados, líquida
dos efeitos do imposto de renda e da contribuição social. A Companhia optou por manter
os saldos existentes das reservas de reavaliação até a sua efetiva realização, conforme
permitido no art. 6o da Lei nº 11.638/07.

Empréstimos e financiamentos: estão atualizados pela variação monetária e/ou


cambial, juros e encargos financeiros, determinados em cada contrato, incorridos até a
data de encerramento do balanço. Os custos de transação estão deduzidos dos
empréstimos/financiamentos correspondentes. Esses ajustes são apropriados ao
resultado pela taxa efetiva de juros do período em despesas financeiras, exceto pela parte
apropriada ao custo do ativo imobilizado em curso.

Provisão para passivos contingentes: as provisões para contingências são constituídas


mediante avaliações dos riscos em processos cuja probabilidade de perda é provável e
são quantificadas com base em fundamentos econômicos, na avaliação da Administração
e dos assessores legais em pareceres jurídicos sobre os processos existentes e outros
fatos contingenciais conhecidos nas datas dos balanços.

Imposto de renda e contribuição social: a provisão para imposto de renda e


contribuição social é calculada com base no lucro tributável e na base de cálculo da
contribuição social, de acordo com as alíquotas vigentes na data do balanço. Sobre as
diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social são
constituídos impostos diferidos, de acordo com as respectivas alíquotas vigentes na data
do balanço. Os prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social podem ser
compensados anualmente, observando-se o limite de até 30% do lucro tributável para o
exercício. De acordo com o art. 15 da Medida Provisória nº 449/08, convertida na Lei nº
11.941/09, de 27/5/2009, que institui o Regime Tributário de Transição - RTT de apuração
do lucro real, a Companhia considerou a opção pelo RTT aplicável ao biênio 2008-2009,
assim as demonstrações financeiras do exercício encerrado em 31/12/2009 foram
elaboradas considerando os efeitos da opção pelo RTT.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Registro das operações de compra e venda de energia na CCEE - Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica: as compras (custo de energia comprada) e as
vendas (receita de suprimento) são registradas pelo regime de competência de acordo
com as informações divulgadas pela CCEE, entidade responsável pela apuração das
operações de compra e venda de energia. Nos meses em que essas informações não são
disponibilizadas em tempo hábil pela CCEE, os valores são estimados pela Administração
da Companhia, utilizando-se de parâmetros disponíveis no mercado.

Plano de suplementação de aposentadoria e pensão: os custos, as contribuições e o


passivo atuarial são determinados, na data do balanço, por atuários independentes. A
partir de 31/12/2001, esses valores são apurados e registrados de acordo com a
Deliberação CVM nº 371/00.

Outros direitos e obrigações: demais ativos e passivos circulantes e não circulantes


que estão sujeitos à variação monetária ou cambial por força de legislação ou cláusulas
contratuais, estão atualizados com base nos índices previstos nos respectivos
dispositivos, de forma a refletir os valores na data das demonstrações financeiras.

Derivativos: a Companhia firma contratos derivativos com o objetivo de administrar os


riscos associados às variações nas taxas cambiais e de juros. Os referidos contratos
derivativos são contabilizados pelo regime de competência e estão mensurados a valor
justo por meio do resultado. Os ganhos e perdas auferidos ou incorridos em função
desses contratos são reconhecidos como ajustes em receitas ou despesas financeiras.
Os contratos derivativos da Companhia são com instituições financeiras de grande porte e
que apresentam grande experiência com instrumentos financeiros dessa natureza. A
Companhia não têm contratos derivativos com fins especulativos.

Estimativas: a preparação de demonstrações financeiras, de acordo com as práticas


contábeis adotadas no Brasil, requer que a Administração da Companhia se baseie em
julgamento para determinação e registro de certas estimativas que afetam seus ativos,
passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre dados das
suas demonstrações financeiras. A Companhia revisa as estimativas e as premissas pelo
menos anualmente.

Resultado: as receitas de fornecimento de energia elétrica foram mensuradas com base


no regime de competência, incluindo a quantificação estimada do fornecimento de energia
elétrica da última medição até o encerramento das demonstrações financeiras, não
estando limitado apenas a conclusão do processo de faturamento e a consequente
emissão física da respectiva conta.

Informações sobre quantidade de ações e resultado por ação: conforme requerido


pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, as informações sobre quantidade de ações e
resultado por ações consideram a quantidade histórica de ações efetivamente em
circulação na data do balanço. O lucro (prejuízo) por ação corresponde a razão entre o
lucro (prejuízo) líquido da Companhia no exercício e a quantidade de ações em circulação
no final deste exercício.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Subvenção e assistência governamental: A partir de 1/1/2008, as subvenções
governamentais, se recebidas, serão reconhecidas como receita ao longo do período,
confrontadas com as despesas que pretende compensar em uma base sistemática. Os
valores a serem apropriados no resultado serão destinados a Reserva de Incentivos
Fiscais. Atualmente a Companhia não possui subvenções e assistências governamentais.

Novos pronunciamentos, interpretações e orientações emitidas pelo CPC e


deliberadas pela CVM que ainda não estão vigentes e não foram adotados
antecipadamente:

A Companhia procedeu a análise das deliberações emitidas pela CVM em 2009 para
aplicação aos exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010 e às demonstrações
financeiras de 2009 para fins de comparação e, concluiu que as principais deliberações
que poderão apresentar efeitos relevantes são:

Deliberação CVM nº 577/09 – CPC 20 – Custos de Empréstimos (IAS 23): A


capitalização de custos de empréstimos relacionados à aquisição, construção ou
produção de ativos qualificáveis tornou-se obrigatória. Como pelas práticas atuais da
Companhia, apenas os custos de empréstimos diretamente atribuíveis são capitalizados,
o efeito devido a capitalização de custos de outros empréstimos empregados nesses
ativos, proporcionará redução nas despesas financeiras, cujo impacto nos balanços ainda
estão sendo avaliados.

Deliberação CVM nº 611/09 – ICPC 01 – Contratos de Concessão (IFRIC 12): A


deliberação estabelece que não sejam reconhecidos ativos imobilizados referentes a
concessões, e sim, o registro de um ativo intangível (o direito de cobrar os consumidores)
e/ou um ativo financeiro (indenização ao final da concessão). No estágio atual, a
Companhia está acompanhando as discussões sobre o assunto, que estão ocorrendo
junto aos órgãos reguladores e entidades de classe, concluindo que não há possibilidade
de avaliar com segurança razoável os efeitos nas demonstrações financeiras.

Deliberação CVM nº 603/09 – Apresentação dos Formulários de Informações


Trimestrais (ITRs): a Companhia continua apresentando seus formulários de
informações trimestrais (ITRs) durante 2010 conforme as práticas vigentes em 31 de
dezembro de 2009. Assim, a Companhia irá reapresentar os formulários de informações
trimestrais (ITRs) juntamente com as informações comparativas quando da apresentação
das demonstrações financeiras anuais (DFP) para o exercício findo em 31 de dezembro
de 2010, de acordo com todos os pronunciamentos, interpretações e orientações emitidos
durante o ano de 2009.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


5. APLICAÇÕES NO MERCADO ABERTO

Agente financeiro Tipo de aplicação Vencimento Taxas % 31/3/2010 31/12/2009


Banco da Amazônia (BASA) Capitalização (*) 6,00 a.a. + TR 3.200 2.000
Banco do Brasil CDB (*) 99,00 a 100,00 CDI 85.859 30.446
Banco do Brasil Poupança (*) 6,00 a.a. + TR 58 57
Banco do Brasil Fundo de Investimento (*) Pré fixado 30.112 -
Banco Safra CDB (*) 10,00 CDI 83 68.894
Total 119.312 101.397

(*) As aplicações financeiras são consideradas equivalentes caixa por terem alta liquidez, que são
prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante
risco de mudança de valor. Seu valor contábil é próximo ao seu valor justo.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


6. CONSUMIDORES

31/3/2010 31/12/2009
Consumidores:
Faturados 485.014 466.250
Não faturados 62.446 60.709
Total 547.460 526.959

Saldos vencidos Total


Saldos até mais de
Classe de consumidores vincendos 90 dias 90 dias Total 31/3/2010 31/12/2009
Circulante
Residencial 84.666 68.164 92.833 160.997 245.663 233.352
Industrial 38.355 14.332 42.730 57.062 95.417 92.255
Comércio, Serviços e Outras Atividades 45.719 21.996 29.412 51.408 97.127 94.566
Rural 3.912 5.602 9.395 14.997 18.909 17.874
Poder Público:
Federal 2.453 1.205 262 1.467 3.920 3.582
Estadual 4.755 3.215 2.866 6.081 10.836 14.166
Municipal 15.897 8.302 2.564 10.866 26.763 27.193
Iluminação Pública 9.499 460 60 520 10.019 9.754
Serviço Público 4.050 6.302 1.256 7.558 11.608 12.425

(-) Ajuste a valor presente Lei nº 11.638/07 (d) (159) - (159) (172)
Redução de Tarifa - Irrigação e Aquicultura (b) 9 - 9 14
Fornecimento não faturado Luz para Todos (c) 26.481 - 26.481 20.491
Redução de Uso Sistema de Distrubuição 867 - 867 1.459
Subtotal - Consumidores 236.504 129.578 181.378 310.956 547.460 526.959

Participação financeira do consumidor 587 119 465 584 1.171 1.067


Comercialização na CCEE (a) 1.558 - 1.558 758

Programa emergencial de redução do consumo 67 67 67 67


Encargos de capacidade emergencial 454 454 454 494
Concessionárias e permissionárias 23 - 23 23
Encargos de Uso da Rede Elétrica 6.919 - 6.919 6.919
Outros (3.777) 2.309 2.190 4.499 722 4.592
Total 241.814 132.006 184.554 316.560 558.374 540.879

Não Circulante

Consumidores 27.571 4.179 4.179 31.750 30.366


(-) Ajuste a valor presente Lei nº 11.638/07 (d) (1.784) - (1.784) (1.883)
Participação financeira do consumidor 656 - 656 658
Comercialização na CCEE (a) 3.382 - 3.382 3.412
Outros 370 - 370 330
Total 30.195 - 4.179 4.179 34.374 32.883

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Comercialização na CCEE

O saldo da conta de consumidores inclui o registro dos valores referentes à


comercialização de energia no circulante e não circulante, no montante de R$ 4.940, com
base em cálculos preparados e divulgados pela CCEE até o mês de março de 2010. De
acordo com a Resolução ANEEL nº 552, de 14/10/2002, os valores das transações de
energia de curto prazo não liquidados nas datas programadas deverão ser negociados
bilateralmente entre os agentes de mercado.

As operações de compra e venda de energia elétrica praticadas no período de setembro


de 2000 a dezembro de 2002, após os ajustes divulgados pela CCEE, tiveram seu
processo de liquidação concluído em julho de 2003, as demais operações de compra e
venda de energia elétrica praticadas no exercício de 2010, estão sendo liquidadas
mensalmente.

Os valores da energia no curto prazo e da energia livre estão sujeitos à modificação


dependendo de decisão dos processos judiciais em andamento, movidos por
determinadas empresas do setor, relativos à interpretação das regras do mercado em
vigor.

(b) Subsídio a Irrigantes

A Resolução Normativa nº 207, de 9/1/2006, que “estabelece os procedimentos para


aplicação de descontos especiais na tarifa de fornecimento relativa ao consumo de
energia elétrica das atividades de irrigação e na aquicultura”, dispôs no artigo 6o que “o
valor financeiro resultante dos descontos estabelecido nesta Resolução configura direito
da concessionária ser compensada no primeiro reajuste ou revisão tarifária após a
correspondente apuração”.

Saldo em 31 de dezembro de 2009 14

Apropriado no período -
Atualizado no período
Amortizado no período (5)
Saldo em 31 de março de 2010 9

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(c) Fornecimento não Faturado - Programa Luz para Todos

Pela Resolução Homologatória nº 857, de 4/8/2009 que homologa as tarifas de


fornecimento de energia elétrica da Companhia em média, em 8,63%, e Nota Técnica nº
269/2009 – SRE/ANEEL, de 3/9/2009 – Processo 48500.002502/2009-15, ficam
reconhecidas as despesas realizadas com o programa Luz para Todos. A
Superintendência de Regulação Econômica – SRE analisou os dados informados pela
concessionária e decidiu considerar neste reajuste o valor de R$ 34.507 correspondente
aos custos dos consumidores atendidos pelo Programa e não cobertos pela tarifa.

Saldo em 31 de dezembro de 2009 20.491

Apropriado no período 14.379


Atualizado no período
Amortizado no período (8.389)
Saldo em 31 de março de 2010 26.481

(d) Ajuste a valor presente

Refere-se ao valor de ajuste para os contratos renegociados sem a inclusão de juros.


Para o desconto a valor presente utilizou-se uma taxa de 12,81% a.a., que representa o
custo médio ponderado de capital (WACC) que a ANEEL considera como a taxa de
retorno adequada para os serviços de distribuição de energia, cuja metodologia está
definida na Resolução ANEEL nº 234 de 31/10/2006. Essa taxa é compatível com a
natureza, o prazo e os riscos de transações similares em condições de mercado. Tendo
em vista a natureza, complexidade e volume das renegociações a divulgação do fluxo de
caixa e sua temporalidade foi omitido, uma vez que o efeito líquido do AVP não é
relevante.

7. PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA

31/3/2010 31/12/2009

Residencial 42.858 39.537


Industrial 44 613
Comércio, serviços e outras atividades 6.403 5.303
Rural 2.666 2.171
Outras receitas 932 1.811
Total 52.903 49.435

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Movimentação: 31/3/2010 31/12/2009

Saldo no início do período 49.435 44.115

Perdas no período (1.033) (9.682)


Recuperação de perdas 361 1.634
Complemento / reversão de provisão 4.140 13.368
Saldo no final do período 52.903 49.435

A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída considerando os critérios a


seguir elencados:

• Consumidores residenciais vencidos há mais de 90 dias.

• Consumidores comerciais vencidos há mais de 180 dias.

• Consumidores industriais, rurais, poderes públicos, iluminação pública e serviços


públicos e outros, vencidos há mais de 360 dias.

• Após análise criteriosa, efetuada pela Administração da companhia, foram excluídas


contas vencidas que estão em processo de negociação.

A Companhia possui um grupo de profissionais com o propósito de avaliar a qualidade e a


possibilidade de recuperação dos créditos em atraso referente ao fornecimento de energia
para os diversos seguimentos de clientes.

Os créditos em atraso com Prefeituras Municipais, Órgãos Públicos integrados as


Administrações Públicas Municipais, Serviços Públicos, Órgãos Estaduais e Federais,
possuem saldos reclassificados para o realizável a longo prazo.

Os administradores, com base em estudos e na posição dos seus consultores jurídicos,


entendem que os procedimentos de cobrança atualmente praticados, os parcelamentos,
as diligências de cobranças e os acordos realizados com os diversos órgãos
governamentais e de serviços públicos, somados aos procedimentos judiciais que
compreendem, entre outros, a constituição de precatórios judiciais como garantia dos
créditos e a aplicação dos termos previstos na legislação de responsabilidade fiscal
vigente, minimizam potencialmente os riscos de incertezas dos recebimentos dos
créditos.

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8. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS A COMPENSAR

Circulante Não circulante


31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009
ICMS (a) 41.410 40.652 40.260 41.886
(-) Ajuste a valor presente - Lei 11.638/07 (a) (2.277) (2.709) (8.164) (8.128)
ICMS ajustado 39.133 37.943 32.096 33.758

Imposto de renda (b) 20.750 25.702 39.840 39.369


Contribuição social (b) 6.139 6.712 9.445 9.333
PAEX (c) 25.860 12.544 - -
FINSOCAL (d) - - 4.586 -
Outros 301 240 - -
Total 92.183 83.141 85.967 82.460

(a) O ICMS a compensar apurado na aquisição de bens do ativo imobilizado será


recuperado em até 48 meses. A Companhia procedeu ao cálculo do AVP – Ajustes a
Valor Presente utilizando a taxa de 12,81% a.a., que representa o custo médio
ponderado de capital (WACC) que a ANEEL considera como a taxa de retorno
adequada para os serviços de distribuição de energia, cuja metodologia está definida
na Resolução ANEEL nº 234 de 31/10/2006. Essa taxa é compatível com a natureza,
o prazo e os riscos de transações similares em condições de mercado. Tendo em
vista a natureza, complexidade e volume da recuperação a divulgação do fluxo de
caixa e sua temporalidade foi omitido, uma vez que o efeito líquido do AVP não é
relevante.

