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R ELATÓRIO T ÉCNICO

PROJETO “VIRGEM DA LAPA: C IDADE EDUCATIVA”


F EV EREIRO / M ARÇO
2008

INTRODUÇÃO

O projeto “Virgem da Lapa: Cidade Educativa” é fru to da parceria entre o Centro Popula r de
Cultura e Desenvolvimento (CPCD), a Prefeitura Mun icipal de Virge m da Lapa, o Conselho
Municipal do s Direitos da Criança e do Adolescente e a Petrobrás.

No terceiro ano dessa parceria, contamos com a instalação da biblioteca “Cidade


Educativa”, que já se encontra em funcionamento . Neste ano, nosso primeiro contato foi
com a Secretaria Municipal de Educação, com a perspectiva de definir metas para o
trabalho local. A partir de então, foi definida a prioridade de abrange r duas comunidades
rurais e a zona urbana, dando ênfase à Escola Municipal Professora Diva, que atende 19
turmas da Educação Infantil, tota lizando 300 alunos na faixa etária de 4 a 8 anos.

Em 2007, o projeto atuava em cinco comunidades – núcleos da zona rural e urbana. Este
ano, em conversa preliminar com a Secretaria Municipal de Educação, esse número teve
que ser reduzido, tendo em vista a diminuição do s recursos financeiros. A comunidade Tum-
Tu m dará continu idade ao trabalho e o atendimento será estendido à comunidade Rosário
de Cima, principa lmente na escola. Agora , surge mais u m desafio: preparar jovens e mãe s
que querem fazer de sua cidade e comunidade um lugar melhor de se viver, promovendo a
transformação social e construin do uma cidade edu cativa.

Iniciamo s nossas atividade s mobilizand o as pessoas que trabalharam em 2007, convocando


para uma re união na qua l todos foram informados sobre a redução de pessoas para o
trabalho e razão dessa medida. Marcamos a capacitação de mães-cuidadoras e agentes

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comunitários de edu cação para o dia 12 de março de 2008, visando à mobilização de todos
para promover a aprendizagem de forma lúdica, buscando a transformação social.
Informa mos que o p rincipal critério para a participação era a disposição em contribuir com o
que se tem de melhor, buscando con vencê-las a explorar o potencial e a habilidade que têm
para realizar ações variadas, com o intuito de avaliar, trocar experiências e planejar ações
em conjunto, dando continu idade ao processo iniciado no ano passado. Algumas logo
desistira m de participar da capacitação.

PERFIL DA E QUIP E

Participara m da nossa capacitação 34 pessoas: quatro rapazes 10 mães e 20 jovens do


sexo feminino, todos bem dispostos e alegres. No geral, foi uma equ ipe dinâmica,
extro vertida e h abilidosa.

Contamos com a participação de q uatro adolescentes do Agente Joven s e de nove pessoas


da comunidade Tum-Tum, que num primeiro momento se mostra ram muito retraídas e
tímidas. Paulatinamente, porém, em pequenos grupo s, foram se soltando e se envolvendo
nas discussões e atividades desenvolvidas. A interação do grupo fez com que todos se
sentissem à vontade, pensando numa só equipe e não na equipe de Tum-Tum e de Virgem
da Lapa separadamente.

As atividades re nderam boas reflexões, o que gerou muita discussão nos grupos,
contribuindo ainda mais para conhe cer melhor o que pensam, afastando o medo de falar.
Acredito que a idéia de juntar os grupo s de Tum-Tum e Virgem d a Lapa tenha gerado mais
oportunidade de multiplicar os saldos positivos das atividades, nas quais ambos buscaram
compreende r a impo rtância do d iálogo.

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ATIVIDADES D ESENVO LV IDAS

• Capacitação de Agen tes Comunitários de Educação e de Mães-cuidadoras

Juntamos o grupo de Tum-Tum com o da Zona Urbana e fizemos a cap acitação, qu e contou
com a presença de mães, adolescentes e jovens. A troca de e xperiência ocorreu em todos
os momentos e durante a semana os participantes puderam conhecer melhor uns aos
outros, saber o que pensa m e até mesmo se conhecer e falar das expectativas para o
trabalho, contribu indo para o bom desenvo lvimento da s atividades.

Iniciamo s nossa forma ção com uma apre sentação e a confecção do crach á. Em seguida,
fizemos a dinâmica “Aqui estou”, que deixou o grupo mais à vontade para participar. À
medida que um inicia a brincadeira, o outro se apresenta: “Eu, Maria, aqui estou , no jardim,
com Pedro”. E assim, sucessivamen te, cada um vai ocup ando a cadeira vazia ao lado de
quem está sentado, o que viabilizou trabalhar o nome das pessoas, a atenção, o saber
ouvir, permitindo uma melhor interação no grupo.

Para dar continuidade às atividades, dividimos a e quipe em grupos e trabalhamos o te xto “A


função do edu cado r”, de Tião Rocha. Todos recebe ram a tarefa de ler, discutir de forma
org anizada, registra r os pontos que chamara m a atenção e depois, na roda, fazer um
deba te. A discussão foi tão produtiva, que um grupo criou a mensagem “Manua l de
Instrução”, com base n o qu e foi falado. Uma questão con siderada importante d iz respeito a o
pape l do professor e do educador.

Além de debater na roda as frases qu e mais chamaram a atençã o, os grupo s sentiram que o
texto é um desafio a ser analisado frase por frase. Perceberam que o edu cado r é mais
dinâmico, mais re fle xivo, busca meios e formas de levar o conhe cimento para as crian ças,
me xe com os sonhos e o inconsciente delas, procurando conquistar uma relação de
confiança e cumplicidade. Em resumo, concluíram que uma das diferenças entre educador e
pro fessor é que o primeiro tem a sensibilidade de aprender interpretar os gestos, o
comportamento, pro curando entende r o que os olhos dizem em determinados momentos,
enquanto falta dinamismo ao professor.

Com o objetivo de dar ênfase ao trabalho em equipe, foram utilizadas dinâmicas diversas –
“Situação-limite”, “Perdidos na ilha”, “Trab alhando em equipe”. A partir delas, tivemos ótimas

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discussões sobre a impo rtância de todas as pessoas do grupo em uma tarefa de
responsabilidade coletiva e sobre os valores q ue prevalecem na nossa sociedade. Tivemos
ainda a oportunidade de resolver problemas, tomar decisões, mediar conflitos. Tudo isso
exigiu mais senso crítico das pessoas, mais comunicação, trabalho em e quipe e quebra de
paradigmas.

Questões impo rtantes foram levantadas: se nós somos um gru po, como fazer para salvar
todos? Por que salvar uns e deixar outros? Se esse é um desafio, por que não buscar
solução coletiva? Observamos que um grupo de pessoas se preocupava em buscar
soluçõe s, enquan to o outro demonstrava negativismo, pensan do no mais fácil. Isso gerou
uma discussão em nossa ro da: como agir pensando no coletivo.
Fo i possível observar também algumas situações: como as pessoas reagem diante das
dificuldades, que m faz p erg untas pertinentes à solução do problema, quem p rocura manter
o ânimo do grupo , que m demonstra mais ne gativismo e qu em demonstra maior ansiedade.

