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Oração

Ajoelhei-me para orar, no fim do dia


Dizendo: Ó Senhor a todos vem abençoar
E a dor dos tristes corações alivia
Fazendo os doentes a saúde recobrar.

Despertei, com novo dia pela frente


E segui meu caminho, indiferente;
Sem um instante sequer procurar
Uma única lágrima enxugar.

Terminei o dia sem ter -me lembrado


De visitar o doente da casa ao lado.
Mas no fim do dia novamente pus-me a orar
Dizendo: Ó Senhor a todos vem abençoar

Desta vez, porém, ouvi claramente


Uma voz sussurrar suavemente:
Pensa, agora filho meu antes de orar
Quem procuraste neste dia abençoar?

As bênçãos mais carinhosas de Deus


Sempre chegam pelas mãos de servos seus.

Envergonhado, escondi o rosto a chorar,


Dizendo: Perdoa-me, ó Deus, por não tentar
Concede-me mais um dia e viverei
Fazendo aquilo pelo que orei.

Alma

Para cima, minh´alma; não desanimai.


Vossos olhos erguei e do chão afastai

Os grilhões da terra procurai abater


Do espírito a fonte buscai receber

E assim, quando eu saio para ficar agora


Junto aos meus semelhantes do mundo lá fora

Permanecei por perto, meus passos a guiar,


E que sempre eu possa em vosso amor habitar.

Sião

Não penseis, ao ir para Sião


Que vossos problemas vão-se acabar
Que somente conforto e prazer
Estarão lá a vos esperar.

Não penseis, ao ir para Sião


Que tudo será puro e santo;
Que a fraude e o engano morrerão
Sem demora, por encanto.

Não penseis, ao ir para Sião,


Que o prêmio já foi conquistado,
Que a guerra já foi ganha
E a salvação, alcançada.

Não, pois o príncipe das trevas


Dez vezes mais se oporá
Quando vos vir a caminho da fonte
De onde a verdade jorra sem cessar.

Tarefas

Persista em sua tarefa até completá-la;


Muitos começam, mais poucos terminam
Honra, poder, posição e louvor
Virão com o tempo, àquele que perseverar.

Persista em sua tarefa até completá-la;


Dedique-se, trabalhe arduamente e sorria;
Pois da dedicação, do trabalho e do sorriso
Surgirão, depois de algum tempo as vitórias da vida.

"As escolhas particulares não são tão particulares: todas ekas tem conseqüências
coletivas (...) Nossa sociedade é a soma do que milhões de pessoas fazem em sua
vida particular. Essa soma de conduta particular tem conseqüências públicas
mundiais de magnitude extrema. Não existem escolhas particulares." Presidente
James E. Faust

Que classe de homem você é?

Homens-porta: Não sabem cumprir sua obrigação sem ranger.


Homens-árvore: Dão galho por qualquer motivo.
Homens-rio: Quando saem do leito causam encrenca.
Homens-papel: Só servem para embrulhar, complicando o que é simples.
Homens-vassoura: Só andam onde há lixo. Adoram o mundo da fofoca.
Homens-espelho: Só vêem a si mesmos e sempre com vidro de aumento.
Homens-romance: Vivem fora da realidade. Lembram as telenovelas.
Homens-borboleta: Revoam de flor em flor.
Homens-Posto de gasolina: Vivem enchendo.
Homens-carroça: Quando mais vazios, mais barulho fazem.
Homens-balão: Muito inchados, mais só de vento e superficialidade.
Homens-trepadeira: Agarram-se aos outros para subir na vida.
Homens-bateria: Cautela, não encoste neles! Pode dar faísca, incêndio.
Homens-guarda de trânsito: só funcionam quando postos na rua.
Homens-vítima: Só encontram felicidade quando a gente fica com pena deles.
Homens-guitarra moderna: falam e gritam com todo o volume aberto.

OU
Homens-cirineu: Ajudam o próximo a carregar sua cruz.
Homens-alegria: Por onde passam semeiam bondade e amor.
Homens-esperança: Acreditam nos homens e em um mundo melhor.
Homens-comunidade: Trabalham e labutam de mãos dadas com seus irmãos.
Homens-oração: Oram e dão o melhor de si mesmos, sem fazer publicidade.
Homens-ponte: Ligam as duas margens, o tempo e a eternidade.
Homens-perfume: Plantam flores ao longo de seus caminhos.
Homens-véu: Enxugam lágrimas e confortam corações aflitos.
Homens-cálice de redenção: Transportam Cristo e seu evangelho no gesto humilde
de quem está a serviço e reconhece ser um instrumento. O mais importante
instrumento do Senhor nesta terra.

Acreditar e Perseverar

Grande parte do nosso bem-estar espiritual depende de nossa habilidade de


desenvolver e exercitar fé na divindade de Jesus Cristo. O Élder Maxwell explica:
"Todos nós, porém, nos encontramos em diferentes pontos desse processo. Por isso
a alguns é dado saber a outros é dado acreditar em suas palavras". Enquanto
estamos desenvolvendo nossa fé em Jesus Cristo, podemos encontrar força nos
testemunhos e exemplos dos outros. Enquanto estamos desenvolvendo nosso
testemunho, as certezas de outros podem servir de pontes para sustentar-nos em
nossa jornada. Entretanto, cada um de nós precisará ter o próprio testemunho algum
dia. Sem ele, não perseveraremos na fé até o fim. O presidente Lee disse: "Nossa
primeira responsabilidade é assegurar nossa conversão... Convertam-se, pois
ninguém poderá sobreviver com a luz alheia".

O Dom do Espírito Santo

O Dom do Espírito Santo adapta-se a todos os órgãos ou atributos. Aviva todas as


faculdades intelectuais, amplia, aumenta, expande e purifica todas as paixões e
afeições naturais e as adapta pelo dom da sabedoria ao seu uso correto e legítimo.
Inspira, desenvolve, cultiva e faz amadurecer toda a simpatia, todas as alegrias,
gostos, sentimentos de afinidade elevados e afeições de nossa natureza. Inspira a
virtude, bondade, benignidade, ternura, gentileza e caridade. Desenvolve a beleza da
pessoa, sua forma e traços. Enaltece a saúde, o vigor, o ânimo e o sentimento social.
Revigora todas as faculdades do homem físico e intelectual. Fortalece e dá tonicidade
aos nervos. Em suma, Ele é, de fato, medula para os ossos, alegria para o coração,
luz para os olhos, música para os ouvidos e vida para todo o ser." Parley P. Pratt

"Aquilo que persistimos em fazer torna-se fácil. Não que a natureza da coisa mude,
mas nossa capacidade para fazê-la é aumentada". Heber J. Grant