(b) Saldos negativos de imposto de renda e contribuição social apurados na Declaração


de Ajuste Anual de 2009 e Anos-Calendários anteriores, decorrentes de estimativas
pagas à maior e parceladas, que serão utilizados para compensação de tributos
administrados pela Receita Federal do Brasil - RFB e à medida que forem sendo
pagas as prestações do parcelamento da Lei nº 11.941/09 (vide nota 21), e desde
que o montante já pago exceda o valor do imposto ou da contribuição, determinados
com base no resultado apurado nos respectivos períodos.

(c) Refere-se a pedido de revisão do PAEX junto a Receita Federal do Brasil - RFB
pleiteando a exclusão de débitos consolidados em duplicidade. A exclusão encontra-
se pendente de decisão administrativa.

(d) Processo Administrativo nº 10280.013060/99-14 referente a Pedido de Restituição de


Finsocial recolhido na alíquota superior a 0,5% no período de novembro/1989 a
março/93 conforem Leis 7.787/89, 7.894/89 e 8.147/90. Contra a última decisão que
reconheceu como parcialmente o crédito, a companhia interpôs recurso voluntário
que aguarda distribuição no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.

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9. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DIFERIDOS

O imposto de renda e a contribuição social correntes são calculados com base nas
alíquotas vigentes nas datas dos balanços. Os impostos e contribuições sociais diferidos
relativos às diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição
social são registrados em contas patrimoniais. Demonstramos a seguir a composição da
base de cálculo e dos saldos desses impostos:

Imposto Contribuição Total Total


de renda Social 31/3/2010 31/3/2009

Composição da receita (despesa) com impostos:


Impostos correntes (20) - (20) -
Impostos diferidos - variação líquida 3.610 1.304 4.914 33.631
3.590 1.304 4.894 33.631

9.1. Ativo diferido

Imposto Contribuição
de renda Social 31/3/2010 31/12/2009
Base de cálculo dos ativos diferidos:
Ativo Circulante:
Ajustes da Lei 11.638/07 2.436 2.436
Base de cálculo dos impostos diferidos 2.436 2.436
Alíquotas 25% 9%
Impostos Diferidos Ativo Circulante 610 219 829 980

Ativo Não Circulante:


Provisão para contingências trabalhistas e cíveis 10.010 10.010
Provisão para devedores duvidosos 52.903 52.903
Provisão de Benefícios a Empregados Del. CVM 371 15.890 15.890
Prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social 19.001 38.991
Ajustes da Lei 11.638/07 9.877 9.877
Base de cálculo dos impostos diferidos 107.681 127.671
Alíquotas 25% 9%
Impostos Diferidos Ativo não Circulante 26.921 11.490 38.411 37.389

Saldo total Impostos sobre ativos diferidos 39.240 38.369

Baseada no estudo técnico das projeções de resultados tributáveis computados de acordo


com a Instrução CVM nº 371, a Companhia estima recuperar o crédito tributário não
circulante de R$ 38.411 no ano de 2011.

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9.2. Passivo diferido

Diferenças temporárias:

Os saldos de imposto de renda e a contribuição social diferidos passivos são provenientes


do subsídio irrigação e aquicultura, do reposicionamento tarifário e da receita decorrente
de custos incorridos com o Programa Luz para Todos, sem cobertura tarifária, a qual é
excluída da base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social, cuja tributação
ocorrerá na medida e na proporção do efetivo faturamento e dos efeitos da Lei nº
11.638/07.

Imposto Contribuição
de renda Social 31/3/2010 31/12/2009
Passivo Circulante:
Reposicionamento Tarifário 34.361 34.361
Custos com o Programa Luz para Todos 26.482 26.482
Efeitos da Lei 11.638/07 3.904 4.885
Base de cálculo dos impostos diferidos 64.747 65.728
Alíquotas 25% 9%
Débitos fiscais diferidos - Circulante (b) 16.186 5.916 22.102 21.384

Passivo Não Circulante:


Efeitos da Lei 11.638/07 35.596 35.596
Base de cálculo dos impostos diferidos 35.596 35.596
Alíquotas 25% 9%
Débitos fiscais diferidos - Circulante (b) 8.899 3.204 12.103 8.123

Saldo total Impostos sobre passivos diferidos 34.205 29.507

Encargos de reavaliação:

Imposto Contribuição
de renda social 31/3/2010 31/12/2009

Reserva de reavaliação 1.345.140 1.345.140


(-) Terrenos (18.070) (18.070)
(-) Reversão de realização anterior (311.244) (311.244)
(-) Depreciação e baixas (486.298) (486.298)
Base de cálculo 529.528 529.528
Alíquotas 25% 9%
Encargos tributários 132.382 47.658 180.040 188.781

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Variação do saldo do Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos

31/03/2010 31/12/2009 Variação

Impostos diferidos - ativo (diferenças temporárias) 39.240 38.369 871


Impostos diferidos - passivo (diferenças temporárias) (34.205) (29.507) (4.698)
Impostos diferidos - passivo (encargos de reavaliação) (180.040) (188.781) 8.741
Total (175.005) (179.919) 4.914

10. REDUÇÃO DE RECEITA - BAIXA RENDA

Subvenção a Baixa Renda - Tarifa Social: O Governo Federal, através da Lei nº 10.438,
de 26/4/2002, determinou a aplicação da tarifa social de baixa renda, o que causou uma
redução na receita operacional da Companhia, compensada através do Decreto
Presidencial nº 4.538, de 23/12/2002, em que foram definidas as fontes para concessão e
subvenção econômica com a finalidade de contribuir para a modicidade da tarifa de
fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais integrantes da subclasse
residencial baixa renda, com consumo mensal inferior a 80 kWh ou com consumo entre
80 e 220 kWh, nesse último caso desde que atendam a alguns critérios conforme
estabelecido no artigo 5º da Lei nº 10.604, de 17/12/2002.

Segue, abaixo, a movimentação no período:

Saldo em 31 de dezembro de 2009 21.927

Valor provisionado 8.918


Valor homologado 4.757
Valor recebido
Saldo em 31 de março de 2010 35.602

11. ATIVOS E PASSIVOS REGULATÓRIOS

11.1. Conta de Compensação de Variação de Custos da “Parcela A” – CVA

Conforme disposições contidas na Medida Provisória nº 14, de 21/12/2001, convertida na


Lei nº 10.438, de 26/4/2002, Portarias Interministeriais nº 296, de 25/10/2001, nº 25, de
24/1/2002 e nº 116 de 4/4/2003, e resoluções complementares da ANEEL, a Companhia
registrou como despesas antecipadas a variação dos valores de itens denominados de
“Parcela A” (custos não gerenciáveis) que serão recuperados através de aumentos
tarifários futuros.

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Descrição de ativos e passivos regulatórios 31/3/2010 31/12/2009

Contas de Compensação de Variação de Custos da Parc.A - CVA:


CVA2001 - Período de 1/1/2001 a 25/10/2001 (2.091) (3.518)
CVA2008 - Período de 7/8/2007 a 6/8/2008 (1.061) (1.785)
CVA2009 - Período de 7/08/2008 a 6/8/2009 13.592 34.785
CVA2010 - Período de 7/8/2009 a 6/8/2010 49.605 36.436
Subtotal 60.045 65.918

Diferimento de Gastos com Implantação - MCPSE 3.794 -

Total de Ativos e Passivos Regulatórios 63.839 65.918

Em 7/8/2009 entrou em vigor o novo reajuste tarifário que teve sua aplicação prevista na
Resolução ANEEL nº 857 de 4/8/2009, que reajustou as tarifas de fornecimento de
energia elétrica da CELPA em média 8,63%, sendo 2,83% relativos ao reposicionamento
tarifário e 5,80% relativos aos componentes financeiros externos à revisão tarifária
periódica. Conforme Nota Técnica ANEEL nº 269 de 3/8/2009, a CELPA iniciou a
compensação dos valores reconhecidos na CVA no período entre agosto de 2008 a julho
de 2009, denominada “CVA 2009”.
Os valores que estão sendo compensados por meio da “CVA em processamento”,
impactam em um aumento de 3,40%, enquanto a “CVA” ano anterior – saldo a compensar
apresentou uma redução de –0,54%, que serão percebidos na tarifa de fornecimento de
energia elétrica no período de 7/8/2009 a 6/8/2010.
O quadro a seguir demonstra a movimentação dos Ativos e Passivos Regulatórios no 1o
trimestre de 2010:

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Saldo em Saldo em
Descrição 31/12/2009 Adições Baixas Atualiz. Amortiz. Transf. 31/3/2010
Ativo
Conta de Consumo Combustível - CCC 18.518 4.689 374 (2.810) 20.771
Transporte Energia Elétrica Rede Básica 1.375 27 (167) 1.235
Encargo de Serviço de Sistemas -ESS 16.437 891 280 (6.713) 10.895
Conta de Desenv. Energético - CDE 1.052 201 21 (151) 1.123
Programa de Incent. Fontes Alt. - Proinfa 3.681 1.556 75 (1.461) 3.851
Custo de Aquisição de Energia 9.013 262 172 (264) 9.183
Diferim. De Gastos com Implantação - MCPSE 3.794 3.794
Diferimento de Repos.Tarifária -Rede Básica 37.396 1.436 (5.069) 33.763
Total no ativo 87.472 12.829 - 949 (16.635) - 84.615

Parcelas classificadas no circulante 40.205 3.794 - 459 (16.635) - 27.823


Parcelas classificadas no não circulante 47.267 9.035 490 - 56.792

Passivo
Conta de Consumo Combustível - CCC (6.897) (136) (7.033)
Transporte Energia Elétrica Rede Básica (326) (780) (10) (1.116)
Encargo de Serviço de Sistemas -ESS (1.446) (40) (30) (1.516)
Custo de Aquisição de Energia (9.018) (2.527) (126) 2.858 (8.813)
Reserva Global de Reversão - RGR (3.519) 1.428 (2.091)
Diferimento de Repos.Tarifária -Rede Básica (348) 141 (207)

Total no passivo (21.554) (3.347) - (302) 4.427 - (20.776)

Parcelas classificadas no circulante (10.724) - - (71) 4.427 - (6.368)


Parcelas classificadas no não circulante (10.830) (3.347) (231) (14.408)

A atualização monetária dos valores registrados nestas contas vem sendo apurada com
base na taxa de juros SELIC (BACEN).

11.2. Acordo geral do setor elétrico

O Governo Federal, através da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica – CGCEE,


e as concessionárias distribuidoras e geradoras de energia elétrica celebraram, em
dezembro de 2001, o Acordo Geral do Setor Elétrico, definindo os critérios para a
recomposição das receitas e perdas extraordinárias relativas ao período de vigência do
Programa Emergencial de Redução do Consumo de Energia Elétrica, que se dará através
de adicional tarifário nas contas de fornecimento de energia, sendo 2,9% nas contas
faturadas aos consumidores da classe residencial (exceto subclasse baixa renda),
iluminação pública e rural, e de 7,9% para as demais classes de consumidores.

A ANEEL, através do Ofício Circular nº 2.212, de 20/12/2005; e 074, de 23/1/2006,


estabeleceu os seguintes procedimentos para o cálculo da remuneração:

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• Para o item Recomposição Tarifária Extraordinária – RTE, a incidência da
remuneração deverá ser: (i) sobre o montante financiado, que corresponde a 90%
dos valores homologados pela ANEEL, taxa SELIC (BNDES), acrescida de juros de
1% a.a., proporcionalmente aos desembolsos recebidos; e (ii) sobre os 10% não
financiados, taxa SELIC (BACEN);

• Para o item Energia Livre, para o caso em que a Geradora obteve o financiamento
junto ao BNDES, calcular a remuneração pela taxa SELIC (BNDES), acrescida de
juros de 1% a.a., proporcionalmente aos desembolsos recebidos; e para as
Geradoras que não obtiveram financiamento a remuneração deverá ser calculada
somente pela taxa SELIC (BACEN);

Para o item “Parcela A “ (parcela de custos componentes da tarifa de energia não


gerenciáveis pela concessionária), a remuneração deverá ser apropriada utilizando a taxa
SELIC (BACEN).
As informações do 1o trimestre de 2010 contemplam os seguintes ajustes decorrentes do
Acordo:
Saldo em Resultado Saldo em
31/12/2009 operacional 31/3/2010
Passivo circulante:
Energia livre (6.616) (3) (6.619)
Total (6.616) (3) (6.619)

A ANEEL, através da Resolução Normativa ANEEL nº 1, de 12/1/2004, retificou os


montantes que haviam sido homologados pela Resolução nº 483, de 29/8/2002, relativos
à Energia Livre e alterou os prazos máximos de permanência da Recomposição Tarifária
Extraordinária - RTE nas tarifas de fornecimento de energia elétrica, excluindo deste
prazo a recuperação dos valores financeiros de itens da Parcela A e, através da
Resolução nº 45, de 3/3/2004, alterou o percentual a ser aplicado à arrecadação da RTE
a título de repasse de energia livre, para 46,4669%.

12. TÍTULOS A RECEBER.

Circulante Não circulante

31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009


Créditos adquiridos de terceiros (a) - - 76.592 76.592
(-) Deságio (a) - - (39.696) (39.696)
Outros títulos a receber 3.516 2.847 1.927 1.927
Total 3.516 2.847 38.823 38.823

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(a) Com a finalidade de compensação de impostos e contribuições administrados pela


Secretaria da Receita Federal, a Companhia adquiriu, em 2003, créditos de origem
não tributária decorrentes da condenação da União Federal em ação indenizatória,
reconhecidos por decisão judicial transitada em julgado. A Companhia ingressou na
ação com pedido de assistência o que foi indeferido pelo Juiz. Contra a referida
decisão, foi apresentado recurso, que aguarda apreciação pelo Tribunal Regional
Federal da 1a Região. Com a adesão ao Parcelamento Excepcional – PAEX, nos
termos da Medida Provisória nº 303/2006, em 15/12/2006, a Companhia desistiu da
compensação tributária de referidos créditos e mantém a discussão judicial visando
à sua satisfação. A realização do crédito depende do sucesso da ação atualmente
em fase de execução, sendo considerado provável o êxito da ação pelos
assessores jurídicos da Companhia.

13. SUB-ROGAÇÃO DA CCC

Em conformidade com as disposições da Resolução ANEEL nº 784, de 24/12/2002, e


Resolução Autorizativa - ANEEL nº 1.999, de 7/7/2009, a Companhia foi enquadrada na
sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis -
CCC, referente a implantação do projeto elétrico de interligação da Ilha do Marajó ao
Sistema Interligado Nacional – SIN, proporcionando a redução do dispêndio da CCC, que
contribui para a modicidade das tarifas aos consumidores finais.

O valor do Investimento reconhecido e aprovado pela ANEEL para a sub-rogação é de


R$ 473.617, correspondente a 100% do montante aprovado.

Para fins de cálculo do benefício, o empreendimento foi dividido em 2 fases distintas:

Na 1ª Fase a Companhia possui recurso aprovado da sub-rogação no valor de


R$ 184.660 para realizar as seguintes obras:

• LT/Distribuição Tucuruí – Cametá – 138 kV – CS – Condutor 336,4 MCM – Pára-


Raios 5/16” – 206km (conversão de 69 para 138 kV), valor sub-rogado R$ 9.598.
• LT/Distribuição Para do Bento/Portel/Breves – 138 kV – CS – Condutor 477,0 MCM
Pára-Raios 5/16” – 260 km, valor sub-rogado R$ 90.077.
• LT/Distribuição Portel/Bagre – 34,5 kV – CS – Condutor 4/0 AWG – Penguin – 85 km,
valor sub-rogado R$ 8.067.
• LT/Distribuição Breves/Melgaço – 34,5 kV – CS – Condutor 4/0 AWG – Penguin – 40
km, valor sub-rogado R$ 3.796.
• LT/Distribuição Breves/Curralinho – 34,5 kV – CS – Condutor 4/0 AWG – Penguin –
110 km, valor sub-rogado R$ 10.440.