Diante de todo o processo, as pessoas concluíram que o grupo é composto de pessoa s


calmas, solidárias, decisivas, ansiosas, que fazem perguntas, que ouvem e que têm
habilida des diferentes. O importante é unir os pontos luminosos de cada um e multiplicá-los,
dando um sabor espe cial à capacidade de criar, construir e buscar soluções por meio do
diálogo.

Com o texto “É brincando que se aprende”, de Rubens Alves, discutimos as diversas


formas de estimula r uma criança a aprender brincando. Em seguida, o grupo pôde
apresentar o resultado na roda, na qual adaptaram algumas brincadeiras. Uma delas foi
“Minha direita está vaga”, que sofreu troca de nomes: para iniciar a brincade ira , a pessoa
senta da à direita recebia o nome de quem estava à sua esquerda, o que permitiu trabalhar
atenção auditiva, agilidade, importância do nome, alegria e prazer de brincar. Fizemos
também a dança da cadeira, que foi monitorada por sons: batendo palmas, gira va-se em
torno dos bancos pa ra fren te; batendo os pés, voltava-se de costas; assoviando, sentava-se
no banco. Além dessas atividades, fizemos ta mbém dobraduras, caixinha de surpresa
e búzios.

Nessa atividade, o que mais impressionou foi como os grupo s se preocupavam em criar
algo diferente para apresentar e, para nossa surpresa, definira m que o segredo para criar
maneira s diferentes de estimular uma crian ça a aprender é a arte de saber enfrentar os

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desafios, é começar pelas coisa s simples e d ar vida a elas, porq ue os desafios só se tornam
pro blema quando o s encaramos re almente como problema ou quando procuramos dificultá-
los.

Tivemos a oportunidade de trabalh ar com Algibeiras e Bornal de Livros, em que as pessoas


foram convidadas a escolher um livro e prepará-lo para apresenta r de forma criativa.
Diversos livros foram utilizado s para estimular a criatividade e facilitar nas produções:
”Que m me dera”, de Ana Maria Machado; “O gigante sem nome”, de Maria Mazetth; “Pepo”,
de Rosana Ramos, en tre outros.

Ao avaliar essas obras, as pessoas pud eram falar da importância de reconhecer as


qualidades e habilidades do outro, de ouvir o outro, de pensar juntos nas diferentes formas
de trabalhar com livros, de apresentar teatros de rua, de bonecos, de sombra e de dedos.
Todos puderam compartilhar suas sensaçõe s, mostran do-se satisfeitos com o p roduto final.

A partir das atividades desenvolvidas, sentimos necessidade de aprofundar mais nossas


discussões, propondo outros desafios para o grupo. Dessa vez, a idéia era listar maneira s
diferentes de utilizar as garrafas PET e as latas de conserva e de refrigerantes, com o
objetivo de b anir o copo de scartável durante nossos eventos. Algumas idéias já e stão sendo
executadas, como a criação de uma brinquedoteca. Quanto à substituição dos copos,
estamos em fase de testes, pois nossa preocupação é fazer algo que chame a atenção e
ofereça conforto às pessoas.

• Reuniões

Para iniciar nossas atividades nas escolas, foi preciso fazer várias reu niões com
pro fessore s, coordenadore s pedagógicos, diretores e o secretário de Educação . Nas
reu niões, contamos com uma média de 20 pessoas.

A partir do planejamento, combinamos de atender às terças e quartas-feiras, pela man hã, na


comunidade Rosário de Cima. O acompanhamento será feito com dois agentes
comunitários de educação. Na zona urbana, o traba lho acontecerá na escola Professora
Diva - dois dias na parte da manhã e três dias à tarde. Sempre que for preciso, porém, o
gru po está disposto a mudar o horário, trabalhando duas horas de manhã e duas horas à
tarde.

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No Pólo Tum-Tum, fizemos uma re união com a comunidade que contou com a presença d e
15 pessoas, com o objetivo de apresen tar as metas de trabalho para o ano. Na
oportunidade, conversamos sobre a construção, no dia 14 de abril, da caixa coletora de
água da chuva na escola. Foi um momento de diálogo e todos pude ram falar o que pensam
e sugerir idéias. As pessoas presentes acreditam que todo s serão beneficiados,
principa lmente os filhos, pois terão mais contato com a natureza, com a possibilidade de
construir hortas, onde poderão plantar diversas qualidades de hortaliças e frutas, tendo
assim uma alimentação rica em nutrientes.

Procuramos também o Aprisco, instituição parceira nessa nossa caminhada. F oi gratificante


o encon tro, pois a idéia é que continuemos juntos, de forma que possamos fazer a dife rença
na vida das crianças e nas comunidades de Tum-Tum.

• Biblioteca

“Valorize o conhecimento, pois amigos às vezes nos esque cem, família nem sempre está
por perto e o conhecimen to nos acompanha aonde vamos...”.

Nos três meses de funcionamento da biblioteca, cadastramos cerca de 670 leitores,


rea lizando 3.650 e mpréstimos e 2.070 acessos aos terminais. Com esse resultado, fomos
incentivados a realizar novas atividades na biblioteca, como oficina de leitura, contação de
histórias, teatros, pa ra conquistar a cada dia mais leitores.

A visita às escolas te m contribuído na divulgação de livros, incentivando aluno s e


pro fessore s a freq üentar a biblioteca. Com isso, temos conseguido grande apoio dos
pro fessore s. Eles vão à biblioteca, fazem o levanta mento de alguns livros com os alunos e
cada um escolhe o seu para desen volver trabalhos na sala de aula.

Um dos grandes exemplos que temos é o de Seu Antônio Vieira , um leitor assíduo que, aos
57 anos, não perde a vontade de aprender e todo dia freqüenta a biblioteca, fazendo uso
dos terminais, além de ler livro s, jornais e re vistas. Ele adora contar um caso, voltou a
estud ar, fala com orgulho dos colegas de 14 e15 ano s e tem contribuído muito com as
atividades na biblioteca.

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No início, encontramos dificuldades no atendimento às crian ças e aos adolescentes da
zona rural, por causa dos horários. Hoje, após as visitas nas escolas e com a divulgação d a
biblioteca, assim que terminam as aulas, muitas pessoas usam o tempo para apro veitar as
oportunidades oferecidas pela biblioteca. Os terminais ficam à disposição para os alunos
dois dias na semana, e eles têm contato com diferentes livros e revistas. Essa freqüência
foi viabilizada também pela facilidade de pegar o tran sporte escolar, que sai próximo da
biblioteca.

Até o momento, os livro s mais procurados são: “A Fazenda da Bicharada”, de Isabella


Caminho, “O Alquimista”, de Paulo Coelho, “A Paixão medida” e “Sentimento do mundo”, de
Carlos Drummond de Andrade.