Um tributo à esposa depois de cinqüenta anos

O grupo ficou em silêncio, quando Karl Brunel levantou a mão, pedindo que se
calassem. "Gostaríamos de ouvir uma ou duas palavras de mamãe e papai agora.
Papai, você primeiro. Leo Brunel levantou-se e caminhou vagarosamente para a
frente do salão. Ele não era um homem bonito; a idade tinha curvado os seus
ombros, havia linhas profundas ao redor de seus olhos, e o que restava do seu cabelo
era de um cinza prateado. Mas ao olhar para aquele grupo, seu sorriso era como o de
um rapaz que tivesse acabado um prato de bolachas quentinhas. Por um longo
momento, ele olhou para a mulher que estava sentada numa das cadeiras da frente,
e que sorria também para ele; por fim, ele olhou cuidadosamente o seu relógio.
"Exatamente cinqüenta anos e trinta e oito minutos atrás, ajoelhei-me no altar com
uma jovem de cabelos escuros e olhos castanhos, que eu considerava a mais
adorável criatura de Deus que jamais tinha visto. Um homem que possuía o poder
divino estava à frente do altar e nos selou para o tempo e para a eternidade." Ele fez
uma pausa. "Não pretendo compreender a eternidade," disse finalmente, "mas tenho
algum conceito de tempo. Por exemplo, nas cinco décadas a partir daquele dia,
passei cerca de quarenta horas por semana em associação profunda, significativa e
íntima com aquela mulher. Em cinqüenta anos, isso vem a ser cerca de 104000 horas
de comunhão pessoal e íntima. Isso é mais tempo do que passei com os sócios nos
negócios, irmãos da igreja, bons amigos e até mesmo meus pais e meus próprios
filhos. Se duas pessoas tentassem igualar essa soma num período de tempo, o mais
curto possível, teriam que ficar juntos constantemente, sem interrupção, vinte e
quatro horas por dia, todos os dias, durante onze anos, dez meses e vinte e quatro
dias. Tivesse eu passado esse tempo na escola, teria conseguido um diploma
universitário, um mestrado, um doutoramento, e ainda, poderia ter feito três anos de
pesquisas após meu doutoramento. Depois poderia ter repetido todo o ciclo cinco ou
seis vezes. Apenas o evangelho de Jesus Cristo teve sobre o que sou e o que realizei,
um efeito tão profundo quanto o que teve esta mulher. Mesmo nas minhas
meditações mais profundas, não posso imaginar que espécie de homem estaria
diante de vocês neste dia, se a sua influência me fosse tirada subitamente. A face
enrugada suavizou-se, parecendo que ele lembrara de algo. "Tão perfeitamente
entrosados nos tornamos, que ela pode dizer-me páginas com um simples olhar,
chamar-me ao arrependimento com o toque de sua mão, tirar-me do desespero com
o traço de um sorriso, levar-me à dor com o tremer de seus lábios, ou inspirar-me à
grandeza com o menear de sua cabeça. Deus certamente deve ter olhado para Leo
Brunel e sabido que este homem desajeitado e abrasivo tropeçaria
desordenadamente pela vida, se deixado só. E assim ele deu ao meu rude exterior a
suavidade protetora do seu encanto, alisou a superfície áspera e irregular com o
calor gentil do seu sorriso, preenchendo as lacunas com a plenitude da sua
personalidade." Leo Brunel parou, e depois continuou devagar, molhando
diretamente para sua esposa. "Vibro com cada fibra do meu ser, quando penso no
que ainda posso tornar-me, quando nossas cem mil horas de associação se
expandirem para um milhão de bilhão, na vasta expansão da eternidade. Mesmo a
condição de deidade, se eu for tão afortunado que a conquiste, será ganha somente
com a ajuda dela."

"A mão que balança o berço governa o mundo." (Spencer W. Kimball)

"A mulher não foi tirada dos pés do homem para não ser por ele pisada; nem de sua
cabeça, para não se achar maior do que ele. Mas, sim da costela, embaixo do
coração, para reinar ao seu lado e ser por ele amada." (Camila Kimball)

A Ilha
Era uma ilha que vivia no meio do oceano. Levava uma vida tranqüila, sem grandes
questionamentos. Conhecia outras ilhas e com elas se comunicava. Um dia porém uma idéia a
inquietou: se toda vez que a maré baixava, uma porção de terra se descobria, então até que
ponto haveria terra? Isso lhe tirou o sono por várias noites. De repente seu conceito sobre si
mesma mudou. Sempre se considerara uma porção de terra boiando à superfície da água, isso
era ponto pacífico, todas as outras ilhas também pensavam assim. Mas agora já não podia
acreditar nisso. Uma ilha não terminava ali na superfície. Não. Continuava pra baixo. Uma ilha
era na verdade uma... montanha. Saber que ela continuava além do que pensava ser era algo
espantoso de se pensar. Assim, dia após dia, a ilha prosseguiu em seus esforços de auto-
investigação - queria saber até onde existia. Mas à medida que sua atenção mergulhava em si
mesma, as águas ficavam mais escuras. Era preciso cada vez mais concentração pra não se
perder. Ela prosseguiu e descobriu que o que existia abaixo da superfície possuía vida própria
e, mesmo sem ser reconhecido, era capaz de interagir e até determinar o que existia acima.
Uma ilha não era algo tão independente quanto pensava. Muito tempo se passou até que se
convencesse de que era mesmo uma montanha com o pico emerso. E muito mais tempo para
compreender que não flutuava solta nas profundezas do oceano: ela estava presa a uma base
e essa base era uma enorme extensão de terra que funcionava como chão. Vinham de lá todas
as ilhas. E para lá voltariam todas quando os movimentos da terra e das águas as forçassem a
isso. Mas as ilhas não sabiam da montanha e muito menos da terra ao fundo. Por isso as reais
motivações do que faziam eram na maior parte desconhecidas. Se a montanha era a parte
inconsciente de cada ilha, o fundo do mar era o inconsciente maior, único, de todas elas. Ao
entender esse fato a ilha lembrou do tempo em que sua consciência de si própria se limitava
àquela minúscula porção de terra à superfície. Todas as ilhas vêm do mesmo lugar... - ela
repetiu, intrigada - porque são feitas da mesma terra. A areia e os nutrientes que as raízes de
suas plantas colhem vêm do mesmo chão. Todas as ilhas que existem são no fundo uma coisa
só... A ilha viu que eram idéias grandes demais, confundiam a mente. Aquela auto
-investigação era importante mas era preciso muita atenção durante o processo. Só assim
poderia voltar à superfície sempre que quisesse.
Enquanto tudo isso acontecia, as outras ilhas observavam seu comportamento e não
entendiam. Concluíram então que estava louca e espalharam a notícia. A ilha sentiu-se só. Mas
como poderia condená-las por não compreenderem o que ela descobrira? Pensando melhor,
eram todas partes dela mesma! Então ela mesma ainda não se compreendia inteiramente...
Foi então que a ilha percebeu, num clarão de compreensão, que toda aquela vasta extensão
de terra inconsciente funcionava como um útero a expulsar pequenos pedaços de si mesma,
forçando-os a ir à superfície. Uma vez lá, eles se entendiam ilhas e começavam então sua
aventura individual em busca de saber quem eram, aventura que podia durar anos, séculos,
milênios, mas que um dia chegaria à mesma conclusão: todas as ilhas eram montanhas e
todas as montanhas na verdade eram uma só extensão de terra a se experimentar em cada
uma delas.
Mas por que a terra fazia isso? Talvez pra ela própria aprender com a experiência de cada ilha.
Ao morrer uma ilha trazia à terra sua experiência pra servir de aprendizado às futuras ilhas.
Uma ilha continha em si, sem se dar conta, a mesmíssima areia das que a antecederam. A
terra como um todo estava sempre aprendendo cada vez mais sobre si mesma... Era mesmo
uma tremenda aventura - pensou a ilha enquanto se divertia com os olhares estranhos que as
outras lhe lançavam. Uma aventura de cada ilha. Mas também da terra inteira.

A Vaquinha
Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao
longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita... Durante o percurso ele
falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que
temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sitio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira, os
moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou
do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: "Neste lugar não há sinais de
pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?" E o
senhor calmamente respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros
de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha
por outros gêneros alimentícios e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para o nosso
consumo e assim vamos sobrevivendo."
O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se
despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: "Aprendiz,
pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali à frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo." O jovem
arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único
meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre,
foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo
dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar àquele mesmo lugar e contar tudo
àquela família, pedir perdão e ajudá-los. E assim o fez. Quando se aproximava do local,
avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e
algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela
humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e, chegando lá, foi
logo recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há
uns quatro anos. O caseiro respondeu: "Continuam morando aqui." Espantado, o discípulo
entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): "Como o senhor melhorou este
sítio e está tão bem de vida?" E o senhor, entusiasmado, respondeu: "Nós tínhamos uma
vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e
desenvolver habilidades que nem sabíamos que podíamos, assim alcançamos o sucesso que
seus olhos vislumbram agora!"
Moral da história: Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para
sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua e empurre morro abaixo.
Em vez de esperarmos que alguém "empurre nossa vaquinha morro abaixo" devemos BUSCAR
nosso próprio bem. Basta termos coragem de entrar "nesse desconhecido" e alcançar o
melhor.