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• Subestação Tucuruí – Vila 69/138 kV – 25/30 MVA, valor sub-rogado R$ 6.873.
• Subestação Cametá 138/13,8 kV – 20/25 MVA – 5 MVAr – 138kV, valor sub-rogado
R$ 9.000.
• Subestação Portel 138/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 15.525.
• Subestação Breves 138/13,8 kV – 10/12,5 MVA – 13,8/34,5 kV – 3 MVA, valor sub-
rogado R$ 13.876.
• Subestação Bagre 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 1.998.
• Subestação Melgaço – 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 1.998.
• Subestação Curralinho – 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 1.998.
• Subestação Parada do Bento – 138/13,8 kV – 5/6,25 MVA, valor sub-rogado
R$ 11.414.
Para a 2ª Fase do projeto a Companhia possui recurso aprovado da sub-rogação no valor
de R$ 288.957 para realizar as seguintes obras:

• LT/Distribuição Tucuruí – UHE Parado do Bento – 138 kV – CS Condutor 336,4 MCM


– Pára-Raios 5/16” – 132 km, valor sub-rogado R$ 39.197.
• LT/Distribuição Anajás – Afuá – 138 kV – CS – Condutor 336,4 MCM – Pára-Raios
5/16” – 125 km, valor sub-rogado R$ 35.801.
• LT/Distribuição Anajás – Cachoeira do Arari – 138 kV – CS – Condutor 336,4 MCM –
Pára-Raios 5/16” – 130 km, valor sub-rogado R$ 37.233.
• LT/Distribuição Breves – Anajás – 138 kV – CS – Condutor 336,4 MCM – Pára-Raios
5/16” – 120 km, valor sub-rogado R$ 34.369.
• LT/Distribuição Cachoeira do Arari – Ponta de Pedras – 138 kV – CS – Condutor
336,4 MCM – Pára-Raios 5/16” – 55 km, valor sub-rogado R$ 15.752.
• LT/Distribuição Cachoeira do Arari – Salvaterra – 138 kV – CS – Condutor 336,4
MCM – Pára-Raios 5/16” – 80 km, valor sub-rogado R$ 22.913.
• LT/Distribuição Salvaterra – Soure – 34,5 kV – S – Condutor 4/0 AWG – Penguin – 10
km, valor sub-rogado R$ 992.
• LT/Distribuição Ponta de Pedras – Muaná – 34,5 kV – CS – Condutor 4/0 AWG –
Penguin – 50 km, valor sub-rogado R$ 4.961.
• LT/Distribuição Muaná – São Sebastião da Boa Vista – 34,5 kV – CS – Condutor 4/0
AWG – Penguin – 50 km, valor sub-rogado R$ 4.961.
• LT/Distribuição Afuá – Chaves – 34,5 kV – CS – Condutor 4/0 AWG – Penguin – 60
km, valor sub-rogado R$ 5.953.
• LT/Distribuição Cachoeira do Arari – Santa Cruz do Arari – 34,5 kV – CS – Condutor
4/0 AWG – Penguin – 65 km, valor sub-rogado R$ 6.450.

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• Subestação Anajás 138/13,8 kV – 5/6,25 MVA, valor sub-rogado R$ 12.976.
• Subestação Parada do Bento – Bay de LT 138 kV – e Bay de Reator 130 kV – 5
MVAr, valor sub-rogado R$ 3.955.
• Subestação Tucuruí – UHE Bay Parada do Bento – 138 kV, valor sub-rogado
R$ 4.333.
• Subestação Afuá 13/8/13,8 kV – 5/6,25 MVA – 13,8/34,5 kV – 3 MVA, valor sub-
rogado R$ 10.824.
• Subestação Chaves – 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 1.786.
• Subestação Cachoeira do Arari 138/13,8 kV – 5/6,25 MVA – 13,8/34,5 kV – 3 MVA,
valor sub-rogado R$ 13.567.
• Subestação Santa Cruz do Arari – 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 1.786.
• Subestação Salvaterra 138/13,8 kV – 10/12,5 MVA – 138/34,5 kV – 10/12,5 MVA,
valor sub-rogado R$ 14.195.
• Subestação Soure – 34,5/13,8 kV – 7,5/9,4 MVA, valor sub-rogado R$ 2.459.
• Subestação Ponta de Pedras – 138/13,8 kV 10/12,5 MVA – 13,8/34,5 kV – 3 MVA,
valor sub-rogado R$ 10.090.
• Subestação Muaná – 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado R$ 2.406.
• Subestação São Sebastião da Boa Vista – 34,5/13,8 kV – 3 MVA, valor sub-rogado
R$ 1.998.
O Despacho ANEEL nº 4.722, de 18/12/2009, para aplicação nas publicações do
exercício de 2009 trata nos itens 53 e 54, a respeito da contabilização do subsídio
recebido pela concessionária oriundo do fundo da CCC em virtude de obras que visam à
desativação de usinas térmicas e consequente redução de óleo diesel no processo de
geração de energia em nosso país.

O mencionado despacho determina que todos os valores já recebidos ou aprovados


sejam registrados no grupo de contas “223 - Obrigações Especiais Vinculadas à
Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica”. Dentro desse grupo é feita a
segregação dos valores já efetivamente recebidos e dos valores pendentes de
recebimento que já foram aprovados pelo órgão regulador.

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A CELPA tem registrado os valores referentes a esse subsídio da seguinte forma:

Valor Valor Valor Valor a


Obra Status aplicado sub-rogado recebido receber

LT/D - Tucuruí/Cametá Em curso 3.367 9.598 - 9.598


LT/D - Parada do Bento/Portel/Breves Em curso 28.846 90.077 - 90.077
LT/D - Portel/Bagre Em curso 3.579 8.067 - 8.067
LT/D - Breves/Melgaço Em curso 1.139 3.796 - 3.796
LT/D - Breves/Curralinho Em curso 3.697 10.440 - 10.440
Subestação - Tucuruí/Vila Em curso 15 6.873 - 6.873
Subestação - Cametá Em curso 16 9.000 - 9.000
Subestação - Portel Em curso 1.156 15.525 - 15.525
Subestação - Breves Em curso 31 13.876 - 13.876
Subestação - Bagre Em curso 4 1.998 - 1.998
Subestação - Melgaço Em curso 4 1.998 - 1.998
Subestação - Curralinho Em curso 4 1.998 - 1.998
Subestação - Parada do Bento Em curso 26 11.414 - 11.414
Subtotal - 1ª fase 41.884 184.660 - 184.660
-
LT/D - Tucuruí/Parada do Bento Em curso - 39.197 - 39.197
LT/D - Anajás/Afuá Em curso - 35.801 - 35.801
LT/D - Anajás/Cachoeira do Arari Em curso - 37.233 - 37.233
LT/D - Breves/Anajás Em curso - 34.369 - 34.369
LT/D - Cachoeira do Arari/Ponta de Pedras Em curso - 15.752 - 15.752
LT/D - Cachoeira do Arari/Salvaterra Em curso - 22.913 - 22.913
LT/D - Salvaterra/Soure Em curso - 992 - 992
LT/D - Ponta de Pedras/Muaná Em curso - 4.961 - 4.961
LT/D - Muaná/São Sebastião da Boa Vista Em curso - 4.961 - 4.961
LT/D - Afuá/Chaves Em curso - 5.953 - 5.953
LT/D - Cachoeira do Arari/Santa Cruz do Arari Em curso - 6.450 - 6.450
Subestação - Anajás Em curso - 12.976 - 12.976
Subestação - Parada do Bento Em curso - 3.955 - 3.955
Subestação - Tucuruí Em curso - 4.333 - 4.333
Subestação - Afuá Em curso - 10.824 - 10.824
Subestação - Chaves Em curso - 1.786 - 1.786
Subestação - Cachoeira do Arari Em curso - 13.567 - 13.567
Subestação - Santa Cruz do Arari Em curso - 1.786 - 1.786
Subestação - Salvaterra Em curso - 14.195 - 14.195
Subestação - Soure Em curso - 2.459 - 2.459
Subestação - Ponta de Pedras Em curso - 10.090 - 10.090
Subestação - Muaná Em curso - 2.406 - 2.406
Subestação - São Sebastião da Boa Vista Em curso - 1.998 - 1.998
Subtotal - 2ª fase - 288.957 - 288.957
Total 41.884 473.617 - 473.617

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

14. OUTROS ATIVOS

Circulante Não circulante

31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009

Valores a recuperar de empregados 2.030 2.078 -


Adiantamento fornecedores 1.511 3.296 -
Desativações em curso 17.661 11.764 -
Alienação em curso 1.691 1.716 -
Alienação de bens e direiros 277 300 -
Cheques em cobrança especial 911 991 -
Adiantamento diversos 954 6.019 -
Recolhimento a maior PIS 41 41 -
Recolhimento a maior COFINS (a) 9.352 9.291 -
Recolhimento a maior FGTS 51 51 -
Créditos em conta de energia elétrica 3.534 3.427 -
Prêmios de seguros 899 1.284 -
Garantia liquidação nas operações CCEE 168 163 -
Despesas pagas antecipadamente 39 38 -
Títulos e valores mobiliários - - 1.226 1.226
MTM - Operações de Swap - Ajustes à Lei 11.638/2007 - - - 72
Outros créditos a receber 81 66 921 1.030
Total 39.200 40.525 2.147 2.328

(a) Refere-se a crédito tributário originário do pedido de revisão do REFIS pendente de


decisão administrativa referente a depósitos judiciais relativos ao período de
setembro de 1998 a janeiro de 1999, não convertidos em renda na consolidação do
REFIS liquidado em setembro de 2006.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


15. PARTES RELACIONADAS

15.1. Transações e saldos com empresas relacionadas

Transações: 31/3/2010 31/3/2009

Receitas financeiras 13.191 13.135


Despesas financeiras 1.590 -

31/3/2010 31/12/2009
SALDOS ATIVOS

Não circulante

Valores a recuperar:
Rede Energia S.A 7.926 7.926
QMRA Participações S.A 20.430 20.430
28.356 28.356

Conta corrente 31/12/2006 (a):


Rede Energia S.A 114.068 112.144
QMRA Participações S.A 393.157 386.524
507.225 498.668

Alienação de bens e direitos (c):


Rede Power do Brasil S.A. 98.345 95.285

TOTAL 633.926 622.309

SALDOS PASSIVOS

Circulante

Dividendos:
Rede Energia S.A. 2.653 2.653
QMRA Participações S.A. 13.334 13.334
TOTAL 15.987 15.987

Não circulante

Valores a reembolsar:
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 7 2
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 289 -
Caiuá Distribuição de Energia S.A 2.284 2.283
Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL 92 92
Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. 261 176
Empresa Elétrica Bragantina S.A. 30 30
2.963 2.583
Conta corrente 1/9/2006 (b):
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 1.342 1.320
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 26.869 47.264
Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. 17.057 19.540
Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL 23.953 23.549
69.221 91.673

TOTAL 72.184 94.256

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Conta corrente 31/12/2006

Refere-se a consolidação e repactuação dos saldos dos contratos denominados “Conta


Corrente até 31/8/2004” que seriam pagos em 120 meses com carência de 18 meses e
remunerados a taxa de 100% CDI e do contrato denominado “Conta Corrente após
1/9/04” que permitia a movimentação financeira entre empresas do grupo com
remuneração de CDI mais 2% de juros a.a., com prazo de vencimento de 24 meses,
repactuados nas seguintes condições:

• Carência de 24 meses

• Prazo 86 meses

• Remuneração 100% CDI mais 2% Juros a.a.

Esta repactuação foi aprovada pela ANEEL por meio do despacho nº 181 da
Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira de 29/1/2007.

Em fevereiro de 2008 através do 1o aditamento ao Instrumento Particular de Contratos de


Repactuação de Dívida de Mútuo, foi repactuada a remuneração do contrato passando a
ser de 100% do CDI a partir do saldo de devedor em 31/12/2007. Esta repactuação foi
aprovada pela ANEEL por meio do despacho nº 709 da Superintendência de Fiscalização
Econômica e Financeira de 22/2/2008.

(b) Conta corrente 1/9/2006

• Contrato Multilateral de Mútuo entre as Geradoras e Não Concessionárias


(Mutuantes) e as Distribuidoras (Mutuárias)

As empresas Geradoras e Não Concessionárias (mutuantes) darão em empréstimos,


recursos financeiros dentro dos limites para o saldo credor estabelecidos no contrato, às
Distribuidoras (mutuárias), na medida de suas necessidades de forma sucessiva e
contínua, com remuneração sobre o saldo devedor calculado com base em 100% do CDI.
Cada empresa tem um limite máximo para o saldo credor, as Distribuidoras, por sua vez,
somente poderão realizar operações de conta-corrente na condição de tomadoras dos
empréstimos perante as Geradoras e Não Concessionárias.

As mutuantes podem realizar operações de empréstimos financeiros entre si.

A remuneração sobre o saldo devedor é calculada com base em 100% do CDI com prazo
de 36 meses, vencendo em 31/08/2011, nos termos de contratos de mútuo na modalidade
de conta corrente, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos

Este contrato e seus respectivos aditamentos foram devidamente aprovados pela ANEEL
por meio de despachos da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Contrato Multilateral de Mútuo entre as Distribuidoras

Refere-se à movimentação financeira efetuada entre as Distribuidoras que na medida de


suas necessidades, tomarão ou darão em empréstimos, recursos financeiros, de forma
sucessiva e contínua, assumindo, respectivamente, a posição de devedora ou credora
conforme o caso, dentro dos limites para o saldo credor estabelecidos no contrato.

A Centrais Elétricas do Pará S.A. – CELPA foi incluída no contrato na condição de


mutuária, somente podendo receber recursos das demais distribuidoras.

A remuneração sobre o saldo devedor é calculada com base em 100% do CDI com prazo
de 36 meses vencendo em 31/08/2011, nos termos de contratos de mútuo na modalidade
de conta corrente, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos.

Este contrato e seus respectivos aditamentos foram devidamente aprovados pela ANEEL
por meio de despachos da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira.

(c) Alienação de bens e direitos

Corresponde ao valor a receber da Rede Power do Brasil S.A. relativo à alienação das
participações societárias nas companhias Rede Lajeado Energia S.A., de acordo com o
Instrumento Particular de Venda e Compra de Ações com a anuência da ANEEL, dada
através do Despacho nº 2.147 da Superintendência de Fiscalização Econômica e
Financeira de 20/12/2005 e Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. - ELETRONORTE
de acordo com o Instrumento Particular de Venda e Compra de Ações com a anuência da
ANEEL, dada através do Despacho nº 683 da Superintendência de Fiscalização
Econômica e Financeira de 3/4/2006.

Em novembro de 2007, através do primeiro termo aditivo ao Instrumento Particular de


Venda e Compra de ações da Rede Lajeado Energia S.A. foi renegociada a remuneração
e forma de pagamento adequando o respectivo encargo para IGP-M mais 2% a.a e o
pagamento em 12 parcelas anuais vencendo a 1ª em 26/6/2008. Este aditamento tem a
anuência da ANEEL, dada através da Resolução Autorizativa nº 3.458 de 21/11/2007 da
Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira publicado no DOU de
23/11/2007.

15.2. Remuneração dos Administradores

A Remuneração total dos Administradores da Companhia no 1o trimestre de 2010 foi de


R$ 739 (R$ 620 em 2009), que corresponde na sua totalidade a benefícios de curto prazo

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


15.3. Compartilhamento de Infraestrutura

Atualmente as empresas do Grupo Rede Energia compartilham as atividades,


equipamentos e instalações onde as despesas são repassadas para as empresas através
de contratos e aditamentos devidamente aprovados pela ANEEL por meio de despachos
da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira quando necessário.

• Compartilhamento de aeronave: Instrumento Particular de Contrato de Uso


Compartilhado de Aeronaves e Outras Avenças firmado entre as empresas Caiuá
Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT, CELPA e ENERSUL onde
todas as despesas incorridas na manutenção e operação são apuradas na Caiuá
Distribuição, detentora da aeronave e repassadas às demais empresas pelo critério de
proporcionalidade estabelecido no referido contrato.