Enfim, a biblioteca está proporcionando à população virgo lapen se uma oportunidade de


crescimento nos conhecimentos e na valorização da responsabilidade, influência que está
send o provocada pela leitura.

G ERENCIAMENTO DO PROJETO

O projeto “Virgem da Lapa: Cidade Educativa” é fru to da parceria entre o Centro Popula r de
Cultura e desenvolvimen to (CPCD), a Prefeitura Municipal de Virgem da Lapa, o Conselho
Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Petrobrás. O CPCD é a instituição
criadora do projeto, tendo a responsabilidade de plane jar, coordenar, o rienta r e executar as
açõe s.

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DESEMPENHO DOS EDUCADORES

Estamos iniciando o nosso trabalho com o grupo bastan te animad o em dar continu idade às
açõe s do ano passad o. Para isso, contamos com pessoas dispostas a multiplicar seus
conh ecimentos.

IMPACTOS

• Índ ices Quantitativos

- Participação de 34 pessoas
- 03 brincadeiras adap tadas
- 07 brincadeiras utilizadas
- 04 poesias criada s
- 02 mensagens
- 03 versos
- 07 teatros
- 02 alg ibeiras e um Bornal de L ivros utilizados
- 15 pessoas selecionadas
- 03 textos trab alhados

• Índ ices qualitativos

- Boa relação entre os grupos de Tum-Tum e d a Zona Urbana


- Descontração
- Entrosamento
- Envolvimento da equipe
- Trocas de experiências
- Iniciativa, diálogo, criatividade
- Participação do s agentes jovens
- Aprendizagem
- Facilidade em criar peças de tea tro e contar histórias.

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DIFICULDADES ENCONTRADAS

- Imaturidade
- Não entrosamento de duas pe ssoas com o grup o
- Pessoas ansiosas
- Espaço quente

SÍNTESE

Iniciamo s nosso trabalho com a formação de mães-cuida doras e agentes comunitários de


educação. No começo, cada um reagia de forma particular e individual. A partir das divisões
de grupos, tudo ficou mais simples: as pessoas foram conqu istando seu espaço, ficando
mais à vontade para perguntar, questionar, dar sugestões, criando momentos de tro cas
interessantes.

Procuramos focar nossas ações na s dimensõe s do PTA, o que contribuiu para rever atitudes
e promover trocas de experiência e de conhecimento. Durante toda semana , trabalhamos de
forma dinâmica, co m o intuito de passar boas ene rgias ao grupo, de forma que todos
pude ssem falar de sua s expectativas, demonstrar entusiasmo e aleg ria.

A persistência e o dinamismo demonstrados pela maioria nos fa ze m acreditar que tudo que
usamos e vivenciamos no curso teve um significado importante de aprend izagem. Cabe
agora darmos continuidade às discussões e metas tra çadas, envolven do muito mais
pessoas em busca de alternativas inovadoras e criativas para superar as dificuldades e
pro mover aprendizagem, visando a transformação social.

Pude perceber o quanto as pessoas são sensíveis a um gesto de carinho e valoriza m o


cuidado com o outro.

Giani Vie ira Resende Luiz - Coordenadora


Virgem d a Lapa: Cidade Educativa

ANEXOS

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• Depoimentos

“Eu estou satisfeita em participar dessa reciclagem, avalio como momentos inspiradores.
Aprendi muito com os te xtos e as brincadeiras. E o melhor de tudo foi perceber o quanto a
sintonia do grupo contribuiu para que as idéias e opiniões enriquecessem nossas
discussões.”
Claudete Nogueira de Alme ida
Mãe-cuidadora - Zona Urbana

“No tempo em que trabalhei no projeto, aprendi a lidar melho r com meus sentimen tos,
atitud es. Tudo que aprend i tem um sentido em minha vida, porque aprend i a organizar
melhor minhas idéias e a planejar melhor meu dia, para que tudo que faço tenha um
objetivo. Isso eu aprendi aqui, jamais esqu ecerei.”
Camila G. Te ixeira, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Sou grata por participar dessa reciclagem, pois todos os dias foi possível apre nder com os
outros a expressar minhas idéias e opiniões. Encerro a semana certa de ter aprendid o e
contribuído de alguma forma para o melhor andamento do projeto.”
Aline L. Soares , Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Esta foi mais uma etapa importante na minha vida. Por mais que pensasse que sabíamos
muito, con segui enxergar com detalhes a impo rtância que as co isas pequenas representam
em minha vida.”
Carla Vie ira Jardim, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Se a gente conseg uir colocar em prática o que discutimos aqui, com certe za faremos a
diferença, porque tudo que é dinâmico tem aprendizagem.”
Ellida Karoline J. Vie ira, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana
“Descob ri que uma das maiores contribu ições, de fato, é o trabalho em grupo. Quando há
uma tro ca de idéias, opiniões, há diálogo. É um escutando o outro e todos se sentem
valorizados. Isso no s faz bem.”

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Vanuza P. Silv a, Mãe-cuidadora
Pólo Tum-Tum

“A idéia de juntar o grupo nessa formação nos fez re fletir melho r sobre nossas práticas e
perceber o quanto temos capacidade de promover aprendizagem de forma lúdica, diferente
e ino vadora.”
Ana Paula Aparecida Oliveira, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Taí a importância da gente se reunir para ana lisar os pontos fo rtes e fracos das atividades,
além de ouvir e observar o que acon tece em nossa volta. É um caminho para envolver mais
a equipe.”
Adriana T. Santos, Mãe-cuidadora
Zona Urbana

“No primeiro dia, participei da capacitação com a intenção de d esistir. Confesso que foi tão
boa a recepção , o apoio da equipe, e isso fez com que eu perdesse o medo e a
insegurança, pois passei a confiar mais em mim.”
Maria Elza M. Silv a, Mãe-cuidadora
Pólo Tum-Tum

“Tudo o que aprende mos e fizemos serviu para pensar nas nossas açõe s. Aprendi a
reg istrar tudo, e isso é um grande aprendizado em minha vida.”
Norma M. de Souza, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Percebemos que a participação dos agen tes jovens foi muito bom. Eles sabem o que
querem, participam, dão sugestões, criam estratégia s e contribuem bastante nas
discussões. Foi uma e xperiên cia que deu certo.“
Cinnthia Catarine B. Gomes, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Fiquei feliz co m a idéia de participar da capa citação, principalmente quando discutimos


sobre as produções e o envolvimento dos grupos nas atividades. Para mim, foi um momento

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importante, porque nos levou a pensar nas nossas práticas e avaliar o grau de importância
de cada um contribuir com o q ue sabe.”
Elizab ete P. Rodrigues, Agente Comunitária
de Educação - Pólo Tum-Tum

“Nós adultos, na maioria das vezes, olhamos sempre pelo lado mais difícil e mais
complicado das coisas e deixamos de ver o lado fácil, porque temos a mania de complicar
tudo.”
Ana Pau la Apa recida P. Olive ira, Age nte Comunitária
de Educação - Pólo Tum-Tum