"Amar ou Ser Amado"


Se pudéssemos escolher apenas uma alternativa...
O que seria mais importante?
Amar ou ser Amado?
Por mais que pensemos
fica realmente difícil encontrar uma resposta...
Mas podemos tentar...
Vamos presumir que a alternativa escolhida fosse Amar...
Como é bom Amar...
Sentir o coração bater mais forte...
As mãos frias e trêmulas...as pernas fracas...
o sorriso nos lábios...
Sim, porque o sorriso faz parte do amor e como faz!
Quando amamos, temos o privilégio de sorrir mais...
Sorrimos até quando estamos parados, com o pensamento longe...
Sorrimos das próprias lembranças que esse amor nos traz...
e muitas vezes, quando nos damos conta,
estamos lá, não importa aonde,
mas estamos com o sorriso nos lábios...
até mesmo parado no farol a caminho de casa...
no meio de um trabalho...
quem estiver prestando atenção na gente,
provavelmente não vai entender nada...
mas, se essa pessoa também já amou alguma vez na sua vida...
Ah, com certeza vai entender porque estamos assim...
e vai sorrir também só em lembrar como ele já
ficou um dia por causa do amor...
Quando pensamos na pessoa amada, uma enorme sensação
de leveza vai tomando conta do nosso corpo...
da nossa mente...da nossa alma...assim, sem pedir licença...
Mas é uma sensação tão maravilhosa que não importa,
ela é tão boa que não precisa mesmo pedir licença...pode
ir entrando e tomando conta do nosso ser, sensação de plenitude...
E, agora, vamos pensar na outra escolha...
Ser amado...
Como é maravilhoso também saber que existe alguém que nos ama...
Que se importa conosco...
Que se preocupa com tudo o que nos possa acontecer...
Que teme que nos aconteça algo de errado...
A pessoa que nos ama está sempre vigilante...
Tentando nos proteger de situações que poderiam nos machucar, e
conseqüentemente machucar a esta pessoa também, sim, porque não
podemos nos esquecer de tudo que foi dito anteriormente sobre amar...
Quando somos amados, se algo de errado nos acontece, o ser que nos ama sofre muito com
isso, talvez sofra mais do que nós mesmos poderíamos sofrer...
O ideal seria escolher as duas alternativas
Amar e ser Amado,
pois os dois sentimentos se completam...
Mas, nem sempre é assim...
O ideal seria:
Saber Amar e ser Amado,
mas isto é privilégio de poucos...
talvez privilégio de quem já aprendeu muito com o amor, já cresceu muito
com ele, e por isso talvez até consiga entende-lo melhor...
O ideal seria:
Amar sem sufocar... Amar sem aprisionar...
Amar sem cobrar... Amar sem exigir...
Amar sem reprimir, simplesmente Amar...
E ser Amado sem se sentir sufocado...
Sem se sentir aprisionado...
Sem se sentir cobrado...
Sem se sentir exigido...
Sem e sentir reprimido
Simplesmente ser Amado!
Pois do que nos adiantaria Amar sem ser Amado
e ser Amado sem Amar?
Amor na Latinha de Leite
Um fato real...
Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela - um deles de cinco anos e o outro de
dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam
famintos: ' vai trabalhar e não amole', ouvia-se detrás da porta; 'aqui não há nada
moleque...', dizia outro... As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças...
Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes: 'Vou ver se tenho alguma coisa para vocês...
coitadinhos!' E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos: 'você é
mais velho, tome primeiro...e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta,
mexendo a ponta da língua'. Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais
velho olhando de lado para o pequenino...! Levava a lata à boca e, fazendo gesto de beber,
apertava fortemente os lábios para que por eles não penetrasse uma só gota de leite. Depois,
estendendo a lata, diz ao irmão: 'Agora é sua vez. Só um pouco.'
E o irmãozinho, dando um grande gole exclamava: 'como está gostoso!'
'Agora eu', dizia o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebia nada.
'Agora você', 'Agora eu', 'Agora você', 'Agora eu'... E, depois de três, quatro, cinco ou seis
goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgotava o
leite todo... ele sozinho.
Esse 'agora você', 'agora eu' encheram-me os olhos de lágrimas...
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a
sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração
trasbordante de alegria... Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário,
ou melhor, com a naturalidade de quem estava habituado a fazer coisas extraordinárias sem
dar-lhes maior importância.
Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, 'quem dá é mais feliz do que quem
recebe.' É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal
elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que
nós lhe prestamos."
Você já encontrou meninos como estes acima? Como você reagiu? Na próxima vez que
encontrar uma criança carente pergunte-lhe o seu nome e ofereça algo mais do que uma lata
de leite - ofereça um pouco da sua atenção!
Como você poderia hoje encontrar um pouco desta "felicidade" fazendo a vida de alguém
melhor, mais "gostosa de ser vivida"? Vamos lá, levante-se e faça o que for necessário!

APRENDER A FLORESCER
Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles.
Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã.
Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele.
Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras
tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia
abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o
casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o
ajudou a tirar a farda e deitar-se.
Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento que começava às cinco horas da manhã e
terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido.
Escreveu para a mãe, dizendo que não agüentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.

Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso lhe enviou
uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
"Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava
estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama.
Abraços. Mamãe."
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo.
Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol.
Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu tão aplicada estava
em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo.
Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca
de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso
depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles com a vida
enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a
colocara.
Existem flores nos jardins bem cuidados.
Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra,
perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é
plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que e as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis.

Aprenda a Viver

Era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso.
Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite
anterior fora deitar muito tarde. Também não havia dormido bem.
Tinha tido um sono agitado. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se
levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado
nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas.
Nem sequer percebeu um aglomerado de pelos teimosos que escaparam da lamina de barbear.
"A vida e uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher", pensou enquanto jogava a
roupa por cima do corpo.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom-dia", sem convicção.
Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que
os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos
de casamento. Não entendia por que ela se queixava tanto da ausência dele e vivia
reivindicando mais tempo para ficarem juntos.
Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não
bastava?
Claro que não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre,
abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma canção antiga do
Roberto Carlos, " detalhes tão pequenos de nós dois..."
Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida.
Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tarde de domingo. Mas isso
fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.
Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado
os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia
para ver o neto e o convidou para almoçar.
Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele
dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria
impossível. Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita
saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível:
realmente, era impossível.
Chegou a empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era
muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de
que pessoa de valor não desperdiça, seu tempo com conversa fiada.
No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um
refrigerante diet.
O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte.
Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou
que tipo de lanche estava mastigando. Enquanto mastigava relacionava os telefonemas que
deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou.
Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas,
de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo concluiu que era um mal-estar
passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar. Terminado o "almoço",
escovou os dentes e voltou a sua mesa. "A vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais
decisões a tomar, mais compromissos a cumprir.
Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse
o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados.
Será que o gerente não conseguia entender isso?
Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de
dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no
miolo da terra, e não no subsolo do prédio.
Entrou no carro, deu partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal-
estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar... a dor foi aumentando... o
carro desapareceu... os outros carros também.... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade
da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que
surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem.
Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via
esposa, o netinho, a filha e, umas após outra, todas as pessoas que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito a porta
de casa quando ele estava saindo, hoje de manha? Por que não foi pescar com os amigos no
último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do
arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou
a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos
escorreram lágrimas silenciosas. Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para
casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto... Queria ... Queria...Mas não deu
tempo...