• Compartilhamento de escritório comercial em Brasília: Contrato firmado entre as


empresas Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT, CELPA e
ENERSUL, onde os custos referentes ao escritório são suportados pela EDEVP e
repassados para as demais empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no
referido contrato.

• Compartilhamento de serviços e infraestrutura de telefonia e comunicação:


Contrato firmado entre as empresas Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO,
CELTINS, CEMAT e CELPA, onde os custos referentes a infra-estrutura de telefonia e
comunicação são suportados pela Caiuá Distribuição e repassados para as demais
empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no referido contrato.

• Compartilhamento de link de dados: Contrato firmado entre as empresas Caiuá


Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT e CELPA,onde os custos
referentes ao link de dados são suportados pela CEMAT e repassados para as demais
empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no referido contrato.

• Compartilhamento do atendimento 0800 a portadores de deficiência auditiva


e/ou de fala: Contrato firmado entre as empresas Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB,
CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT e CELPA, onde os custos referentes ao atendimento
0800 a portadores de deficiência auditiva e/ou de fala são suportados pela CELTINS e
repassados para as demais empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no
referido contrato.

• Acordo de cooperação para gestão de pessoal: Contrato firmado entre as


empresas, Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT, CELPA,
ENERSUL e Rede Comercializadora, para utilização recíproca dos recursos humanos nas
atividades comuns de gerência e direção

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16. CAUÇÕES E DEPÓSITOS VINCULADOS

31/3/2010 31/12/2009

Tesouro Nacional (a) 16.922 14.131


Outros 8 1.014
Total 16.930 15.145

(a) Refere-se à caução dada em garantia dos empréstimos com o Tesouro Nacional, a
qual é corrigida através de índice semestral e variação cambial, sendo a data de
vencimento em 15/4/2024.

17. INVESTIMENTOS

31/3/2010 31/12/2009

Edificações, obras civis e benfeitorias 20.254 20.272


Terrenos 1.369 1.369
Outros investimentos 4.248 4.277
Total 25.871 25.918

Refere-se aos bens destinados a uso futuro, em conformidade com o processo de


desverticalização adotado pela Companhia e de acordo com a proposta apresentada à
ANEEL.

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18. IMOBILIZADO

Por natureza, o imobilizado está constituído da seguinte forma:

31/3/2010 31/12/2009

Depreciação Valor Valor


Custo acumulada líquido líquido
Em serviço:
Terrenos 12.240 - 12.240 12.143
Edificações, Obras Civis e Benfeitorias 103.963 (38.331) 65.632 66.493
Máquinas e Equipamentos 3.183.684 (926.302) 2.257.382 2.190.661
Veículos 10.692 (6.606) 4.086 4.331
Móveis e Utensílios 7.857 (4.456) 3.401 3.348
(-) Obrigações Vinculadas à Concessão (697.487) 49.790 (647.697) (550.666)
Subtotal 2.620.949 (925.905) 1.695.044 1.726.310

Em curso:
Terrenos 8.207 8.207 7.442
Edificações, Obras Civis e Benfeitorias 1.839 1.839 1.458
Máquinas e Equipamentos 563.012 563.012 564.298
Veículos 34 34 2
Móveis e Utensílios 832 832 1.010
Material em depósito 63.458 63.458 72.264
Outros 97.414 97.414 109.340
(-) Obrigações Vinculadas à Concessão (812.167) (812.167) (824.897)
Subtotal (77.371) - (77.371) (69.083)
Total 2.543.578 (925.905) 1.617.673 1.657.227

O imobilizado em curso refere-se substancialmente, as obras de expansão em andamento


do sistema de distribuição de energia elétrica.

Incluem itens incorporados através de arrendamentos mercantis financeiros, cujos


valores são imateriais.

O arrendamento financeiro reconhecido na transição da Lei 11.638/07 encontra-se


totalmente depreciado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Por atividade, o imobilizado está constituído da seguinte forma:

31/3/2010 31/12/2009

Taxas Anuais (-) Obrigações


Médias Ponderadas vinculadas à
de Depreciação (%) Depreciação concessão Valor Valor
(*) Custo acumulada Subtotal líquida líquido líquido
Em serviço:
Geração 1,10% 33.387 (8.275) 25.112 (55) 25.057 25.372
Distribuição 1,14% 3.203.327 (928.801) 2.274.526 (647.133) 1.627.393 1.657.492
Comercialização 0,84% 19.521 (6.476) 13.045 (237) 12.808 12.967
Administração 1,29% 62.201 (32.143) 30.058 (272) 29.786 30.479
Subtotal 3.318.436 (975.695) 2.342.741 (647.697) 1.695.044 1.726.310

Em curso:
Geração 5.109 5.109 - 5.109 5.073
Distribuição 726.167 726.167 (812.167) (86.000) (76.584)
Comercialização 273 273 - 273 365
Administração 3.247 3.247 - 3.247 2.063
Subtotal 734.796 - 734.796 (812.167) (77.371) (69.083)
Total 4.053.232 (975.695) 3.077.537 (1.459.864) 1.617.673 1.657.227

(*) A taxa média é calculada considerando a despesa de depreciação do exercício dividida pelo saldo médio
anual do imobilizado.

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A mutação do ativo imobilizado está demonstrada abaixo:

Saldo em Saldo em
Em serviço 31/12/2009 Adições Baixas Transferências 31/3/2010

Custo:
Geração 33.337 (23) 73 33.387
Distribuição 3.103.665 (25.362) 125.024 3.203.327
Comercialização 19.517 - 4 19.521
Administração 62.135 (38) 104 62.201
Subtotal do custo 3.218.654 - (25.423) 125.205 3.318.436
Obrigações não vinc. concessão (593.320) (104.167) (697.487)

Total do custo 2.625.334 - (25.423) 21.038 2.620.949

(-) Depreciação:
Geração (7.910) (366) 1 (8.275)
Distribuição (896.076) (35.885) 3.160 (928.801)
Comercialização (6.313) (163) - (6.476)
Administração (31.379) (799) 35 (32.143)
Subtotal da depreciação (941.678) (37.213) 3.196 - (975.695)
Obrigações não vinc. concessão 42.654 7.136 49.790

Total da depreciação (899.024) (37.213) 10.332 - (925.905)


Total imobilizado em serviço 1.726.310 (37.213) (15.091) 21.038 1.695.044

Em curso

Geração 5.073 215 (162) (17) 5.109


Distribuição 748.313 114.230 (11.296) (125.080) 726.167
Comercialização 365 8 (96) (4) 273
Administração 2.063 1.288 - (104) 3.247
Subtotal 755.814 115.741 (11.554) (125.205) 734.796
Obrigações não vinc. concessão (824.897) (98.954) 7.517 104.167 (812.167)

Total imobilizado em curso (69.083) 16.787 (4.037) (21.038) (77.371)

Total do imobilizado 1.657.227 (20.426) (19.128) - 1.617.673

19/05/2010 16:44:57 Pág: 44


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As principais taxas anuais de depreciação por macroatividade, de acordo com a
Resolução ANEEL nº 367/2009, são as seguintes:

Taxas anuais de Taxas anuais de


depreciação % depreciação %

Geração Comercialização
Equipamento geral 10,00 Equipamento geral 10,00
Reservatórios, barragens e adutoras 2,00 Edificações 4,00
Turbina hidráulica 2,50

Distribuição Administração central


Banco de capacitores 5,0 - 6,7 Veículos 20,00
Chave de distribuição 3,3 - 6,7 Equipamento geral 10,00
Condutor do sistema 2,5 - 5,0
Estrutura do sistema 2,5 - 5,0
Regulador de tensão 3,5 - 4,8
Transformador de distribuição 5,0

Dos bens vinculados à concessão

De acordo com os artigos 63 e 64 do Decreto nº 41.019, de 26/2/1957, os bens e


instalações utilizados na geração, transmissão, distribuição e comercialização, são
vinculados a esses serviços, não podendo ser retirados, alienados, cedidos ou dados em
garantia hipotecária sem a prévia e expressa autorização do Órgão Regulador. A
Resolução ANEEL nº 20/99 regulamenta a desvinculação de bens das concessões do
serviço público de energia elétrica, concedendo autorização prévia para desvinculação de
bens inservíveis à concessão, quando destinados à alienação, determinando que o
produto da alienação seja depositado em conta bancária vinculada para aplicação na
concessão.

Obrigações vinculadas à concessão do serviço público de energia elétrica

A partir de 1/1/2007, as Obrigações Vinculadas passaram a ser controladas conforme


determina o Despacho ANEEL nº 3.073, de 28/12/2006, Ofícios Circulares ANEEL nº 236,
296 e 1.314, de 8/2/2007, 15/2/2007 e 27/6/2007, respectivamente. Nessas legislações
ficou determinado que:

• As baixas do ativo imobilizado, de bens ou empreendimentos que tenham sido total


ou parcialmente constituídos com recursos de terceiros, devem ser refletidas nas
Obrigações Vinculadas, de forma a anular os efeitos no resultado do exercício, quando do
encerramento da Ordem de Desativação - ODD.

Para fins de baixa dos recursos registrados nas Obrigações Vinculadas, deve ser
identificado e utilizado o percentual que o bem ou empreendimento baixado representa
em relação ao ativo imobilizado em serviço da respectiva atividade.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Os valores registrados nas Obrigações Vinculadas passaram a ser objeto de cálculo
de Reintegração – Depreciação e registrados contabilmente de forma que o efeito desta
despesa seja anulado no resultado do exercício. O prazo de início da apuração da
depreciação acumulada deve ser a partir do 2o ciclo da revisão tarifária.

Para a apuração do valor da reintegração, deve ser utilizada a taxa média de depreciação
do ativo imobilizado da respectiva atividade em que tiverem sido aplicados os recursos
das Obrigações Vinculadas.

A Resolução Normativa ANEEL nº 234, de 31/10/2006, estabeleceu os conceitos gerais,


as metodologias e os procedimentos iniciais para realização do segundo ciclo de revisão
tarifária periódica, que na Companhia ocorreu em agosto de 2008.

A partir de 1/1/1996, essas obrigações não estão sendo mais atualizadas pelos efeitos da
inflação, tendo a seguinte composição:

31/3/2010 31/12/2009

Participação da União 6.834 6.910


Participação do Estado 2.811 2.843
Participação dos Municípios 64.527 65.175
Participação do consumidor 510.884 510.507
Doações e subvenções destinadas a investimento do serviço concedido 2.606 2.633
Universalização do serviço público energia elétrica 871.456 786.739
Programa de eficiência energética - PEE 70 76
Pesquisa e desenvolvimento - P&D 95 98
Outros 581 582
Total 1.459.864 1.375.563

Reavaliação

Em atendimento à Deliberação CVM 183/95 - item 15, a Companhia procedeu a uma nova
avaliação dos bens reavaliados em 2001 como forma de dar continuidade à prática
contábil estabelecida para os bens do imobilizado.

A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 29/7/2005 aprovou a nomeação das


empresas especializadas Moore Stephens Lima Lucchesi Auditores Independentes e
Stima Engenharia Ltda. e o respectivo Laudo de Avaliação apresentado pelas empresas,
onde constam os novos valores dos bens do imobilizado na data-base de 31/5/2005,
conforme detalhado a seguir:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Laudo de Valor
avaliação residual Incremento
Geração 22.819 15.709 7.110
Distribuição 1.497.612 934.207 563.405
Comercialização 13.870 8.982 4.888
Administração 52.726 43.160 9.566
Total 1.587.027 1.002.058 584.969

Tributos diferidos (196.055)


Reavaliação anterior 295.652
Realização da reserva de reavaliação - líquida de impostos diferidos
(depreciação/baixas) (276.309)
Reserva de reavaliação registrada no Patrimônio Líquido em
31/03/2010 408.257

O efeito no resultado no 1o trimestre de 2010, oriundo das depreciações, baixas e


alienações, foi de R$ 16.969, líquido dos efeitos tributários (R$ 8.083 em 2009).

Teste de recuperabilidade econômica

Em 31/12/2009 a Companhia efetuou o teste de recuperabilidade dos ativos imobilizados


e intangíveis de acordo com CPC 01 – Deliberação CVM nº 527 com base no seu valor
em uso, utilizando o modelo de fluxo de caixa descontado considerando como unidade
geradora de caixa o contrato de concessão conforme previsto no item 6.3.12 do Manual
de Contabilidade do Setor Elétrico publicada pela ANEEL. O valor apurado se mostrou
superior ao respectivo valor contábil.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


19. INTANGÍVEL

Por natureza, o intangível está constituído da seguinte forma:


Taxas anuais
médias de Amortização
amortização (*) Custo acumulada 31/3/2010 31/12/2009

Em serviço
Distribuição: 0,05%
Servidões 9.942 (43) 9.899 9.899
Software 136 (62) 74 79

Comercialização: 4,66%
Software 1.176 (381) 795 853
Direito Uso Linha Telefônica 86 86 86

Administração: 3,15% -
Software 14.434 (8.799) 5.635 3.589
Direito Uso Linha Telefônica 32 32 32
Subtotal 25.806 (9.285) 16.521 14.538

Em curso
Distribuição:
Servidões 261 261 246
Software 983 983 856

Comercialização: -
Software 58 58 58

Administração:
Software 5.504 5.504 4.121
Subtotal 6.806 - 6.806 5.281
Total 32.612 (9.285) 23.327 19.819

(*) A taxa média é calculada considerando a despesa de amortização do exercício


dividida pelo saldo médio anual do intangível.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A mutação do ativo intangível está demonstrada abaixo:


31/12/2009 Adições Baixas Transferências 31/3/2010
Em serviço

Custo:
Distribuição 10.078 - - 10.078
Comercialização 1.262 - - 1.262
Administração 11.967 2.499 14.466
Subtotal 23.307 - - 2.499 25.806

Depreciação:
Distribuição (100) (5) (105)
Comercialização (323) (58) (381)
Administração (8.346) (453) (8.799)
Subtotal (8.769) (516) - - (9.285)
Total em serviço 14.538 (516) - 2.499 16.521

Em curso

Distribuição 1.102 142 1.244


Comercialização 58 - 58
Administração 4.121 3.882 (2.499) 5.504
Total em curso 5.281 4.024 - (2.499) 6.806
Total intangível 19.819 3.508 - - 23.327

Faixas de servidões: são direitos de passagem para linhas de transmissão associadas à


distribuição na área de concessão da Companhia, e em áreas urbanas e rurais
particulares, constituídos por indenização em favor do proprietário do imóvel. Como são
permanentes, não há amortização.

Software: são licenças de direito de propriedade intelectual, constituídos por gastos


realizados com a aquisição das licenças e demais gastos com serviços complementares à
utilização produtiva de softwares. Tais itens são amortizados linearmente.

Amortização: as amortizações estão sendo reconhecidas na demonstração de resultado


de acordo com o regime de competência, na rubrica “depreciações e amortizações”.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


20. FORNECEDORES

31/3/2010 31/12/2009
Suprimento de energia elétrica:
ELETRONORTE 19.895 20.420
Petrobras S.A. - UTE GOV. LEONEL BRISOLA 1.222 1.291
Cia Energética de São Paulo - CESP 8.031 6.720
Cia Hidroelétrica do São Francisco - CHESF 16.547 13.917
Copel Geração S.A. 4.626 5.107
Light Energia e Serviços de Eletricidade 304 2.049
Duke Energy Intern. Ger. Paranap. S.A. 2.061 2.233
CEEE - Cia Estadual de Energia Elétrica 1.300 1.267
Furnas Centrais Elétricas S.A. 758 8.785
Cia Energética de Minas Gerais - CEMIG 3.638 3.001
Curua Energia 13.644 8.638
Buriti Energia 8.677 2.739
Outros 7.803 5.459
Subtotal 88.506 81.626

Compra de energia elétrica:


Energia livre - CCEE (a) 6.619 6.616
Energia no curto prazo - CCEE 591 3.368
Subtotal 7.210 9.984

Aquisição de combustível:
Petrobras 8.026 72.454

Encargos de uso da rede elétrica 15.875 12.353

Materiais e serviços 59.498 42.962


Total 179.115 219.379

(a) Vide nota explicativa nº 11.