“O entusiasmo das pessoas, o companheirismo, a união e a participação são indicadores


que nos fizeram perceber o quanto o grupo está levando a sério essa oportunidade de
emprego e de fazer a dife rença na vida de muita gente.”
Maristane P. de Oliveira, Mãe -cuidadora
Pólo Tum-Tum

“Sinto-me vitoriosa em saber que sou importante e que tenho capacidade de contribuir com
o grupo com os meus saberes. A vida nos prepara oportunidades de convivência,
descobertas e muitos desafios. Vejo esses mo mentos do curso como u ma auto-ajuda,
porque sou tímida.”
Ricarda P. Rodrigues, Agente Comunitária
de Educação Pólo Tum-Tum

“Para mim, o te xto ‘A função do educador’ não se resume só em ensinar, mas em aprender
a descobrir a dificuldade da criança através de um gesto, um co mportamento ou mesmo de
um olhar.”
Maria José F . de Souza, Mãe-cuidadora
Zona Urbana

“O nosso trabalho só acontece se nos dispusermos a supera r juntos as dificuldades,


crianças e educa dor. Sendo assim, podemos tomar a iniciativa, não olhando apenas o
concreto, mas também além da imaginação.”
Adriana Elias Assunção, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

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“Se todos os pro fessore s fossem educadores, as aulas seriam mais interessantes e as
crianças teria m um melhor resultado na aprendizagem.”
Valéria de S. Silv a, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Com o texto ‘A função do educad or’, eu compreendi que o e ducador tem que ter coração e
alma de criança, ser dinâ mico, ter paciência pa ra ouvir, sem atropelar a idéia.”
Aline L. Soares, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“A capacitação em si já é muito interessante. Para mim, o mais gratificante foi discutir as


atitud es e a po stura do grupo, fato s que enriquecem mais o nosso convívio na sociedade e
nos motiva m a bu scar mudan ças.”
Liliana M. dos Santos, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Participar da capacitação é tudo o que eu queria. Quando surgiu essa oportunidade e fui
escolhido, gostei muito, porque adqu iri mais e xperiên cia em adaptar brincadeiras, criar
teatro em pouco tempo e discutir maneira s diferentes e inovadora s de fazer u ma atividade,
testando na roda. Achei isso o má ximo!”
Ismael Edni Ribeiro - Age nte Jovem

“Gostei muito de participar do curso, pois tive a oportunidade de mostrar o que pen so e sei.
Aprendi muito com o grup o: produ zimos teatro e foi aí que descobri que tenho outro s
potenciais. A chei tud o muito criativo!”
Gildarcley Cos ta San tos - Agente Jovem

“O fato de participar da capacitação já é gratificante. Agora, experimentar fazer coisas novas


é melhor ainda, porque a gente aprende muito fazendo e desfazend o. E foi assim que p ude
contribuir na constru ção do MDI.”
Cinnthia Catarine B. Gomes, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

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“Aprendi que temos que aproveitar a s oportunidades que aprecem em nossas vidas e com
isso pro curei valorizar o tempo, as atividades e aprendi a respeitar o outro, a ter opinião
pró pria, uma mente aberta, a ser observador para perceber os problemas, a discutir e ser
criativo pa ra buscar soluções.”
Leôncio Lopes Soares - Age nte Jovem

“Para mim, e sse foi mais foi um curso técnico em minh a vida, com aprendizado garantido
para o futuro. Aprendi valores, a senta r na roda e discutir problemas, buscand o soluçõe s.
Tudo isso me proporcionou muita sab edoria.”
Ismael Edn i Ribeiro - Age nte Jovem

“Tivemos uma semana de terapia de auto-ajuda, psicologicamente. A cada dia, aprendemos


algo difere nte, experiências novas, refle xões. O bom é que ninguém e ncarou a capacitação
como uma competição, foi tudo com harmonia e cumplicidade.”
Valéria de S. Silv a, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Fiz amizade com um grupo de pessoas que me passou muita ene rgia positiva. Pena que
passou rápido. Mas disso tudo ficaram frutos que pretendo multiplicar na comunidade: a
união do grupo , a disponibilidade, a animação e a alegria.”
Vanuza Pe re ira Silva, Mãe -cuidadora
Pólo Tum-Tum

“Nosso maior desafio foi colocar todo mundo no barco. Tivemos a cautela de procurar
estratégias para salvar todos.”
Cinnthia Catarine B. Gomes, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“O mais positivo é que tod os souberam o uvir o outro, a nalisar as idéias e discutir o melhor
caminho a seguir.”
Valéria de Souza Silva, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

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“Tivemos muita chance de usar nossas habilidades, porque fomos desafiados o tempo todo.
E são atividades polêmicas, que nos levam a estud ar os detalhes e a discutir maneira s
diferentes. Agora, percebi que todo o tempo a gente estava praticando o MDI.”
Claudie ne Franc isca de Oliveira
Mãe-cuidadora - Zona Urbana

“Percebi o quan to o grupo sabe compartilhar idéias. De uma surge outra e é tanta
empolgação que compreendi mais ainda a importância de saber lidar com situações no vas.”
Elizabe te Pereira Rodrigues, Age nte Comunitária
de Educação - Pólo Tum-Tum

“Se conseguimos pa ssar para os grupos e eles entenderam o que fizemos e m pouco tempo,
é porque somos capazes de fazer melhor quando planejarmos.”
Elizabe te Pereira Rodrigues, Age nte Comunitária
de Educação - Pólo Tum-Tum

“Con cluímos que ensinar é muito mais que dar respostas: é descobrir formas de incen tivar
as crianças a procurar suas próprias re spostas, descobrir o novo e as diferentes fo rmas d e
aprender. Com isso, ter opinião própria e lutar por seus objetivos.”
Patrícia S. de Alme ida, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“O educador busca meios e formas de levar conhecimen to para a crian ça e o professor visa
o livro didático. Nós, e ducado res, buscamos outros educadores, como os pais, por exemplo,
para ensinar e descobrir maneiras diferentes de ensinar.”
Aline Lopes Soares, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Uma das diferenças entre professor e educador é que o edu cador busca entender o aluno,
enquanto falta dinamismo ao professor. Quando procuro ensinar uma crian ça, eu me
pre ocupo primeiro em conquistá-la, para ter uma cumplicidade recíproca de atenção e
receber quando ensino.”
Adriana Elias Assunção, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

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“Se todos os pro fessore s fossem educadores, as aulas seriam mais interessantes e as
crianças teriam um melhor resultado na aprendizagem.”
Aline Lopes Soares, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“O te xto ‘Função do Educador’ é muito bonito, reflexivo. A fra se ‘me ajude a olhar’ chamou
minha a tenção. Para mim, significa um pedido de socorro : me ajud e a aprender. Essa é uma
lição que tiro para a minha vida: devemos aprender a olhar além do que enxergamos, pois
pre cisamos ter a sensibilidade d e ap rende r a interpretar gestos, comportamentos e procurar
entender o que os olhos dizem em de terminados momentos.”
Claude te Nogue ira, Mãe-cuidadora
Zona Urbana