As Estrelas
Há pessoas estrelas;
Há pessoas cometas.
Os cometas passam.
Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As estrelas permanecem.
Os cometas desaparecem.
Há muita gente cometa.
Passam pela vida da gente apenas por instantes, gente que não prende ninguém
e a ninguém se prende.
Gente sem amigos.
Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.
Há muita gente cometa.
Assim são muitos e muitos artistas.
Brilham apenas por instantes nos palcos da vida.
E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem.
Assim são muitos reis e rainhas de todos os tipos.
Reis de nações, rainhas de clubes ou concurso de beleza.
Assim rapazes e moças que se enamoram e se deixam com a maior facilidade.
Assim são pessoas que vivem numa mesma família e que passam pelo outro sem
serem presença.
Importante é ser estrela.
Estar presente.
Marcar presença.
Estar junto.
Ser luz. Ser calor. Ser vida.
Amigo é estrela.
Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração.
Coração que não quer enamorar-se de cometas que apenas atraem olhares
passageiros.
E muitos são cometas por um momento.
Passam, a gente bate palma e desaparecem.
Ser cometa é não ser amigo.
É ser companheiro por instantes.
É explorar sentimentos.
É ser aproveitador das pessoas e das situações.
É fazer acreditar e desacreditar ao mesmo tempo.
A solidão de muitas pessoas é conseqüência de que não podem contar com
ninguém.
A solidão é resultado de uma vida cometa.
Ninguém fica.
Todos passam.
E a gente também passa pelos outros.
Há necessidade de criar um mundo de estrelas.
Todos os dias poder vê-las e senti-las.
Todos os dias poder contar com elas.
Todos os dias ver sua luz e calor.
Assim são os amigos.
Estrelas na vida da gente.
Pode-se contar com eles.
Eles são uma presença.
São aragem nos momentos de tensão.
São luz nos momentos escuros.
São pão nos momentos de fraqueza.
São segurança nos momentos de desânimo.
Olhando os cometas é bom não sentir-se como eles.
Nem desejar prender-se em sua cauda.
Olhando os cometas é bom sentir-se estrela.
Marcar presença.
Ter vivido e construído uma história pessoal.
Ter sido luz para muitos amigos.
Ter sido calor para muitos amigos.
Ter sido calor para muitos corações.
Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é
um desafio, mas acima de tudo uma recompensa.
É nascer e ter vivido e não apenas existido.

Atitude é Tudo
Jerry era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre
tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a ele "Como vai você?", ele
respondia:
"MELHOR QUE ISSO, SÓ DOIS DISSO! "
Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, porque todos os garçons seguiam seu
exemplo. A razão dos garçons seguirem Jerry era por causa de suas atitudes. Ele era
naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Jerry
prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.
Observando seu estilo, realmente me deixava curioso, então um dia eu Perguntei para Jerry:
"Eu nao acredito!! Você nao pode ser uma pessoa positiva o tempo todo... Como você
consegue?".
E ele respondeu: "Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Jerry você tem duas escolhas
hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral...Então eu escolho estar de
alto astral.
A todo momento acontece alguma coisa desagradável, eu posso escolher ser vítima da
situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! Todo
momento alguém vem reclamar da vida comigo, eu posso escolher aceitar a reclamação, ou
posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado
positivo da vida."
Então eu argumentei: "Ah certo!! Mas não é tão fácil assim!!" "É fácil sim" Jerry disse... "A
vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que
sobra são escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe como reagir às situações. Você
escolhe como as pessoas irão afetar no seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou
nervoso... Em suma: É escolha sua como você vive sua vida!".
Eu refleti no que Jerry disse. Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu
próprio negócio. Nós perdemos contato, mas frequentemente eu pensava nele quando eu
tomava a decisão
de viver ao invés de ficar reagindo às coisas.
Alguns anos mais tarde, eu ouvi dizer que Jerry havia feito algo que nunca se deve fazer
quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, consequentemente,
foi rendido por três assaltantes Armados. Enquando ele tentava abrir o cofre, sua mão,
tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram
nele e fugiram.
Por sorte, Jerry foi encontrado relativamente rápido e foi levado às pressas ao pronto-socorro
local. Depois de 18hs de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi
liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.
Encontrei com Jerry seis meses depois do acidente. Quando eu perguntei: "Como vai você?"
ele respondeu: "Melhor que isso, só dois disso!! Quer ver minhas cicatrizes?" Enquanto eu
olhava as cicatrizes, eu perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o
restaurante.
"A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos
fundos..." ele respondeu. "Então, depois que eu estava baleado no chão, lembrei que tinha
duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver".
Eu perguntei: "Você nao ficou com medo? Você nao perdeu os sentidos?" Jerry continuou: "Os
paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que
tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergencia e eu vi as
expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia:
'Ele é um homem morto'. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa." "O que você fez?" eu
perguntei. "Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas...
Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa...
'Sim', eu respondi.
Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando por minha resposta...
eu respirei fundo e respondi: 'Balas!!'
Enquanto eles riam eu disse: 'Eu estou escolhendo viver. Me operem como se estivesse vivo,
não morto." Jerry sobreviveu graças à experiencia e habilidade dos médicos, mas também por
causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher
viver a vida em sua plenitude, viver por completo.
Atitude, portanto, é fundamental.

As Olimpíadas
Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove dos participantes, todos com
deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao
sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si,
terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu
rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam
para trás.
Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down,
ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar".
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam
ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.
Por que?
Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.
O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o
passo e mudar de curso.

A Lição da Borboleta
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou observou a
borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse
através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o
homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as
asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se
afirmar a tempo.
Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo
murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo
apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o
modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de
modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos
deixaria aleijados.
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi Força... e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria... e Deus me deu Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade... e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."

A carroça
Uma das grandes preocupações de nosso pai,quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos
compreender o quanto a cortesia é importante na vida.
Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas, de
interromper a conversa quando alguém está falando.
Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro.
Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que
me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos
pássaros.
Acedi com grande alegria e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da
relva.
Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... Disse ele. É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
- Ora, é muito fácil saber que é uma carroça vazia. Sabe por que?
- Não! Respondi intrigado.
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz. Não disse mais nada, porém deu-me
muito em que pensar.
Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna,
interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por
distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão e estar
ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
A Casa Queimada
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que
Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o
piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse
em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não
habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da
morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas arvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha
para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava
proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia
dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia, ele
estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida
abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua
casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu
preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar
todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
"Vamos rapaz,?"
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em
sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
"Vamos rapaz, nós viemos te buscar"
"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"
"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio
parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de
volta para os seus queridos.
Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Em
Romanos 8:28 lemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.
Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo.
É preciso crer e confiar!

A Estrela do Mar
Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de
pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava
em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao
chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia
para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
"Por que está fazendo isso?" perguntou o escritor.
"Você não vê?" explicou o jovem "A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e
morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor espantou-se:
"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de
milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas
de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma".
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor:
"Para essa aqui eu fiz a diferença..."
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia,
procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao
oceano.
Faça diferença na vida de alguém hoje. Uma palavra de estímulo, um pequeno elogio é algo
que com certeza vai ser importante.