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21. IMPOSTOS, CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS E PARCELAMENTOS

Circulante Não circulante

31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009

ICMS 35.323 55.704 - -


Previdência social 3.246 3.168 - -
FGTS 488 723 175 175
PIS 1.693 1.350 - -
COFINS 7.800 6.214 - -
Imposto de renda 636 974 - -
ISS 651 97 - -
Outros 1.728 1.855 - -

Subtotal 51.565 70.085 175 175

Parcelamento de impostos e contribuições:


ICMS (a) 82.925 32.314 41.105 43.085
Parcelamento Lei 11.941/2009 (b) 49.379 58.065 196.860 203.979
Parcelamento ordinário - PIS (c) 3.218 3.174 11.799 12.168
Parcelamento ordinário - Cofins (c) 14.822 14.621 54.347 56.045

Subtotal 150.344 108.174 304.111 315.277


Total 201.909 178.259 304.286 315.452

(a) Parcelamento concedido pela Secretaria Executiva de Estado da Fazenda do Estado


do Pará com prazos de amortização de 60 e 36 meses, com parcelas mensais e
sucessivas, com vencimento da primeira parcela ocorrendo em 28/11/2005 e a última
parcela vencendo em 28/10/2010 para o parcelamento de 60 meses e, 30/8/2009 e a
última parcela vencendo em 30/7/2012, para o parcelamento de 30 meses, ambos, sendo
corrigidos pelo Sistema Especial de Liquidação e Custódia - Selic mais 1%.

(b) Refere-se a saldos remanescentes de parcelamentos de tributos e contribuições


federais mantidos junto a Receita Federal do Brasil e Procuradoria Geral da Fazenda
Nacional, cuja companhia requereu, em setembro de 2009, a desistência do
Parcelamento Excepcional - PAEX de que tratam os arts. 1o e 8o da MP nº 303 de
29/6/2006 e a adesão ao parcelamento instituído pela Lei nº 11.941, de 27/5/2009, que
dispõe sobre o pagamento e o parcelamento de débitos em até 180 meses (15 anos )
com reduções que variam de 20% a 100% de multa de mora e ofício, multas isoladas,
juros de mora e encargo legal de acordo com o prazo e modalidade de parcelamento
vigente. O valor de cada prestação será acrescido de juros correspondentes à variação da
taxa SELIC - Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

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Tributos
Previdência
RFB PGFN Social Total

Saldo Consolidado 31/12/2009 145.757 102.877 13.410 262.044


Encargos 1.704 1.220 176 3.100
Amortizações (11.595) (7.309) (1) (18.905)
Saldo Consolidado 31/03/2010 135.866 96.788 13.585 246.239

(c) Parcelamento ordinário – Parcelamento concedido pela Secretaria da Receita Federal


do Brasil – RFB - referente saldo devedor de PIS e COFINS, protocolado em 25/11/2009,
o qual será pago em 60 parcelas mensais, corrigidas pelo Sistema Especial de Liquidação
e Custódia, cujo primeiro pagamento ocorreu em 25/11/2009 e o último está previsto para
ser liquidado em 30/10/2014.

22. EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E ENCARGOS

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22.1. Composição
31/3/2010 31/12/2009

Não Não
Circulante circulante Circulante circulante
Principal e Principal e
Principal Encargos Encargos Principal Encargos Encargos
Moeda nacional:
BNDES - 374 100.000 - - 100.000
Eletrobrás 28.104 - 207.409 25.458 - 194.470
FINAME 1.581 22 3.403 1.582 23 3.802
Capital de giro 369.472 16.860 169.456 301.738 16.016 180.004
Arrendamento mercantil 2.186 86 2.277 1.350 28 2.611
FNO - 167 34.971 - 167 34.971
FDE 1.234 142 1.969 1.430 408 2.052
Total moeda nacional 402.577 17.651 519.485 331.558 16.642 517.910

Moeda estrangeira:
Tesouro Nacional 3.454 1.103 40.985 3.377 550 40.069
Notes Units 10.746 261 10.746 10.506 1.131 21.011
BID 54.360 1.819 146.401 52.727 1.976 156.572
Arrendamento mercantil - - - 814 6 -
Capital de giro - - - 5.566 2 -
Subtotal 68.560 3.183 198.132 72.990 3.665 217.652
(-) Custo da transação - (191) (159) - (200) (221)
Total moeda estrangeira 68.560 2.992 197.973 72.990 3.465 217.431
Total de empréstimos 471.137 20.643 717.458 404.548 20.107 735.341

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22.2. Composição do saldo devedor por moeda e indexador
31/3/2010 31/12/2009
R$ % R$ %
Moeda nacional:
URTJLP 100.374 10,68 100.000 11,55
UFIR 235.513 25,06 219.929 25,39
CDI 509.634 54,23 450.798 52,05
TJLP 8.503 0,90 9.518 1,10
TR - - 156 0,02
Pré-fixado 85.689 9,12 85.709 9,90
Subtotal 939.713 100,00 866.110 100,00

Moeda estrangeira:
Dólar norte-americano (US$) 269.875 100,00 288.739 98,11
Iene - - 5.568 1,89
Subtotal 269.875 100,00 294.307 100,00
Total 1.209.588 1.160.417

Os indexadores, base de atualização dos empréstimos e financiamentos, apresentaram


as seguintes variações durante o período:

Variação %
31/3/2010 31/12/2009

URTJLP (Unidade de Referência - Taxa de Juros de Longo Prazo) - 0,12


TJLP (Taxa de juros de longo prazo) 1,47 6,12
TR (Taxa Referencial) 0,08 0,71
CDI (Certificado de Depósito Interbancário) 2,02 9,88
US$ (Dólar norte-americano) 2,29 (25,49)
Iene 1,33 (27,10)

22.3. Detalhamento dos empréstimos e financiamentos

a. Eletrobrás: recursos destinados a investimentos no ativo imobilizado, para expansão


do Programa Nacional Luz no Campo. O empréstimo é datado de 29/2/2000, a data de
vencimento da última parcela ocorrerá em agosto/2014, conforme aditivo contratual, a
forma de amortização é mensal, e a taxa de juros é de 5% a.a..

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b. Eletrobrás: empréstimos tomados para a implementação do Programa Nacional de
Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica “Luz para Todos”, instituído pelo
Decreto nº 4.873, de 11/11/2003, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia e
operacionalizado pela ELETROBRÁS, com recursos originários da Reserva Global de
Reversão - RGR. A amortização do contrato será em 120 parcelas mensais e sucessivas,
com carência de 24 meses, vencendo a última parcela em agosto/2020, com encargos de
6% a.a.

c. BNDES: em dezembro/2009 foi firmado contrato com a finalidade de financiamento


de obras de Distribuição e Transmissão em sua área de concessão no valor de R$
449.277, ao custo máximo de 3,57% a.a. acima da variação da TJLP vencendo a primeira
parcela de amortização em janeiro/2012 e a última em dezembro/2019. Até março/2010
foram liberados R$ 100.000

d. Tesouro nacional: Banco do Brasil S.A. - reestruturação de dívida externa, contrato


inicial assinado em 31/12/1997, com taxas de juros que variam de 4,3% a 11% a.a., mais
taxa libor semestral acrescida da variação cambial, com amortização semestral, e
vencimento da última parcela em abri/2024.

e. Arrendamento mercantil: contratos de arrendamento mercantil em moeda nacional,


com taxas que variam de 1,21% a 4,28% a.a. acrescidas de CDI, amortização mensal e
vencimento da última parcela em outubro/2011. A dívida total dos arrendamentos
mercantis em 31/3/2010 é de R$ 4.549 e seu valor corresponde ao valor presente nesta
data. Os valores de pagamentos futuros estão distribuídos da seguinte forma:

Vencimento 31/3/2010 31/12/2009

2010 2.272 2.198


2011 982 2.611
2012 1.085 -
2013 210 -
Total 4.549 4.809

f. Capital de giro: operações com encargos atrelados ao CDI, IPCA e TR acrescidos


de juros que variam de 1,21% a 12,80% a.a., com amortização mensal, e vencimento da
última parcela em novembro/2014 e para moeda estrangeira taxas de juros de 6,38% a.a
mais variação do IENE com amortização mensal, e vencimento da última parcela
ocorrendo em fevereiro/2010.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


g. Empréstimo Unit Note: em fevereiro/2006, a CELPA efetuou a emissão de US$
50.000 relativos a “Unit Note”, com prazo total para liquidação de 6 anos, sendo 3 anos de
carência e 3 anos para amortização do principal e com taxa de juros nominal de 9,5%
a.a.. A operação tem uma taxa efetiva de juros de 10,065% a.a, essa taxa contempla os
custos de transação que são apropriados ao resultado mensalmente, conforme a
Deliberação CVM nº. 556/08. Durante o 1o trimestre de 2010 foram amortizados R$ R$ 71
referente a custos de transação. Os custos de transação a serem amortizados são R$ 161
(2010), R$ 169 (2011), R$ 20 (2012). O montante do principal dessa operação foi
protegido contra as oscilações da variação cambial, por meio de instrumentos derivativos
em reais. Em 9/8/2007, a Companhia antecipou pagamentos no montante de US$ 31.899
milhões, correspondentes a R$ 61.231.

h. Empréstimo – BID: em junho/2006, a CELPA assinou contrato de US$ 135.000


provenientes de empréstimos aprovados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID), sendo US$ 75.000 provenientes de recursos próprios do BID (denominados como
“A Loan” ou parte “A”); e US$ 60.000 de um sindicato de bancos (club deal) composto
pelo Banco Société Générale e Banco Itaú Europa, ou parte “B”. A parte “A” do
financiamento terá o prazo total de 9 (nove) anos para liquidação, sendo 3 (três) anos de
carência e mais 6 (seis) para amortização do principal. A parte “B” terá o prazo total de 6
(seis) anos para liquidação, sendo 3 (três) anos de carência e mais 3 (três) anos para
amortização. As amortizações serão pagas trimestralmente e durante o período de
carência ocorrerão pagamentos trimestrais dos encargos. O custo da parte A é de Libor
acrescida de spread de 3,875% a.a. e a parte B de Libor acrescida de spread de 3,5%
a.a.. O principal referente a primeira liberação da operação foi protegido contra as
oscilações da variação cambial (Swap) a taxas que variam entre 4,23% e 5,10% a.a
acrescidos de IGPM.

i. Custo de transação: refere-se a despesas incorridas na obtenção de empréstimos e


financiamentos, pagas antecipadamente e apropriadas mensalmente ao resultado pela
taxa efetiva de juros, em atendimento à Deliberação CVM nº 556/08.

22.4. Garantias
Os empréstimos e financiamentos estão garantidos por notas promissórias, avais do
acionista controlador e receitas futuras de fornecimento de energia elétrica.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


22.5. Vencimentos das parcelas do não circulante (principal e encargos)

31/3/2010 31/12/2009

Moeda Moeda
Vencimento Nacional Estrangeira Total Total

2011 95.001 45.386 140.387 206.899


2012 110.533 53.133 163.666 153.161
2013 78.102 25.740 103.842 94.880
2014 53.215 27.209 80.424 78.811
2015 37.591 14.119 51.710 53.609
2016 36.774 36.774 38.715
2017 35.140 35.140 36.830
2018 32.532 32.532 18.454
2019 27.011 27.011 13.000
2020 4.613 4.613 3.651
2021 2.910 2.910 5.735
após 2021 6.063 32.545 38.608 31.817

Total 519.485 198.132 717.617 735.562

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22.6. Mutação de empréstimos e financiamentos

Circulante Não circulante

Moeda nacional

Principal Encargos Principal Encargos

Saldo em 31 de dezembro de 2009 331.558 16.642 517.910 -


Ingressos 55.000 - 98.015
Encargos - 23.054 -
Variação monetária e cambial 425 - 230
Transferências 96.670 - (96.670)
Amortizações (81.076) (22.045) -
Saldo em 31 de março de 2010 402.577 17.651 519.485 -

Moeda estrangeira

Principal Encargos Principal Encargos

Saldo em 31 de dezembro de 2009 72.990 3.465 217.652 (221)


Encargos - 5.374 - -
Variação monetária e cambial 2.415 38 5.520 -
Transferências 25.040 - (25.040) -
Amortizações (31.885) (5.894) - -
Transferência de custo da transação - (62) - 62
Amortização de custo da transação - 71 - -
Saldo em 31 de março de 2010 68.560 2.992 198.132 (159)
Saldo total em 31 de março de 2010 471.137 20.643 717.617 (159)

23. TAXAS REGULAMENTARES

31/3/2010 31/12/2009

Quota de Reserva Global de Reversão - RGR 1.498 1.685


Quota da Conta de Consumo de Combustível - CCC 4.940 4.332
Programa de Incentivo a Fontes Alternativas de Energia Elétrica - PROINFA - 7.752
Conta de Desenvolvimento Energético - CDE 2.008 971
Taxa de Fiscalização - ANEEL 308 308
Total 8.754 15.048

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24. OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

O contrato de concessão da Companhia estabelece a obrigação de aplicar anualmente o


montante de 1% da receita operacional líquida, em ações que tenham como objetivo o
combate ao desperdício de energia elétrica e o desenvolvimento tecnológico do setor
elétrico. Esse montante é destinado aos Programas de Eficiência Energética (PEE) e
Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a ser recolhido ao Fundo Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e ao Ministério de Minas e Energia
(MME). A participação de cada um dos programas está definida pelas Leis nº 10.848 e nº
11.465, de 15/3/2004 e 28/3/2007, respectivamente.

Circulante Não circulante

31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009


Fundo Nacional Desenv. Científico Tecnológico - FNDCT 633 563 - -
Ministério de Minas e Energia - MME 241 207 - -
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 13.393 13.323 9.566 8.812
Programa de Eficiência Energética - PEE 18.974 18.743 15.320 14.165
Total 33.241 32.836 24.886 22.977

A atualização das parcelas referentes aos PEE e P&D é efetuada pela taxa de juros
SELIC, de acordo com as Resoluções Normativas ANEEL nº 176, de 28/11/2005, nº 219,
de 11/4/2006, nº 300, de 12/2/2008 e nº 316, de 13/5/2008, e Ofício Circular nº
1644/2009-SFF/ANEEL, de 28/12/2009.

Por meio da Resolução Normativa nº 233, de 24/10/2006, com validade a partir de


1/1/2007, a ANEEL estabeleceu novos critérios para cálculo, aplicação e recolhimento dos
recursos do programa de eficiência energética. Entre esses novos critérios, foram
definidos os itens que compõem a base de cálculo das obrigações, ou seja, a receita
operacional líquida e o cronograma de recolhimento ao FNDCT e ao MME.

A realização das obrigações com o PEE e P&D através da aquisição de ativos


imobilizados tem como contrapartida o saldo de obrigações especiais.

As informações gerais sobre o Programa de Pesquisa & Desenvolvimento Tecnológico do


Setor de Energia Elétrica, estão disponíveis no site www.redenergia.com.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


25. OBRIGAÇÕES ESTIMADAS

31/3/2010 31/12/2009

Provisões sobre folha de pagamento 7.287 6.523


Provisão de impostos sobre folha de pagamento 2.696 2.413
Provisão de imposto de renda 20 -
Total 10.003 8.936

26. PROVISÕES PARA PASSIVOS CONTINGENTES E DEPÓSITOS JUDICIAIS

Está representada como segue:

31/3/2010 31/12/2009

Provisão Provisão
Depósitos Depósitos
No período Saldo judiciais No período Saldo judiciais

Cíveis - Consumidores (a) - 3.286 5.966 (7) 3.286 5.922


Trabalhistas (b) (309) 6.734 26.728 (450) 7.043 25.694

Fiscais e tributárias:
PIS - - 703 - - 703

Total (309) 10.020 33.397 (457) 10.329 32.319

Cíveis Trabalhistas Fiscais Total

Saldo em 31 de dezembro de 2009 3.286 7.043 - 10.329

Constituição - - - -
Baixas/reversão - (309) - (309)
Atualização - - - -

Saldo em 31 de março de 2010 3.286 6.734 - 10.020

Contingências passivas:
Possível (c) 3.224 4.696 - 7.920

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(a) As ações judiciais de natureza cível referem-se, em sua grande maioria, a discussões
sobre o valor de contas de energia elétrica, em que o consumidor requer a revisão ou o
cancelamento da fatura; cobrança de danos materiais e morais pelo consumidor
decorrentes da suspensão do fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento,
por irregularidades nos medidores de energia elétrica, ou decorrentes de variações na
tensão elétrica ou de falta momentânea de energia; bem como ações em que
consumidores pretendem devolução de valores, em razão do aumento das tarifas de
energia determinado pelas Portarias 38 e 45/86, do extinto Departamento Nacional de
Águas e Energia Elétrica – DNAEE, no período de congelamento de preços do Plano
Cruzado.