“Con cluímos que , a todo o momento, devemos e podemos ser educadore s e educandos.
Pois assim, sempre que ouvir um ‘me ajude a olhar’, sempre responderemos com um ‘me
fale o que você viu’. Com essa co municação, descobrimos muitas coisas interessantes que
estão ao nosso re dor.”
Grecy Valde ane de S. San tos, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Con cluímos que o papel do educador não e só espe rar que valorizem a nossa sabedoria e
sim sab er o grande valor que nossas crianças tê m. É caminha r ju nto, pois a humildade e o
respeito do educador perante a crian ça são indispensáveis, uma ve z que o educador tanto
ensina como aprende, em constante troca de saberes.”
Lucélia R. de Olive ira Melo
Mãe -cuidadora - Zona Urbana

“A frase ‘me ajude a olhar’ nos chamou a atenção , pois se refere às várias dificuldades pelas
quais a crian ça pode passar. E nós, educadores em sentido geral, devemos ter uma visão
ampla disso. Nossa função não é apenas ensinar a aprender, mas aprender a ensina r da
melhor forma possível. É pensarmos em atitudes imediatas e pra ticá-las.”
Katarine M arie lly B. Gome s, Agente Comunitária
de Educação - Zona Urbana

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“No texto ‘A fun ção do educador’, a frase ‘me ajuda a olhar’ nos chamou muita aten ção, po is
entendemos que esse é um pedido de aprendizado, sabendo que nós educadores temos
que olhar o lado de uma crian ça como um amigo, um pai e um verdadeiro educador.”
Adriana Cardoso, Age nte Comunitária
de Educação - Zona Urbana

“Quando alguém pede ajuda a outra pessoa, é porque existe uma gra nde confiança na
capa cidade de ajudar. Pensando assim, nos sen timos úteis por estar sen do reconhecidos e
valorizados ao expor as nossas opiniões.”
Ana Paula Aparecida Oliveira, Agen te Comunitária
de Educação - Zona Urbana

• Poesia extraída do livro “Mãos e p oesia”, de Luiz Carlos Prates, escritor da cidade
que recebeu homenage m na inauguração da biblioteca.

Virge m da Lapa

A minha terra Mas nã o precisa dizer


Amo-a em silên cio Você é tudo,
A saudade dói calada. Você é única,
Por que só a mim interessa? Você é sonho
Mas o que re sta Ainda virge m.
O qu e pensam? Você é Virgem da Lapa.
É sempre assim.

• Produções

Mensag em - Simples resposta


Quando a vida nos coloca desafios a enfrentar, devemos nos lembrar que desafios fa zem
parte da vida, fazem a vida ficar mais saborosa e mais pra zerosa. E o que a faz ser tão
gra tificante é a mane ira como cada um de nós enfrenta os desafios. Alguns de maneira
sábia, outros de maneira otimista, humilde. Os desafios só se tornam um p roblema quando
passamos a encará-los realmente como problema, ou quando procuramos dificultar as

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 17


w ww . cp cd . o rg. b r
coisas, deixando prevalecer as dificuldades. Encare com alegria os desafios e seja feliz,
apesar de tudo!
Autores:
Adriana Teixeira - MC / Antônio Eldo - ACE
Vanuza Pere ira - MC

Manual de Instruções

Descobri que sozinhos Fecha os olhos e vê o que está além de si


Somos seres in completos, mesmo.
Que acompanhados Devemos nos dispor a fa zer o con trá rio,
Somos seres e m fase de cres cimento Descobrir o segredo e dizer:
Sempre... Fazer é fácil, escreve r é fácil, falar é fácil
Que quando paramos pra pensar também...
E e xpor nossas idéias, Pois o inventor das dificuldades não nos
O mundo gira em torno de nós mesmos deixou o manua l de instruções
E nos mostra o que podemos fazer E cabe a nós não apenas fa zê-lo e deixá-
O qu e há urgência pra ser feito lo no papel,
O qu e a humanidade se esquece de fazer Mas sim colocá-lo em prática.
E que só descobre quando dá um tempo.
Autores:
Adriana Elias - ACE / Cam ila Go mes - ACE
Joice Jardim - ACE / Valéria de Souza - ACE

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 18


w ww . cp cd . o rg. b r
Segredos do Vale

Vale do Jequitinhonha, Com agulha no dedo enrolei


Cheio de muitas riqu ezas. Fui tecendo pon to po r ponto
Basta dar uma olhada Meu forro de mesa formei.
Para ver suas belezas! E as pedras preciosas
Num pedaço de madeira, E o ouro que brilhou
Time forte se forma Nada ficou pa ra mim
Para socar o arroz. O estra nge iro levou.
Nasce daí o pilão. O bordado que bordei
E alguns fios de lã Noite e dia, sem pa rar,
Que no frio o u no calor Este sim eu posso ver
No tear se entrelaçam. A minha cama forrar.
Nasce daí o cobertor. No Vale tem muita coisa
E o bambu que cultivei Você tem que vir pra ver
Para fazer minha cadeira Tem artista, tem amor,
Lasquei também a taquara Só está faltando chover.
E fiz jegue, cesto e peneira.
E a linha que comprei Autora: Katarine Ma rie lly

Mulhere s de Coragem

Na Alemanha Havia de sânimo e tristeza.


Essa história aconteceu. A lealdade das mulheres continuava
Havia homens, mulheres e crian ças, Ao rei ela s se dirigiam
Mas nenh um deles morre u. E a vitória alcançavam.
Antes que a guerra começasse, Com seus filhos e maridos,
As tro pas inimigas se ap roximaram Para suas casas voltaram
Iam d e carros, carroças, a p é. Com a lealdade do rei,
E mesmo assim se cansa vam. Para o castelo re tornaram.
O tempo p assava
E o cerco se fe chava Autore s:
Doenças se espalhavam Adriana Cardoso (ACE) / Ana Ca rmem (MC)

Água e comida faltavam Claudiene (MC) / Rica rda (ACE)

Versos

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 19


w ww . cp cd . o rg. b r
O trabalho re unido
Não é um trabalho despe rdiçado. Não deixar ninguém ficar só.
Quando chega o fim do dia, A alegria nos ajuda
É que se vê o resultado. Um bom trabalho fazer.
Ler livro é muito b om, Tudo que fazemos co m carinho
Interpretar é melhor ainda Tem que pôr para acontecer.
Fa zer teatro com carinho,
Autore s: Adrian a - M C / Carmelita - MC
Daiana Lopes - ACE / Maria José - MC

Desafio

Eu queria ser um problema Então, não desista,


Para ser desafiado Vamos lutar em união!
Para encontrar soluções
E o mun do ser mudado. Autore s: Ana Paula Pe re ira - ACE /
Mudar o mundo Claudiene Francisco – MC / Elizab ete
Está em nossas mãos Pereira - ACE / M aristane Pereira - ACE

Gente que tenta

O ho mem recebe a vida Realiza para se sentir satisfeito.