A história de um folha...
(Assim é a vida)
A primavera passou. E o verão também.
Era uma vez uma folha, que crescera muito.
A parte intermediária era larga e forte, as cinco pontas eram firmes e afiladas.
Surgiu na primavera, como um pequeno broto num galho grande, perto do topo de uma árvore
alta.
A folha estava cercada por centenas de outras folhas, iguais a ela. Ou pelo menos assim
parecia. Mas não demorou muito para que descobrisse que não havia duas folhas iguais,
apesar de estarem na mesma árvore.
Alfredo era a folha mais próxima. Mário era à folha a sua direita.
Clara era a linda folha por cima. Todos haviam crescido juntos.
Aprenderam a dançar à brisa da primavera, a se esquentar indolentemente ao Sol do verão, a
se lavar na chuva fresca.
Mas Daniel era seu melhor amigo. Era a folha maior no galho e parecia que lá estava antes de
qualquer outra. A folha achava
que Daniel era o mais sábio. Foi Daniel quem lhe contou que eram parte de uma árvore. Foi
Daniel quem explicou que estavam crescendo num parque público. Foi Daniel quem revelou
que a árvore tinha raízes fortes, escondidas na terra lá embaixo. Foi Daniel quem falou dos
passarinhos que vinham pousar no galho e cantar pela manhã.
Foi Daniel quem contou sobre o Sol, a Lua, as Estrelas e as estações.
Fred (Alfredo) adorava ser uma folha. Amava o seu galho, os amigos, o seu lugar bem alto no
céu, o vento que o sacudia, os raios de Sol que o esquentavam, a Lua que cobria de sombras
suaves.
O verão fora excepcionalmente ameno. Os dias quentes e compridos eram agradáveis, as
noites suaves eram serenas
e povoadas por sonhos. Muitas pessoas foram ao parque naquele verão.
E sentavam sob as árvores. Daniel contou à folha que proporcionar sombra era um dos
propósitos das árvores.
- O que é um propósito? - Perguntou a folha.
- Uma razão para existir - Respondeu Daniel -
Tomar as coisas mais agradáveis para os outros é uma razão para existir. Proporcionar sombra
aos velhinhos que procuram escapar do calor de suas casas é uma razão para existir.
Oferecer um lugar fresco onde as crianças possam brincar. Abanar com as nossas folhas as
pessoas que vem fazer piqueniques, com suas toalhas quadriculadas. Tudo isso são razões
para existir.
A folha tinha um encanto todo especial pelos velhinhos.
Sentavam em silêncio na relva fresca, mal se mexiam.
E quando conversavam era aos sussurros, sobre os tempos passados.
As crianças também eram divertidas, embora as vezes abrissem buracos na casca da árvore
ou nelas esculpissem seus nomes. Mesmo assim era divertido observar as crianças.
Mas o verão da folha não demorou a passar...
E chegou ao fim numa noite de outubro.
A folha nunca sentira tanto frio. Todas as outras folhas estremeceram com o frio. Ficaram
todas cobertas por uma
camada fina de branco, que num instante se derreteu e deixou-as encharcadas de orvalho,
faiscando ao Sol. Mais uma vez foi Daniel quem explicou que haviam experimentado a primeira
geada, o sinal de que era outono e que o outono viria em breve.
Quase que imediatamente, toda a árvore, mais do que isso, todo o parque, se transformou
num esplendor de cores. Quase não restava qualquer folha verde. Alfredo se tornou de um
amarelo intenso. Mário adquiriu um laranja brilhante. Clara virou de um vermelho ardente.
Daniel estava púrpura. E a folha ficou vermelha, dourada e azul. Todos estavam lindos.
A folha e seus amigos converteram a árvore num arco-íris.
- Porque ficamos com cores diferentes, se estamos na mesma árvore? ... Perguntou a folha.
- Cada um de nós é diferente. Tivemos experiências diferentes. Recebemos
o Sol de maneira diferente. Projetamos a sombra de maneira diferente.
Por que então não teríamos cores diferentes? Foi Daniel, como sempre, quem falou. E Daniel
contou ainda que aquela estação maravilhosa se chamava outono.
E um dia aconteceu uma coisa muito estranha. A mesma brisa que, no passado, os fazia
dançar começou a empurrar e puxar suas hastes, quase como se estivesse zangada. Isso fez
com que algumas folhas fossem
arrancadas de seus galhos e levadas pela brisa, reviradas pelo ar, antes de caírem suavemente
ao solo.
Todas as folhas ficaram assustadas.
O que está acontecendo? ...perguntaram umas as outras, aos sussurros.
- É isso o que acontece no outono - explicou Daniel.
É o momento em que as folhas mudam de casa. Algumas pessoas chamam a isso de morrer.
- E todos nós vamos morrer? perguntou a folha
- Vamos, sim - respondeu Daniel - Tudo morre.
Grande ou pequeno, fraco ou forte, tudo morre. Primeiro, cumprimos a nossa missão.
Experimentamos o Sol e a Lua, o vento e a chuva,
Aprendemos a dançar e a rir. E depois morremos.
- Eu não vou morrer! - exclamou a folha, com determinação.
- Você vai, Daniel?
- Vou, sim... quando chegar meu momento.
- E quando será isso?
- Ninguém sabe com certeza, respondeu Daniel.
A folha notou que outras folhas continuavam a cair.
E pensou "Deve ser o momento delas". Ela viu que algumas reagiam ao vento, outras
simplesmente se entregavam e caiam suavemente.
Não demorou muito para que a árvore estivesse quase despida.
- Tenho medo de morrer - disse a folha a Daniel - não sei o que tem lá embaixo.
- Todos temos medo do que não conhecemos. Isso é natural - disse Daniel para anima-la.
- Mas você não teve medo quando a primavera se transformou em verão.
E também não teve medo quando o verão se transformou em outono.
Eram mudanças naturais. Por que deveria estar com medo da estação da morte?
- A árvore também morre? perguntou a folha.
- Algum dia vai morrer. Mas há uma coisa que é mais forte do que a árvore.
É a vida. Dura eternamente e somos todos uma parte da Vida.
Para onde vamos quando morremos?
- Ninguém sabe com certeza. É o grande mistério.
- Voltaremos na primavera?
- Talvez não. Mas a VIDA VOLTARÁ.
- Então qual é a razão para tudo isso? - insistiu a folha - Por que viemos para cá, se no fim
teríamos de cair e morrer?
Daniel respondeu no seu jeito calmo de sempre:
- Pelo Sol e pela Lua. Pelos tempos felizes que passamos juntos.
Pela sombra, pelos velhinhos, pelas crianças. Pelas estações. NÃO É RAZÃO SUFICIENTE?
Ao final daquela tarde, na claridade dourada do crepúsculo, Daniel se foi. E caiu a flutuar.
Parecia sorrir enquanto caia - ADEUS POR ENQUANTO - disse ele à folha.
E, depois, a folha ficou sozinha, a única que restava em seu galho.
A primeira neve caiu, caiu na manhã seguinte. Era macia, branca e suave.
Mas era muito fria. Quase não houve Sol naquele dia... e foi um dia curto.
A folha se descobriu a perder a cor, a ficar cada vez mais frágil.
Havia sempre frio e a neve pesava sobre ela. E quando amanheceu veio o vento que arrancou
a folha do seu galho. Não doeu. Ela sentiu que flutuava no ar, muito serena.
E, quando caía, ela viu a árvore inteira pela primeira vez. Como era forte e firme !
Teve certeza de que a árvore viveria por muito tempo, compreendeu que fora parte de sua
vida. E isso deixou-a orgulhosa.
A folha pousou num monte de neve. Estava macio, até mesmo aconchegante.
Naquela nova posição, a folha estava mais confortável do que jamais se sentira.
Ela fechou os olhos e adormeceu. Não sabia que a primavera se seguiria ao inverno, que a
neve se derreteria e viraria água. Não sabia que a folha que fora, seca e aparentemente inútil,
se juntaria com a água e serviria para tornar a árvore mais forte.
E, principalmente, não sabia que ali, na árvore e no solo, já havia planos para novas folhas na
primavera.
O Começo.............