(b) As ações judiciais de natureza trabalhista referem-se, de maneira geral, a discussões


de ex-empregados pretendendo recebimento de horas extras, de adicional de
periculosidade, de horas de sobreaviso, de indenizações por danos decorrentes de
acidente no trabalho, bem como ações de ex-empregados de prestadores de serviços
contratados pela Companhia reclamando responsabilidade solidária por verbas
rescisórias.

• Foram provisionadas as contingências representadas pelas citadas ações judiciais


cíveis e trabalhistas com chances prováveis de perda pela Companhia, conforme
avaliação de seus advogados. De maneira geral, estimamos em cerca de 3 a 5 anos, em
média, o prazo para que as referidas ações com chances prováveis de perda tenham
julgamento final e haja o efetivo desembolso pela Companhia dos valores provisionados,
na hipótese de a Companhia ser vencida nas ações.

(c) A Companhia também apresentou os valores de suas contingências passivas cujas


chances de êxito são possíveis. Por entendermos razoáveis as chances de êxito, não
houve provisionamento dos referidos valores e, caso as referidas contingências venham a
representar perda, estimamos em cerca de 3 a 5 anos, em média, o prazo para que haja o
desembolso pela Companhia.

27. INDENIZAÇÕES TRABALHISTAS

Circulante Não circulante

Plano Plano
Vencimento Bresser PCCS Total Bresser PCCS Total
2010 49.382 14.641 64.023 - - -
2011 13.645 4.880 18.525 48.987 14.641 63.628
2012 - - - 85.346 19.521 104.867
Ajuste a valor presente (a) (3.582) (1.303) (4.885) (16.352) (3.805) (20.157)
Total 59.445 18.218 77.663 117.981 30.357 148.338

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(a) A Companhia procedeu ao cálculo do AVP projetando as parcelas da dívida pela taxa
INPC/IBGE e descontando pela taxa SELIC projetada segunda a expectativa apresentada
no boletim FOCUS. Foi elegida a taxa SELIC projetada como taxa de desconto por se
considerar que está reflete os juros compatíveis com a natureza, riscos da dívida, levando
em conta as taxa de mercado praticados na data da transição da Lei nº 11.638/07. Tendo
em vista a natureza e complexidade dos cálculos da indenização, a divulgação do fluxo de
caixa e sua temporalidade foram omitidas, uma vez que o efeito líquido do AVP não é
relevante.

Plano Bresser

Em 21/12/2004 a CELPA e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do


Estado do Pará firmaram acordo referente à ação judicial que transitava na 4a Vara
Trabalhista de Belém do Pará, movida pelo Sindicato que pleiteava 26,06% de reajuste
sobre os salários congelados em junho de 1987, denominado Plano Bresser, homologado
em todos os termos da petição.

O valor homologado no acordo corresponde ao montante de R$ 370.000, sujeito à


atualização pela variação acumulada do INPC/IBGE, pagáveis mensalmente até
25/8/2012.

No 1o trimestre de 2010 o impacto no resultado da Companhia relativo a atualização


monetária foi de R$ 4.741 (R$ 2.244 em 2009).

Plano de Classificação de Cargos e Salários (PCCS)

Em 18/12/2008 foi homologado o acordo entre a CELPA e o Sindicato dos Trabalhadores


nas Indústrias Urbanas do Estado do Pará referente à ação judicial que transitava na 12a
Vara Trabalhista de Belém do Pará, movida pelo Sindicato que pleiteava a anulação das
alterações feitas na estrutura do Plano de Classificação de Cargos e Salários (PCCS),
homologado em todos os termos da petição

O valor homologado no acordo corresponde ao montante de R$ 75.000, sujeito a


atualização anual pela variação acumulada do INPC/IBGE nos doze meses anteriores,
pagáveis mensalmente até 20/12/2012.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


28. OUTROS PASSIVOS

Circulante Não circulante

31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009

Convênios de arrecadação 3.747 3.609 - -


Adto. de Consumidor - Simara - Siderúrgica Marabá S.A. 8.500 8.500 - -
Adto. de Consumidor - Diversos 617 460 5.400 5.268
Conta paga em duplicidade 7.663 7.462 - -
Entidades seguradoras 468 1.006 - -
Encargo de capacidade emergencial 1.501 1.557 - -
Encargo de aquisição emergencial de energia elétrica 69 69 - -
Secretaria da Receita Federal - Honorários jurídicos (a) 6.496 6.496 - -
C.R.Almeida S.A . - Engenharia e Construções (b) 14.367 18.210 27.616 31.576
Outros 1.309 825 17.088 10.324
Total 44.737 48.194 50.104 47.168

(a) Corresponde a Honorários Jurídicos da Ação Ordinária nº 95.72436-2, Processo


2002.39.0003250-2.

(b) Refere-se ao parcelamento da ação ordinária de indenização de autos nº


1993.1.002606-0 junto à C.R. Almeida S.A . – Engenharia e Construções, a ser pago em
50 parcelas mensais e sucessivas, corrigidas pelo IGP-M acrescidas de juros de 6% ao
ano.

29. PATRIMÔNIO LÍQUIDO

29.1. Capital Social


O capital social da Companhia em 31/3/2010 é de R$ 518.932, e sua composição por
classe de ações e principais acionistas é a seguinte:
Número de ações

Preferenciais

Acionistas Ordinárias % A % B % C % Total %

QMRA 32.656.151 54,98 45.395 2,10 - - 25.466 2,12 32.727.012 51,26


Eletrobrás 20.664.721 34,79 121.339 5,60 1.074.634 99,01 - - 21.860.694 34,24
Rede Energia 6.061.329 10,20 300.617 13,87 2 - 90.437 7,53 6.452.385 10,11
Outros 15.295 0,03 1.699.465 78,43 10.737 0,99 1.085.346 90,35 2.810.843 4,39

Total 59.397.496 100,00 2.166.816 100,00 1.085.373 100,00 1.201.249 100,00 63.850.934 100,00

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os acionistas terão direito de receber como dividendos obrigatórios em cada exercício, no
mínimo, 25% do lucro líquido ajustado. A distribuição dos dividendos será efetuada
observando-se a preferência das ações preferenciais em relação às ordinárias, da
seguinte forma:

a. Os titulares das ações preferenciais terão assegurado o recebimento dos dividendos


mínimos previstos no artigo 8o do estatuto, se a porcentagem de 25% dos lucros líquidos,
prevista no "caput" desse artigo, não permitir melhor remuneração às ações preferenciais;

b. Não haverá prioridade para recebimento dos dividendos mínimos para as classes de
ações preferenciais, de forma que, se o valor disponível para distribuição for insuficiente
para pagamento integral dos dividendos mínimos das três classes de ações preferenciais,
as ações das três classes participarão igualmente da distribuição, no limite do percentual
assegurado a cada classe;

c. Após o pagamento dos dividendos mínimos das ações preferenciais, e à medida que
o saldo dos lucros líquidos permitir, os acionistas que possuem ações ordinárias
receberão os mesmos dividendos mínimos pagos às ações preferenciais, destinando-se o
saldo dos dividendos, se houver, às ações ordinárias e preferenciais em igualdade de
condições;

d. Os dividendos atribuídos às ações ordinárias não poderão ser superiores aos pagos a
qualquer das classes das ações preferenciais. O estatuto estabelece distribuição de
dividendo mínimo sobre o valor do capital representado pelas respectivas classes de
ações nos seguintes percentuais:
Ações preferenciais classe "A" - 6%
Ações preferenciais classe "B" - 10%
Ações preferenciais classe "C" - 3%

29.2. Reservas
31/3/2010 31/12/2009
Reservas de capital
Doações e subvenções para investimentos 1.260 1.260
Remuneração de bens e direitos constituídos c/capital próprio 35.654 35.654
36.914 36.914

Reservas de lucros
Reserva legal 19.471 19.471
Reserva de investimento 157.146 157.146
176.617 176.617

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30. DESPESAS OPERACIONAIS

Despesas Despesas gerais Outras despesas


com vendas e administrativas operacionais

31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009

Pessoal 6.231 5.340 3.307 5.020 - -


Administradores - - 739 528 - -
Material 146 144 841 551 - -
Serviço de Terceiros 16.217 9.734 14.700 14.719 - -
Depreciação e Amortização - - 1.250 840 48 47
Arrendamentos e Aluguéis - - 1.199 1.375 - -
Seguros 18 12 457 94 - -
Tributos - - 527 2.603 - -
Provisões (líquidas de reversão) 3.468 1.727 - - - -
Taxa de fiscalização - - - - 924 772
Doações, contribuições e subvenções - - - - - 881
Outros 691 4.124 2.812 1.800 157 -
Total 26.771 21.081 25.832 27.530 1.129 1.700

Despesas Despesas gerais


com vendas e administrativas

Despesas com pessoal: 31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009

Remuneração 4.734 4.295 2.040 4.322


Encargos sociais 1.396 993 1.146 1.050
Programa de incentivo à aposentadoria e demissão voluntária - 16 - 233
Contribuição como mantenedor da fundação 72 18 77 23
Indenização sobre o saldo do FGTS 29 18 25 146
( - ) Transferências para ordens em curso - 19 (754)
Total 6.231 5.340 3.307 5.020

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31. OUTROS RESULTADOS

31/3/2010 31/03/2009
Outras receitas:
Outras receitas 175 129
Total 175 129
Outras despesas:
Perdas na alienação de bens e direitos - 73
Perdas nos estoques - 9.028
Total - 9.101

32. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA

O caixa e equivalentes de caixa são constituídos conforme a seguir:

31/3/2010 31/12/2009

Fundos de caixa 69 69
Saldo em bancos 49.448 93.789
Aplicações financeiras 119.312 101.397
Conta transitória 3.889 -
Outros 725 134
Total 173.443 195.389
Caixa e equivalentes de caixa consistem em numerário disponível, saldos em poder de
bancos, aplicações financeiras de curto prazo, prontamente conversíveis em um
montante conhecido de caixa e numerário em trânsito. A composição individualizada das
aplicações financeiras, por instituição financeira, tipo de aplicação e as respectivas taxas,
estão demonstrados na nota explicativa nº 5.

33. REVISÃO TARIFÁRIA

A ANEEL através da Resolução Homologatória nº 857, de 4/8/2009 e Nota Técnica


nº 269/2009/SRE/ANEEL, de 3/8/2009, homologou o resultado definitivo da segunda
revisão tarifária periódica estabelecendo que as tarifas de fornecimento de energia
elétrica da CELPA ficam reposicionadas em 8,63% (oito vírgula sessenta e três por
cento), sendo 2,83% (dois vírgula oitenta e três por cento) relativos ao reajuste tarifário
anual econômico e 5,80% (cinco vírgula oitenta por cento) referentes aos componentes
financeiros pertinentes, correspondendo a um efeito médio de 3,75% (três vírgula setenta
e cinco por cento) a ser percebido pelos consumidores.

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As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes
financeiros externos ao reajuste, entraram em vigor em 7/8/2009 a 6/8/2010.

A CELPA interpôs recurso administrativo contra a Resolução ANEEL 857/2009, por


entender que os resultados da revisão tarifária periódica de 2008 não consideraram
corretamente custos e investimentos realizados, o que representariam aumentos reais e
maiores tarifas de energia. Por tanto, o componente financeiro apresentado (passivo
regulatório) na Nota Técnica nº 269 de 3/8/2009, homologada pela Resolução
Homologatória nº 857, de 4/8/2009, como ajuste financeiro oriundo da segunda Revisão
Tarifária Periódica, no montante de R$ 10.313 mil, deve ser anulado e, como
conseqüência, não foi registrado como passivo regulatório nas demonstrações contábeis
da Companhia em 31/12/2009.

A CELPA, por meio de seu Departamento Jurídico, considera boas as chances de êxito
do citado recurso administrativo e avaliará o ajuizamento de ação judicial caso o
julgamento deles pela ANEEL não sejam satisfatório.

34. PLANO DE APOSENTADORIA E PENSÃO

A Companhia patrocina em conjunto com seus empregados em atividade, ex-empregados


e respectivos beneficiários, planos de benefícios de aposentadoria e pensão com o
objetivo de complementar e suplementar os benefícios pagos pelo sistema oficial da
previdência social, cuja administração é feita através da Redeprev - Fundação Rede de
Previdência, entidade fechada de previdência complementar, multipatrocinada, constituída
como fundação, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira.

Os planos de benefícios instituídos pela Companhia junto à Redeprev são:

a. Plano de Benefícios CELPA BD-I:

Está estruturado na forma de Benefício Definido e é custeado pelos participantes ativos,


participantes assistidos e patrocinadora. Esse plano encontra-se em extinção para novas
adesões desde 01/1/1998.

b. Plano de Benefícios CELPA BD-II:

Instituído em 1/1/1998, encontra-se em extinção desde 1/4/2000, quando foi bloqueada a


adesão de novos participantes. O Plano está estruturado na forma de Benefício Definido e
é custeado pelos participantes ativos, assistidos e pela patrocinadora.

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c. Plano de Benefícios CELPA-R:

Obteve autorização e aprovação para a aplicação do seu Regulamento através da


Portaria nº 880, de 12/1/2007, emitida pelo Departamento de Análise Técnica da
Secretaria de Previdência Complementar do MPS. O referido plano é resultante dos
extintos Planos de Benefícios CELPA – R, CEMAT – R e ELÉTRICAS – R, cujos
Regulamentos foram condensados em um único Regulamento, sem solução de
continuidade. Assegura benefícios de risco estruturados na modalidade de Benefício
Definido:

• Suplementação da aposentadoria por invalidez;


• Suplementação do auxílio-doença;
• Suplementação da pensão por morte; e
• Pecúlio por morte.

Os benefícios são custeados exclusivamente pela CELPA e de forma solidária com as


demais Patrocinadoras, Centrais Elétricas do Matogrossenses S.A. – CEMAT e as
empresas do Grupo Rede Energia.

Antes da fusão os planos eram contabilizados em separado, e a partir de então as contas


são prestadas de forma comum, em um único balancete, por conta da legislação que
regula as entidades de previdência complementar. Todavia, especificamente para efeitos
desta Avaliação e para o cumprimento da Deliberação CVM 371/2000, impõe-se a
aferição compartimentada dos compromissos atuariais, das despesas com contribuições,
dos custos e do Ativo do Plano de Benefícios R, por Empresa Patrocinadora.

d. Plano de Benefícios CELPA-OP:

Instituído em 1/4/2000 e assegura o benefício de Renda Mensal Vitalícia, após o prazo de


diferimento. Durante o prazo de diferimento do benefício, este plano está estruturado na
modalidade de Contribuição Definida e o valor da Renda Mensal Vitalícia está sempre
vinculado ao montante financeiro das contribuições acumuladas a favor do Participante. A
Renda Mensal Vitalícia, uma vez iniciada, é atualizada monetariamente anualmente,
sendo nesta fase considerada Benefício Definido.

O custeio do plano é feito pelos participantes ativos (90%) e pelas patrocinadoras (10%).

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Situação Financeira dos Planos de Benefícios – Avaliação Atuarial – data base
31/12/2009:

a. Número de participantes/beneficiários:

Planos de Benefícios
Celpa BD-I Celpa BD-II Celpa-R Celpa-OP
Número Participantes - 13 2.037 2.037
Número Assistidos 274 193 23 25
Número Benefiiciários Pensionistas 32 128 13 -
Total 306 334 2.073 2.062

b. Plano de Contribuição Definida - CELPA-OP:

Em 31/12/2009, o saldo dos benefícios acumulados referente a este plano é de R$ 73.034


(R$ 64.187 em 2008).