E nela d e tudo pode encon trar. Mas há dias em que alg o pode falhar
Sua sorte está lan çada Algum plan o pode não vir a calhar
E por cada meta traçada Afinal, nem tudo é perfeito.
Ele tem que lutar. E com o tempo o homem aprende
E lutando o homem descobre Que o erro é uma lição
Razões, motivos, Provocad o por determinada ação
Garra , determinação , Com a qual se surp reende.
Para alcançar seus objetivos. O que o ho mem não pode perder
Objetivos são coisas É a esperança que o alimenta.
São pessoas, são atos, Ter coragem é querer crescer,
Os quais o homem, de fato, Porque o homem não desiste

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 20


w ww . cp cd . o rg. b r
O ho mem é ge nte que tenta . Ellida Karoline Jardim - ACE / Maria
Elza - M C
Autore s: Ana Carme m, Claudete
Nogue ira e Ricarda Pereira - ACE

• Adap tação da música: “Amor pra recomeçar” - Robe rto Frejat


Adap tada por Camila Gomes Teixeira - ACE

Eu só desejo não parar tão cedo Dos amigos que me fazem feliz
Pois tod a ida de tem prazer e medo. A vida é um mistério, um desafio,
Com os qu e erram feio e bastante Pras coisas boas vamos sempre ped ir
Que a gente consiga ser tolerante. bis.

Se ficarmos tristes, que não seja por um Refrão (2 x)


dia, Se ficarmos tristes,
Nem o a no in teiro. que não seja po r um dia
Descobri que rir é bom, Nem u m ano inte iro.
Mas que rir de tudo é de sespero. Dentro de nós há sempre um dom
Capaz de transformar o mundo inteiro
Re frão
Desejo que a gen te tenha a quem amar
Quando estiver bem cansad o
Que ainda exista amor
Pra recomeçar.

Que a gente ganhe dinheiro ,

Pois é p reciso viver também.


Vamos dizer pra ele,
Pelo menos uma ve z.
Quem é mesmo o dono de quem

Re frão (1x)
Eu quero estar perto

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 21


w ww . cp cd . o rg. b r
Virgem da Lapa: Cidade Educativa 22
• Qu adro da equ ipe envo lvida no p rojeto Virge m da Lapa: Cida de Educativa

Pólo Cidade

Age ntes
Nomes Mães- Comunitários Carga Coordenação
cuidado ras ho rária
de Educação
Adriana Elias de Assunção X
Aline Lopes Soares X
Cinnthia Catarine B. Gomes X
Grecy Valdeane de S. X 20 H Giani Vieira Resende
Santos
Joice Naiara Jardim To rres X
Patrícia Santos de Almeida X
Adriana Teixeira Santos X
Vieira
Claudiene Francisca de X
Oliveira
Lucélia R. de Oliveira Melo X

Pólo Tum-Tum

Agen tes
Nomes Mães- Coo rdenação
Comun itários Carga Horária
cuidadoras de Educação
Ana Paula Pereira X
Elizabete Pereira X
Rodrigues
Ricarda Pereira X 20 H Giani Vieira Resende
Rodrigues
Ana Carmem P. X
Gonçalves
Vanuza Pereira da Silva X

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 23


• Cro nograma de atividades - Projeto “Virge m da Lapa: Cidade Educativa”
Ma rço /Abril - 2008

Dia Hora Bairro / Ativ idades / Técn icas / Responsáveis /


Localidade Dinâ micas Público-Alvo
Fo rmação de agentes Coordenação
12 a 7h às 11h e Zona comunitários de 10 mães-cuida doras, 4
14/03 13h às 17 h Urbana educação e de mães- agen tes jovens e 20 agentes
cuidadoras. comunitários de e ducação.
Fo rmação de agentes Coordenação
17 e 7h às 11h e Zona comunitários de 10 mães-cuida doras, 20
18/03 13h às 17 h Urbana educação e de mães- agen tes comunitários de
cuidadoras. educação e 4 agentes
jovens.
Reuniã o com a equipe Coordenação
Zona selecionada: Pólo Tum- 9 agentes comunitários de
24/03 7h à s 11h
Urbana Tu m e Cidade. educação 5 mães-
cuidadoras.
Organização do espaço e Coordenação
25 e 7h30 às Zona preparação das peças de 3 mães-cuidadoras e 3
26/03 11h30 Urbana teatro “O gigante sem agen tes comunitários de
nome” e “Só alegria”. educação.
Reuniã o na Secretaria Coordenação, diretor,
Municipal de Educação pro fessore s, um agente
Zona
25/03 9h à s 10h para discutir proposta de comunitário de educação .
Urbana
trabalho na escola d e
Rosário de Cima.
26/03 12h às 16 h Pólo Tu m- Reuni ã o para discutir Coordenação, diretora,
Tu m propostas de trabalho . coordenadora pedagógica.
Ensaio do s tea tro s e 3 mães-cuidadoras, 3
12h30 às 14h Zona organização das roupas. agen tes comunitários de
Urbana
educação.
Apresentação das peças 3 mães-cuidadoras, 3
14h30 às
Escolinha de teatro na E.M. agen tes comunitários de
27/03 15h30 Professora Diva. educação,
crianças.
Reuniã o na E.M. Coordenação, diretor, vice-
Professora Diva para diretor, orientador
13h30 às
Escolinha discutir e pla nejar pedagógico, 3 mães-
16h30
atividades para a cuidadoras, 3 a gentes
Semana do Livro. comunitários de e ducação.
Reuniã o de plane jamento Jorge, coordenação, 3
Zona e oficina para aprender a mães-cuidadoras, 5 agentes
31/03 8h à s 12h
Urbana manusear a comunitários de e ducação.
aparelhagem do cinema