A Libélula
Num lugar muito bonito, onde havia árvores, flores e um lindo lago...
Certo dia surgiu um casulo...
E quando ele se rompeu, de dentro saiu voando uma linda libélula.
E ela ficou tão encantada com o lugar, que voou por cada pedacinho...
Brincou nas flores, nas árvores, no lago, nas nuvens...
E quando ela já tinha conhecido tudo...no alto de uma colina, avistou uma casa...
A casa do homem...e a libélula havia de conhecer a casa do homem...e foi voando pra lá....
E então, a libélula entrou por uma janela, justo a janela da cozinha...
E nesse dia, uma grande festa era preparada Um homem com um chapéu
branco...grande...dava ordens para os criados...
Mas a libélula não se preocupou com isso, Brincou entre os cristais, se viu na bandeja de
prata, explorou cada pedacinho daquele novo mundo...
Quando de repente, ela viu sobre a mesa...uma tigela cheia de nuvens!!!
E a libélula não resistiu, ela tinha adorado brincar nas nuvens...e mergulhou....
Mas quando ela mergulhou...ahhhhhhhh...aquilo não eram nuvens, e ela foi ficando toda
grudada, e quanto mais ela se mexia tentando escapar...ahhhhhh mais ela afundava....
E a libélula então começou a rezar, e ela pedia ao Deus dos Insetos Voadores que a libertasse,
fazia promessas e dizia que se conseguisse sair dali, dedicaria o resto de seus dias a ajudar
os insetos voadores...e ela rezava e pedia...
Até que o chefe da cozinha começou a ouvir um barulhinho, e ele não sabia que era a libélula
rezando e quando olhou na tigela de claras em neve...arghhhh um inseto!!! E ele pegou a
libélula e a atirou pela janela...
A libélula então, se arrastou para um pedacinho de grama, e sob o sol começou a se limpar...e
quando ela se viu liberta...ahhhhh ela estava tão cansada que se virou pra Deus e disse:
- O Senhor, eu prometi dedicar o resto de minha vida a ajudar os outros insetos voadores,
mas agora eu estou tão cansada, que prometo cumprir minha promessa a partir de amanhã...
E a libélula adormeceu...
Mas o que ela não sabia, é que as libélulas vivem apenas um dia...
E naquele pedacinho de grama, a libélula adormeceu, e não mais acordou....

A Loja de CDs

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e
podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado
constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela
sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos,
notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura
e beleza. Foi amor a primeira vista.
Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se
timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e
perguntou se podia ajuda-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e
a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o
primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse "Esse aqui".
"Quer que embrulhe para presente ?" perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu
com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito
bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela
figura divina. Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um
CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez
mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o
recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convida-la para sair e conversar.
Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chama-la para sair.
Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e,
como sempre, ela foi embrulhá-lo.
Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu
da loja correndo. No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota
perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e
disse: "Então, você não sabe? Faleceu essa manhã". Mais tarde, a mãe entrou no quarto do
filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos
embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao faze-lo, viu cair um pequeno pedaço
de papel, onde estava escrito: "Você e muito simpático, não quer me convidar para sair? "Eu
adoraria". Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o
mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de
conhecer aquele rapaz. Assim e a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo
que você sente.
Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde. Essa mensagem foi escrita para fazer as pessoas
refletirem e assim, pouco a pouco, ir mudando o mundo. Esta mensagem e para dizer que
você e muito especial, então, faz o mesmo que eu e manda esta mensagem AGORA, de
imediato, não daqui a pouco, para as pessoas de quem goste e estime!!!!!! Aproveita e fala,
escreve, telefona e diz o que ainda não foi dito.
Não deixe para amanhã. Quem sabe não dê mais tempo.

As Pedras Grandes e o Vaso


Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele
pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou a classe:
Está cheio?
Unanimemente responderam: Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos
pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos: E
agora, está cheio? Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A
areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor
perguntou: Então, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam: Sim!
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou
a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe: Qual o objetivo desta
demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu: Não importa quanto a 'agenda' da
vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguira 'espremer' dentro mais coisas!
Não, respondeu o professor, o ponto é o seguinte: A menos que você coloque as pedras
grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguira colocar lá dentro. As
pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: seu relacionamento com Deus, sua
família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida
somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água,
as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

A Lenda das Três Árvores


Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A
primeira olhando as estrelas disse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de
tesouros". A segunda olhando o riacho suspirou: "Eu quero ser um navio grande e transportar
reis e rainhas". A terceira olhou para o vale e disse: "Quero ficar aqui no alto da montanha e
crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus".
Muitos anos se passaram e certo dia 3 lenhadores cortaram as árvores, todas ânciosas em
serem transformadas naquilo que olhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou
entender de sonhos... Que pena! A primeira árvore acabou sendo transformada em cocho de
animais, coberto de feno. A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e
peixes todos os dias. A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
Então todas perguntaram desiludidas e tristes: "Por que isto?" Mas, numa bela noites, cheia de
luz e de estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de
animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A
segunda árvore acabou transportando um homem que terminou dormindo no barco, mas
quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse: "PAZ!" E num
relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra! Tempos
mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas
em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas no
domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido
pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam
de DEUS e de Seu FILHO ao olharem para ela. As árvores haviam tido sonhos e desejos... Mas
sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.
O Remédio

João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem
bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa
além do seu mundo material.

Um certo dia estava ele fechando a farmácia, quando chegou uma criança aos prantos
dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria
morrer.

Muito nervoso, e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia pra pegar o
remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o
remédio no escuro mesmo e entregando a criança que agradeceu e saiu dali às pressas.

Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado pra criança e que se sua
mãe o tomasse seria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança, mas não
teve êxito. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a
chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar, deparou-se com a
criança a dizer: “Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que cai e quebrei o vidro do
remédio, dá pro senhor me dar outro?”.

Autor desconhecido.

A Fé e a Corda
Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios.
Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Anconcágua. E ele
queria a glória somente para si.

Resolveu então escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no
caso de uma escalada dessa dificuldade. Ele começou a subir e foi ficando cada vez
mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a
escalada, decidido a atingir o topo.

Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível
mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era
escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas
nuvens. Subindo por uma "parede", a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e
caiu...

Caia a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam
cada vez mais rápidas na escuridão. Sentia apenas uma terrível sensação de estar
sendo sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo e, nesses angustiantes
momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já
havia vivido em sua vida.
De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade.... Shack! Como
todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos
presos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou
para ele nada além do que gritar:"Oh, meu Deus! Me ajude!"

De repente uma voz grave e profunda respondeu: "O que você quer de mim, meu
filho?"

- Me salve, meu Deus, por favor!

- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?

- Eu tenho certeza, meu Deus.

- Então corte a corda que mantém você pendurado...

Houve um momento de silêncio e reflexão.

O homem se agarrou ainda mais a corda e refletiu que se largasse a corda morreria...

Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontraram um alpinista congelado,


morto, agarrado com as duas mão a uma corda a não mais de dois metros do chão.

E você...? Está segurando a corda...??? Por que você não a solta e deixa
Deus te guiar...???

(autor desconhecido)
A Ponte

Certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas
por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda
uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do
outro.

Durante anos percorreram uma estreita, porém comprida estrada que corria ao
longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da
companhia do outro.

Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam. Mas agora tudo
havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente
explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.

Numa manhã o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. Ao abri-la, notou
um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão. "Estou
procurando por trabalho"- disse ele. "Talvez você tenha um pequeno serviço aqui e
ali. Posso ajudá-lo?"