O saldo dos benefícios acumulados corresponde ao fundo formado pelas contribuições


individuais de cada participante e contribuições da patrocinadora, acrescidas dos
respectivos rendimentos. As contribuições são determinadas anualmente com base no
plano de custeio do Plano CELPA OP.

c. Planos de Benefício Definido - CELPA BD-I, CELPA - BD-II, CELPA–R:

Deliberação CVM nº 371/00

Com base na avaliação atuarial elaborada por atuários independentes da Companhia, em


31/12/2009, dos planos de benefícios definidos, seguindo os critérios requeridos por esta
Deliberação, o passivo atuarial da Companhia é conforme segue:

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Premissas utilizadas nesta avaliação atuarial

Taxa

Avaliação Atuarial 2008 (1) Avaliação Atuarial 2009

1. Taxa de desconto para o cálculo do valor presente 8,76% (6% líquido) 6,00% líquido - plano de risco
5,50% líquido -demais planos
2. Taxa de rendimento esperada sobre os ativos dos planos 8,76% (6% líquido) 6,00% líquido - plano de risco
5,50% líquido -demais planos
3. Taxa de crescimento salarial futuro 4,65% (2% líquido) 4,30% (2% líquido)
4. Taxa de crescimento real dos benefíciox:
Da previdência Social - -
Do Plano - -
5. Taxa de inflação 2,60% 2,30%
6. Fator de capacidade:
Dos salários 0,98% 1,00%
Dos benefícios 0,98% 1,00%
IBGE 2007, ambos os sexos,
com redução de 22% nas taxas
7. Tábua de mortalidade geral anuais de mortalidade. AT 2000 - Male
8. Tábua de mortalidade de inválidos IBGE 2007,ambos os sexos. IBGE 2008, ambos os sexos.
9. Tábua de entrada em invalidez Álvaro Vindas Álvaro Vindas
10. Tábua de rotatividade Nula Nula

A tábua de mortalidade mínima a ser usada é a AT83, nas últimas avaliações atuariais
utilizou-se a tábua de mortalidade disponibilizada pelo IBGE, com redução de 22% na
mortalidade. Na presente avaliação utilizamos a AT2000 – Male.

Síntese da avaliação atuarial

Planos de Benefícios
Celpa - BD-I Celpa - BD-II R Celpa- OP Total
1. Exigível atuarial 94.924 47.943 8.202 78.837 229.906
2. Benefícios concedidos 94.924 46.680 8.202 5.803 155.609
3. Aposentadoria 89.699 33.016 - 5.803 128.518
4. Invalidez 967 2.415 5.888 - 9.270
5. Pensão 4.257 11.250 2.313 - 17.820
6. Benefícios a conceder - 1.262 - 73.034 74.296
7. Benefício definido - 1.262 - - 1.262
8. Contribuição definida - - - 73.034 73.034

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Passivo atuarial não coberto (“UNFUNDED”)

Tem origem em acordo firmado entre a CELPA e os ex-empregados e pensionistas da


CELPA. Nos termos do acordo, deliberado pela Resolução nº 10 de 4/8/1989, pela
Administração da CELPA e passando a vigorar a partir de 11/6/1996, que conferiu direitos
e benefícios previdenciários ao grupo de pessoas acima referido. A CELPA mantém
provisionado integralmente o valor apurado deste passivo atuarial.

Deliberação Confissão de
CVM 371 dívida (*) Total

Saldo em 31 de dezembro de 2009 16.015 4.941 20.956

Despesa do período - 172 172


Pagamentos de contribuições / dívida - (1.081) (1.081)

Saldo em 31 de março de 2010 16.015 4.032 20.047

d. Contas a pagar à Redeprev - Confissão de dívida:

Em 7/6/1996 foi assinado o Instrumento Particular de Confissão de Dívida, consolidando


dívidas no montante de R$ 12.727 naquela data. O valor contratado está sendo
amortizado em 180 parcelas mensais, atualizadas monetariamente pela variação anual do
Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC e acrescidas de juros de 0,5% ao mês,
com vencimento final para 30/6/2011. O saldo não amortizado em 31/03/2010, no
montante de R$ 4.032 (R$ 4,941 em 2009), está registrado no passivo circulante
(R$ 3.202) e passivo não circulante (R$ 830).

e. Contribuições efetuadas no período:

Em 31/03/2010 foi destinado aos 4 planos de benefícios o montante de contribuições no


valor de R$ 8330 (R$ 121 em 2009), registrado como despesas de pessoal.

f. Outras informações:

A Companhia é responsável pela cobertura integral de qualquer déficit apurado nos


planos de benefícios caracterizados como Benefício Definido.

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35. INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Atendendo à Instrução CVM nº 475, de 17/12/2008, a Companhia divulga a seguir


informações relativas a seus instrumentos financeiros.

Gerenciamento de risco

A Companhia possui procedimentos de controles preventivos e detectivos que monitoram


sua exposição aos riscos de crédito, de mercado, escassez de energia, bem como riscos
relacionados à Companhia e suas operações.

Gerenciamento dos riscos de crédito

Risco de a Companhia incorrer em perdas resultantes da dificuldade de recebimento de


valores faturados a seus consumidores, concessionárias e permissionárias. A mitigação
desse risco ocorre com a aplicação de procedimentos analíticos de monitoramento das
contas a receber de consumidores, ações de cobrança e corte no fornecimento de
energia. Outro fator que minimiza o risco de crédito é o perfil da carteira de crédito, que é
pulverizada em um número expressivo de consumidores.

Gerenciamento de risco de mercado

Estamos expostos a riscos de mercado decorrentes de nossas atividades. Esses riscos


de mercado, que estão além de nosso controle, envolvem principalmente a possibilidade
de que mudanças nas taxas de juros, taxas de câmbio e inflação possam vir a afetar
negativamente o valor de nossos ativos financeiros, fluxos de caixa e rendimentos futuros.
Risco de mercado é a eventual perda resultante de mudanças adversas das taxas e
preços de mercado. A mitigação desse risco ocorre através da aplicação de
procedimentos de avaliação da exposição dos ativos e passivos ao risco de mercado e,
consequentemente, contratação de hedge junto a Instituições Financeiras de primeira
linha.

Gerenciamento de riscos relacionados à Companhia e suas operações

Nossas receitas operacionais podem ser positiva ou negativamente afetadas por decisões
da ANEEL com relação às nossas tarifas. As tarifas que cobramos pela venda de energia
aos consumidores são determinadas de acordo com os contratos de concessão
celebrados com a ANEEL e estão sujeitas à discricionariedade regulatória da ANEEL. A
mitigação desse risco ocorre pelo monitoramento e aplicação de todas as normas e
procedimentos definidos pela ANEEL e um criterioso gerenciamento de custos
operacionais.

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Gerenciamento de riscos de escassez de energia

O Sistema Elétrico Brasileiro é abastecido predominantemente pela geração hidrelétrica.


Um período prolongado de escassez de chuva, durante a estação úmida, reduzirá o
volume de água nos reservatórios dessas usinas, trazendo como consequência o
aumento no custo na aquisição de energia no mercado de curto prazo e na elevação dos
valores de Encargos de Sistema em decorrência do despacho das usinas termelétricas.
Numa situação extrema poderá ser adotado um programa de racionamento, que
implicaria em redução de receita. No entanto, considerando os níveis atuais dos
reservatórios e as últimas simulações efetuadas, o Operador Nacional de Sistema Elétrico
– ONS não prevê para os próximos anos um novo programa de racionamento.

Política de utilização de instrumentos derivativos

A Companhia se utiliza de instrumentos financeiros derivativos, registrados em contas


patrimoniais e de resultado, com o propósito de atender às suas necessidades no
gerenciamento de riscos de mercado, decorrentes dos descasamentos entre moedas e
indexadores.

As operações com instrumentos financeiros derivativos são realizadas, por intermédio das
superintendências financeiras, de acordo com a estratégia previamente aprovada pelos
gestores da Companhia.

Instrumentos financeiros derivativos

Atualmente a contratação de instrumentos financeiros derivativos objetiva proteger a


exposição das obrigações da Companhia ao risco de mercado, principalmente, riscos de
variação cambial que possam resultar em perda financeira. Esses contratos são
celebrados em mercado de balcão diretamente com instituições financeiras de primeira
linha. As operações com derivativos da Companhia não possuem verificadores nem
chamada de margens, sendo liquidados integralmente no vencimento.

Obrigações expostas à variação cambial

Através da aplicação de procedimentos de avaliação da estrutura do endividamento e sua


exposição à variação cambial, foram contratados instrumentos financeiros derivativos,
contratos de “Swap”, objetivando, principalmente, mitigar os riscos de eventuais perdas
financeiras dos empréstimos Notes Units, BID e Capital de Giro.

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Os diferenciais a receber e a pagar referentes aos instrumentos financeiros derivativos,
ativos e passivos, são registrados em contas patrimoniais de “Outros Ativos (diferencial a
receber) e Outros Passivos (diferencial a pagar)” e o resultado apurado na conta “Outras
Receitas e Despesas Financeiras (resultado) e ou Imobilizado em Curso (quando da
construção do imobilizado operacional – determinação da ANEEL em seu manual de
contabilidade)”.

35.1. Composição dos saldos registrados em contas patrimoniais de outros ativos e


passivos:

Custo amortizado Valor justo


Valor
Objetivo de “hedge" referencial
de risco de mercado Indexadores Vencimento 2010 31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009

“Swap” BID

Banco Societe Generalli Mai/10 a Mai/12 33.678 (23.819) (27.340) (21.812) (27.031)
Ponta ativa USD + 0% 33.678 34.824 37.136 33.772
Ponta passiva IGPM + 4,78% 57.497 62.164 58.948 60.803

Banco Itaú BBA S.A. Mai/10 a Mai/15 77.426 (45.504) (51.891) (41.462) (51.649)
Ponta ativa USD + 0% 65.728 66.908 71.576 63.750
Ponta passiva IGPM + 5,36% 111.232 118.799 113.038 115.399

Unibanco S.A. Mai/10 a Mai/15 61.690 (34.816) (38.566) (27.999) (39.336)


Ponta ativa USD + 0% 52.369 50.523 58.988 45.186
Ponta passiva IGPM + 4,60% 87.185 89.089 86.987 84.522

Total BID (104.139) (117.797) (91.273) (118.016)

“Swap” NOTES UNITS

Unibanco S.A. Fev/11 a Fev/12 35.587 (23.216) (35.750) (21.711) (36.599)


Ponta ativa USD + 0% 31.183 43.530 34.648 42.302
Ponta passiva IGPM + 5,70% 54.399 79.280 56.359 78.901

Merril Lynch Fev/11 a Fev/12 35.635 (20.192) (31.604) (18.361) (31.298)


Ponta ativa USD + 0% 31.183 43.530 33.901 42.302
Ponta passiva IGPM + 4,20% 51.375 75.134 52.262 73.600

Total NOTES (43.408) (67.354) (40.072) (67.897)

TOTAL GERAL (147.547) (185.151) (131.345) (185.913)

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35.2. Resultado apurado no exercício, registrado na rubrica outras receitas e
despesas financeiras:

O reconhecimento do resultado líquido não realizado nas operações com instrumentos


derivativos é registrado pelo regime de competência, que pode ser diferente da
mensuração do valor justo. As diferenças apuradas na mensuração do valor justo desses
instrumentos também estão sendo contabilizadas no resultado do período.

Unit Notes

Em 31/3/2010 a Companhia mantinha instrumentos de troca de resultados financeiros –


“SWAP” com as referidas instituições financeiras, para fazer face às oscilações que
possam ocorrer na moeda nacional com relação ao dólar norteamericano no montante de
US$ 50.000 (R$ 111.989) valor original, correspondente à captação de recursos através
de “Unit Note”.

O resultado líquido reconhecido destas operações acumula perdas, de fevereiro de 2006


a março de 2010, no montante de R$ 43.408, sendo R$ 20.192 junto ao Banco Merrill
Lynch de Investimentos S.A., que optou pelo IGP-M mais 4,20% a.a. e R$ 23.216 com o
Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A. que optou pelo IGP-M mais 5,70% a.a. com
vencimentos em 11/2/2011 e 13/2/2012, respectivamente.

BID

Em 25/7/2006, a CELPA toma empréstimos junto ao Banco Interamericano de


Desenvolvimento – BID, sendo liberado US$ 100.000 como parte dos recursos dos
empréstimos aprovados de um total de US$ 135.000. Do total liberado, US$ 40.000 são
provenientes de recursos próprios do BID (denominados como “A Loan” ou parte A) e
US$ 60.000 são provenientes de um sindicato de bancos (club deal) composto pelo
Banco Société Générale e Banco Itaú Europa. A parte A do financiamento terá o prazo
total de nove anos para liquidação, sendo três anos de carência e mais seis para
amortização do principal. A parte B terá o prazo total de seis anos para liquidação, sendo
três anos de carência e mais três anos para amortização. As amortizações tanto do
principal quanto dos encargos serão trimestrais. O custo da parte A é de Libor acrescida
de spread de 4,25% a.a. e a parte B de Libor acrescida de spread de 3,875% a.a. O
principal da operação foi protegido contra as oscilações da variação cambial (Swap) a
taxas que variam entre IGP-M acrescido de spread de 4,23% a.a. a 5,50% a.a.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


O resultado reconhecido líquido dessas operações acumula perdas, de julho de 2006 a
março de 2010, no montante de R$ 104.139, sendo R$ 23.819 com o Banco Société
Générale que optou pela taxa de IGP-M mais 4,77% a 4,79%, R$ 45.504 com o Banco
Itaú que optou pela taxa de IGP-M mais 4,23% a 5,39% e R$ 34.816 com o Unibanco que
optou pela taxa de IGP-M mais 4,60%.

Valor justo dos instrumentos financeiros derivativos

A Companhia possui apenas operações de Swap, não possuindo outros instrumentos


derivativos. Para a apuração do valor justo foi estimado seu valor presente utilizando-se
de uma metodologia comumente empregada pelos participantes do mercado. A
metodologia utilizada para o cálculo do valor justo baseia-se na estimativa do valor
presente dos pagamentos por meio da utilização de curvas de mercado divulgadas pela
BM&F.

Exposição cambial sem contratação de instrumentos financeiros derivativos

Tesouro Nacional

Corresponde à reestruturação da dívida externa da Companhia (ver nota explicativa nº


22), atualizada de acordo com a variação das taxas Libor, Taxa Pré-fixada e variação do
dólar, com amortização mensal e vencimento em abril de 2024.

Os administradores da Companhia não contrataram instrumentos financeiros derivativos


por possuírem investimentos em Bônus de Descontos e Bônus ao Par (Bônus emitidos
pela União) que estão expostos à variação do dólar, possuem vencimentos idênticos ao
valor da dívida e serão utilizados para quitar a dívida. Os referidos estão contabilizados no
ativo não circulante, na rubrica cauções e depósitos vinculados.

35.3. Teste de sensibilidade

Em consonância com a Instrução CVM nº 475/2008, é apresentado a seguir o quadro da


análise de sensibilidade de todas as posições com derivativos abertas em 31/3/2010, no
caso da Companhia, somente contratos de Swap. Os swaps da Companhia celebram
uma troca de fluxos de caixa, onde ela se compromete a pagar a variação do IGP-M ou a
taxa CDI, recebendo a variação do dólar.

Como essas operações visam proteger dívidas vinculadas à moeda estrangeira, a ponta
cambial não apresenta riscos significativos, pois eventuais alterações serão compensadas
pela dívida subjacente. Logo, a variável que pode gerar prejuízos e que será sensibilizada
é o IGP-M ou CDI, embora a liquidação quando ocorrer será pela diferença.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A Companhia definiu 3 cenários (provável, possível e remoto) a serem simulados. No
provável são utilizadas as condições consideradas como prováveis pela Administração,
estas foram definidas com base nas taxas divulgadas pela BM&F para cada vencimento,
e o possível e o remoto, uma deterioração de 25% e 50% respectivamente nas variáveis.