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 24


itinerante.
Constru ção de 3 mães-cuidadoras, 3
01 a Zona
12h às 16 h brinquedo s para a agen tes comunitários de
03/04 Urbana brinquedo teca. educação.
12h às 14h30 Atividades na escola com 3 agentes comunitários de
as crian ças do 1º, 2º, 3º e educação, 2 mães-
4º an o, para a cuidadoras.
apresentação do grupo.
01 a Comunidade Serão realizadas
04/04 Tu m-Tum brincadeiras e dinâmicas.
14h30 às 16h
Constru ção e adaptação 3 agentes comunitários de
de jogos, mobiliza ção educação, 2 mães-
para a construção da cuidadoras.
caixa.
Trabalho na Escola do 3 agentes comunitários de
Rosário com todas as educação.
Escola do
02/04 8h à s 11h turmas, ap resentação do Crianças da comunidade.
Rosário
projeto e do teatro “Os
irmão s palhaços”.
Encontro com a Coordenadores
comunidade para falar 3 mães-cuidadoras e 3
sobre as atividades do agen tes comunitários de
03 14h às 16 h Comunidade projeto e mobilizar as educação.
do Tum-Tum
pessoas para a
construção da caixa
d’água na escola.
Constru ção de cortinas e 3 mães-cuidadoras e 3
12h30 às
mural para a sede do agen tes comunitários de
14h
projeto Cidade Educativa. educação.
Realiza ção de atividades 3 mães-cuidadoras e 3
na E.M Professora Diva, agen tes comunitários de
às se xtas-feiras pela educação.
manhã: brincadeiras Crianças da comunidade.
14h30 às 16h Escolinha
04/04 recreativas, cantiga s de
roda, Bornal de Jogos,
contação de histórias,
Bornal de Livros etc.
Trabalharemos com as 3 agentes comunitários de
crian ças o projeto de educação, 2 mães-
12h às 14h30 Tu m-Tum socialização. Nesse dia, cuidadoras.
teremos brincadeiras e
apresentaremos tea tro .
Organização final dos 3 mães-cuidadoras e 3
05 a Zona brinquedo s e agen tes comunitários de
06/04 7h à s 11h Urbana ornamentação da educação.
brinquedo teca.

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 25


Te remos atividades na 3 agentes comunitários de
escola com crian ças do educação, 2 mães-
12h às 14h30 1º, 2º, 3º e 4º ano. cuidadoras.
Trabalharemos com jogos
de português, gincanas,
Comunidade
Bornal de Jogos e
Tu m-Tum
Algibeira de Leitura.
Constru ção e adaptação
14h30 às de jogos, mobiliza ção
07 a 16h para a construção da
11/04 caixa d’ág ua.
Receberemos crian ças 3 mães-cuidadoras e 3
de 4 a 6 anos na agen tes comunitários de
biblioteca, onde educação, 4 professores.
trabalhare mos com livro s, Crianças da escola e d a
8h às 10h30
e 13h às teatros, revistas. Também comunidade.
Biblioteca
apresentaremos alguns
15h30
livros e com eles faremos
a Mala de História.
Iniciaremos o trabalho da
Semana do Livro.
Reuniã o coma a Coordenação
secre tária mun icipal de
09/04 10h30 às Biblioteca Educação para fazer o
11h30 cro nograma das
atividades do cinema no
município.
Nesta semana, 4 agentes comunitários de
realizaremos a educação, 2 mães-
14 a Comunidade
8h à s 17h construção da caixa para cuidadoras.
18/04 Tu m-Tum
a coleta de água da
chuva.
Reuniã o de plane jamento Coordenação,
Zona
7h às 9h e avaliação com a mães-cuidadoras e agentes
Urbana
equip e. comunitários de e ducação.
Todas as segundas-feiras 3 mães-cuidadoras e 3
à tarde, na E.M agen tes comunitários de
Professora Diva, serão educação.
Escolinha,
realizadas brincadeiras Crianças da comunidade.
14h às 16 h Zona recreativas, cantiga s de
Urban a.
roda, Bornal de Jogos,
contação de histórias,
Bornal de Livros etc.
Na E scola Professora 3 mães-cuidadoras e 3
7h30 às Diva, trab alharemos com agen tes comunitários de
Escolinha,
15 a 9h30 e Bornal e Algibeira de educação,
Zona
18/04 13h30 às Livros e teatros com crianças.
Urban a.
15h30 fantoches.
Apresentaremos para a

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 26


turma da tarde o teatro “O
Gigante sem nome”, do
livro da Algibeira. Nessa
semana, tod as as
atividades estarão
voltadas para o livro e
acon tecerão de manhã e
à tarde.
Encerra mento da 3 mães-cuidadoras e 3
Semana do Livro com agen tes comunitários de
uma minifolia do livro e educação, criança s.
18/04 8h às 9h e Escolinha exposição dos teatros e
15h às 16 h
produçõe s rea lizados no
decorre r da semana, de
manhã e à tarde.
Visita às casas das 1 agente comunitário de
Zona
7h à s 11h crian ças e conversa com educação, 1 mãe-cuidadora.
Urbana os pa is ou re sponsáveis. Crianças e famílias.
Constru ção de jogos. 2 mães-cuidadoras, 2
12h30 às Zona agen tes comunitários de
16h30 Urbana
educação e comunidade.
Desenvolvimen to de 3 agentes comunitários de
22 a 12h às 14h30 atividades na escola. educação, 2 mães-
26/04 Trabalharemos com jogos cuidadoras.
de português, tea tro ,
Comunidade advinhas, brincadeiras,
Tu m-Tum Bornal de Livros e h orta.
14h30 às 16h
Adaptação de
brincadeiras e preparo da
terra para o início da
horta.
Reuniã o nos bairros. 2 mães-cuidadoras, 2
Colocar o nome para agen tes comunitários de
16h às 17h30 Zona informar que as educação, criança s e
Urbana atividades do projeto comunidade.
23 e estarão de volta e marcar
24/04
os grupos de produ ções.
Organização das 2 mães-cuidadoras, 2
7h à s 11h Zona
algibeiras agen tes comunitários de
Urbana
educação.
Desenvolvimen to de 3 agentes comunitários de
atividades na escola. educação, 2 mães-
25 a Trabalharemos com jogos cuidadoras.
Comunidade
12h às 14h30 de matemática, contação
30/04 Tu m-Tum
de história, gincana,
advinhas, brincadeiras,
Bornal de Livros e h orta.

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 27


Adaptação de 3 agentes comunitários de
Comunidade brincadeiras e preparo da educação, 2 mães-
14h30 às 16h
Tu m-Tum terra para o início da cuidadoras.
horta.
Constru ção de jogos que 3 mães-cuidadoras e 3
7h à s 11h Zona envolvem matemática, agen tes comunitários de
Urbana
português e socialização. educação.
Trabalharemos o projeto 3 agentes comunitários de
de socialização . Nesse educação, 2 mães-
dia, as crian ças cuidadoras.
Comunidade
26/04 12h às 14h30 apresentarão para os
Tu m-Tum
pais tea tro s, po esia e
desenhos feitos por elas
durante o mês.

• MPRA - M onito ramen to de Processo e Avaliação do Projeto


Virge m da Lapa: Cida de Educativa

1. Quantos iniciaram a atividade e/ou o Iniciamo s com 10 agentes comunitários de


pro jeto? Quantos concluíram? educação, 5 mães-cuid adoras, atendendo 2
escolas com 327 aluno s beneficiados e 285
famílias. Terminamos o mês de abril com 391
alunos beneficiados, 3 escolas atendidas, 10
agen tes comunitários de educação, 5 mães-
cuidadoras e 335 famílias.

2. Quanto tempo nós gastamos ou Gastamos mais ou menos um mês. Esse tempo
necessitamos para realizar as atividades ainda não foi suficiente para visitar as casas da s
e/ou o módulo? Foi suficiente? crianças e concluir o diagnóstico, mas foi
suficiente para reunir com os professores, ter
conh ecimento do conteúdo trabalhado e aplicá-
lo de forma lúdica, como também reunir
informações para o debate dos temas em
nossas rodas.