"Sim!" - disse o fazendeiro - "Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela
fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo.
Brigamos muito e não mais posso suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira perto do
celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que
eu não mais precise vê-lo.

"Acho que entendo a situação"- disse o carpinteiro - "Mostre-me onde estão a


pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito."

Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a


encontrar o material e partiu.

O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e


pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra, ao mesmo tempo que o
fazendeiro retornava. Porém, seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não
havia qualquer cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho
ao outro. Era realmente um belo trabalho, mas, enfurecido,exclamou: "você é
muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei!!!"

No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a


ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo
com seus braços abertos. Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do
rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e
chorando no meio da ponte.

Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo.


"não, espere!"- disse o mais velho - "Fique conosco mais alguns dias. Tenho muitos
outros projetos para você"

E o carpinteiro respondeu: "Adoraria ficar, mas tenho muitas outras pontes


para construir."
Autor desconhecido

O Quadro

Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao


público, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades
do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito
famoso e um grande artista.

Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve


caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo
suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido
junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte.

Um observador curioso porém, achou uma falha no quadro:

A porta não tinha fechadura. E foi perguntar ao artista:

- Sua porta não tem fechadura! Como se fará para abri-la?

- É assim mesmo - respondeu o pintor

- Esta é a porta do coração humano.

- Só se abre do lado de dentro.

Abra seu Coração também. Mude, ainda dá tempo.

Autor desconhecido
Quem é Jesus?

Para o advogado: Conselheiro e legislador


Para o agricultor: Conselheiro
Para o arquiteto: A pedra angular
Para o artista: O totalmente desejável
Para o banqueiro: O tesouro escondido
Para o biólogo: É a vida
Para o carpinteiro: É a porta
Para o construtor: É o firme fundamento
Para o educador: É o novo e vivo caminho
Para o escultor: É pedra viva
Para o estadista: O desejo de todas as nações
Para o florista: A Rosa de Saron e o Lírio dos Vales
Para o horticultor: A videira verdadeira
Para o joalheiro: A pérola de grande preço
Para o pedreiro: A pedra de esquina
Para o padeiro: O pão da vida
Para o pecador: O Cordeiro de Deus que tira o pecado
Para Pilatos: É o rei dos judeus
Para Pedro: Tu és o Cristo, Filho do Deus vivo
Para Tomé: Senhor meu e Deus meu
Para o Pai: Este é o meu Filho amado em que me comprazo
Para os anjos: Nasceu o Salvador, que é Cristo Senhor
Para os demônios: Bem sabemos que és filho de Deus.
Para um cristão verdadeiro: Ele é tudo !
Defesa da Pátria

Durante a Segunda Guerra Mundial era costume nos Estados Unidos


que uma família que tivesse um filho servindo no exército colocasse um
estrela na janela frontal de sua casa.

Uma estrela dourada indicava que o filho morrera apoiando a causa


de seu País. Conta-se uma história comovente acerca desse costume.
Uma noite, um homem estava caminhando por uma rua de Nova York
acompanhado de seu filho de 5anos.

O garoto estava interessado nas janelas bem iluminadas das casas e


queria saber por que algumas tinham uma estrela na janela. O pai
explicou que essas famílias tinham um filho lutando na guerra. O garoto
aplaudia quando via outra estrela na janela e exclamava:

"Olhe papai, outra família que deu seu filho por seu país."

Finalmente chegaram a um lote vazio e a uma brecha na fileira de


casas. Através da brecha podia-se ver uma estrela brilhando muito no
céu. O garoto admirou-se e perguntou:

"Papai! Olhe essa estrela no céu. Será que o Papai do Céu também
entregou seu filho pela guerra ?"

Certamente! Há uma estrela na janela de Deus. Deus entregou seu


único Filho para morrer por todos nós, e somos gratos por isto e cremos
nisto, né filho? Agora você percebe o que Jesus fez por ti?

Muitos percebem e colocam em seus corações a estrela do amor a


Deus e saem pelo mundo guerreando em defesa da nossa pátria
celestial!

Autor desconhecido
Tu és Único

É um pensamento cativante, que entre os bilhões de habitantes


desta terra, que apresentam características físicas distintas e são
personalidades diferentes, nenhum é exatamente igual a ti.
A variedade, porém não se limita somente aos homens. Cada floco
de neve, por exemplo, que cai do céu, contém o carimbo de
individualidade. Cada floco de neve é composto de um certo número de
cristais de neve individuais, que permanecem inalterados quando o
tempo está frio, e podem ser examinados sob o microscópio. Todo cristal
de neve foi criado segundo um plano básico - uma estrela de seis pontas
- mas esse modelo é modificado e enfeitado de inúmeras maneiras, de
tal modo que nunca se encontra dois cristais iguais. Cada cristal é
perfeito em si, mas mesmo assim é diferente de todos os outros.
Não vês que não é um poder cego que age no mundo, para produzir
artigos em série, mas Alguém que se interessa pelos detalhes e tem
poder e sabedoria para criar numa infinita variedade, mas obedecendo
ao modelo básico?
Isso Ele fez com cada um de nós, e quanto mais observamos os
milagres do nosso corpo, tanto mais somos obrigados a concordar com o
salmista, que diz: " ... por modo assombrosamente maravilhoso me
formaste " (Sl 139.4) . E se o físico não é estereotipado, quanto menos o
espiritual. Que diversidade de personalidades já encontramos na mesma
família. Que diferentes atitudes diante de Deus! Justamente aí está o
ponto decisivo.
Deus poderia ter feito robôs de nós, que lhe dariam a resposta
desejada a seu comando. Ao invés disso Ele nos deu um raciocínio, junto
com a vontade livre. Ele apresenta a cada um de nós a Eternidade de
forma bem clara: " ... te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição:
escolhe, pois, a vida" (Dt 30.19) .
Apesar das conseqüências serem colossais - nada menos que o céu
ou o inferno - Deus não impõe, mas somente aconselha insistentemente:
" escolhe, pois, a vida " . Depende de ti aceitar ou rejeitar Jesus Cristo,
que é " o caminho, a verdade, e a vida " (Jo 14.6) .
Apesar de não existir ninguém que seja exatamente igual a ti, no
corpo e na personalidade, tens uma coisa igual a todas as pessoas - uma
alma - o bem mais precioso que possuis, pois " que aproveita ao homem
ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? " (Mc 8.36) .
Um dia terás um encontro com o teu Criador, ao qual não poderás
escapar. A Bíblia diz: " prepara-te ... para te encontrares com o teu Deus"
(Am 4.12) . O único meio de preparar-se é aceitar Jesus Cristo como teu
Salvador pessoal.
" Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem
feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome " (Jo 1.12) .

A.H.
Isto sim é amar você!

Já é noite!

Como o tempo passou!...

... Quando você se levantou pela manhã, eu já havia preparado o


sol para aquecer o seu dia e o alimento para a sua alimentação. Eu,
providenciei tudo isso enquanto viajava e guardava o seu sono, a sua
família, a sua casa. Esperei pelo seu "Bom dia!" Mas você se esqueceu.
Bem, mas você parecia ter tanta pressa que eu perdoei.

O sol apareceu, as flores deram seu perfume, a brisa da manhã o


acompanhou e você nem pensou que eu é que havia preparado tudo
para você. Seus familiares sorriam e seus colegas o saudaram, você
trabalhou. Estudou, viajou, realizou seus negócios, alcançou vitórias;
mas... você nem percebeu, eu estava cooperando e mais teria ajudado
você se me tivesse dado uma chance; mas... eu sei, você corre tanto...
eu perdoei. Você leu bastante, ouviu muita coisa, viu mais ainda e não
teve tempo de ler e ouvir a minha palavra. Eu quis até o aconselhar, mas
você não parou para ouvir. Eu quis, realmente o aconselhar, mas você
nem pensou na possibilidade.