31/03/2010
Cenário Cenário remoto
Objetivo de “hedge" Cenário possível
de risco de mercado Risco provável (alta de 25%) (alta de 50%)
“Swap” BID
Banco Societe Generalli USD + 0% vs IGPM + 4,78% a.a. (6.420) (7.516) (8.612)
Banco Itaú BBA S.A. USD + 0% vs IGPM + 5,36% a.a. (16.744) (19.412) (22.080)
Unibanco S.A. USD + 0% vs IGPM + 4,60% a.a. (28.001) (31.987) (35.974)
Total BID (51.165) (58.915) (66.666)

“Swap” NOTES UNITS


Unibanco S.A. USD + 0% vs IGPM + 5,70% a.a. (6.929) (8.071) (9.212)
Merril Lynch USD + 0% vs IGPM + 4,20% a.a. (6.395) (7.450) (8.504)
Total NOTES (13.324) (15.521) (17.716)

TOTAL GERAL (64.489) (74.436) (84.382)

36. EVENTO SUBSEQUENTE

Captação

Em 01/04/2010, a Companhia captou junto ao Banco Bradesco S.A. através de CCB –


Cédula de Crédito Bancário, empréstimo no valor de R$ 200.000 com o custo de CDI
mais 3,20% a.a., com amortização em 48 parcelas mensais e sucessivas, vencendo a
primeira em 03/05/2010 e a última em 11/03/2014.

Os recursos obtidos por meio desta captação serão destinados ao alongamento de dívida
da Companhia.

* * *

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE


(Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

1. RESULTADO DO SERVIÇO

Trimestre findo em:


31/3/2010 31/3/2009 Variação
R$ R$ %

Receita operacional 534.729 471.825 13,33


Fornecimento de energia elétrica 529.853 463.721 14,26
Suprimento de energia elétrica 1.141 3.724 (69,36)
Outras receitas 3.735 4.380 (14,73)

Deduções da receita operacional (178.657) (165.301) 8,08


ICMS (109.527) (100.151) 9,36
PIS (8.792) (7.914) 11,09
COFINS (40.495) (36.453) 11,09
Quota reserva global de reversão (3.629) (4.064) (10,70)
Outros (16.214) (16.719) (3,02)

Receita líquida dos serviços vendidos 356.072 306.524 16,16

Custos do serviço de energia elétrica (211.486) (167.124) 26,54


Energia elétrica comprada para revenda (176.770) (144.321) 22,48
Encargos de uso do sistema de transmissão/distribuição (34.716) (22.803) 52,24

Custos dos serviços vendidos (93.770) (89.084) 5,26


Pessoal (13.360) (19.077) (29,97)
Material (4.205) (1.849) 127,42
Materia prima e insumos p/produção energia elétrica (53.925) (43.825) 23,05
Serviços de terceiros (34.106) (34.161) (0,16)
Depreciação e amortização (27.862) (27.083) 2,88
Subvenções CCC 46.622 44.424 4,95
Outros (6.934) (7.513) (7,71)

Resultado do serviço 50.816 50.316 0,99

I) A receita líquida dos serviços vendidos atingiu no 1º trimestre de 2010 o montante de


R$ 356.072 apresentando um crescimento de 16,16% em relação ao mesmo
trimestre de 2009 devido a combinação dos seguintes fatos:

a) Aumento da receita operacional em 13,33%, motivado pelo reajuste tarifário médio de


8,63%, que passou a vigorar a partir de 07 de agosto de 2009, e ao crescimento no
consumo de energia elétrica, que no trimestre atual foi de 1.488.343 MWh (excluído o
consumo próprio) contra 1.406.603 do primeiro trimestre de 2009.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

b) Deduções da receita operacional: ICMS; PIS e COFINS - Apresentaram um


crescimento de 9,36%, 11,09% e 11,09% respectivamente na comparação entre os
trimestres, em função do crescimento da receita com fornecimento de energia
elétrica, base de cálculo destes tributos.

II) Os custos dos serviços de energia elétrica apresentaram no 1º trimestre de 2010 um


acréscimo de 26,54% quando comparado com o mesmo período de 2009, motivado
por:

a) Aquisição de maior quantidade de energia elétrica para atender o crescimento da


demanda, 1.931.294 KWh no trimestre atual contra 1.833.891 KWh no mesmo
período do ano anterior.

b) Aumento de preço no valor da energia elétrica adquirida em relação ao primeiro


trimestre de 2009.

c) A amortização e o diferimento dos Custos da Parcela A que no 1º trimestre de 2009


gerou uma receita de R$ 6, enquanto no trimestre atual registrou uma despesa de R$
6.452 mil, aumentando o custo desta rubrica.

III) Os custos dos serviços vendidos apresentaram no 1º trimestre de 2010, em


comparação ao mesmo trimestre de 2009, um acréscimo de 5,26%, devido
basicamente a combinação dos seguintes fatos:

a) Pessoal: A redução desta rubrica em 29,97%, verificado na comparação entre


os trimestres, foi decorrente da apropriação do PCCS feitos no 1º trimestre de
2009 no total de R$ 4.686, que impactou aquele trimestre em detrimento do
atual.

b) Matéria prima e insumos para produção de energia elétrica: O crescimento de


23,05% verificado no trimestre atual é devido ao maior consumo de óleo diesel
proveniente do aumento da energia gerada nas termelétricas, que produziu
94.505 MWh no trimestre atual contra 71.848 MWh no primeiro trimestre do
ano anterior.

(*) Informações não auditadas

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2. RECEITA OPERACIONAL

Trimestre findo em:

Nº de consumidores (*) MWh (*) R$

31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009

Residencial 1.400.567 1.322.599 561.065 514.895 216.107 195.309


Industrial 3.760 3.834 308.085 275.964 83.591 80.087
Comercial, serviços e outras atividades 132.081 127.776 312.320 290.748 130.339 119.257
Rural 130.421 106.322 45.334 37.124 12.059 9.809
Poder público 14.619 13.705 91.776 87.718 36.995 34.651
Iluminação pública 347 316 62.689 62.425 14.764 14.498
Serviço público 1.501 1.448 52.774 54.296 12.769 12.618
Consumo próprio 264 266 7.704 7.147 - -
Fornecimento não faturado - - - - 1.737 (9.184)
Receita do uso da rede - - - - 5.918 3.266
Recomposição tarifária extraordinária - - - - - -
Fornec. não faturado reposição tarifária - - - - 13.675 (4.765)
Redução da receita - Baixa renda - - - - (4.083) 11.236
Provisão Redução Tarifa - Irrigação - - - - (8) (3)
Fornecimento não faturado - Luz para Todos - - - - 5.990 (3.058)
Subtotal 1.683.560 1.576.266 1.441.747 1.330.317 529.853 463.721
Suprimentos - CCEE - 54.300 83.433 1.141 3.724
Outras receitas - - 3.735 4.380

Total 1.683.560 1.576.266 1.496.047 1.413.750 534.729 471.825

a) No 1º trimestre de 2010, o fornecimento de energia elétrica da companhia foi de


1.434.043 MWh (excluído o consumo próprio), contra 1.323.170 MWh em 2009,
correspondendo a um acréscimo de 8,38% em relação ao mesmo período do
exercício anterior, motivados basicamente pelo incremento de 107,2 mil novos
consumidores, impactando principalmente nas classes residencial e rural, com 77,9
mil e 24,0 mil respectivamente.

b) A tarifa média (excluído o consumo próprio) de fornecimento faturado por MWh no


1º trimestre de 2010 teve o valor de R$ 369,48(*), contra R$ 350,46(*) no mesmo
período de 2009.

(*) Informações não auditadas.

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3. EBITDA

31/3/2010 31/3/2009 Var. %

Receita operacional líquida 356.072 306.524 16,16


Receita operacional 534.729 471.825 13,33
Deduções da receita operacional (178.657) (165.301) 8,08
Custo de bens e serviços vendidos (305.256) (256.208) 19,14
Despesas operacionais (53.732) (50.311) 6,80
(-) Despesas com vendas (26.771) (21.081) 26,99
(-) Despesas gerais e administrativas (25.832) (27.530) (6,17)
(-) Outras despesas operacionais (1.129) (1.700) (33,59)
Depreciação e amortização 30.639 28.037 9,28
EBITDA 27.723 28.042 (1,14)

O EBITDA da Companhia passou de R$ 28.042 no trimestre findo em 31/3/2009 para


R$ 27.723 no trimestre atual, representando uma redução de 1,14%. Essa pequena
variação negativa está no fato de que o aumento obtido na receita operacional líquida de
16,16% foi compensado pelo aumento registrado nos custos de bens e serviços vendidos.

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4. RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS

Trimestre findo em:


31/3/2010 31/3/2009 Variação R$

Receitas financeiras:
Renda de aplicação financeira 1.669 1.513 156
Mútuo com partes relacionadas 13.191 13.539 (348)
Juros ativos 22.539 6.345 16.194
Variação monetária 18.861 10.400 8.461
Acréscimos moratórios 8.476 5.330 3.146
Outras receitas financeiras 53.323 7.805 45.518

Total das receitas financeiras 118.059 44.932 73.127

Despesas financeiras:
Encargos de dívidas
Moeda nacional (18.606) (16.646) (1.960)
Moeda estrangeira (5.968) (7.745) 1.777
Mútuo com partes relacionadas (1.590) (403) (1.187)
Subtotal (26.164) (24.794) (1.370)

Variações monetárias
Moeda nacional (3.747) (146) (3.601)
Moeda estrangeira (23.892) (1) (23.891)
Outras (4.749) (3.322) (1.427)
Subtotal (32.388) (3.469) (28.919)

Juros / multas (9.136) (23.055) 13.919


Outras despesas financeiras (47.294) (89.707) 42.413

Total das despesas financeiras (114.982) (141.025) 26.043

O Resultado Financeiro no 1º trimestre de 2010 foi positivo em R$ 3.077 apresentando


um significativo crescimento em relação ao resultado negativo de R$ 96.093 registrado no
1º trimestre de 2009. Esta redução no saldo negativo em R$ 99.170, quando comparado
os trimestres, é devido aos seguintes fatos:

4.1. Receitas financeiras

a) Juros Ativos: Apresentou um aumento de R$ 16.194 em relação ao mesmo período


do ano anterior devido principalmente as atualizações de créditos relativo a valores
consolidados em duplicidade no PAEX, que geraram receitas de R$13.316.

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b) Variações Monetárias: O acréscimo de R$ 8.461 na comparação entre os trimestres,
deve-se principalmente a variação cambial negativa na cotação do dólar nos meses
de fevereiro e março de 2010, que gerou receita de R$ 12.183 sobre os empréstimos
corrigidos por esta moeda, contra R$ 7.395 no 1º trimestre de 2009.

c) Outra receitas financeiras: O aumento de R$ 45.518 verificado no 1º trimestre de


2010, quando comparado com o mesmo período de 2009, é devido basicamente as
operações com swap e a marcação a mercado desssas operações, que geraram nos
meses de janeiro e março de 2010 receitas de R$ 52.628, enquanto que no mesmo
período de 2009, a receita destas operações totalizaram apenas R$ 5.499.

4.2. Despesas financeiras

a) Variações monetárias – Moeda estrangeira: o aumento de R$ 23.891 obtido na


comparação entre os trimestres, deve-se basicamente a variação positiva do dólar no
mes de janeiro, do trimestre atual, que gerou despesa de variação cambial sobre a
atualização das dívidas contratadas nesta moeda.

a) Juros e multas: Esta rubrica apresentou um decrescimento de R$ 13.919 na


comparação entre os trimestres devido principalmente ao impacto dos encargos
incidentes sobre tributos em atrasos durante o primeiro trimestre de 2009, que foram
incluídos no parcelamento da lei 11.941/2009.

b) Outras despesas financeiras: Apresentou um significativo decréscimo de R$ 42.413


na comparação entre os trimestres, devido principalmente ao registro do encargo
indenizatório no primeiro trimestre de 2009, referente ao acordo entre CELPA x
CRASA no montante de R$ 60.000.

19/05/2010 16:45:22 Pág: 83


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5. INDICADORES ECONÔMICOS E FINANCEIROS

No período findo em:


31/3/2010 31/12/2009
1 - Liquidez corrente
Ativo circulante / Passivo circulante 0,80 0,88

2 - Liquidez geral
(Ativo circulante + realizável a longo prazo) / Exigível total 0,82 0,82

3 - Endividamento
Exigível total / Ativo total 0,71 0,72

4 - Capitalização
Patrimônio líquido / Ativo total 0,29 0,28

5 - Valor patrimonial da ação - R$ por lote de mil ações 18.213,03 18.131,12

6. INDICADORES OPERACIONAIS

31/3/2010 31/3/2009

1 - Número de empregados (*) 2.135 2.145

2 - Consumidor por empregado (*) 789 735

(*) Informações não auditadas.

* * *

19/05/2010 16:45:22 Pág: 84


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17.01 - PROJEÇÕES EMPRESARIAIS

19/05/2010 16:45:29 Pág: 85


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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

19/05/2010 16:45:35 Pág: 86


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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA


RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da


Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA
Belém — PA

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais (ITR) da


Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA (“Companhia”), referentes ao trimestre
findo em 31 de março de 2010, compreendendo o balanço patrimonial e as
demonstrações do resultado, dos fluxos de caixa e das mutações do patrimônio
líquido, o relatório de desempenho e as notas explicativas, elaborados sob a
responsabilidade de sua Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo
Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), em conjunto com o
Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e consistiu, principalmente, em: (a)
indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil,
financeira e operacional da Companhia quanto aos principais critérios adotados na
elaboração das Informações Trimestrais (ITR); e (b) revisão das informações e dos
eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos relevantes sobre a
posição financeira e as operações da Companhia.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhuma modificação


relevante que deva ser feita nas informações contábeis contidas nas Informações
Trimestrais (ITR) acima referidas, para que estejam de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil e normas expedidas pela Comissão de Valores
Mobiliários (CVM), aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais.

4. Conforme detalhado na nota explicativa nº 33, a Companhia, por entender que


informações relevantes não foram consideradas no cálculo das Tarifas de
Fornecimento de Energia Elétrica e de Uso do Sistema de Distribuição – TUSD,
interpôs recurso contra o resultado apresentado pela ANEEL na Resolução
Homologatória nº 849 de 21 de julho de 2009. Portanto, é entendimento dos
especialistas e assessores jurídicos da Companhia que o componente financeiro
apresentado (passivo regulatório) na Nota Técnica nº 269 de 3 de agosto de 2009,
homologada pela Resolução Homologatória nº 857, de 4 de agosto de 2009, como
ajuste financeiro oriundo da segunda Revisão Tarifária Periódica deve ser anulado
e, como consequência, não foi registrado como passivo regulatório o montante de
R$10.313 mil nas Informações Trimestrais (ITR) da Companhia em 31 de março de
2010.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/03/2010

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA


RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da


Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA
Belém — PA

5. Conforme mencionado na nota explicativa nº 4, durante o exercício de 2009, foram


aprovados pela CVM diversos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações
Técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) com vigência
para 2010, que alteraram as práticas contábeis adotadas no Brasil. Conforme
facultado pela Deliberação CVM nº 603/09, a Administração da Companhia optou
por apresentar suas Informações Trimestrais (ITR) utilizando as normas contábeis
adotadas no Brasil até 31 de dezembro de 2009, ou seja, não aplicou esses
normativos com vigência para 2010. Conforme requerido pela citada Deliberação, a
Companhia divulgou esse fato na nota explicativa nº 4 às ITR e a descrição das
principais alterações que poderão ter impacto sobre as suas demonstrações
contábeis do encerramento do exercício e os esclarecimentos das razões que
impedem a apresentação da estimativa dos seus possíveis efeitos no patrimônio
líquido e no resultado, como requerido pela Deliberação CVM nº 603/09.

6. Anteriormente, os balanços patrimoniais da Companhia, relativos ao exercício


findo em 31 de dezembro de 2009, apresentados para fins de comparação, foram
examinados por nós, sobre os quais emitimos parecer sem ressalva, datado de 19
de fevereiro de 2010. Adicionalmente, as demonstrações do resultado e dos fluxos
de caixa, referentes ao trimestre findo em 31 de março de 2009, apresentadas
para fins de comparação, foram revisadas por nós, sobre as quais emitimos
relatório de revisão sem ressalva, datado de 30 de abril de 2009.

São Paulo, 13 de maio de 2010

Luiz Carlos de Carvalho


Sócio-contador
CRC 1SP197193/O-6 “S” PA
BDO Auditores Independentes
CRC 2SP013439/O-5 “S” PA

As folhas da ITR por nós revisadas estão rubricadas somente para fins de identificação.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01830-9 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A - CELPA 04.895.728/0001-80

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 6
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 8
04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 10
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 12
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 13
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 14
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 78
17 01 PROJEÇÕES EMPRESARIAIS 85
20 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 86
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 87/88

19/05/2010 16:45:49 Pág: 89