3. Quantos produtos e/ou materiais de Fo ram realizados:


apoio e/ou instru ção foram feitos? Eles 12 bornais de jog os
atendem aos objetivos do projeto? 10 bornais de livro s
25 algibeiras de livro s
15 sessões de contação de histórias
2 folias do livro na escola
4 oficinas de leitura
17 jogos reproduzidos
10 teatros
14 brinquedos

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 28


2 cinemas
1 caixa pa ra captar água da chuva
10 reuniões com a comunidade e funcionários
da educação
Memórias e avalia ções diárias.

Os materiais utilizados atendem aos objetivos, a


equip e de mãe s-cuidado ras e de agentes
comunitários de educação valoriza muito o
material de apoio, o que o torna viável a uma
aprendizagem significativa.

4. O que foi feito que evidencia ou Fo rmação das mãe s-cuidadoras e de agentes
garante que atingimos os objetivos comunitários de e ducação.
pro postos? - Participação das pessoas na s atividades.
- Disponibilidade da equipe.
- Rodas de con versas.

5. Como as atividades foram realizadas: Durante todo processo de realização das


foram lú dicas? Foram inovadoras? Foram atividades, o grupo tem aproveitado bem o
educativas? tempo. Sem dúvida, a roda de conversa é o
principa l foco de envolvimento, característica
que contribui para a maior credibilidade de
nossas ações, alinhando todo o pro cesso
educativo.

6. O que pode ser sistematizado? Já é O que pode ser sistematizado são as


possível construir uma “teoria do experiências individuais e coletiva s, as ações e
conh ecimento”? rea ções de quem participa das atividades e a
questão do reap roveitamento e valorização do
espa ço e do material que se tem.

7. O que necessita ser ainda praticado Criar cada vez mais estratégias no sentido de
para alcançar os objetivos? desenvolver atividades lúdicas e diferentes,
buscando maior envolvimen to das pessoas para
multiplicar as experiências e juntos disseminar
conh ecimento e aprendizagem.

8. Se o projeto encerrasse hoje, ele O projeto já conseguiu muitos avanços, mas


estaria longe ou perto do objetivo? ainda estamos longe de alcança r o objetivo.
Te mos que envolver mais as pessoas da
comunidade no processo de aprendizagem das
crianças e fazer com que a comunidade se
aproprie disso e do projeto, para nos aproximar

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 29


cada vez mais do nosso ob jetivo.

9. Há necessidade de “correção de rumo” Não. Esta mos sempre buscando melhoras, o


nas atividades? Na metodologia ? que contribui para refletir nossas açõe s e
prá ticas de forma simples, para que possamos
conta giar a todos.

10. O nosso prazer, a ale gria e a vontade Aumentaram. Os grupos de mães-cuidadoras e


em re lação ao projeto aumentaram ou agen tes comunitários de educação estão cheios
diminuíram? Por quê? de expectativa em relação a 2008, mostrando
muita animação e disposição para fazer um
trabalho de q ualidade.

• MDI - Mane iras Dife rentes e Inovadoras

Perguntas Açõe s Te mpo re sponsável

Lucélia,
De quantas Diário de Adrian a.
Diagnóstico de aprendizagem.
maneira s abril/novembro/2008 Cinnthia, Joice,
diferentes e Claudiene, Aline
inovadoras Visita às casas das crian ças Abril a maio Joice e L ucélia
aplicar atividades
para obter Diário de
Jogos
maiores índices abril/novembro/2008
Joice, Claudiene
de aprend izagem Brincadeiras Diário e Aline
com a criança, a
partir atividade s Rodas de conversa Diário
rea lizadas. Claudiene e
Algibeira e Bornal de Livros 2 vezes /semana
Lucélia
15/15 até o dia 25 de
Pedagogia das placas Joice
junho.
15/15 dias até Cinnthia e
Oficina de leituras
novembro Adrian a
Oficina de b rinquedos na
escola Mensal Lucélia e Aline
Contação de histórias 1 vez/se mana
Lucélia,
até novembro 2008
Visita à Biblioteca Abril Aline
Lucélia,Adriana.
Construção de uma
Abril Cinnthia,Joice,
brinquedo teca
Claudiene, Aline
Teatros (Bonecos, sombra, 1 vez /semana até
rua, dedo.) novembro 2008 Cinthia

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 30


Lucélia,Adriana.
Fo lia do L ivro na escola 18 de abril Cinnthia,Joice,
Claudiene,Aline
Filme
2 vezes/mês Joice
Lucélia,Adriana.
Horta Mensal Cinnthia,Joice,
Claudiene,Aline
Maio a novembro -
Batucão uma vez/mês na Adrian a
escola
5 em 15 dias, de abril
Mediação de leitura a maio Joice e Cinnthia
Joice,
Roda de viola 2 em 2 meses
2 em 2 meses, de
Teatros
maio a novembro Aline e L ucélia
Contação de história 1 vez/mê s
Experimentaçã o de receitas 1 vez/mê s Claudiene
alternativas.
Lucélia,Adriana.
Oficina de reciclagem 2 em 2 meses Cinnthia,Joice,
De quantas Claudete,Aline
maneira s Batucão
2 em 2 meses Aline
diferentes e
inovadoras Horta mandala Mensal, a p artir de Lucélia e
envolver a abril. Claudiene
comunidade nas Roda de conversa e causos 1 vez/mê s Adrian a
atividades do Filmes 15 em 15 dias Joice, Lu célia
pro jeto? Oficina de permacultura,
constru ção de caixa coletora Abril Patrícia
da água da chuva.
Oficina de remédios 1 vez /mês Adrian a
Construção do quiosque
Maio Patrícia

Adrian a e
Pedagogia do sabão 1 vez/mê s
Cinnthia

Espiral de ervas Maio a outubro Joice


De quantas Passeio ecológico com a s
Junho e ou tubro Cinnthia
maneira s crian ças.
diferentes e Lucélia,Adriana.
inovadoras Plantação e trocas de mudas. Junho a no vembro Cinnthia,Joice,
otimizar o Claudete,Aline
compromisso Oficina de tinta de terra
ambiental com as Julho e outub ro Adrian a

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 31


crianças e a ACEs, mãe s-
comunidade? Mutirão de limpe za Setembro cuidado ras e
comunidade
Oficina de b rinquedos com a
2 em 2 meses Lucélia e Aline
comunidade
Teatro 2 em 2 meses Cinnthia e Joice
Mandalas e espirais de ervas Mensal
Oficina de permacultura,
constru ção de caixa coletora
Abril Patrícia
da água da chuva e de b uraco
para lixo.
Lucélia,
Confecção de copos com
Adrian a.
latas de con servas, coetê de
Abril , maio e junh o Cinnthia, Joice,
coco, garrafas para a folia do
Claudete, Aline
livro.

Virgem da Lapa: Cidade Educativa 32