Seus olhos, seus pensamentos, seus lábios seriam melhores. O mal


seria menor e o bem seria muito maior em sua vida. A chuva que caiu à
tarde foram minhas lágrimas por sua ingratidão, mas foram também a
minha benção sobre a terra para que não falte pão ou água. Você
trabalhou, ganhou dinheiro, que não foi mais porque você se esqueceu
de mim.

Esqueceu que eu desejava sua participação no meu reino, com sua


vida, seu tempo e seus talentos. Findou o seu dia. Você voltou para casa.
Mandei a lua e as estrelas tornarem a noite mais bonita para lembrar-lhe
do meu amor por você. Certamente, agora, você vai dizer um
"Obrigado" e "Boa Noite" ... psiu ... está me ouvindo? Já dormiu, que
pena!

Durma bem.

Eu ficarei velando por você.

"JESUS"
Vislumbres de Um Criador

O elefante é o único animal cujas pernas se dobram para a frente. Por quê? Porque de
outra forma seria difícil para esse animal levantar-se, por causa do seu peso.
Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras?
Quem orienta esses animais para que ajam dessa maneira?
Deus. Esse mesmo Deus que coloca um punhado de argila no coração da terra, e, através
da ação do fogo transforma-a em formosa ametista de alto valor. Esse mesmo Deus que
coloca certa quantidade de carvão nas entranhas do solo, e, mediante a combinação do fogo e
a pressão dos montes e das rochas, transforma esse carvão em resplandecente diamante, que
vai fulgurar na coroa dos reis ou no diadema dos poderosos!
Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso
silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias? Por que a diferença entre um
período e outro é sempre sete dias?
Porque o Criador sabe como deve regular a natureza e jamais comete engano. Ele
determinou que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na
calma como na tormenta. Aquele que nos criou pode também nos dirigir. Somente aquele que
fez o cérebro e o coração pode guiá-los com êxito para um alvo útil.
A insondável sabedoria divina revela-se ainda nas coisas que poucos notam: A melancia
tem número par de franjas. A laranja possui número par de gomos. A espiga de milho tem
número par de fileiras de grãos. O cacho de bananas tem, na última fila, número par de
bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira
tem número par, a seguinte terá um número impar.
A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par, e é
admirável que Jesus, ao se referir aos grãos, tenha mencionado exatamente números pares:
30, 60 e 100. (1) Pela sua maravilhosa sabedoria e graça,é assim que o Senhor determina à
vida que cumpra os propósitos e os planos dele. Somente a vida sob o cuidado divino está
salvo de contratempos.
Outro mistério que a ciência ainda não descobriu: Enormes árvores, pesando milhares de
quilos, apoiadas em apenas poucos centímetros de raízes. Ninguém até agora conseguiu
descobrir esse princípio de sustentação a fim de aplicá-lo em edifícios e pontes.
Mas há maravilha ainda maior. O Criador toma o oxigênio e o hidrogênio, ambos sem
cheiro, sem sabor e sem cor, e os combina com o carvão, que é insolúvel, negro e sem gosto.
O resultado, porém,é o alvo e doce açúcar.
Esses são apenas alguns vislumbres de um Deus sábio e amoroso. Esse mesmo Deus que
realiza tais maravilhas no mundo que ele criou, pode também efetuar em nós um milagre
ainda muito maior. Ele pode dar-nos um novo nascimento, fazendo novas todas as coisas. (2)
Ele pode tomar nossa vida triste, inútil e insípida, e torná-la alegre, útil e plena de significado
para a glória dele.
Portanto, leitor, não se desespere. Não importa quão grave seja a sua condição física,
moral ou espiritual. O Senhor Jesus, que"ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre" (3),
só ele tem a última palavra. Você pode experimentar um milagre! Tão somente creia nele,
receba-o como o seu único Senhor e Salvador, e coloque a sua vida nas mãos dele. A Bíblia
diz:"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho, para que todo
aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna." (4)

- Abraão de Almeida
Citações bíblicas: (1) Marcos 4:8; (2) João 3:3;2 Coríntios 5:17; (3) Hebreus 13:8; (4) João 3:16.

O Carpinteiro Galileu

Cristo, o carpinteiro galileu -


Não foi médico - e curou todas as enfermidades...
Não foi advogado - e explicou os princípios básicos de toda lei...
Não foi escritor - e inspirou as maiores obras da literatura mundial...
Não foi poeta nem músico - e é a alma de todos os poemas e de toda a música da
vida...
Não foi orador - e é o interprete de todos os corações...
Não foi literato - e escreveu no livro dos séculos a mais bela pagina...
Não foi artista - e enche de luz os gênios de todos os tempos...
Não foi estadista - e fundou as mais sólidas instituições da sociedade...
Não foi general - e conquistou milhões de almas e países inteiros...
Não foi inventor - e inventou o elixir de perene felicidade...
Não foi descobridor - e descortilhou aos mortais mundos encantados de imortalidade...
Cristo, o carpinteiro galileu...
Diáfano como um cristão - e misterioso como a noite...
Simples como uma criança - e profundo como um filósofo
Sublime como as excelsitudes de Deus - e amigo das misérias humanas...
Severo como um juiz - e carinhosos como uma mãe
Terrível como a tempestade - e meigo como a luz solar...
Amigo de Madalenas contritas - e inimigo de fariseus impenitentes...
Humilde entre vivas e hosanas - sereno entre morras e crucifiques...
Cristo, o carpinteiro galileu -
Nós, os mortais, te amamos - porque nos amaste.
Cremos em ti - porque es o caminho, a verdade e a vida...
Em ti esperamos - porque o teu reino não é deste mundo...
Não podemos viver sem ti - porque és a alma da nossa vida e a vida da nossa alma.
Não podemos lutar sem ti - porque és o sustentado em nossa fraqueza e a vitória em
nossas derrotas...
Não podemos sofrer sem ti - porque és o bálsamo das nossas chagas e a aurora das
nossas noites...
Nada sabemos sem ti - porque és a sede de toda a ciência e sabedoria...
Nada valemos sem ti - porque és o único fator positivo no meio dos nossos zeros...
Intolerável nos é o mundo sem ti - porque intolerável nos é o próprio eu...
Contigo nos é fácil todo o difícil - porque suave é o teu jugo e leve o teu peso...
Somos infelizes sem ti - porque inquieto está nosso coração até que descanse em ti...
Por ti vivemos e por ti queremos morrer - porque és a ressurreição e a vida eterna...
Cristo carpinteiro galileu...
Cristo - filho de Deus...
Cristo - rei imortal dos séculos...

Huberto Rohden

Deus
Passei tanto tempo Te procurando. Não sabia onde estavas, olhava para o infinito, mas não Te
via.

E pensava, comigo mesmo, será que Tu existes? Não me contentava na busca e prosseguia.

Tentava Te encontrar nas religiões e nos templos, Tu também não estavas.

Busquei a Ti através dos sacerdotes e pastores, também não Te encontrei.

Senti-me só, vazio, desesperado e descri.

E na descrença Te ofendi, e na ofensa tropecei, e no tropeço caí, e na queda senti-me fraco.

Fraco procurei socorro.

No socorro encontrei amigos, nos amigos encontrei carinho, no carinho eu vi nascer o amor.

Com o amor eu vi um mundo novo. E no mundo novo resolvi viver. O que recebi, resolvi doar.

Doando o melhor, recebi muito mais, e em recebendo senti-me feliz.

E ao ser feliz, encontrei paz, e tendo paz foi que enxerguei que dentro de mim é que Tu
estavas.

E sem procurar-Te, foi que Te encontrei.

A.D.

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